NORMAS REGULAMENTADORAS 2007

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NORMAS REGULAMENTADORAS 2007. Ministrio do Trabalho e Emprego. - PowerPoint PPT Presentation

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  • NORMAS REGULAMENTADORAS 2007Ministrio do Trabalho e Emprego.

  • Instituda pela Portaria n 3.214, de 08 de Junho de 1978 Ateno! Esta Portaria relaciona os ttulos originais das Normas Regulamentadoras. Entretanto, uma srie de outras Portarias do Ministrio do Trabalho alteraram, no s os ttulos, mas tambm o contedo dessas NR's. Para conhecer as edies atualizadas, veja a publicao oficial do Ministrio do Trabalho. Aprova as Normas Regulamentadoras - NR do Captulo V, Ttulo II, da Consolidao das Leis do Trabalho, relativas Segurana e Medicina do Trabalho. O MINISTRO DE ESTADO, no uso de suas atribuies legais, considerando o disposto no Artigo 200, da Consolidao das Leis do Trabalho, com redao dada pela Lei n 6.514, de 22 de dezembro de 1977. RESOLVE:Artigo 1- Aprovar as Normas Regulamentadoras-NR- do Captulo V, Ttulo II , da Consolidao das Leis do Trabalho, relativas Segurana e Medicina do Trabalho.

  • NR1 - Disposies Gerais: Estabelece o campo de aplicao de todas as Normas Regulamentadoras de Segurana e Medicina do Trabalho do Trabalho Urbano, bem como os direitos e obrigaes do Governo, dos empregadores e dos trabalhadores no tocante a este tema especfico. A fundamentao legal, ordinria e especfica, que d embasamento jurdico existncia desta NR, so os artigos 154 a 159 da Consolidao das Leis do Trabalho - CLT.

  • Art. 154. A observncia, em todos os locais de trabalho, do disposto neste Captulo, no desobriga as empresas do cumprimento de outras disposies que, com relao matria, sejam includas em cdigo de obras ou regulamentos sanitrios dos Estados ou Municpios em que se situem os respectivos estabelecimentos, bem como daquelas oriundas de convenes coletivas de trabalho.

  • Art. 155. Incumbe ao rgo de mbito nacional competente em matria de segurana e medicina do trabalho:I - estabelecer, nos limites de sua competncia, normas sobre a aplicao dos preceitos deste Captulo, especialmente os referidos no Art. 200;

  • II - coordenar, orientar, controlar e supervisionar a fiscalizao e as demais atividades relacionadas com a segurana e a medicina do trabalho em todo o territrio nacional, inclusive a Campanha Nacional de Preveno de Acidentes do Trabalho;

  • III - conhecer, em ltima instncia, dos recursos voluntrios ou de ofcio, das decises proferidas pelos Delegados Regionais do Trabalho, em matria de segurana e medicina do trabalho.

  • Art. 200. Cabe ao Ministrio do Trabalho estabelecer disposies complementares s normas de que se trata este Captulo V, tendo em vista as peculiaridades de cada atividade ou setor de trabalho, especialmente sobre:

  • I - medidas de preveno de acidentes e os equipamentos de proteo individual em obras de construo, demolio ou reparos;

  • II - depsitos, armazenagem e manuseio de combustveis, inflamveis e explosivos, bem como trnsito e permanncia nas respectivas;

  • III - trabalho em escavaes, tneis, galerias, minas e pedreiras, sobretudo quando preveno de exploses, incndios, desmoronamentos e soterramentos, eliminao de poeiras, gases etc.., e facilidades de rpidas sadas dos empregados.

  • IV - proteo contra incndio em geral e as medidas preventivas adequadas, com exigncias ao especial revestimento de portas e paredes, construo de paredes contra fogo, diques e outros anteparos, assim como garantia geral de fcil circulao, corredores de acesso e sadas amplas e protegidas, com suficiente sinalizao;

  • V - proteo contra insolao, calor, frio, umidade e ventos, sobretudo no trabalho a cu aberto, com proviso, quanto a este, de gua potvel, alojamento e profilaxia de endemias;

  • VI - proteo do trabalhador exposto a substncias qumicas nocivas, radiaes ionizantes e no-ionizantes, rudos, vibraes e trepidaes ou presses anormais ao ambiente de trabalho, com especificao das medidas cabveis para eliminao ou atenuao desses efeitos, limites mximos quando ao tempo de exposio intensidade da ao ou de seus efeitos sobre o organismo do trabalhador, exames mdicos obrigatrios, limites de idade, controle permanente dos locais de trabalho e das demais exigncias que se faam necessrias;

  • VII - higiene nos locais de trabalho, com discriminao das exigncias, instalaes sanitrias com separao de sexos, chuveiros, lavatrios, vestirios e armrios individuais, refeitrios ou condies de conforto por ocasio das refeies fornecimento de gua potvel, condies de limpeza dos locais de trabalho e modo de sua execuo, tratamento de resduos industriais;

  • VIII - emprego das cores nos locais de trabalho, inclusive nas sinalizaes de perigo.

  • Art. 156. Compete especialmente s Delegacias Regionais do Trabalho, nos limites de sua jurisdio:

  • I - promover a fiscalizao do cumprimento das normas de segurana e medicina do trabalho;

  • II - adotar as medidas que se tornem exigvel, em virtude das disposies deste Captulo, determinando as obras e reparos que, em qualquer local de trabalho, se faam necessrias;

  • III - impor as penalidades cabveis por descumprimento das normas constantes deste Captulo, nos termos do Art. 201.

  • Art. 201. As infraes ao disposto nesse Captulo relativas medicina do trabalho sero punidas com multa de 30 a 300 vezes o valor de referncia previsto no Art. 2, pargrafo nico, da Lei 6.205, de 29 de abril de 1975, e as concernentes segurana do trabalho com multa de 50 a 500 vezes o mesmo valor(UFIR-unidade fiscal de referncia) Art. 1. O valor da UFIR, instituda pelo Decreto n. 27.518, de 28 de novembro de 2000, para o exerccio de 2005, ser de R$ 1,6049 (um real, seis mil e quarenta e nove dcimos de milssimos) .

  • Art. 157. Cabe s empresas: I - cumprir e fazer cumprir as normas de segurana e medicina do trabalho; II - instruir os empregados, atravs de ordens de servio, quanto s precaues a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenas ocupacionais;

  • III - adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo rgo regional competente;IV - facilitar o exerccio da fiscalizao pela autoridade competente.

  • Art. 158. Cabe aos empregados: I - observar as normas de segurana e medicina do trabalho, inclusive as instrues de que trata o item II do artigo anterior; II - colaborar com a empresa na aplicao dos dispositivos deste Artigo.Pargrafo nico. Constitui ato faltoso do empregado a recusa injustificada: a) observncia das instrues expedidas pelo empregador na forma do item II do artigo anterior; b) ao uso dos equipamentos de proteo individual fornecido pela empresa.

  • Art. 159. Mediante convnio autorizado pelo Ministrio do trabalho, podero ser delegadas a outros rgos federais, estaduais ou municipais atribuies de fiscalizao ou orientao s empresas quanto ao cumprimento das disposies constantes deste artigo.

  • NR2 - Inspeo Prvia: Estabelece as situaes em que as empresas devero solicitar ao MTb a realizao de inspeo prvia em seus estabelecimentos, bem como a forma de sua realizao. A fundamentao legal, ordinria e especfica, que d embasamento jurdico existncia desta NR, o artigo 160 da CLT.

  • Art. 160. Nenhum estabelecimento poder iniciar suas atividades sem prvia inspeo e aprovao das respectivas instalaes pela autoridade regional competente em matria de segurana e medicina do trabalho.

  • NR3 - Embargo ou Interdio: Estabelece as situaes em que as empresas se sujeitam a sofrer paralisao de seus servios, mquinas ou equipamentos, bem como os procedimentos a serem observados, pela fiscalizao trabalhista, na adoo de tais medidas punitivas no tocante Segurana e a Medicina do Trabalho. A fundamentao legal, ordinria e especfica, que d embasamento jurdico existncia desta NR, o artigo 161 da CLT.

  • Art. 161. O delegado regional do trabalho vista do laudo tcnico do servio competente que demonstre grave e iminente risco para o trabalhador, poder interditar o estabelecimento, setor e servio, mquina ou equipamento, ou embargar obra, indicado na deciso, tomada com brevidade que a ocorrncia exigir, as providncias que devero ser adotadas para preveno de infortnios de trabalho.

  • NR4 - Servios Especializados em Engenharia de Segurana e em Medicina do Trabalho: Estabelece a obrigatoriedade das empresas pblicas e privadas, que possuam empregados regidos pela CLT, de organizarem e manterem em funcionamento, Servios Especializados em Engenharia de Segurana e em Medicina do Trabalho - SESMT, com a finalidade de promover a sade e proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho. A fundamentao legal, ordinria e especfica, que d embasamento jurdico existncia desta NR, o artigo 162 da CLT.

  • Art. 162. As empresas, de acordo com normas a serem expedidas pela Ministrio do trabalho, estaro obrigadas a manter servios especializados em segurana e em medicina do trabalho.

  • NR5 - Comisso Interna de Preveno de Acidentes - CIPA: Estabelece a obrigatoriedade das empresas pblicas e privadas organizarem e manterem em funcionamento, por estabelecimento, uma comisso constituda exclusivamente por empregados com o objetivo de prevenir infortnios laborais, atravs da apresentao de sugestes e recomendaes ao empregador para que melhore as condies de trabalho, eliminando as possveis causas de acidentes do trabalho e doenas ocupacionais. A fundamentao legal, ordinria e especfica, que d embasamento jurdico existncia desta NR, so os artigos 163 a 165 da CLT.

  • Art. 163. Ser obrigatria a constituio de Comisso Interna de Preveno de Acidentes (CIPA), de conformidade com instrues expedidas pelo Ministrio do trabalho, nos estabelecimentos ou locais de obra nelas especificadas.

  • Art. 164. Cada CIPA ser composta de representantes da empresa e dos empregados, de acordo com os critrios que vierem a ser adotados na regulame

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