nr-12 seguran§a de mquinas e equipamentos

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  • Copyright 2011 Rockwell Automation, Inc. All rights reserved.

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    NR-12Segurana de Mquinas e Equipamentos

    Lcio GranatoEngenharia de Produtolucio.granato@macrotec.ind.br(31)- 7149-6009

  • Nova NR-12:Segurana de Mquinas e Equipamentos

    Temas a serem abordados

    Acidentes e sua ligao direta com a ECONOMIA

    Conceitos e datalhes na segurana de mquinas e equipamentos

    A NR-12 relacionada as Injetoras, Prensas e Mquinas para fabricao de calados

    Ciclo de vida de um Projeto de Segurana

    Portiflio de Produtos de segurana

  • Nova NR-12 Segurana de Mquinas e Equipamentos

  • NR 12 - Defasagem( Dia 8 de Junho de 1978)

    Avano tecnolgico natural

    Desenvolvimento de tecnologia em proteo de mquinas (conceito da falha segura)

    Iniciativas diversos Estados (SP/RS/MG)

    Consenso da necessidade da reviso

    NR-12 Cenrio

  • NR NR NR NR 12 Prazos de adequa12 Prazos de adequa12 Prazos de adequa12 Prazos de adequao e o e o e o e exceexceexceexceoooo

    PRAZOS VALENDO A PARTIR DE DEZEMBRO DE 2010!!!

    Todos os prazos j expiraram

  • NR 12 Prazos de adequao - Alerta

    VI - Os prazos estabelecidos para a vigncia dos itens no se aplicam s condies de risco grave e iminente sade ou integridade fsica dos trabalhadores e envolvem somente as mquinas ou equipamentos em que a situao foi constatada.

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    Possuem fora de lei;

    De carter fiscalizatrio - utilizadas pelos fiscais do trabalho para autuar empresas;

    Abrangentes.

    NR - Normas Regulamentadoras e Notas Tcnicas

  • Copyright 2011 Rockwell Automation, Inc. All rights reserved.

    Recomendaes tcnicas;

    Aps ocorrido o acidente podem ser utilizadas por peritos para determinar se uma mquina insegura;

    Detalhadas;

    Na rea de segurana de mquinas a maioria das normas baseada em normas europias.

    NBR Normas Tcnicas Brasileiras

  • Acidentes e sua ligao direta com a ECONOMIA

    Sustentabilidade

    Tempo de produo

    Informao Adequao

    ProdutividadePerformance

    Custos de desenvolvimento

    Custos de operao e manuteno

  • Estatsticas no Brasil

    Revises da NR-12

    No ano de 2012 foram gastos aproximadamente 41 Bilhes de Reais em processos com acidentes de trabalho

  • Estatsticas em Minas Gerais

    No ano de 2012 foram gastos aproximadamente 8 Bilhes de Reais em processos com acidentes de trabalho no estado de MG

  • Aes fiscais

  • Acidente de trabalhoAcidente de trabalhoAcidente de trabalhoAcidente de trabalho

    Afastamento ?

    At 15 dias: Empresapaga salrio.

    Trabalhadorrecuperado ?

    Despesas mdicas

    Retorno ao trabalhoRetorno ao trabalhoRetorno ao trabalhoRetorno ao trabalho

    Aps 15 dias: INSSpaga

    1 ano de estabilidade

    Morte ?

    SIMSIMSIMSIM

    NONONONO

    SIMSIMSIMSIM

    NONONONO

    Processo CriminalProcesso CriminalProcesso CriminalProcesso CriminalPessoa Fsica

    Processo CivilProcesso CivilProcesso CivilProcesso CivilPessoa Fsica &Pessoa Jurdica

    PossPossPossPossvelvelvelvel

    SIMSIMSIMSIM

    NONONONO Auxlio doena acidentroTratamento 91% do s.b.

    Auxlio acidenteIncapacidade parcial 50% do s.b.

    Aposentadoria por invalidezIncapacidade total 100% do s.b.

    Fluxograma de um acidente de trabalho

  • Motivador econmico - DC 6042

    O presidente Luiz Incio Lula da Silva assinou decreto na segunda-feira, dia 12/02/07, reduzindo a alquota de contribuio previdenciria de empresas que registrarem nmero de acidentes de trabalho abaixo da mdia nacional.

    . "O objetivo fazer com que os empregadores percebam que investimento em preveno de acidentes de trabalho no gasto. Prevenir, capacitar, utilizar equipamento de proteo, substituir mquinas que geram acidentes de trabalho, o empregador ter uma compensao econmica por meio da reduo de alquota no futuro."

  • Motivadores Econmicos

    FAP - O Fator Acidentrio Previdencirio ir permitir que, por setor de atividade econmica, as empresas que melhor preservarem a sade e a segurana de seus trabalhadores tenham descontos nas alquotas de contribuio.

    O FAP um ndice que pode reduzir metade, ou duplicar, a alquota de contribuio do Seguro de Acidentes de Trabalho (SAT) de 1, 2 ou 3%, paga pelas empresas, com base em indicador de sinistralidade.

    O FAP oscilar de acordo com o histrico de doenas e acidentes de trabalho por empresa e incentivar aqueles que investem na preveno aos agravos da sade do trabalhador.

  • Conceitos e detalhes na segurana de mquinas e equipamentos

    FAP - O Fator Acidentrio Previdencirio ir permitir que, por setor de atividade econmica, as empresas que melhor preservarem a sade e a segurana de seus trabalhadores tenham descontos nas alquotas de contribuio.

    O FAP um ndice que pode reduzir metade, ou duplicar, a alquota de contribuio do Seguro de Acidentes de Trabalho (SAT) de 1, 2 ou 3%, paga pelas empresas, com base em indicador de sinistralidade.

    O FAP oscilar de acordo com o histrico de doenas e acidentes de trabalho por empresa e incentivar aqueles que investem na preveno aos agravos da sade do trabalhador.

  • PERIGO (HAZARD)

    Perigo uma fonte, agente ou situao conhecida e potencial que pode causar Dano.

  • RISCO (RISK)

    Risco probabilidade estatstica (chance)

    Risco = Perigo X Exposio

  • 12.1. Esta Norma Regulamentadora e seus anexos definem referncias tcnicas, princpios fundamentais e medidas de proteo para garantir a sade e a integridade fsica dos trabalhadores e

    estabelece requisitos mnimos para a preveno de acidentes e doenas do trabalho nas fases de projeto e de utilizao de mquinas e equipamentos de todos os tipos, e ainda sua fabricao, importao, comercializao, exposio e cesso a qualquer ttulo, em todas as atividades econmicas, sem prejuzo da

    observncia do disposto nas demais Normas Regulamentadoras

    Detalhes NR12

  • 12.1.1.1 Entende-se como fase de utilizao a construo, transporte, montagem, instalao, ajuste, operao, limpeza, manuteno, desativao, desmonte e sucateamento.

    12.2. As disposies desta Norma referem-se a mquinas e equipamentos novos e usados, exceto nos itens em que houver

    meno especfica quanto sua aplicabilidade.

    Detalhes NR12

  • 12.4. So consideradas medidas de proteo, a ser adotadas nessa ordem de prioridade:a) medidas de proteo coletiva;b) medidas administrativas ou de organizao do trabalho; e

    c) medidas de proteo individual.

    12.5. A concepo de mquinas deve atender ao princpio da

    falha segura

    Detalhes NR12

  • FALHA SEGURA

    A Nova NR-12 incorpora na legislao em SST o conceito de falha segura, que em ltima anlise, significa que se o sistema falha, qualquer que seja ele, deve haver um escape para uma situao segura, que no coloca em risco usurios e o sistema.

    Este conceito oriundo dos sistemas metroferrovirios, no qual, para a ferrovia, o estado seguro aquele no qual todos os trens esto parados. Se tal estado existir, o sistema pode ser projetado para entrar neste estado quando ocorrerem falhas.

  • Instalaes e dispositivos eltricos

    12.14. As instalaes eltricas das mquinas e equipamentos devem ser projetadas e mantidas de modo a prevenir, por meios seguros, os perigos de choque eltrico, incndio, exploso e outros tipos de acidentes, conforme previsto na NR 10.

    12.20.2. Quando a alimentao eltrica possibilitar a inverso de fases de mquina que possa provocar acidentes de trabalho, deve haver dispositivo monitorado de deteco de seqncia de fases ou outra medida de proteo de mesma eficcia.

    12.21. So proibidas nas mquinas e equipamentos:a) a utilizao de chave geral como dispositivo de partida e parada;b) a utilizao de chaves tipo faca nos circuitos eltricos; ec) a existncia de partes energizadas expostas de circuitos que utilizam energia eltrica.

  • Dispositivos de partida, acionamento e parada

    12.24. Os dispositivos de partida, acionamento e parada das mquinas devem ser projetados, selecionados e instalados de modo que:a) no se localizem em suas zonas perigosas;b) possam ser acionados ou desligados em caso de emergncia por outra pessoa que no seja o operadorc) impeam acionamento ou desligamento involuntrio pelo operador ou por qualquer outra forma acidentald) no acarretem riscos adicionaise) no possam ser burlados.

    12.25. Os comandos de partida ou acionamento das mquinas devem possuir dispositivos que impeamseu funcionamento automtico ao serem energizadas.

    12.36. Os componentes de partida, parada, acionamento e outros controles que compem a interface deoperao das mquinas devem:(Vide prazos no Art. 4 da Portaria SIT n. 197, de 17 de dezembro de 2010)a) operar em extrabaixa tenso de at 25V (vinte e cinco volts) em corrente alternada ou de at 60V(sessenta volts) em corrente contnua; eb) possibilitar a instalao e funcionamento do sistema de parada de emergncia, conforme itens 12.56 a12.63 e seus subitens.

  • Sistemas de segurana

    12.38. As zonas de perigo das mquinas e equipamentos devem possuir sistemas de segurana, caracterizados por protees fixas, protees mveis e dispositivos de segurana interligados, que garantam proteo sade e integridade fsica dos trabalhadores.

    12.39. Os sistemas de segurana devem ser selecionados e instalados de modo a atender aos seguintesrequisitos:(Vide prazos no Art. 4 da Portaria SIT n. 197, de 17 de dezembro de 2010)a) ter categoria de segurana conforme prvia anlise de riscos prevista nas normas tcnicas oficiaisvigentes;b) estar sob a responsabilidade tcnica de profissional legalmen

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