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  • NR-12 - SEGURANA NO TRABALHO EM MQUINAS E EQUIPAMENTOS (Alterado pela Portaria MTE n. 857, de 25 de junho de 2015)

    ANEXO IV

    GLOSSRIO

    Ao positiva: quando um componente mecnico mvel inevitavelmente move outro componente consigo, por contato direto ou atravs de elementos rgidos, o segundo componente dito como atuado em modo positivo, ou positivamente, pelo primeiro. Adubadora automotriz: mquina destinada aplicao de fertilizante slido granulado e desenvolvida para o setor canavieiro.

    Adubadora tracionada: implemento agrcola que, quando acoplado a um trator agrcola, pode realizar a operao de aplicar fertilizantes slidos granulados ou em p.

    Amaciador de bifes: mquina com dois ou mais cilindros dentados paralelos tracionados que giram em sentido de rotao inversa, por onde so passadas peas de bife pr-cortadas. composto por: estrutura, bocal de alimentao, cilindros tracionados dentados e rea de descarga. A operao de amaciamento consiste na introduo do bife pelo bocal, passando-o por entre os cilindros dentados, sendo recolhido na rea de descarga. Amassadeira: mquina concebida para uso industrial ou comercial destinada a obter uma mistura homognea para massas alimentcias. Composio bsica: estrutura, acionamento, batedor, bacia e protees. Para seu funcionamento, o sistema de acionamento transmite potncia para o batedor, que

  • realiza movimento de rotao sem movimento de translao, fazendo-o girar e misturar os ingredientes para produo da massa. O sistema de acionamento pode transmitir potncia para o batedor e para a bacia simultaneamente, mantendo ambos em movimento de rotao. Em certos casos a bacia gira pela ao mecnica do batedor sobre a massa. Tanto o batedor quanto a bacia podem ter velocidade de rotao contnua ou varivel.

    ngulo de lance: ngulo formado entre a inclinao do meio de acesso e o plano horizontal. AOPD (Active Opto-electronic Protective Device): dispositivo com funo de detectar interrupo da emisso ptica por um objeto opaco presente na zona de deteco especificada, como cortina de luz, detector de presena laser mltiplos feixes, monitor de rea a laser, fotoclulas de segurana para controle de acesso. Sua funo realizada por elementos sensores e receptores optoeletrnicos. Assento instrucional: assento de mquina autopropelida projetado para fins exclusivamente instrucionais. Autoteste: teste funcional executado automaticamente pelo prprio dispositivo, na inicializao do sistema e durante determinados perodos, para verificao de falhas e defeitos, levando o dispositivo para uma condio segura. Baixa velocidade ou velocidade reduzida: velocidade inferior de operao, compatvel com o trabalho seguro. Balancim de brao mvel manual - balancim jacar: mquina destinada ao corte de couro e materiais similares, operada por um trabalhador, dotada de uma superfcie de corte no mvel correspondente rea til total disponvel e de um brao que contm a superfcie de impacto mvel, ou seja, base prensora, que capaz de se deslocar em um movimento de arco horizontal sobre a superfcie de corte. Balancim tipo ponte manual - balancim ponte: mquina destinada ao corte de couro e materiais similares, operada por um trabalhador, na qual a superfcie de impacto fica conectada ou presa ponte que se desloca horizontal e verticalmente sobre uma superfcie de corte no mvel.

    Batedeira: mquina concebida para uso industrial ou comercial destinada a obter uma mistura homognea para massas ou cremes, de consistncia leve ou mdia. composta basicamente por estrutura, acionamento, batedores intercambiveis que podem ter diversas geometrias, bacia e protees. Para seu funcionamento, o motor transmite potncia para o batedor, fazendo-o girar e misturar os ingredientes para a produo da massa, mantendo a bacia fixa. Durante o processo de operao, o batedor apresenta movimento de rotao sobre seu eixo, podendo ainda ter movimento de translao circular, denominado planetrio, enquanto a bacia permanece fixa. O batedor pode ter velocidade de rotao e translao contnua ou varivel. Em alguns casos a bacia pode ser movimentada manual ou eletricamente na direo vertical para ajuste operacional. Burla: ato de anular de maneira simples o funcionamento normal e seguro de dispositivos ou sistemas da mquina, utilizando para acionamento quaisquer objetos disponveis, tais como, parafusos, agulhas, peas em chapa de metal, objetos de uso dirio, como chaves e moedas ou ferramentas necessrias utilizao normal da mquina.

    Categoria: classificao das partes de um sistema de comando relacionadas segurana, com respeito sua resistncia a defeitos e seu subseqente comportamento na condio de defeito, que alcanada pela combinao e interligao das partes e/ou por sua confiabilidade. O desempenho com relao ocorrncia de defeitos, de uma parte de um sistema de comando, relacionado segurana, dividido em cinco categorias (B, 1, 2, 3 e 4) segundo a norma ABNT NBR 14153 - Segurana de mquinas - Partes de sistemas de comando relacionadas segurana - Princpios gerais para projeto, equivalente norma EN 954-1 - Safety of machinery - Safety related parts of control systems, que leva em conta princpios qualitativos para sua seleo . Na comunidade internacional a EN 954-1, em processo de substituio, convive com sua sucessora, a EN ISO 13849-1:2008 - Safety of machinery - Safety related parts of control systems, que estabelece critrios quantitativos, no mais divididos em categorias, mas em nveis de A a E, sendo que o E o mais elevado. Para seleo do nvel, denominado perfomance level - PL, necessria a aplicao de complexa frmula matemtica em funo da probabilidade de falha dos componentes de segurana selecionados Safety Integrity Level - SIL, informado pelo fabricante do componente. Pode-se dizer que um determinado componente de segurana com caracterstica SIL3 atende aos requisitos da categoria 4.

    Categoria 3: quando o comportamento de sistema permite que: a) quando ocorrer o defeito isolado, a funo de segurana sempre seja cumprida;

  • b) alguns, mas no todos, defeitos sejam detectados; e c) o acmulo de defeitos no detectados leve perda da funo de segurana.

    Categoria 4: quando as partes dos sistemas de comando relacionadas segurana devem ser projetadas de tal forma que: a) uma falha isolada em qualquer dessas partes relacionadas segurana no leve perda das funes de

    segurana, e b) a falha isolada seja detectada antes ou durante a prxima atuao sobre a funo de segurana, como,

    por exemplo, imediatamente, ao ligar o comando, ao final do ciclo de operao da mquina. Se essa deteco no for possvel, o acmulo de defeitos no deve levar perda das funes de segurana.

    Chave de segurana: componente associado a uma proteo utilizado para interromper o movimento de perigo e manter a mquina parada enquanto a proteo ou porta estiver aberta, com contato mecnico - fsico, como as eletromecnicas, ou sem contato, como as pticas e magnticas. Deve ter ruptura positiva, duplo canal, contatos normalmente fechados e ser monitorada por interface de segurana. A chave de segurana no deve permitir sua manipulao - burla por meios simples, como chaves de fenda, pregos, fitas, etc.

    Chave de segurana eletromecnica: componente associado a uma proteo utilizado para interromper o movimento de perigo e manter a mquina desligada enquanto a proteo ou porta estiver aberta. Seu funcionamento se d por contato fsico entre o corpo da chave e o atuador - lingeta ou por contato entre seus elementos - chave de um s corpo, como o fim de curso de segurana. passvel de desgaste mecnico, devendo ser utilizado de forma redundante, quando a anlise de risco assim exigir, para evitar que uma falha mecnica, como a quebra do atuador dentro da chave, leve perda da condio de segurana. Deve ainda ser monitorado por interface de segurana para deteco de falhas eltricas e no deve permitir sua manipulao - burla por meios simples, como chaves de fenda, pregos, fitas, etc. Deve ser instalado utilizando-se o princpio de ao e ruptura positiva, de modo a garantir a interrupo do circuito de comando eltrico, mantendo seus contatos normalmente fechados - NF ligados de forma rgida, quando a proteo for aberta.

    Colhedora de algodo: a colhedora de algodo possui um sistema de fusos giratrios que retiram a fibra do algodo sem prejudicar a parte vegetativa da planta, ou seja, caules e folhas. Determinados modelos tm como caracterstica a separao da fibra e do caroo, concomitante operao de colheita.

    Colhedora de caf: equipamento agrcola automotriz que efetua a derria e a colheita de caf.

    Colhedora de cana-de-acar: equipamento que permite a colheita de cana de modo uniforme, por possuir sistema de corte de base capaz de cortar a cana-de-acar acompanhando o perfil do solo. Possui um sistema de elevador que desloca a cana cortada at a unidade de transbordo.

  • Colhedora de forragem ou forrageira autopropelida: equipamento agrcola automotriz apropriado para colheita e forragem de milho, sorgo, girassol e outros. Executa o corte da planta, sendo capaz de colher ou recolher, triturar e recolher a cultura cortada em contentores ou veculos separados de transbordo.

    Colhedora de gros: mquina destinada colheita de gros, como trigo, soja, milho, arroz, feijo, etc. O produto recolhido por meio de uma plataforma de corte e conduzido para a rea de trilha e separao, onde o gro separado da palha, que expelida, enquanto o gro transportado ao tanque graneleiro.

    Colhedora de laranja: mquina agrcola autopropelida que efetua a colheita da laranja e outros ctricos similares.

  • Controlador configurvel de segurana - CCS: equipamento eletrnico computadorizado - hardware, que utiliza memria configurvel para armazenar e executar internamente intertravamentos de funes especficas de programa - software, tais como seqenciamento, temporizao, contagem e blocos de segurana, controlando e monitorando por

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