Nuno Miguel Peres Sampaio Pedroso - ?· em revistas científicas indexadas ou em livros. De acordo com…

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<ul><li><p>UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE CINCIAS </p><p>DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA ANIMAL </p><p> OTTERS AND DAMS IN MEDITERRANEAN HABITATS: A </p><p>CONSERVATION ECOLOGY APPROACH </p><p>Nuno Miguel Peres Sampaio Pedroso </p><p>DOUTORAMENTO EM BIOLOGIA (Ecologia) </p><p> 2012 </p></li><li><p> UNIVERSIDADE DE LISBOA </p><p>FACULDADE DE CINCIAS DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA ANIMAL </p><p>OTTERS AND DAMS IN MEDITERRANEAN HABITATS: A CONSERVATION ECOLOGY APPROACH </p><p> Nuno Miguel Peres Sampaio Pedroso </p><p> Tese co-orientada por </p><p>Professora Doutora Margarida Santos-Reis Professor Doutor Hans Kruuk, </p><p>especialmente elaborada para a obteno do grau de doutor em </p><p>BIOLOGIA (Ecologia) </p><p> 2012 </p></li><li><p>v </p><p> Esta tese foi elaborada com o apoio financeiro da Fundao para a Cincia e Tecnologia (Bolsa de doutoramento SFRH/BD/17495/2004) A dissertao deve ser citada como: Pedroso, N.M., 2012. Otters and Dams in Mediterranean Habitats: a Conservation Ecology Approach. Ph.D. Thesis. University of Lisbon. Portugal. This thesis was conducted with the financial support of the Fundao para a Cincia e Tecnologia (PhD grant SFRH/BD/17495/2004) The dissertation should be cited as: Pedroso, N.M., 2012. Otters and Dams in Mediterranean Habitats: a Conservation Ecology Approach. Ph.D. Thesis. University of Lisbon. Portugal. </p></li><li><p>vi </p><p> NOTA PRVIA Na elaborao desta dissertao foram usados artigos j publicados, ou submetidos para publicao, em revistas cientficas indexadas ou em livros. De acordo com o previsto no n 1 do artigo 45 do Regulamento de Estudos Ps-Graduados da Universidade de Lisboa, publicado no Dirio da Repblica, 2. srie, n. 65, de 30 de Maro de 2012, o candidato esclarece que participou na concepo, obteno dos dados, anlise e discusso dos resultados de todos os trabalhos, bem como na redaco dos respectivos manuscritos. A dissertao, por ser uma compilao de publicaes internacionais, est redigida em Ingls. Apesar de alguns dos artigos cientficos integrados na dissertao j terem sido publicados a sua formatao foi alterada para uniformizar o texto. Lisboa, Agosto de 2012 </p><p>Nuno M. Pedroso </p><p>PRELIMINARY NOTE According to Article 45.nr.1 of the Post-graduate Studies Regulation (Dirio da Repblica, 2 srie, n 265, 30 March 2012) this dissertation includes papers published or submitted for publication and the candidate, as co-author, was involved in the scientific planning, sampling design, data collection, statistical analyses and writing of all manuscripts. Papers format was made uniform to improve text flow. The dissertation, being composed of a series of international publications, is written in English. Lisbon, August 2012 </p><p>Nuno M. Pedroso </p></li><li><p>vii </p><p>DEDICATRIA </p><p> minha av e ao meu pai, </p><p>que cobrem o meu corao de saudade! </p></li><li><p>viii </p></li><li><p>ix </p><p>AGRADECIMENTOS/ACKNOWLEDGEMENTS </p><p> significativo que na maioria das teses seja este o ltimo texto a ser escrito. Talvez porque se </p><p>pense que seja o mais fcil, errado, ou porque simplesmente h sempre algum que nos ajuda </p><p>mesmo at ao ltimo minuto da elaborao da tese. Mas tambm significativo que seja o </p><p>primeiro texto que surge na dissertao. Sem ajuda, uma tese seria muito diferente, mais </p><p>demorada, mais difcil, mais triste, ou simplesmente, no seria! Uma tese de doutoramento, </p><p>como outro processo longo e difcil na nossa vida, ajuda-nos a crescer e a criar e fortalecer </p><p>contactos e amizades, e no fim samos a ganhar, muito! </p><p>Em primeiro lugar quero agradecer Professora Doutora Margarida Santos-Reis, por me ter </p><p>proporcionado a realizao desta tese de doutoramento, atravs do seu apoio cientfico, </p><p>conversas e reunies, interesse e disponibilidade. Pelo esforo de procurar apoio logstico nem </p><p>sempre fcil de obter para o muito trabalho de campo. Mas principalmente pela sua presena ao </p><p>longo destes j dezassete anos. Desde o momento longnquo em que ofereceu a um jovem </p><p>quase-bilogo que queria trabalhar em mamferos marinhos, uma hiptese de comear a </p><p>trabalhar na next best thing, num mamfero semi-aqutico. Por ter contribudo </p><p>significativamente para a minha formao cientfica actual, como docente na licenciatura e </p><p>orientadora de estgio, mestrado e doutoramento, por me ter dado as ferramentas no incio e por </p><p>confiar agora na minha maturidade cientfica. Mas igualmente por ser j uma amiga e que </p><p>genuinamente se preocupa com quem acolhe. </p><p>To Professor Hans Kruuk for accepting to supervise my work, for encouraging me and </p><p>discussing ideas and methods, for all the positive critics that helped to build a stronger thesis. </p><p>For your understanding especially in my last troubled years! For your patient and permanent </p><p>availability in the final administrative process. It was a privilege to have such top otter </p><p>researcher as co-supervisor! </p><p>Agradeo Fundao para a Cincia e Tecnologia pela concesso da bolsa de doutoramento </p><p>(FCT, SFRH/BD/17495/2004), bem como pelo financiamento a vrias deslocaes a </p><p>congressos internacionais no mbito desta tese. </p><p>Estudar lontras um desafio, temos de estar preparados para estudar uma espcie que alguns </p><p>dizem que no existe, outros que confundem com as lontras do oceanrio, ou que a nossa </p><p>prpria famlia no conhece. Temos de dizer que estudamos os seus indcios, forma </p><p>politicamente correcta para dejectos, porque o raio do bicho no se v! Mas quando o vemos, </p></li><li><p>x </p><p>nas raras vezes, percebe-se imediatamente porque lhes tenho de agradecer. Porque sem elas no </p><p>existiria esta tese! </p><p>Obrigado Maria Joo Santos, ao Hugo Matos e Teresa Sales Lus pela partilha do campo (e </p><p>casa) no Alqueva, que na verdade lanou a minha tese. O trabalho de campo efectuado nesta </p><p>tese, pelos longos e quentes caminhos do Alentejo, contou com a ajuda de corajosos ajudantes </p><p>de pesca elctrica, Alexandra Carreiras, Carolina Correia, Edgar Gomes, Estrela Matilde, Mrio </p><p>Carmo, Pedro Pereira. Obrigado e desculpem alguns choques. Da mesma forma, o longo </p><p>trabalho de laboratrio, especialmente a anlise da dieta da lontra (onde mais de 4000 </p><p>indcios foram triados e identificados), contou com a ajuda da Ana Rita Martins, Carla </p><p>Barrinha, Carla Marques, Joana Cavaco Silva, Mafalda Basto e Susana Amaral. Muito obrigado </p><p>pela pacincia. E ainda um especial agradecimento Tt e Mafalda pela ajuda nas anlises </p><p>moleculares com os teimosos DNAs! Obrigado por terem tornado esta luta tambm vossa. </p><p>Over the years that took to produce this thesis, several persons helped with contributes and </p><p>reviews to improve the manuscripts. Besides the anonymous referees, and the always available </p><p>and crucial contributes of Margarida Santos-Reis and Hans Kruuk (from whom I learned so </p><p>much on how to write them), thanks are due to John Bissonette, Maria Joo Santos, Filipe </p><p>Ribeiro, Julian Mangas and Teresa Sales Lus. Um especial agradecimento deve ser feito </p><p>Mafalda Basto por ter aceitado partilhar o seu artigo de mestrado como igualmente meu artigo </p><p>de doutoramento, numa temtica que nos foi comum por uns tempos. E outro Manuela </p><p>Oliveira, por me ter iniciado no maravilhoso mundo das bactrias que deu azo a um </p><p>captulo desta tese. Na sequncia, agradeo ainda ao Centro de Investigao Interdisciplinar em </p><p>Sanidade Animal da Faculdade de Medicina Veterinria pelo apoio s anlises laboratoriais </p><p>executadas no mbito desse captulo. </p><p>Um dos muitos ganhos que esta tese me trouxe foi conhecer melhor outro grupo de espcies </p><p>aquticas, os peixes. Estes, no s ganharam o meu interesse como um grupo de fauna muito </p><p>interessante (esses sim, vem-se) mas so, juntamente com o lagostim-americano, a principal </p><p>razo da existncia do meu bicho-alvo. A eles o meu muito obrigado! E obrigado Dlia, </p><p>companheira de antigas aventuras mas sempre interessada em ajudar em novas, e mestre na </p><p>dedicao da identificao de peas sseas. Obrigado tambm ao Luis da Costa, ao Filipe </p><p>Ribeiro, ao Daniel Pires, e Prof Filomena Magalhes pelas conversas de peixes e lontras, e </p><p>por estarem sempre disponveis a aturar perguntas do inimigo/predador. Ao Daniel ainda </p><p>pelos truques (pontaps, toquezinhos e pedras) de como trabalhar com os mais teimosos </p><p>geradores. Um agradecimento Prof Collares-Pereira, que esteve presente no meu namoro </p><p>inicial com os peixes, dos tempos da Aguieira, e pelo apoio na obteno das licenas de pesca, </p></li><li><p>xi </p><p>dados de peixes de Alqueva e na cedncia dos muito famosos aparelhos de pesca elctrica. </p><p>Paula Matono, que no meio dos seus prprios dramas com os artigos de doutoramento arranjou </p><p>tempo para discutir os porqus dos comportamentos dos peixes, e de como eles se pem a jeito </p><p>para serem comidos pela lontra. </p><p>Muchas gracias a los compaeros de nutria que me han estimulado con su trabajo. En especial </p><p>Jordi lontra por su inters. </p><p>Thanks to the IUCN Otter Specialist Group and especially to Andreas for all the discussions, </p><p>meetings and for considering important our work with dams and otters. </p><p>Ao Mustelideo 70, tanque de guerra. Ursa, que esperou estoicamente pelo fim do meu </p><p>trabalho de campo para ceder, cansada. E principalmente Menina, a mais linda, mas </p><p>entretanto desaparecida. Decerto que se recusou a andar quando se encontrou nas mos de </p><p>outros que no dos seus verdadeiros donos. Estes trs levaram-me por esses campos e que </p><p>nunca me deixaram na mo, na maior parte das vezes a minha nica companhia. Obrigado! </p><p>Ao grupo dos carnvoros da FCUL e ao CARNIVORA e a todos que fazem ou fizeram parte </p><p>deles. Muito mudamos e crescemos, desde a pequena sala do rs-do-cho, passando pela </p><p>inesquecvel sala das mquinas (entre muitas outras) at (s) actual(is) sala(s). Obrigado </p><p>carnvoros pelas viagens, almoos, cinemas, newsletters, mails, mas acima de tudo amizade e </p><p>crescimento em conjunto. As bases desta tese so da vossa responsabilidade. </p><p>Muito obrigado em especial ao Miguel, que ao longo dos anos, se transformou num amigo e </p><p>num colega que muito admiro, um cais seguro para apoio cientfico e um exemplo para todos </p><p>ns! Obrigado pelo constante interesse na minha tese, e pelos contributos em especial para a </p><p>ltima parte. E j agora Cristina e Beatriz que se tornaram companheiras de viagem neste </p><p>mundo dos carnvoros. Que tenham sempre a disposio e pacincia para ns aturarem! </p><p>Ao grupo dos Muito Felizes mas tambm Desequilibrados, aos famosos terminais que me </p><p>incitavam com os seus exemplos, dramas comuns, pequenas vitorias. Obrigado Ana Leal, Ana </p><p>Nunes, Ana Ranho, Lus da Costa, Joaquim Pedro, Joana Martelo, Mafalda Basto, Mafalda </p><p>Costa, Teresa Sales Lus e Tiago Marques. Juntos fizmos (e comemos) bolos, tabelas de </p><p>objectivos sem resultados prticos, conversas internacionais via Skype quando a saudade </p><p>apertava, e orgulhamo-nos uns dos outros! Esta tese tambm vossa. Obrigado especial nesta </p><p>fase final, Ana Nunes e Ana Leal pela formatao da bibliografia e pelas tradues e </p><p>constante disponibilidade. </p><p>Obrigado Joaquim, pela tabela de mquinas fotogrficas (bom esforo), pela ajuda nos </p><p>modelos, pelas futeboladas de descontraco (dispensava a parte da rotura nos gmeos), e pela </p></li><li><p>xii </p><p>amizade de vrios anos e de aventuras em conjunto (vora, Contenda, Alqueva,). ramos </p><p>jovens e pensvamos pouco! Agora estamos.mais velhos. </p><p>Ao pessoal da LPN, a quem agradeo terem-me tirado meses e meses de tempo do </p><p>doutoramento, mas que me deram algo que compensou mil vezes: poder contribuir para a </p><p>melhoria da conservao das espcies e de habitats, especialmente equipa do Programa Lince </p><p>que me deram o privilgio de trabalhar com uma grande equipa, to grande como a prpria </p><p>LPN. Nunca desistam! </p><p>Ao Z e Manela, pelo constante interesse no que fao, pela troca de refeies mesmo quando </p><p>no d jeito mas que sabem to bem, e na confiana como baby-sitter; Xana por estar sempre </p><p>to perto mesmo longe, pela amizade sem igual que se consegue agarrar aos montes e guarda-la </p><p>para o Inverno; Isabel pelos almoos que me fortaleceram e pela inspirao que e sempre </p><p>foi; ao Joo Pedro pela cumplicidade e pelo esforo em tentar perceber que raio fao nesta vida </p><p>de bilogo com as minhas sadas de campo e de nelas querer ajudar; Carla e ao Pipe por </p><p>tantas vezes e to bem me terem acolhido em vora e por acompanharem os meus pequenos </p><p>dramas com a tese. Mafalda e ao Ivn, por me cederem a casa em vora, e pelo constante </p><p>interesse e amizade. Pelo exemplo que so. </p><p>Maf! Entraste de mansinho, foste ficando, crescendo, partilhando desde o primeiro momento </p><p>mestrados e doutoramentos, revoltas e alegrias. Que me lembra quando devo parar e lembrar as </p><p>coisas boas que tenho na vida. E tu s uma delas, pela pacincia de me ouvires sempre, pela </p><p>enorme amizade que mostras quando mais preciso. Pela delicadeza do teu sorriso que </p><p>iluminaram os momentos escuros desta tese, e no s. Prometo que tentarei ser o melhor tio </p><p>possvel, que amigo j tento ser. </p><p>Catarina! Muito obrigado pela preciosa ajuda, sempre incansvel e pronta para oferecer e dar </p><p>mais! No h como agradecer a algum to especial! Apenas te posso dizer: que aventura foi </p><p>esta de fazer crescer ainda mais uma amizade que j existia, base das conversas de caf e </p><p>piscinas, de cinemas bons e maus, de anos de partilha dos desafios do doutoramento, de </p><p>desencontros. E que corajosa foste em me deixar entrar, e que corajoso fui eu em arriscar. </p><p>Ana, obrigado pela compreenso e partilha que chegaram na hora certa. Por me teres </p><p>acompanhado mesmo, mesmo at ao fim. E por seres to parecida comigo! </p><p>Um obrigado do tamanho do Mundo a estas trs amizades que tanto me ajudaram a ultrapassar </p><p>a parte final da tese. </p><p>A todos os meus amigos e amigas que merecem que tenha mais tempo agora! </p></li><li><p>xiii </p><p> minha me, pela infindvel ateno, interesse e amor em tudo o que fao. Obrigado por quem </p><p>sou! E porque que j no bastando ter o filho nestas coisas da lontra, ainda arranjou pacincia </p><p>para aceitar uma nora com as mesmas manias. av Antnia e ao av Chambel pelas estadias </p><p>em Reguengos em trabalho de campo. Que saudades! Marlia e ao Helder, que para alm do </p><p>que significam para mim desde sempre, atravs da minha av, me ajudaram a ter condies </p><p>para trabalhar nestes ltimos anos de tese. Obrigado aos dois e Amlia, Kika e Ins, por se </p><p>interessarem por algo que fao e que soa sempre estranho e longnquo mas que nunca lhes </p><p>esmoreceu o apoio. Uma pequena grande famlia! </p><p>Aos meus sogros pelo infindvel interesse e apoio em tudo o que o seu genro favorito faz. </p><p>Por serem como so! Um exemplo para todos e especialmente para mim. Obrigado por me </p><p>confiarem o vosso bem mais precioso! Ao bando das teras-feiras e do Algarve. Obrigado aos </p><p>meus cunhados por aceitarem mais uma cunhada, aos meus sobrinhos (especialmente </p><p>sobrinhas) por mostrarem que gostam de mim sempre que me tentam picar. </p><p>A fase mais difcil desta tese foi, sem dvida, o longo ano das convalescenas do meu pai e av </p><p>e, por fim, duras perdas. Perdi no s o norte da tese mas acima de tudo duas das pessoas mais </p><p>importantes para mim. Mas ganhei tambm a perspectiva de que o meu mundo no pode ser </p><p>focado no trabalho, mas sim no amor vida e de quem me rodeia. Agradeo por isso minha </p><p>famlia em especial ao meu pai, minha av Fernanda e ao meu av Victor, nunca esquecido, </p><p>que ainda me continuam a ensinar ou pelo menos a lembrar o que certo. minha </p><p>avpor tudotantoque fez por mim! </p><p>Costuma-se deixar o agradecimento mais importante para o fim, mas na verdade j te agradeci </p><p>vrias vezes ao longo deste texto. Isto reflecte no s o quanto eu te devo mas tambm o quo </p><p>importante tens sido no meu caminho profissional. Antes de seres minha mulher, eras minha </p><p>colega. E j a, a minha admirao e respeito era grande. Vi uma rapariga forte, determinada, </p><p>profissional e disposta a tudo por quem ama. Vejo j a mesma mulher hoje, mas com a sorte de </p><p>ver ao lado e no ao longe! Tt. O meu Lar! A minha Alma! Foi quem mais sofreu, se </p><p>orgulhou, se adaptou nesta longa caminhada. Sem este teu esforo do tamanho do mundo esta </p><p>tese no teria sido possvel. Nunca as minhas palavras te faro justia. Por isso irei agradecer-te </p><p>fazendo o que fao diariamente, olhar-te com amor, admirao, como a minha sempre presente </p><p>fora e alegria de viver. </p></li><li><p>xiv </p></li><li><p>xv </p><p>TABLE OF CONTENTS </p><p>RESUMO .................................................................................................................................................... xvii </p><p>SUMMARY ................................................................................................................................................ xxvi </p><p>PART I INTRODUCTION .............................................................................................................................. 1 </p><p>I.1. Water management and the role of large dams ...................................................................................... 3 </p><p>I.2. Otters and dams .................................................................................................................................... 10 </p><p>I.3. Thesis rational, structure and aims ....................................................................................................... 17 </p><p>References .................................................................................................................................................. 21 </p><p>PART II STUDY AREAS ............................................................................................................................. 29 </p><p>II.1. Studied dams ....................................................................................................................................... 31 </p><p>II.2. Guadiana and Sado river basins .......................................................................................................... 33 </p><p>References .................................................................................................................................................. 38 </p><p>PART III MONITORING OTTERS IN DAMS ................................................................................................ 39 </p><p>III.1. Assessing otter presence in dams: a methodological proposal .......................................................... 41 </p><p>PART IV ECOLOGY OF IBERIAN OTTERS IN DAMS .................................................................................. 59 </p><p>IV.1. Can large reservoirs be suitable habitat elements for otters? A multi-dam approach in a </p><p>Mediterranean region. ................................................................................................................................ 61 </p><p>IV.2. Use of small and medium-sized water reservoirs by otters in a Mediterranean ecosystem .............. 90 </p><p>IV.3. Otter response to environmental changes imposed by large dams construction ............................. 111 </p><p>PART V OTTERS AS POTENTIAL VECTORS OF PATHOGENIC BACTERIA ................................................ 137 </p><p

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