NOVA LEI DAS SOCIEDADES ANÔNIMAS Prof. José Luis – Contabilidade Empresarial.

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  • NOVA LEI DAS SOCIEDADES ANNIMAS Prof. Jos Luis Contabilidade Empresarial
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  • LEI ORDINRIA 11.638/2007 (Projeto de Lei 3741/2000) APS 7 ANOS DE TRAMITAO NO CONGRESSO NACIONAL APROVADA EM 28.12.2007 A LEI 11.638 QUE INTRODUZ IMPORTANTES MODIFICAES NA LEI 6.404/76 (Lei das Sociedades Annimas)
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  • LEI 11.638/07 que altera LEI 6404/76 VRIOS QUESTIONAMENTOS DESDE ENTO: -PORQUE AGORA? -PARA TODAS EMPRESAS? -E O FISCO ? E O BACEN? E A CVM? -E QUAL A REGRA AGORA? - MUITAS DVIDAS?
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  • PROFISSIONAIS DA AREA CONTBIL ESTAMOS NUM GRANDE MOMENTO - Momento de maior poder - Momento de maior responsabilidade - Momento de repensar a contabilidade - Momento de contribuirmos para este processo de convergncia necessrio e acima de tudo momento de NOSSA VALORIZAO
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  • NOVA CONTABILIDADE NOVO CONTEXTO DE ENCONTRO AS NORMAS INTERNACIONAIS ACABARAM AS REGRAS APENAS OS PRINCPIOS IMPORTAM Na definio dos procedimentos e critrios de contabilizao, somente os princpios, ajustados aos padres (prticas), devem ser considerados.
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  • PRINCPIOS PADRES - NORMAS NORMAS Regras Convenes - Conceitos Guias Procedimentos PRINCPIOS PADRES
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  • IFRS PRINCPIOS INTERNACIONAL FINANCIAL REPORTING STANDARS (NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE) Princpio causa da qual algo procede Princpio a ORIGEM Os Princpios Preceitos Bsicos e Fundamentais de uma Doutrina SO IMUTVEIS
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  • E AGORA? TEREMOS QUE EXERCITAR NOSSA CAPACIDADE DE JULGAMENTO
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  • NO TEM MAIS REGRA DE BOLSO Os grandes escndalos da contabilidade em empresas como da ENRON, no aconteceram por erro de julgamento e sim por uso de brechas nas regras. TEMOS QUE BUSCAR A ESSNCIA DA CINCIA CONTBIL
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  • USURIOS PRINCIPAIS Investidor Financiador VERIFICAR SE H RISCO OU OPORTUNIDADE
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  • NOVA LEI DAS S/As Algumas Finalidades As novas disposies de cunho Contbil, com repercusses no mbito Societrio visam principalmente: Atender as mudanas ocorridas no plano social e econmico a nvel mundial; Insero das empresas brasileiras no processo de convergncia contbil internacional; e Aumento do grau de transparncia das demonstraes financeiras.
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  • REPERCUSSES CONTBEIS E SOCIETRIAS 1) Na escriturao contbil (lanamentos no livro Dirio); 2) Na elaborao das demonstraes financeiras; e 3) Na publicao das demonstraes financeiras.
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  • LEI 11.638/07 que altera LEI 6404/76 Muitas normatizaes a respeito necessitam ser emitidas : - comeando por pronunciamentos do CPC Comit de Pronunciamentos Contbeis, que devero ser levados a aprovao da CVM, BACEN,CFC, SUSEP e outros rgos reguladores para que se tenha um conjunto de procedimentos /prticas homogneos.
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  • LEI 11.638/07 que altera LEI 6404/76 CPC EST ATUANDO NESTAS QUESTES: - Pronunciamento sobre DFC- audincia pblica - Pronunciamento sobre DVA em desenvolvimento - Intangveis minuta para audincia - Concesses em desenvolvimento......
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  • PRINCIPAIS ALTERAES REDAO ATUAL (LEI 11638/07) COMPARATIVAMENTE REDAO ANTERIOR (Lei 6404/76)
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  • Art. 176 (Demonstraes Contbeis) Redao atual................... IV - demonstrao dos fluxos de caixa; e V - se companhia aberta, demonstrao do valor adicionado............. Redao anterior................... IV - demonstrao das origens e aplicaes de recursos
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  • DEMONSTRAO DAS ORIGENS E APLICAES DE RECURSOS DOAR - EXTINTA SUBSTITUIDA PELA: - Demonstrao dos Fluxos de Caixa e - Demonstrao do Valor Adicionado OBSERVAO: Alterao do Art.188 Lei 6404/76 DOAR excluido art, inc.I e II - o inciso III e IV no foram revogados pela Lei trata das variaes do capital circulante lquido teoricamente vetado, visto relacionar-se a DOAR.
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  • DEMONSTRAO DO FLUXO DE CAIXA - DFC INDICAR NO MNIMO: - As alteraes ocorridas, durante o exerccio, no saldo de caixa e equivalentes de caixa, segregadas no mnimo em trs fluxos: - das operaes - dos financiamentos - dos investimentos.
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  • DEMONSTRAO DO VALOR ADICIONADO - DVA Expe a riqueza gerada pela empresa; Expe sua distribuio para empregados, governo, acionistas, financiadores, etc; Expe a parcela de riqueza no distribuida; demonstrao financeira recomendada pela Organizao das Naes Unidas ONU.
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  • Art.176 - Dispensa de elaborao do Fluxo de Caixa 6 A companhia fechada com PL, na data do balano, inferior a R$ 2 milhes no ser obrigada elaborao e publicao da demonstrao dos fluxos de caixa. 6 A companhia fechada, com PL, na data do balano, no superior a R$ 1 milho no ser obrigada elaborao e publicao da DOAR
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  • Art. 177 (Escriturao) O LALUR Redao anterior 2 A companhia observar em registros auxiliares, sem modificao da escriturao mercantil e das demonstraes reguladas nesta Lei, as disposies da lei tributria, ou de legislao especial sobre a atividade que constitui seu objeto, que prescrevam mtodos ou critrios contbeis diferentes ou determinem a elaborao de outras demonstraes financeiras.
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  • Art. 177 (escriturao) Redao atual: 2 As disposies da lei tributria ou de legislao especial sobre atividade que constitui o objeto da companhia que conduzam utilizao de mtodos ou critrios contbeis diferentes ou elaborao de outras demonstraes no elidem a obrigao de elaborar, para todos os fins desta Lei, demonstraes financeiras em consonncia com o disposto no caput deste artigo e devero ser alternativamente observadas mediante registro:
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  • Art. 177 (escriturao) I - em livros auxiliares, sem modificao da escriturao mercantil; ou II - no caso da elaborao das demonstraes para fins tributrios, na escriturao mercantil, desde que sejam efetuados em seguida lanamentos contbeis adicionais que assegurem a preparao e a divulgao de demonstraes financeiras com observncia do disposto no caput deste artigo, devendo ser essas demonstraes auditadas por auditor independente registrado na Comisso de Valores Mobilirios.
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  • Art. 177 E as Companhias fechadas? 6 As companhias fechadas podero optar por observar as normas sobre demonstraes financeiras expedidas pela Comisso de Valores Mobilirios para as companhias abertas.
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  • Art. 178 (Balano Patrimonial) c) ativo permanente, dividido em investimentos, imobilizado, intangvel e diferido. c) ativo permanente, dividido em investimentos, ativo imobilizado e ativo diferido.
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  • ATIVO PERMANENTE Separao dos Ativos Corpreos dos Incorpreos: IMOBILIZADO - Corpreos = Mquinas, mveis e utenslios, veculos... - sistema que opera a mquina? INTANGVEL-Incorpreos = Marcas, Patentes, Direitos Autorais, Fundo de Comrcio...
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  • Art. 178 O que vai no intangvel VI - no intangvel: os direitos que tenham por objeto bens incorpreos destinados manuteno da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive o fundo de comrcio adquirido.
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  • Art. 179 IV - no ativo imobilizado: os direitos que tenham por objeto bens corpreos destinados manuteno das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operaes que transfiram companhia os benefcios, riscos e controle desses bens; IV - no ativo imobilizado: os direitos que tenham por objeto bens destinados manuteno das atividades da companhia e da empresa, ou exercidos com essa finalidade, inclusive os de propriedade industrial ou comercial;
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  • REGISTRO DE BENS DE TERCEIROS A nova Lei exige que as empresas registrem em seu balano bens de terceiros que possam lhes trazer riscos ou benefcios (essncia sobre a forma). Art.179 inciso IV: devem ser contabilizados na conta do ativo imobilizado os direitos que tenham por objeto bens corpreos destinados manuteno das atividades da companhia ou exercidos com esta finalidade, inclusive os decorrentes de operaes que transfiram companhia os benefcios, riscos e controle destes bens
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  • BENS ADQUIRIDOS POR ARRENDAMENTO MERCANTIL FINANCEIRO Estaro na condio de bens de terceiros; Contabilizados como operaes de compra pela arrendatria, com registro, no ativo do valor original da transao, a ser depreciado pela vida til econmica do bem; Provavelmente a aplicao desta regra se dar retrospectivamente, independente o contrato haver sido efetuado antes da vigncia da nova Lei. ????????
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  • ARRENDAMENTO MERCANTIL(leasing ) Leasing Operacional: - Banco disponibiliza o bem e assume o custo de manuteno e os riscos sobre o bem locado - Tratamento contbil = Despesa aluguel Leasing Financeiro: - Benefcios e riscos so do adquirente - Posse do cliente e propriedade do Banco - Tratamento contbil = Ativo imobilizado financiado, depreciao a partir do uso.
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  • Art. 179 ATIVO DIFERIDO V no diferido: as despesas pr-operacionais e os gastos de reestruturao que contribuiro, efetivamente, para o aumento do resultado de mais de um exerccio social e que no configurem to-somente uma reduo de custos ou acrscimo na eficincia operacional No ativo diferido: as aplicaes de recursos em despesas que contribuiro para a formao do resultado de mais de um exerccio social, inclusive os juros pagos e creditados aos acionistas durante o o perodo que anteceder o incio das operaes sociais.
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  • ATIVO DIFERIDO A amortizao ser contabilizada segundo o prazo previsto para recuperao dos valores aplicados. Conta que tende ao DESUSO.
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  • RESULTADO EXERC.FUTUROS art.181 sem alterao / ateno Sero classificadas como resultados de exerccios futuros as receitas de exerccios futuros, diminudas dos custos e despesas a elas correspondentes. Obs.: Classificao nesta conta quando no houver obrigatoriedade de devoluo do valor, com isto dificilmente haver tal enquadramento.
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  • Art. 178 Tem substituio! d) patrimnio lquido, dividido em capital social, reservas de capital, ajustes de avaliao patrimonial, reservas de lucros, aes em tesouraria e prejuzos acumulados. d) patrimnio lquido, dividido em capital social, reservas de capital, reservas de reavaliao, reservas de lucros e lucros ou prejuzos acumulados.
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  • PATRIMONIO LQUIDO Desaparecem (congelam) as contas de : - Reservas de Reavaliao - Reservas de Prmios por emisso de debntures; - Reservas de Doaes e Subvenes - Lucros Acumulados Criao de Novas Contas no Patrimnio Lquido - Ajustes de Avaliao Patrimonial - Reserva de Incentivos Fiscais
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  • SALDOS DA RESERVA DE REAVALIAO Os saldos existentes na conta de Reserva de reavaliao devero ser mantidos at sua efetiva realizao ou estornados at final de 31.12.2008. - Obs.: A partir de 01.01.2009 fica revogada a espontnea reavaliao positiva.
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  • Art. 182 (Patrimnio Lquido) Ajustes de avaliao patrimonial x Reserva de Reavaliao 3 Sero classificadas como ajustes de avaliao patrimonial, enquanto no computadas no resultado do exerccio em obedincia ao regime de competncia, as contrapartidas de aumentos ou diminuies de valor atribudo a elementos do ativo e do passivo, em decorrncia da sua avaliao a preo de mercado. Sero classificadas como reservas de reavaliao as contrapartidas de aumentos de valor atribudos a elementos do ativo em virtude de novas avaliaes com base em laudo nos termos do artigo 8, aprovado pela assemblia- geral
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  • Art. 183 (Critrios de avaliao do ativo) Aplicaes em Instrumentos Financeiros, (Inclusive Derivativos AC e ANC) a) As destinadas negociao ou disponveis para venda pelo valor de mercado ou valor equivalente
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  • Art. 183 b) demais aplicaes e os direitos e ttulos de crdito pelo valor de custo de aquisio ou valor de emisso, atualizado conforme disposies legais ou contratuais, ajustado ao valor provvel de realizao, quando este for inferior
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  • Art. 183 instrumentos financeiros, pelo valor que pode se obter em um mercado ativo, decorrente de transao no compulsria realizada entre partes independentes;
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  • Art. 183, na ausncia de um mercado ativo para um determinado instrumento financeiro: 1) o valor que se pode obter em um mercado ativo com a negociao de outro instrumento financeiro de natureza, prazo e risco similares;
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  • Art. 183 2)valor presente lquido dos fluxos de caixa futuros para instrumentos financeiros de natureza, prazo e risco similares; ou 3) o valor obtido por meio de modelos matemtico-estatsticos de precificao de instrumentos financeiros
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  • Art. 183 Ativos de longo prazo ajustados a valor presente, sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante
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  • Art. 183 INTANGVEL pelo custo incorrido na aquisio deduzido do saldo da respectiva conta de amortizao
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  • Art. 183 3 A companhia dever efetuar, periodicamente, anlise sobre a recuperao dos valores registrados no imobilizado, no intangvel e no diferido, a fim de que sejam:
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  • Art. 183 I - registradas as perdas de valor do capital aplicado quando houver deciso de interromper os empreendimentos ou atividades a que se destinavam ou quando comprovado que no podero produzir resultados suficientes para recuperao desse valor; ou
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  • Art. 183 II - revisados e ajustados os critrios utilizados para determinao da vida til econmica estimada e para clculo da depreciao, exausto e amortizao.
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  • Art. 184 Critrios de avaliao do Passivo as obrigaes, encargos e riscos classificados no passivo no circulante sero ajustados ao seu valor presente, sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante.
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  • Art. 248 Equivalncia Patrimonial................ em sociedades coligadas sobre cuja administrao tenha influncia significativa, ou de que participe com 20% ou mais do capital votante, em controladas e em outras sociedades que faam parte de um mesmo grupo ou estejam sob controle comum sero avaliados pelo mtodo da equivalncia patrimonial, de acordo com as seguintes normas................... em sociedades coligadas sobre cuja administrao tenha influncia, ou de que participe com 20% ou mais do capital social, e em sociedades controladas, sero avaliados pelo valor de patrimnio lquido, de acordo com as seguintes normas:
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  • INVESTIMENTOS INFLUENTES AVALIADOS PELO MTODO DA EQUIVALNCIA PATRIMONIAL No balano patrimonial, as participaes em coligadas sobre cuja administrao tenha influncia significativa ou de que participe com 20% ou mais do capita...

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