O computador como ferramenta no processo de ensino e aprendizagem

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  • 1. O computador como ferramenta/ recurso didtico no processo ensino/aprendizagem Prof Dr Mrcio Marques Martins UFFS Campus Cerro Largo RS marcio.martins@uffs.edu.br http://digichem.org http://fb.com/digimarcio http://sciencebooks.weebly.com

2. Roteiro para a discusso I. Desafios 1. O que so as TIC? 2. Teorias para a era digital 3. Teorias da aprendizagem digital 3. Roteiro para a discusso I. Desafios II. Perspectivas 1. Blogagem 2. Recursos da Web 2.0 3. Softwares 4. 1.O que significa a sigla TIC? Sigla cunhada em 1997 por um executivo da Pearson (Dennis Stevenson) e difundido pelo governo ingls atravs do National Curriculum Documents (2000). 5. Ele acreditava que as telecomunicaes (o C da sigla) deviam se integrar s j existentes Tecnologias da Informao (o TI da sigla) na escolas e universidades inglesas antes do ano 2000. 1.O que significa a sigla TIC? 6. Resultado da convergncia dos meios de comunicao: udio/visuais telefnicos satlites e redes de computadores 1.O que significa a sigla TIC? 7. 1.O que significa a sigla TIC? Vantagens dessa convergncia: Economia Disseminao da informao Maior acessibilidade educao Flexibilidade na aprendizagem Democratizao do ensino 8. 1.O que significa a sigla TIC? O casamento dessas mdias permite gerar, acessar, armazenar, transmitir e manipular informaes com fins educacionais. Alm disso, permite levar informaes e provocar reflexes em locais remotos onde a escola/universidade no consegue chegar. 9. 1.O que significa a sigla TIC? Como percebemos hoje as TIC no cotidiano? Redes 3G, ADSL, wi-fi; Celulares/smartphones: sms, chats, streaming media, softwares/apps; mdias digitais (cartes SD, pendrive) e/ou pticas (CD, DVD, Blue Ray). Blogs, sites, redes sociais, canais de vdeos, messengers, wikis, etc. 10. E onde esto as TIC na minha sala de aula? EM TODO LUGAR! Na prxima aula, pare para observar seus alunos.... 11. E onde esto as TIC na minha sala de aula? ...e ver que maioria deles estar ouvindo suas explicaes enquanto manda um SMS para um(a) colega. Ou ver que alguns esto postando no facebook sem ao menos estar usando um computador... 12. E onde esto as TIC na minha sala de aula? Ah, mas na minha escola os alunos no tm celulares caros e no acessam o facebook em sala de aula! Mas, certamente, acessam em casa ou na lan house e comentam em sala de aula. 13. E onde esto as TIC na minha sala de aula? Alis, voc j conversou com seus alunos via orkut ou facebook? E voc sabia que ele pode ser usado para ensinar? http://facebookforeducators.org, http://fb.com/fb4educators 14. E onde esto as TIC na minha sala de aula? Enquanto voc se mata para ensinar um contedo difcil de qumica, voc nota que seus alunos esto digitando nervosamente ao smartphone. Ele pode estar pesquisando na internet se o que voc disse verdade ou procurando o mesmo contedo em sites. 15. E por qual razo os estudantes agem assim? No culpa deles e nem culpa sua. Nem falta de interesse na sua aula. que eles j nasceram manipulando teclados e mouses enquanto que voc s se deparou com esses monstros em idade adulta. (volto mais tarde a esse assunto) 16. 3.E por qual razo os estudantes agem assim? Eles sabem fazer coisas com um celular, computador, videogame, que deixam muitos adultos de boca aberta. S que, se voc pedir uma explicao de como fazer, corre o srio risco de receber um sonoro NO. (e nem por maldade, difcil explicar com palavras o que se sabe intuitivamente) Esse jovem pode ser chamado pelo termo nativo digital. 17. E por qual razo os estudantes agem assim? Vamos assistir a dois vdeos que tratam do assunto. http://www.cientistadidatico.com.br/2012/05/as-tecnologias-e-os-alunos-de-hoje.html http://youtu.be/ScxmSy4TlqI 18. E por qual razo os estudantes agem assim? Vamos assistir a outro vdeo sobre nativos digitais. http://www.cientistadidatico.com.br/2012/05/as-tecnologias-e-os-alunos-de-hoje.html http://youtu.be/PKzyGW-FIBw 19. As TIC podem me ajudar? Voc, professor, sabia que existem outros professores criando contedo digital para ensinar essa gerao conectada? Aproveitando que a gurizada gosta de youtube, que tal sugerir os vdeos (criar/assistir). 20. E os programas governamentais, podem me ajudar? Existem os laboratrios de informtica que o governo criou atravs de programas como o EDUCOM, PROINFO, PRONINFE, etc. Portal do Professor MEC Capacitaes para professores e para tcnicos. Informtica aplicada educao - UNB 21. Linha de tempo das TIC no pas 22. Algumas aes concretas que surtiram resultado De certa forma, as TIC j esto na escola. 23. Isso o suficiente? Na minha opinio, no! Cursos de curta durao no capacitam realmente o docente a trabalhar com TICs em sala de aula. Montar laboratrios de informtica bom, mas computador no se liga sozinho! necessrio, pelo menos, formao inicial e continuada! 24. Como l fora? O que o Brasil comea a discutir hoje no respeito s TIC, internet nas escolas, TV educativa por satlite, EaD... ... pases como Inglaterra e Canad... ...j implementaram ou vm implementando h pelo menos 20 anos. 25. O que deveria acontecer? Inicialmente, os PPP deveriam contemplar as TIC como parte integrante da formao dos estudantes. Os governos deveriam conceder horas-aula aos professores que trabalham em laboratrios didticos. 26. O que deveria acontecer? A cultura geral de contedo s o que est no caderno tambm precisaria mudar. 27. Como poderamos iniciar a mudana? Projetos de ensino que envolvam toda a comunidade escolar e usando as TIC como suporte poderiam passar a ser elaborados. Resultado: flexibilizao nas formas de ensinar e aprender. 28. Como poderamos iniciar a mudana? E o principal: aes governamentais mais concretas ($$$) deveriam acontecer no sentido de capacitar continuamente docentes para o uso de TICs. Democratizao do acesso internet e a recursos digitais. 29. 2.Teorias para a era digital Steve Wheeler Prof. Associado da Univ. Plymouth Prof. de Learning Technology Participa da comisso editorial de mais de 10 revistas de TICs. Alm de muitas outras atividades de e- learning, EaD, criatividade e aprendizagem usando Web 2.0, mantm um blog onde registra suas ideias sobre a rea das TICs. http://steve-wheeler.blogspot.com.br/2012/10/theories-for-digital-age-digital.html 30. 2.Teorias para a era digital a aprendizagem para a era digital significativamente diferente da aprendizagem nos anos anteriores? 31. 2.Teorias para a era digital Uma das mais controversas teorias para a era digital a alegao de que a tecnologia est mudando (ou religando) nossos crebros (Greenfield, 2009) enquanto alguns tambm alegam que o uso prolongado da Web detrimental para o desenvolvimento do intelecto humano (Carr, 2010). 32. 2.Teorias para a era digital Pode-se argumentar que essas teorias remontam alegao seminal de Marshall McLuhan (1964) de que ns moldamos nossas ferramentas e depois disso, nossas ferramentas nos moldam. 33. 2.Teorias para a era digital Essa crena foi tambm a base para a teoria dos Nativos e Imigrantes Digitais (Prensky, 2001), um discurso persistente que tem influenciado fortemente o pensamento dos educadores nos anos recentes. 34. 1.Teorias para a era digital Um corpo significativo de trabalhos surgiu em torno da teoria dos Nativos e Imigrantes Digitais, incluindo descries de estudantes mais jovens como a gerao da rede (net) (Tapscott, 1998), Screensager (Rushkoff, 1996), Nascidos Digitais (Palfrey e Gasser, 2008), Millenials (Oblinger, 2003), e Homo Zappiens (Veen e Vrakking, 2006). 35. 2.Teorias para a era digital A ltima teoria sugere que estudantes mais jovens aprendem diferentemente, atravs de buscas ao invs de absoro, atravs de externalizao da informao ao invs de internalizao, so melhores em multitarefas, e no veem separao entre brincar e aprender (Veen & Vrakking, 2006). 36. 2.Teorias para a era digital Se essas teorias so verdadeiras, e os jovens aprendem diferentemente, as implicaes para a educao so profundas, demandando mudanas na maneira como o contedo formal desenvolvido, distribudo e organizado, () 37. 2.Teorias para a era digital () e uma reavaliao do nosso conceito de conhecimento e o que ele significa para a educao. Existem, inevitavelmente, objees posio dos Nativos Digitais. 38. 2.Teorias para a era digital Todas as teorias acima tendem a caracterizar os estudantes mais jovens como sendo diferentes das prvias geraes no uso das tecnologias. 39. 2.Teorias para a era digital* Essas posies so criticadas por pesquisadores que sustentam que tais alegaes so baseadas principalmente em argumentos intuitivos ou imaginrios, e que no existe diferena significativa na forma como os mais velhos e os jovens gerenciam suas atividades de aprendizagem online (Crook & Harrison, 2008; Ito et al, 2009; Kennedy et al, 2010) . 40. 1.Teorias para a era digital E ainda que a gerao atual de aprendentes est muito distante da homogeneidade (Bennett et al, 2008; Jones & Healing, 2012) 41. 1.Teorias para a era digital Bennett et al(2008) afirmam que no h evidncia clara que a habilidade de multi-tarefa um novo fenmeno e restrita a jovens aprendentes. 42. 2.Teorias para a era digital Jones e Healing (2010) criticam a teoria dos Nativos e Imigrantes Digitais como muito simplista, eles apontam a existncia de uma simplicidade muito maior na forma como os estudantes de todas as idades usam tecnologias, baseado no em diferenas de gerao, mas em agncia e escolhas. 43. 2.Teorias para a era digital Existem outras dissidncias: Vaidhyanathan (2008) argumenta que no existe isso de gerao digital. 44. 2.Teorias para a era digital Ele sugere que cada gerao tem uma distribuio igual de indivduos com baixos, mdios e altos nveis de competncia tecnolgica. 45. 2.Teorias para a era digital Vaidhyanathan sente-se desconfortvel com a classificao errnea das geraes e premissas associadas de nveis de competncia tecnolgica e alerta: Ns deveramos descartar nossas presunes simplistas sobre as geraes a fim de podermos gerar um balano acurado e sutil das necessidades dos jovens e de todas as pessoas, para esse assunto. 46. 2.Teorias para a era digital Talvez a advertncia mais sensvel venha de Selwyn (2009) que argumenta contrariamente s crenas popularistas expressa no discurso dos Nativos Digitais, pessoas jovens com pendores tecnolgicos so frequentemente pouco impressionantes (Livingstone, 2009). 47. 2.Teorias para a era digital De acordo com Selwyn, as afirmaes sobre Nativos Digitais so frequentemente baseadas em evidncias anedticas, inconsistentes ou exageradas, e guardam muito pouco em comum com a realidade da tecnologia no mundo real. 48. 2.Teorias para a era digital O discurso dos ND tende a alienar as geraes mais velhas da tecnologia, e professores podem fazer asseres perigosas sobre as capacidades dos jovens (Kennedy et al, 2010). 49. 2.Teorias para a era digital Selwyn aconselha: Enquanto tenses inter- geraes e conflitos tm caracterizado a compreenso popular do progresso social, adultos no deveriam se sentir ameaados pelo engagamento das geraes mais novas com as tecnologias, no mais do que os jovens deveriam se sentir constrangidos pelas estruturas pr-digitais das geraes mais velhas (Selwyn, 2009, p. 376). 50. 2.Teorias para a era digital Um dos quadros explanatrios mais teis para as atuais atividades online oferecido por White e Le Cornu (2011), que argumentaram que o uso habitual de tecnologia desenvolve habilidades digitais sofisticadas a despeito da idade ou data de nascimento do usurio. 51. 2.Teorias para a era digital Eles chamam a esses usurios de Residentes Digitais e sugerem que aqueles que so Visitantes Digitais tm menos probabilidades de se tornarem adeptos dos recursos digitais por causa do seu uso infrequente das ferramentas computacionais. 52. 1.Teorias para a era digital E tem a teoria das 10.000 horas que diz que qualquer um pode ser tornar um virtuose em qualquer coisa se passar um total de 10.000 horas praticando. (4h/d = 4,45 a) 53. 2.Teorias para a era digital Bennett, S., Maton, K. and Kervin, L. (2008) The digital natives debate: A critical review of the evidence, British Journal of Educational Technology, 39 (5), 775786. Carr, N. (2010) The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains. New York, NY: W. W. Norton. Crook, C. and Harrison, C. (2008) Web 2.0 Technologies for Learning at Key Stages 3 and 4,Coventry: Becta Publications. Greenfield, S. (2009) The Quest For Identity In The 21st Century. London: Sceptre. Ito, M., Horst, H., Bittanti, M. and Boyd, D. (2009) Living and Learning with New Media. Cambridge: MIT Press. Jones C. and Healing G. (2010) Net Generation Students: Agency and Choice and the New Technologies. Journal of Computer Assisted Learning, 26, (3), 344356. Kennedy, G., Judd, T., Dalgarnot, B. and Waycott, J. (2010) Beyond Digital Natives and Immigrants: Exploring Types of Net Generation Students, Journal of Computer Assisted Learning, 26 (5), 332-343. Livingstone, S.(2009) Children and the Internet. Cambridge: Polity Press. Oblinger, D. (2003) Boomers, Gen-xers, and Millennials: Understanding the new students. Educause Review. 38 (4). Palfrey, J. and Gasser, U. (2008) Born Digital: Understanding the First Generation of Digital Natives.New York, NY: Basic Books. Prensky, M. (2001) Digital Natives, Digital Immigrants On the Horizon, 9 (5). Rushkoff, D. (1996) Playing the Future: What we can learn from digital kids. London: Harper Collins. Selwyn, N. (2011) The Digital Native: Myth and Reality. Aslib Proceedings,61 (4), 364-379. Tapscott, D. (1998) Growing up Digital: The Rise of the Net Generation. New York: McGraw Hill. Vaidhyanathan, S. (2008) Generation Myth.The Chronicle of Higher Education. Veen, W. and Vrakking, B. (2006) Homo Zappiens: Growing up in a Digital Age London: Network Continuum Education. White, D. S. and Le Cornu, A. (2011) Visitorsand Residents: A new typology for online engagement. First Monday, 16 (9). 54. 3.Teorias da aprendizagem digital Conectivismo (George Siemens. A learning theory for digital age, 2004) Teoria da Flexibilidade Cognitiva (SPIRO, 1980) Teoria dos Construtos Pessoais (George Kelly, 1955) Teoria da Cognio Situada (vrios autores) Teoria da Distncia Transacional 55. Conectivismo Aprendizagem se assemelha a tecer uma rede com ns, cada n pode ser uma pessoa, um objeto, uma informao, um sentimento, etc. Conectar ns fracos considerado uma atividade; Envolver-se em atividades pode gerar aprendizado; Vrios ns fracos conectados formam uma rede forte; Ento, ocorre o aprendizado. 56. Conectivismo SABER ONDE: refere-se a onde encontrar os ns dentro da rede (informaes, dados pessoas, etc). SABER COMO: refere-se a como proceder para encontrar os ns. SABER O QU: refere-se quilo que deve ser localizado pelo indivduo para que o aprendizado (formao da rede por interligao de ns fracos) ocorra. 57. Conectivismo O indivduo deve possuir a habilidade de enxergar conexes entre campos, idias e conceitos; A atualizao do conhecimento o mote central em todas as atividades de aprendizagem conectivistas; A aprendizagem um processo de tomadas de deciso constante; A deciso correta de hoje pode estar incorreta amanh devido alterao no ambiente informativo e, portanto, dever ser aprimorada. 58. Conectivismo Aprendizagem depende da diversidade de opinies; Aprendizagem pode ocorrer em dispositivos no-humanos; A capacidade de saber mais mais importante que a de apenas saber agora; As conexes devem ser mantidas e nutridas para facilitar a aprendizagem contnua; Aplicaes: AVA, Ambientes de Realidade Virtual, Redes Sociais 59. Conectivismo Aprendizagem depende da diversidade de opinies; Aprendizagem pode ocorrer em dispositivos no-humanos; A capacidade de saber mais mais importante que a de apenas saber agora; As conexes devem ser mantidas e nutridas para facilitar a aprendizagem contnua; Aplicaes: AVA, Ambientes de Realidade Virtual, Redes Sociais 60. Teoria da Flexibilidade Cognitiva indivduos aprendem e compreendem a natureza de informaes complexas mais facilmente se essas informaes forem apresentadas com mltiplas representaes da mesma informao em contextos variados (hipertextuais, visuais, auditivas, estudos de casos, etc). 61. Teoria da Flexibilidade Cognitiva Promover o conhecimento de forma no-linear e no-memorstica, permite a reestruturao do conhecimento de forma adaptvel s exigncias situacionais. A transferncia de saber para novas aplicaes configura o aspecto flexvel da teoria. 62. Teoria da Flexibilidade Cognitiva Aplicaes: Pginas de hipertexto com hiperlinks para novas pginas referentes a termos destacados no texto principal. Ele contm hipermdias ligadas ao tema principal, etc. Quizzes, polls, Objetos Virtuais de Aprendizagem, CDs multimdia, etc. 63. Teoria dos Construtos Pessoais Na TCP, a aprendizagem resultado das tentativas da pessoa de lidar com suas experincias e passvel de mudana atravs da experimentao. 64. Teoria dos Construtos Pessoais O processo de elaborao dos construtos pessoais resume-se em cinco etapas: Antecipao: corresponde ao incio da aprendizagem. Ocorre um convite para a participao em um evento, cujo objetivo fazer uma busca nas concepes e idias pessoais necessrias para compreender o evento. Investimento: Preparao ativa no evento: leitura de livros, artigos, pesquisas na web. O conhecimento evolui nessa etapa. 65. Teoria dos Construtos Pessoais Encontro: Ocorre o conflito cognitivo. Utilizao dos recursos didticos variados selecionados para este evento. Confirmao: Comparao entre as informaes adquiridas antes e aps o encontro. As concepes sobre o tema sofrem uma reflexo, que pode confirm-las ou no. Reviso: Processo construtivo no qual ocorre a sedimentao dos conhecimentos adquiridos. 66. Teoria dos Construtos Pessoais Aplicao: Projetos de pesquisa mediados por TICs, webquests, wikis, simulaes, modelagens. NetLogo, Wikispaces 67. Teoria da Cognio Situada O saber e o aprender emergem do indivduo medida que ele desenvolve suas intenes (objetivos)... 68. Teoria da Cognio Situada ...em ciclos de percepo/ao usando de suas efetividades (habilidades em percerber affordances e invariantes)... 69. Teoria da Cognio Situada ...direcionadas dentro de contextos culturais (comunidades de prticas - CdP) que podem ter objetivos e verdades ainda maiores. 70. Teoria da Cognio Situada Aplicaes: Mundos Virtuais (Second Life), Jogos MMORPG, jogos do tipo detetive, design instrucional, OVA, AVA, aprendizagem por projetos ou em resoluo de problemas ou por estudos de casos. 71. http://www.emergingedtech.com/2012/10/8-great-tips-for-education-and-instructional- technology-innovation-success/ 72. II.Perspectivas Agora, vamos ver alguns recursos computacionais que venho experimentando ao longo dos anos e que obtiveram maior ou menor grau de sucesso. 73. 1.Blogagem 7 razes para um professor blogar http://goo.gl/KoKvt 74. 1) Blogar faz voc refletir Professores naturalmente pensam sobre o que aconteceu em suas classes, e frequentemente imaginam o que poderia ter sido melhorado. Blogar pode auxiliar a manter um registro contnuo de suas aes, decises, processos mentais, sucessos e insucessos, e questes com as quais ele tiveram que lidar. 75. 2) Blogar pode cristalizar seu pensamento No ato de escrever, disse Daniel Chandler, ns somos escritos. medida que escrevemos, ns investimos uma parte de ns mesmos no meio (fsico ou digital). A provisioriedade do meio faz a blogagem conduzir ao rascunhar e re- rascunhar. 76. 2) Blogar pode cristalizar seu pensamento O blog pode atuar como um tipo de espelho que mostra o que voc est pensando. s vezes ns no sabemos realmente o que estamos pensando at que ns escrevamos em um formato fsico. 77. 3) Blogar pode trazer novas audincias Voc pode se tornar um professor dentro de uma classe de aula infinitamente maior, e a medida que voc bloga sobre assuntos que voc pensa serem interessantes, voc descobrir que existem muitos outros profissionais da educao "l fora" que tambm esto interessados. Pessoas que esto interessadas iro eventualmente encontrar seu blog e visit-lo regularmente para ver se podem aprender algo novo com voc. 78. 4) Blogar pode criar um momentum pessoal Uma vez que voc inicie a blogar, e voc se d conta que est realmente fazendo isso, voc provavelmenrte desejar desenvolver suas habilidades ainda mais. Blogar pode demandar tempo, mas as recompensas valem muito o esforo. Quanto mais voc bloga, melhor voc fica no escrever para sua audincia, gerenciando seus argumentos, defendendo sua posio, pensando criticamente. 79. 5) Blogar pode dar um feedback valioso medida que voc ganha feedback dos seus leitores, voc ganha um senso de "reviso por pares" (reviso dos seus artigos por pessoas que entendem do assunto), algumas vezes desafiando e refutando suas ideias (difcil de lidar, mas pode abrir sua mente e voce aprender muito com as crticas construtivas) ou afirmando o que voc realmente acredita ser verdadeiro (algum feedback dos leitores adiciona um valor adicional ao seu blogspot, e ele est l para ser lido por todos). Afirmao das suas prprias crenas pode ser um gatilho poderoso para voc como um profissional praticante. 80. 6) Blogar pode gerar criatividade Se voc persiste com a blogagem, voc descobrir que voc desenvolve novas e criativas maneiras de articular aquilo que voc quer dizer. Quando eu escrevo, eu comumente procuro por formas alternativas de me expressar, e isso pode ser atravs de imagens, citaes, contar novamente minhas experincias antigas atravs de histrias, vdeos, udio, ou hiperlink a recursos da web relacionados ao assunto. Voc tem tem muitas maneiras de transmitir suas ideias, e voc s est limitado pela sua imaginao. Tente novas formas de comunicao e corra riscos. Blogar a plataforma que permite a voc ser criativo. 81. 7) Blogar pode "elevar suas apostas" Blogar imediato. To logo voc pressiona o boto "Publicar", suas ideias esto na web na frente de uma audincia mundial em potencial. Volta e meia eu tenho ouvido de outros professores (e estudantes) que eles tomam muito mais cuidado com construes gramaticais, ortografia e pontuao quando eles descobrem que tm uma audincia. 82. Web 2.0 1. Criar um Blog (blogspot, wordpress, tumblr, edublogs, kidblog) 2. Criar uma Wiki (wikispaces) 3. Criar um Website (google sites, zoho sites, weebly) 4. Criar Vdeos (WeVideo, animoto, Windows Movie Maker) 5. Criar um Mapa no Google Maps 6. Criar um canal de vdeos ver 4 7. Experimentar o Twitter ou outra rede social - conectivismo 8. Salvar e Compartilhar Favoritos Online - http://diigo.com/, http://del.icio.us 9. Usar vrias ferramentas de busca Google, Bing, WolframAlpha, etc 10. Criar um Podcast 11. Criar documentos colaborativamente Google Docs, http://docs.com for facebook, Zoho Office 83. http://digichem.org Foi o primeiro blog pessoal que criei e mantenho atualizado (com muito carinho) at hoje. 84. http://educacaodigital.posthaven.com Foi o primeiro blog de sala de aula que criei colaborativamente (2010). 85. http://educacaodigital2011.posthaven.com Foi o segundo blog de sala de aula que criei colaborativamente. 86. http://hiperapren.blogspot.com Blog de ensino de Fsica e Matemtica. 87. http://profisicael.wikispaces.com Wiki para ensino de eletricidade no EM. 88. http://chemiquest.wikispaces.com Webquest criado na edio 2011 da disciplina de educao digital. 89. http://symyxtutorial.posthaven.com Repositrio do trabalho de concluso de uma ex- aluna sobre representao de estruturas qumicas. 90. http://inversodoquadradocomarduino.blogspot.com.br Breve experincia no mestrado profissionalizante em ensino de Fsica da UFRGS. 91. http://uffespec.posthaven.com Especializao em Prticas Pedaggicas Interdisciplinares - UFFS http://youtu.be/mfWV5vzTt6A 92. http://cientistadigital.posthaven.com (2012-1) Vdeo das espcies ameaadas de extino. Experimentos de Fsica em vdeo. http://youtu.be/X234Sn1CZYU http://youtu.be/3rVn3RAUdxw 93. Vdeos 94. Vdeos 95. Softwares no ensino de cincias Tracker software para anlise de vdeos 96. Softwares no ensino de cincias Tracker software para anlise de vdeos 97. Softwares no ensino de cincias Tracker favorecendo a interdisciplinaridade O incrvel mundo microscpico que nos rodeia 98. Softwares no ensino de cincias Livros eletrnicos possibilidade de estabelecimento de equipes interdisciplinares LIVRO DAS ESPCIES AMEAADAS 99. Simulaes no ensino de cincias 100. Simulaes no ensino de cincias Simulaes no ensino (AIDS) - NetLogo 101. Softwares no ensino de cincias Simulaes no ensino Wolfram Demonstrations 102. Simulaes no ensino de cincias SC, MC e OVAs no Ensino 103. http://blogciencas.posthaven.com (2012-2) Pedagogia de projetos: As plantas e a relao entre a qumica e biologia (e-book + vdeo) Qumica sobre rodas (geolocalizao + fotografia digital + motores de busca + cloud computing) Simulaes no Ensino de Fsica, Qumica e Biologia (NETLogo, OVA) 104. http://capacitacaopibidletras.blogspot.com (2012-2) Pedagogia de projetos: Criao de blogs (screencasts) Mapas conceituais/Nuvem de palavras Objetos de aprendizagem Podcast (Audacity) Edio colaborativa (Google Docs, Docs.com e Microsoft Sky Drive) Criao de livros eletrnicos multimdia (Prezi, Issuu, Calamo, Flipsnack) 105. http://capacitacaopibidletras.blogspot.com (2012-2) Edio colaborativa (Google Docs, Docs.com e Microsoft Sky Drive) Criao de livros eletrnicos multimdia (Prezi, Issuu, Calamo, Flipsnack) O que podemos criar a partir de um powerpoint? OFICINA: http://goo.gl/OHl4i http://goo.gl/dvOAs 106. Google Maps Engine 107. Google Earth 108. Criao de livros eletrnicos Criao de e-books para tablets e dispositivos mveis Uso de softwares livres (SIGIL e CALIBRE) 109. Criao de livros eletrnicos Os resultados desse projeto podem ser visualizados no site http://sciencebooks.weebly.com. 110. Obrigado pela ateno!

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