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  • Aivados400 anos de histria

    O CampanioN 98 DEZEMBRO JANEIRO FEVEREIRO 2015 BOLETIM INFORMATIVO DA CMARA MUNICIPAL DE CASTRO VERDE

    DISTRIBUIO GRATUITA

    educao PG. 6

    AlimentaoSaudvel

    Recorrendo a uma rede par-cerias, as escolas do concelho desenvolvem projetos de sen-sibilizao para uma alimenta-o saudvel. Um desafio que se impe na luta contra a obe-sidade infantil.

    desenvolvimento PG. 9

    Campanha deNatal

    Foram mais de 30 000 os cupes da Campanha de Natal Oferea Castro Verde, numa das vrias aes dinamizadas para a revitalizao do comr-cio local. O balano que se faz positivo.

    turismo PG. 8

    Monte da AmeixaA Casa de Campo Monte da

    Ameixa a mais recente oferta de alojamento do concelho. O turismo em espao rural ganha cada vez mais adeptos e uma realidade no nosso territrio.

    ambiente PG. 15

    guia ImperialA guia Imperial Ibrica uma

    das guias mais ameaadas do mundo. At 2018, um conjun-to de entidades participa no projeto de conservao desta espcie, coordenado pela LPN.

    desporto PG. 19

    Estgio, camposde frias e jogos de selees

    O Parque Desportivo vai receber jogos de selees de futebol sub-16, um estgio da seleo nacional de voleibol de praia e um campo de frias. Uma dinmica que, a par da ao do movimento associa-tivo, quer ser uma marca de Castro Verde.

    PROGRAMA CULTURAL PRIMAVERA NO CAMPO BRANCO teatro

    17 ABRIL A 17 MAIO 2015dana exposies www.cm-castroverde.pt

    XX aniversrio Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca

    msica

    No dia 27 de novembro de 2014, o Cante Alentejano foi inscrito na lista do Patrimnio Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO. Os grupos corais do concelho juntaram-se na Praa da Repblica para celebrar este trao maior da sabedoria popular da nossa tradio. PG. 10/11

    Aivados uma das poucas aldeias comunitrias de Portugal. O novo ncleo museolgico do Museu da Ruralidade conta a histria da luta constante deste povo em diferentes momentos da sua histria. Um espao que pretende ser dinmico, reflexivo e de partilha. PG. 12/13

    Cante Alentejano patrimnio da humanidade

  • 2 O Campanio DEZEMBRO JANEIRO FEVEREIRO 2015

    AUTARQUIA

    cada vez mais evidente que os chamados Quadros Comunitrios, ou porque no os Planos Econmicos para sete anos, so fundamentais para os municpios no que concer-ne sua capacidade de investimento. A ausn-cia dos fundos comunitrios, e em particular no tempo de austeridade em que vivemos, obriga a grandes ginsticas financeiras, j que o di-nheiro disponvel para o cada vez maior nmero de necessidades das autarquias, no permite grandes investimentos, resumindo-se, a pouco mais do que permitir fazer a gesto corrente da instituio. Obviamente que a celeridade dos processos de entrada em vigor de cada um dos quadros comunitrios agiliza a planificao atempada dos oramentos das instituies, pes-soas e investidores dependentes dos financia-mentos europeus mas, acima de tudo, permite que se no perca tempo em esperas exasperan-tes por regulamentos, regras estabelecidas por esses regulamentos, realizao de projectos que tm que obedecer ao regulamentado, aberturas de concursos e apresentao das primeiras des-pesas. Se, desde a nossa entrada na Unio Eu-ropeia, nos vnhamos deparando com problemas constantes na demora da entrada em vigor dos sucessivos quadros comunitrios, o que se pas-sa atualmente com o atraso no Portugal 2020 inexplicvel, para uma Europa que quer crescer, dececionante para um Governo portugus que se quer fazer passar por competente, vergonho-so para uma panplia infinita de tecnocratas a quem pagamos a peso de ouro para fazer bem o seu trabalho. Em Maro de 2010 (!), foi adota-da a estratgia para o Europa 2020; em Junho de 2011 d-se a proposta da Comisso Europeia para um Quadro Financeiro Plurianual; o Qua-dro Estratgico Comum adotado em Maro de 2012 e, nos anos de 2012 e 2013 acordado o pacote legislativo que entrou em vigor no dia 1 de Janeiro de 2014. Mas, objetivamente, passa-dos 14 meses, o Quadro Econmico Comunitrio 2014/2020 ainda no entrou em vigor. Mas pior do que isso, os municpios esto praticamente arredados deste programa comunitrio. No apenas porque no participaram na definio daquelas que so as prioridades e opes das suas regies, como aconteceu com o Alentejo, mas tambm porque o nmero de condicionan-tes , de tal forma elevado que, claramente, o oramento disponibilizado para o investimento das autarquias no corresponde a um quarto das suas necessidades. Os municpios precisam do Quadro Econmico Comunitrio para inves-tir, mas as polticas dos governos centrais, que tanto apregoam o regionalismo, impem regras, centralizam decises e cozinham os cronme-tros que do jeito aos seus calendrios eleitorais.

    FRANCISCO DUARTE

    EDITORIAL

    DIA DE LUTA PELO IP8, IP2 e ESTRADAS REGIONAIS - 30 JANEIRO 2015

    DECLARAO DE BEJA

    Os presentes na concentrao em Beja, participantes na jornada de luta e protesto, pelo IP8, IP2 e reparao das Estradas Regionais sob o lema NS EXISTIMOS, NS EXIGIMOS declaram:

    Estas vias so fulcrais para o desenvolvimento da regio e cada dia de atraso com a sua para-gem, corresponde a perdas de expectativas e graves prejuzos para todos; populao utente, em-presas, entidades e visitantes.

    Estes itinerrios, no estado de degradao em que se encontram, no respeitam normas ele-mentares de viao e constituem uma real ameaa segurana rodoviria, potencialmente res-ponsvel pelo elevado nmero de acidentes, muitos infelizmente mortais.

    Os manifestantes hoje presentes em Beja, em mais uma ao pelo IP8, IP2 e reparao das Es-tradas Regionais, esto unidos e sem preconceitos de qualquer natureza, certos de que esto a defender uma causa justa e incontornvel em prol da regio.

    Queremos uma poltica de respeito pelo interior, que valorize as imensas potencialidades da re-gio criando emprego e desenvolvimento, que d confiana e abra oportunidades para quem, como ns, aqui quer investir e viver.

    NS EXISTIMOS, NS EXIGIMOS. Beja, 30 de janeiro de 2015

    IP2, IP8 e estradas regionais

    Mobilizao em defesa da concluso das obras

    Na sequncia do Manifesto Ns existimos, ns exigimos apre-sentado pela CIMBAL (Comuni-dade Intermunicipal do Baixo Alentejo) em defesa da retoma e concluso das obras do projeto de concluso do IP8 e IP2 e re-parao das estradas regionais, o Parque da Cidade, em Beja, reu-niu, no passado dia 30 de janei-ro, mais de 150 viaturas no m-bito da concentrao geral de mobilizao organizada com o objetivo de alertar para a degra-dao destas vias e de relembrar a sua importncia para o desen-volvimento socioeconmico da regio. Em Castro Verde, a con-centrao com destino a Beja mobilizou cerca de 25 viaturas, nomeadamente da autarquia, juntas de freguesia, particulares e outras entidades do concelho.

    Estes itinerrios so vias fun-damentais ao desenvolvimento, nomeadamente, fixao de no-

    vas potencialidades, mercados e emprego, porm, devido ao avan-ado estado de degradao em que se encontram, representam um perigo constante para a se-gurana rodoviria.

    Durante a mobilizao, em Beja, foi aprovada por unanimidade

    uma Declarao (ver caixa) onde se exige uma poltica de respei-to pelo interior, que valorize as potencialidades da regio crian-do emprego e desenvolvimento, que d confiana e abra oportu-nidades para quem, como ns aqui quer investir e viver.

    Opes do Plano e Oramento 2015 aprovado em Assembleia Municipal

    Os documentos Opes do Plano e Oramento 2015, que definem as linhas estratgicas de atuao nas diferentes reas para 2015, enquadradas pelas com-petncias das autarquias locais, com um oramento de 11.800.000, 00 de euros, foram aprovados, por maioria, com cinco absten-es dos eleitos do PS e uma abs-

    teno do eleito do PSD-CDS, em sesso ordinria da Assembleia Municipal de Castro Verde, de dia 17 de dezembro de 2014.

    Em apreciao nesta sesso do rgo deliberativo estiveram tam-bm as Propostas de Acordos de Execuo, Contratos Interadmi-nistrativos e Acordos de Colabo-rao a celebrar com as Juntas de

    Freguesia, que foram aprovados por unanimidade, e o Mapa de Pessoal para o ano 2015, que foi aprovado por maioria, com uma absteno do eleito do PSD-CDS.

    Os documentos podem ser consultados no site da autarquia, no menu A Autarquia > Cma-ra Municipal > Docs. Previsionais e Outros.

  • DEZEMBRO JANEIRO FEVEREIRO 2015 O Campanio 3

    AUTARQUIA

    Cmara aprovou Moo sobre Delegao de Competncias

    A Cmara Municipal de Cas-tro Verde, reunida em sesso ordinria do dia 4 de fevereiro de 2015, aprovou, por unanimi-

    dade, uma Moo sobre a de-legao de competncias nas reas da Educao, Sade, Se-gurana Social e Cultura, apre-

    sentada pelo Presidente da C-mara Municipal de Castro Verde, Francisco Duarte.

    Autarquia aposta na segurana dos seus trabalhadores

    A Cmara Municipal de Castro Verde promoveu, nos meses de dezembro de 2014 e janeiro de 2015, um conjunto de aes de formao junto dos trabalhado-res da autarquia, com o objetivo de melhorar os seus nveis de conhecimento e aptides para as tarefas que desempenham diariamente.

    As aes promovidas incidi-ram em temticas como o ma-nuseamento de mquinas, se-gurana eltrica, sinalizao e trabalhos em altura e, para alm da componente terica, lecio-nada no Frum Municipal, con-templaram tambm uma com-ponente prtica, ministrada em contexto real de trabalho.

    A ao de formao Mano-brador de Mquinas foi frequen-tada por 27 trabalhadores do municpio e desenvolveu com-petncias na rea da movimen-tao manual de cargas, na rea-lizao de alguns procedimentos de segurana a ter em conta no manuseamento de dumpers, re-troescavadoras, motosserras e empilhadores.

    Sinalizao Temporria em Rodov