NBR 8160 - Sistemas Prediais de Esgoto Sanitario - Projeto e Execucao

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  • Copyright 1999,ABNTAssociao Brasileirade Normas TcnicasPrinted in Brazil/Impresso no BrasilTodos os direitos reservados

    Sede:Rio de JaneiroAv. Treze de Maio, 13 - 28 andarCEP 20003-900 - Caixa Postal 1680Rio de Janeiro - RJTel.: PABX (021) 210 -3122Fax: (021) 220-1762/220-6436Endereo Telegrfico:NORMATCNICA

    ABNT-AssociaoBrasileira deNormas Tcnicas

    NBR 8160SET 1999

    Sistemas prediais de esgoto sanitrio -Projeto e execuo

    Palavras-chave: Esgoto sanitrio. Instalao 74 pginas

    Origem: Projeto NBR 8160:1997CB-02 - Comit Brasileiro de Construo CivilCE-02:146.01 - Comisso de Estudo de Instalaes Prediais de Esgoto SanitrioNBR 8160 - Sewage buildings systems - Design and installationDescriptors: Sewage. InstallationEsta Norma substitui a NBR 8160:1983Vlida a partir de 01.11.1999

    SumrioPrefcio1 Objetivo2 Referncias normativas3 Definies4 Requisitos gerais5 Dimensionamento6 Execuo7 Manuteno8 QualidadeANEXOSA SimbologiaB Dimensionamento das tubulaes do subsistema de

    coleta e transporte de esgoto sanitrio - Mtodo hi-drulico

    C Modelo para verificao da suficincia de ventilaoprimria em sistemas prediais de esgoto sanitrio

    D Dimensionamento do subsistema de ventilao se-cundria

    E Procedimentos e cuidados a serem tomados na exe-cuo dos sistemas prediais de esgoto sanitrio

    F Procedimentos e cuidados a serem tomados na manu-teno dos sistemas prediais de esgoto sanitrio

    G Procedimentos de ensaios de recebimento dos siste-mas de esgoto sanitrio

    H Referncias bibliogrficasndice alfabtico

    Prefcio

    A ABNT - Associao Brasileira de Normas Tcnicas - o Frum Nacional de Normalizao. As Normas Brasi-leiras, cujo contedo de responsabilidade dos Comits

    Brasileiros (CB) e dos Organismos de Normalizao Se-torial (ONS), so elaboradas por Comisses de Estudo(CE), formadas por representantes dos setores envol-vidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores eneutros (universidades, laboratrios e outros).

    Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no mbitodos CB e ONS, circulam para Consulta Pblica entre osassociados da ABNT e demais interessados.

    As modificaes tcnicas de maior significado, com res-peito norma anterior, esto relacionadas tanto con-cepo quanto ao dimensionamento, bem como quanto possibilidade da verificao da necessidade ou no deventilao secundria, e adoo para o dimensionamentode um mtodo hidrulico alternativo ao mtodo tradi-cionalmente utilizado.

    Esta Norma incorpora alguns quesitos bsicos referentes qualidade do projeto, execuo, uso e manutenodas instalaes prediais de esgoto sanitrio.

    Esta Norma contm os anexos B, C, D e G, de carternormativo, e os anexos A, E, F e H, de carter informativo.

    1 ObjetivoEsta Norma estabelece as exigncias e recomendaesrelativas ao projeto, execuo, ensaio e manuteno dossistemas prediais de esgoto sanitrio, para atenderems exigncias mnimas quanto higiene, segurana econforto dos usurios, tendo em vista a qualidade destessistemas.

  • 2 NBR 8160:1999

    Esta Norma no se aplica aos sistemas de esgoto indus-trial ou assemelhado, a no ser para estabelecer asprecaues que devem ser observadas quando, nestetipo de construo, estiverem associadas gerao deesgoto sanitrio.

    2 Referncias normativasAs normas relacionadas a seguir contm disposiesque, ao serem citadas neste texto, constituem prescriespara esta Norma. As edies indicadas estavam em vigorno momento desta publicao. Como toda norma estsujeita a reviso, recomenda-se queles que realizamacordos com base nesta que verifiquem a conveninciade se usarem as edies mais recentes das normascitadas a seguir. A ABNT possui a informao das normasem vigor em um dado momento.

    NBR 5626:1998 - Instalao predial de gua fria

    NBR 6493:1994 - Emprego de cores para identifi-cao de tubulaes - Procedimento

    NOTA - As normas no referenciadas no texto, mas pertinentesao tema em questo, encontram-se relacionadas no anexo H.

    3 DefiniesPara os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintesdefinies:

    3.1 altura do fecho hdrico: Profundidade da camadalquida, medida entre o nvel de sada e o ponto mais bai-xo da parede ou colo inferior do desconector, que separaos compartimentos ou ramos de entrada e sada dessedispositivo.

    3.2 aparelho sanitrio: Aparelho ligado instalao pre-dial e destinado ao uso de gua para fins higinicos ou areceber dejetos ou guas servidas.3.3 bacia sanitria: Aparelho sanitrio destinado a re-ceber exclusivamente dejetos humanos.3.4 barrilete de ventilao: Tubulao horizontal comsada para a atmosfera em um ponto, destinada a receberdois ou mais tubos ventiladores.

    3.5 caixa coletora: Caixa onde se renem os efluenteslquidos, cuja disposio exija elevao mecnica.3.6 caixa de gordura: Caixa destinada a reter, na suaparte superior, as gorduras, graxas e leos contidos noesgoto, formando camadas que devem ser removidasperiodicamente, evitando que estes componentesescoem livremente pela rede, obstruindo a mesma.

    3.7 caixa de inspeo: Caixa destinada a permitir a ins-peo, limpeza, desobstruo, juno, mudanas de de-clividade e/ou direo das tubulaes.

    3.8 caixa de passagem: Caixa destinada a permitir ajuno de tubulaes do subsistema de esgoto sanitrio.3.9 caixa sifonada: Caixa provida de desconector, des-tinada a receber efluentes da instalao secundria deesgoto.

    3.10 coletor predial: Trecho de tubulao compreendidoentre a ltima insero de subcoletor, ramal de esgotoou de descarga, ou caixa de inspeo geral e o coletorpblico ou sistema particular.

    3.11 coletor pblico: Tubulao da rede coletora que re-cebe contribuio de esgoto dos coletores prediais emqualquer ponto ao longo do seu comprimento.

    3.12 coluna de ventilao: Tubo ventilador vertical quese prolonga atravs de um ou mais andares e cuja ex-tremidade superior aberta atmosfera, ou ligada a tuboventilador primrio ou a barrilete de ventilao.

    3.13 curva de raio longo: Conexo em forma de curvacujo raio mdio de curvatura maior ou igual a duasvezes o dimetro interno da pea.

    3.14 desconector: Dispositivo provido de fecho hdrico,destinado a vedar a passagem de gases no sentidooposto ao deslocamento do esgoto.

    3.15 dimetro nominal (DN): Simples nmero que servecomo designao para projeto e para classificar, em di-menses, os elementos das tubulaes, e que corres-ponde, aproximadamente, ao dimetro interno da tubu-lao em milmetros.

    3.16 dispositivo de inspeo: Pea ou recipiente parainspeo, limpeza e desobstruo das tubulaes.

    3.17 dispositivos de tratamento de esgoto: Unidadesdestinadas a reter corpos slidos e outros poluentes con-tidos no esgoto sanitrio com o encaminhamento do l-quido depurado a um destino final, de modo a no pre-judicar o meio ambiente.

    3.18 esgoto industrial: Despejo lquido resultante dosprocessos industriais.

    3.19 esgoto sanitrio: Despejo proveniente do uso dagua para fins higinicos.

    3.20 facilidade de manuteno: Viabilidade prtica demanuteno do sistema predial.

    3.21 fator de falha: Probabilidade de que o nmero espe-rado de aparelhos sanitrios, em uso simultneo, sejaultrapassado.

    3.22 fecho hdrico: Camada lquida, de nvel constante,que em um desconector veda a passagem dos gases.

    3.23 instalao primria de esgoto: Conjunto de tubu-laes e dispositivos onde tm acesso gases pro-venientes do coletor pblico ou dos dispositivos de tra-tamento.

    3.24 instalao secundria de esgoto: Conjunto detubulaes e dispositivos onde no tm acesso os gasesprovenientes do coletor pblico ou dos dispositivos detratamento.

    3.25 intervenientes: Cadeia de participantes que atuamcom o objetivo de planejar, projetar, fabricar, executar,utilizar e manter o empreendimento.

    3.26 manual de uso, operao e manuteno: Conjuntode documentos onde constam informaes para o ade-quado uso e operao do sistema predial, bem comoprocedimentos claros para sua manuteno.

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    3.27 projeto como construdo: Documento cadastralcomposto do projeto original modificado por alteraesefetuadas durante a execuo do sistema predial de es-goto sanitrio.

    3.28 programa de necessidades: Documento contendoas informaes bsicas sobre as necessidades dosusurios finais do empreendimento.

    3.29 ralo seco: Recipiente sem proteo hdrica, dotadode grelha na parte superior, destinado a receber guasde lavagem de piso ou de chuveiro.

    3.30 ralo sifonado: Recipiente dotado de desconector,com grelha na parte superior, destinado a receber guasde lavagem de pisos ou de chuveiro.

    3.31 ramal de descarga: Tubulao que recebe direta-mente os efluentes de aparelhos sanitrios.

    3.32 ramal de esgoto: Tubulao primria que recebeos efluentes dos ramais de descarga diretamente ou apartir de um desconector.

    3.33 ramal de ventilao: Tubo ventilador que interligao desconector, ou ramal de descarga, ou ramal de esgotode um ou mais aparelhos sanitrios a uma coluna deventilao ou a um tubo ventilador primrio.

    3.34 rede pblica de esgoto sanitrio: Conjunto de tu-bulaes pertencentes ao sistema urbano de esgoto sani-trio, diretamente controlado pela autoridade pblica.

    3.35 requisitos de desempenho: Exigncias qualitativasquanto ao comportamento final esperado para o sistemapredial.

    3.36 sifo: Desconector destinado a receber efluentesdo sistema predial de esgoto sanitrio.

    3.37 sistema predial de esgoto sanitrio: Conjunto detubulaes e acessrios destinados a coletar e transportaro esgoto sanitrio, garantir o encaminhamento dos gasespara a atmosfera e evitar o encaminhamento dos mesmospara os ambientes sanitrios.

    3.38 subsistema de coleta e transporte: Conjunto deaparelhos sanitrios, tubulaes e acessrios destinadosa captar o esgoto sanitrio e conduzi-lo a um destinoadequado.

    3.39 subsistema de ventilao: Conjunto de tubulaesou dispositivos destinados a encaminhar os gases paraa atmosfera e evitar que os mesmos se encaminhem paraos ambientes sanitrios.

    NOTA - Pode ser dividido em ventilao primria e secundria.

    3.40 subcoletor: Tubulao que recebe efluentes de umou mais tubos de queda ou ramais de esgoto.

    3.41 tubo de queda: Tubulao vertical que recebeefluentes de subcoletores, ramais de esgoto e ramais dedescarga.

    3.42 tubo ventilador: Tubo destinado a possibilitar o es-coamento de ar da atmosfera para o sistema de esgoto evice-versa ou a circulao de ar no interior do mesmo,com a finalidade de proteger o fecho hdrico dos desco-nectores e encaminhar os gases para atmosfera.

    3.43 tubo ventilador de alvio: Tubo ventilador ligando otubo de queda ou ramal de esgoto ou de descarga co-luna de ventilao.

    3.44 tubo ventilador de circuito: Tubo ventilador secun-drio ligado a um ramal de esgoto e servindo a um grupode aparelhos sem ventilao individual (ver 3.46).3.45 tubulao de ventilao primria: Prolongamentodo tubo de queda acima do ramal mais alto a ele ligado ecom extremidade superior aberta atmosfera situadaacima da cobertura do prdio (ver 3.49).3.46 tubulao de ventilao secundria: Conjunto detubos e conexes com a finalidade de promover a venti-lao secundria do sistema predial de esgoto sanitrio(ver 3.50).3.47 unidade autnoma: Parte da edificao vinculadaa uma frao ideal de terreno, sujeita s limitaes da lei,constituda de dependncias e instalaes de uso pri-vativo, destinada a fins residenciais ou no, assinaladapor designao especial numrica ou alfabtica paraefeitos de identificao e discriminao.

    3.48 unidade de Hunter de contribuio (UHC): Fatornumrico que representa a contribuio considerada emfuno da utilizao habitual de cada tipo de aparelhosanitrio.

    3.49 ventilao primria: Ventilao proporcionada peloar que escoa pelo ncleo do tubo de queda, o qual pro-longado at a atmosfera, constituindo a tubulao deventilao primria.

    3.50 ventilao secundria: Ventilao proporcionadapelo ar que escoa pelo interior de colunas, ramais oubarriletes de ventilao, constituindo a tubulao deventilao secundria.

    4 Requisitos gerais4.1 Generalidades

    4.1.1 O sistema de esgoto sanitrio tem por funes b-sicas coletar e conduzir os despejos provenientes douso adequado dos aparelhos sanitrios a um destinoapropriado.

    4.1.2 Por uso adequado dos aparelhos sanitriospressupe-se a sua no utilizao como destino para re-sduos outros que no o esgoto.

    4.1.3 O sistema predial de esgoto sanitrio deve ser pro-jetado de modo a:

    a) evitar a contaminao da gua, de forma a garantira sua qualidade de consumo, tanto no interior dossistemas de suprimento e de equipamentos sani-trios, como nos ambientes receptores;

    b) permitir o rpido escoamento da gua utilizada edos despejos introduzidos, evitando a ocorrncia devazamentos e a formao de depsitos no interiordas tubulaes;

    c) impedir que os gases provenientes do interior dosistema predial de esgoto sanitrio atinjam reas deutilizao;

    d) impossibilitar o acesso de corpos estranhos ao in-terior do sistema;

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    e) permitir que os seus componentes sejam fa-cilmente inspecionveis;

    f) impossibilitar o acesso de esgoto ao subsistemade ventilao;

    g) permitir a fixao dos aparelhos sanitrios so-mente por dispositivos que facilitem a sua remoopara eventuais manutenes.

    4.1.3.1 O sistema predial de esgoto sanitrio deve ser se-parador absoluto em relao ao sistema predial de guaspluviais, ou seja, no deve existir nenhuma ligao entreos dois sistemas.

    4.1.4 A disposio final do efluente do coletor predial deum sistema de esgoto sanitrio deve ser feita:

    a) em rede pblica de coleta de esgoto sanitrio,quando ela existir;

    b) em sistema particular de tratamento, quando nohouver rede pblica de coleta de esgoto sanitrio.

    4.1.5 O sistema particular de tratamento, referido no itemanterior, deve ser concebido de acordo com a norma-lizao brasileira pertinente.

    4.1.6 Quando da utilizao de aparelhos trituradores empias de cozinha, deve ser atentado para a adequabilidadedo mesmo ao sistema, segundo recomendaes do fabri-cante.

    4.1.7 Todos os materiais e componentes utilizados nossistemas prediais de esgoto sanitrio devem atender sexigncias previstas em 4.4.

    4.1.8 Deve ser evitada a passagem das tubulaes deesgoto em paredes, rebaixos, forros falsos, etc. de am-bientes de permanncia prolongada. Caso no sejapossvel, devem ser adotadas medidas no sentido deatenuar a transmisso de rudo para os referidos am-bientes.

    4.2 Componentes do subsistema de coleta e transportede esgoto sanitrio

    4.2.1 Aparelhos sanitrios

    4.2.1.1 Os aparelhos sanitrios a serem instalados no sis-tema de esgoto sanitrio devem:

    a) impedir a contaminao da gua potvel (re-trossifonagem e conexo cruzada);

    b) possibilitar acesso e manuteno adequados;

    c) oferecer ao usurio um conforto adequado fina-lidade de utilizao.

    4.2.2 Desconectores

    4.2.2.1 Todos os aparelhos sanitrios devem ser prote-gidos por desconectores.

    NOTA - Os desconectores podem atender a um aparelho ou aum conjunto de aparelhos de uma mesma unidade autnoma.

    4.2.2.2 Os desconectores devem ser dimensionados deacordo com as diretrizes detalhadas em 5.1.1.

    4.2.2.3 Podem ser utilizadas caixas sifonadas para a coletados despejos de conjuntos de aparelhos sanitrios, taiscomo lavatrios, bids, banheiras e chuveiros de umamesma unidade autnoma, assim como as guas pro-venientes de lavagem de pisos, devendo as mesmas,neste caso, ser providas de grelhas.

    4.2.2.4 As caixas sifonadas que coletam despejos demictrios devem ter tampas cegas e no podem recebercontribuies de outros aparelhos sanitrios, mesmoprovidos de desconector prprio.

    4.2.2.5 Podem ser utilizadas caixas sifonadas para coletade guas provenientes apenas de lavagem de pisos,desde que os despejos das caixas sifonadas sejam enca-minhados para rede coletora adequada naturezadesses despejos.

    4.2.2.6 Os despejos provenientes de mquinas de lavarroupas ou tanques situados em pavimentos sobrepostospodem ser descarregados em tubos de queda exclusivos,com caixa sifonada especial instalada no seu final.

    4.2.2.7 Deve ser assegurada a manuteno do fecho h-drico dos desconectores mediante as solicitaes im-postas pelo ambiente (evaporao, tiragem trmica eao do vento, variaes de presso no ambiente) e pelouso propriamente dito (suco e sobrepresso).

    NOTA - Estas solicitaes podem ser determinadas, uma vezconsiderado um sistema somente com ventilao primria,atravs do modelo apresentado no anexo C.

    4.2.3 Ramais de descarga e de esgoto

    4.2.3.1 Todos os trechos horizontais previstos no sistemade coleta e transporte de esgoto sanitrio devem possi-bilitar o escoamento dos efluentes por gravidade, de-vendo, para isso, apresentar uma declividade constante.

    4.2.3.2 Recomendam-se as seguintes declividades m-nimas:

    a) 2% para tubulaes com dimetro nominal igualou inferior a 75;

    b) 1% para tubulaes com dimetro nominal igualou superior a 100.

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    4.2.3.3 As mudanas de direo nos trechos horizontaisdevem ser feitas com peas com ngulo central igual ouinferior a 45.

    4.2.3.4 As mudanas de direo (horizontal para verticale vice-versa) podem ser executadas com peas com n-gulo central igual ou inferior a 90.

    4.2.3.5 vedada a ligao de ramal de descarga ou ra-mal de esgoto, atravs de inspeo existente em joelhoou curva, ao ramal de descarga de bacia sanitria.

    4.2.3.6 Os ramais de descarga e de esgoto devem permitirfcil acesso para desobstruo e limpeza.

    4.2.3.7 Os ramais de descarga e de esgoto devem ser di-mensionados conforme detalhado em 5.1.2.

    4.2.4 Tubos de queda

    4.2.4.1 Os tubos de queda devem, sempre que possvel,ser instalados em um nico alinhamento. Quando ne-cessrios, os desvios devem ser feitos com peas for-mando ngulo central igual ou inferior a 90, de prefe-rncia com curvas de raio longo ou duas curvas de 45.

    4.2.4.2 Para os edifcios de dois ou mais andares, nos tu-bos de queda que recebam efluentes de aparelhossanitrios tais como pias, tanques, mquinas de lavar eoutros similares, onde so utilizados detergentes queprovoquem a formao de espuma, devem ser adotadassolues no sentido de evitar o retorno de espuma paraos ambientes sanitrios, tais como:

    a) no efetuar ligaes de tubulaes de esgoto oude ventilao nas regies de ocorrncia de sobre-presso, conforme detalhado em 4.2.4.3;

    b) efetuar o desvio do tubo de queda para a horizon-tal com dispositivos que atenuem a sobrepresso,ou seja, curva de 90 de raio longo ou duas curvasde 45; ou

    c) instalar dispositivos com a finalidade de evitar oretorno de espuma.

    4.2.4.3 So considerados zonas de sobrepresso (ver fi-gura 1):

    a) o trecho, de comprimento igual a 40 dimetros,imediatamente a montante do desvio para hori-zontal;

    b) o trecho de comprimento igual a 10 dimetros,imediatamente a jusante do mesmo desvio;

    c) o trecho horizontal de comprimento igual a 40 di-metros, imediatamente a montante do prximodesvio;

    d) o trecho de comprimento igual a 40 dimetros,imediatamente a montante da base do tubo de queda,e o trecho do coletor ou subcoletor imediatamente ajusante da mesma base;

    e) os trechos a montante e a jusante do primeirodesvio na horizontal do coletor com comprimentoigual a 40 dimetros ou subcoletor com comprimentoigual a 10 dimetros;

    f) o trecho da coluna de ventilao, para o caso desistemas com ventilao secundria, com compri-mento igual a 40 dimetros, a partir da ligao dabase da coluna com o tubo de queda ou ramal deesgoto.

    4.2.4.4 Devem ser previstos tubos de queda especiaispara pias de cozinha e mquinas de lavar louas, providosde ventilao primria, os quais devem descarregar emuma caixa de gordura coletiva, dimensionada de acordocom 5.1.5.1.

    4.2.4.5 Os tubos de queda devem ser dimensionados con-forme prescreve 5.1.3.

    4.2.5 Subcoletores e coletor predial

    4.2.5.1 O coletor predial e os subcoletores devem ser depreferncia retilneos. Quando necessrio, os desviosdevem ser feitos com peas com ngulo central igual ouinferior a 45, acompanhados de elementos que permitama inspeo.

    4.2.5.2 Todos os trechos horizontais devem possibilitar oescoamento dos efluentes por gravidade, devendo, paraisso, apresentar uma declividade constante, respeitando-se os valores mnimos previstos em 4.2.3.2.

    A declividade mxima a ser considerada de 5%.

    4.2.5.3 No coletor predial no devem existir inseres dequaisquer dispositivos ou embaraos ao natural es-coamento de despejos, tais como desconectores, fundode caixas de inspeo de cota inferior do perfil do coletorpredial ou subcoletor, bolsas de tubulaes dentro decaixas de inspeo, sendo permitida a insero de vlvulade reteno de esgoto.

    4.2.5.4 As variaes de dimetro dos subcoletores e co-letor predial devem ser feitas mediante o emprego dedispositivos de inspeo ou de peas especiais de am-pliao.

    4.2.5.5 Quando as tubulaes forem aparentes, as inter-ligaes de ramais de descarga, ramais de esgoto esubcoletores devem ser feitas atravs de junes a 45,com dispositivos de inspeo nos trechos adjacentes;quando as tubulaes forem enterradas, devem ser feitasatravs de caixa de inspeo ou poo de visita.

    4.2.5.6 O coletor predial e os subcoletores devem serdimensionados conforme prescreve 5.1.4.

  • 6 NBR 8160:1999

    Figura 1 - Zonas de sobrepresso

    4.2.6 Dispositivos complementares

    As caixas de gordura, poos de visita e caixas de inspeodevem ser perfeitamente impermeabilizados, providosde dispositivos adequados para inspeo, possuir tampade fecho hermtico, ser devidamente ventilados e cons-titudos de materiais no atacveis pelo esgoto.

    4.2.6.1 Caixas de gordura

    recomendado o uso de caixas de gordura quando osefluentes contiverem resduos gordurosos.

    Quando o uso de caixa de gordura no for exigido pelaautoridade pblica competente, a sua adoo fica a cri-trio do projetista.As caixas de gordura devem ser instaladas em locais defcil acesso e com boas condies de ventilao.

    As caixas de gordura devem possibilitar a reteno eposterior remoo da gordura, atravs das seguintes ca-ractersticas:

    a) capacidade de acumulao da gordura entre cadaoperao de limpeza;

    b) dispositivos de entrada e de sada convenien-temente projetados para possibilitar que o afluentee o efluente escoem normalmente;

    c) altura entre a entrada e a sada suficiente para re-ter a gordura, evitando-se o arraste do material jun-tamente com o efluente;

    d) vedao adequada para evitar a penetrao deinsetos, pequenos animais, guas de lavagem depisos ou de guas pluviais, etc.

    As pias de cozinha ou mquinas de lavar louas instaladasem vrios pavimentos sobrepostos devem descarregarem tubos de queda exclusivos que conduzam o esgotopara caixas de gordura coletivas, sendo vedado o uso decaixas de gordura individuais nos andares.

    As caixas de gordura devem ser dimensionadas deacordo com 5.1.5.1.

    4.2.6.2 Caixas e dispositivos de inspeo

    O interior das tubulaes, embutidas ou no, deve seracessvel por intermdio de dispositivos de inspeo.

    Para garantir a acessibilidade aos elementos do sistema,devem ser respeitadas no mnimo as seguintes condies:

    a) a distncia entre dois dispositivos de inspeono deve ser superior a 25,00 m;

    b) a distncia entre a ligao do coletor predial como pblico e o dispositivo de inspeo mais prximono deve ser superior a 15,00 m; e

    c) os comprimentos dos trechos dos ramais de des-carga e de esgoto de bacias sanitrias, caixas degordura e caixas sifonadas, medidos entre os mes-mos e os dispositivos de inspeo, no devem sersuperiores a 10,00 m.

    Os desvios, as mudanas de declividade e a juno detubulaes enterradas devem ser feitos mediante o em-prego de caixas de inspeo ou poos de visita.

    Em prdios com mais de dois pavimentos, as caixas deinspeo no devem ser instaladas a menos de 2,00 mde distncia dos tubos de queda que contribuem paraelas.

  • NBR 8160:1999 7

    No devem ser colocadas caixas de inspeo ou poosde visita em ambientes pertencentes a uma unidadeautnoma, quando os mesmos recebem a contribuiode despejos de outras unidades autnomas.

    As caixas de inspeo podem ser usadas para receberefluentes fecais.

    As caixas de passagem devem ser dimensionadas deacordo com 5.1.5.2.

    As caixas de inspeo e os poos de visita devem serdimensionados de acordo com 5.1.5.3.

    Os dispositivos de inspeo devem ser instalados juntos curvas dos tubos de queda, de preferncia montantedas mesmas, sempre que elas forem inatingveis por dis-positivos de limpeza introduzidos pelas caixas de ins-peo ou pelos demais pontos de acesso.

    Os dispositivos de inspeo devem ter as seguintes ca-ractersticas:

    a) abertura suficiente para permitir as desobstruescom a utilizao de equipamentos mecnicos de lim-peza;

    b) tampa hermtica removvel; e

    c) quando embutidos em paredes no interior de resi-dncias, escritrios, reas pblicas, etc., no devemser instalados com as tampas salientes.

    4.2.7 Instalao de recalque

    4.2.7.1 Os efluentes de aparelhos sanitrios e de dispo-sitivos instalados em nvel inferior ao do logradourodevem ser descarregados em uma ou mais caixas deinspeo, as quais devem ser ligadas a uma caixa co-letora, disposta de modo a receber o esgoto por gravi-dade. A partir da caixa coletora, por meio de bombas,devem ser recalcados para uma caixa de inspeo (oupoo de visita), ramal de esgoto ligado por gravidade aocoletor predial, ou diretamente ao mesmo, ou ao sistemade tratamento de esgoto.

    4.2.7.2 No caso de esgoto proveniente unicamente da la-vagem de pisos ou de automveis, dispensa-se o uso decaixas de inspeo, devendo os efluentes ser encami-nhados, neste caso, a uma caixa sifonada de dimetromnimo igual a 0,40 m, a qual pode ser ligada diretamentea uma caixa coletora.

    4.2.7.3 A caixa coletora deve ser perfeitamente imper-meabilizada, provida de dispositivos adequados parainspeo, limpeza e ventilao; de tampa hermtica eser constituda de materiais no atacveis pelo esgoto.

    4.2.7.4 As caixas de gordura ligadas s caixas coletorasdevem atender s exigncias indicadas na tabela 1 (ver4.3.11), ou ser providas de tubulao de ventilao.

    4.2.7.5 As bombas devem ser de construo especial, prova de obstrues por guas servidas, massas e l-quidos viscosos.

    4.2.7.6 O funcionamento das bombas deve ser automticoe alternado, comandado por chaves magnticas con-jugadas com chaves de bia, devendo essa instalaoser equipada com dispositivo de alarme para sinalizar aocorrncia de falhas mecnicas.

    4.2.7.7 A tubulao de recalque deve ser ligada rede deesgoto (coletor ou caixa de inspeo) de tal forma queseja impossvel o refluxo do esgoto sanitrio caixa co-letora.

    4.2.7.8 A instalao de recalque e a caixa coletora devemser dimensionadas conforme 5.1.6.

    4.3 Componentes do subsistema de ventilao

    4.3.1 O subsistema de ventilao pode ser previsto deduas formas:

    a) ventilao primria e secundria; oub) somente ventilao primria.

    4.3.2 Para o caso previsto em 4.3.1 b), deve ser verificadaa suficincia da ventilao primria prevista, atravs domodelo apresentado no anexo C.

    4.3.3 Caso a ventilao primria no seja suficiente,podem ser adotadas as seguintes medidas:

    a) alterar as caractersticas geomtricas do subsis-tema de coleta e transporte, devendo-se, em seguida,verificar novamente a suficincia da ventilao pri-mria, conforme 4.3.2; ou

    b) prover ventilao secundria.4.3.4 A ventilao secundria referida em 4.3.3 b) consiste,basicamente, em ramais e colunas de ventilao queinterligam os ramais de descarga ou de esgoto venti-lao primria ou que so prolongados acima da co-bertura, conforme detalhados em 4.3.5 e 4.3.6; ou entopela utilizao de dispositivos de admisso de ar (VAA)devidamente posicionados no sistema. Na figura 2, a t-tulo de ilustrao, apresentam-se estes tipos de ventilaosecundria.

    4.3.5 A extremidade aberta do tubo ventilador primrio oucoluna de ventilao deve estar situada acima da co-bertura do edifcio a uma distncia mnima que im-possibilite o encaminhamento mesma das guas plu-viais provenientes do telhado ou laje impermeabilizada.4.3.6 A extremidade aberta de um tubo ventilador primrioou coluna de ventilao, conforme mostrado na figura 3:

    a) no deve estar situada a menos de 4,00 m dequalquer janela, porta ou vo de ventilao, salvose elevada pelo menos 1,00 m das vergas dos res-pectivos vos;

    b) deve situar-se a uma altura mnima igual a 2,00 macima da cobertura, no caso de laje utilizada paraoutros fins alm de cobertura; caso contrrio, estaaltura deve ser no mnimo igual a 0,30 m;

    c) deve ser devidamente protegida nos trechos apa-rentes contra choques ou acidentes que possam da-nific-la;

    d) deve ser provida de terminal tipo chamin, t ououtro dispositivo que impea a entrada das guaspluviais diretamente ao tubo de ventilao.

  • 8 NBR 8160:1999

    a) Dispositivos de admisso de ar

  • NBR 8160:1999 9

    b) Dispositivos de admisso de ar

    c) Ramais e colunas de ventilao

    Figura 2 - Exemplos de sistemas prediais de esgoto sanitrio com ventilao secundria

  • 10 NBR 8160:1999

    Figura 3 - Prolongamento do tubo de queda ou coluna de ventilao

    4.3.7 Na concepo da ventilao secundria, devem serconsiderados os aspectos detalhados em 4.3.8 a 4.3.20.

    4.3.8 O projeto do subsistema de ventilao deve ser feitode modo a impedir o acesso de esgoto sanitrio ao inte-rior do mesmo, excetuando-se os trechos dos ramais deventilao executados conforme 4.3.16 b).

    4.3.9 O tubo ventilador primrio e a coluna de ventilaodevem ser verticais e, sempre que possvel, instaladosem uma nica prumada; quando necessrias, as mudan-as de direo devem ser feitas mediante curvas de n-gulo central no superior a 90, e com um aclive mnimode 1%.

    4.3.10 Nos desvios de tubo de queda que formem umngulo maior que 45 com a vertical, deve ser previstaventilao de acordo com uma das seguintes alternativas,indicadas na figura 4:

    a) considerar o tubo de queda como dois tubos inde-pendentes, um acima e outro abaixo do desvio; ou

    b) fazer com que a coluna de ventilao acompanheo desvio do tubo de queda, conectando o tubo dequeda coluna de ventilao, atravs de tubos ven-tiladores de alvio, acima e abaixo do desvio.

    4.3.11 Em prdios de um s pavimento, deve existir pelomenos um tubo ventilador, ligado diretamente a uma caixade inspeo ou em juno ao coletor predial, subcoletorou ramal de descarga de uma bacia sanitria e prolon-gado at acima da cobertura desse prdio, devendo-seprever a ligao de todos os desconectores a um ele-mento ventilado, respeitando-se as distncias mximasindicadas na tabela 1.

    4.3.12 Nos prdios cujo sistema predial de esgoto sanitrioj possua pelo menos um tubo ventilador primrio deDN 1001), fica dispensado o prolongamento dos demaistubos de queda at a cobertura, desde que estejampreenchidas as seguintes condies:

    a) o comprimento no exceda 1/4 da altura total doprdio, medida na vertical do referido tubo;

    b) no receba mais de 36 unidades de Hunter decontribuio;

    c) tenha a coluna de ventilao prolongada at acimada cobertura ou em conexo com outra existente,respeitados os limites da tabela 2.

    4.3.13 Toda tubulao de ventilao deve ser instaladacom aclive mnimo de 1%, de modo que qualquer lquidoque porventura nela venha a ingressar possa escoartotalmente por gravidade para dentro do ramal de des-carga ou de esgoto em que o ventilador tenha origem.

    4.3.14 Toda coluna de ventilao deve ter:

    a) dimetro uniforme;

    b) a extremidade inferior ligada a um subcoletor ou aum tubo de queda, em ponto situado abaixo da li-gao do primeiro ramal de esgoto ou de descarga,ou neste ramal de esgoto ou de descarga;

    c) a extremidade superior situada acima da coberturado edifcio, ou ligada a um tubo ventilador primrio a0,15 m, ou mais, acima do nvel de transbordamentoda gua do mais elevado aparelho sanitrio por eleservido.2)

    1) Refere-se ao tubo de queda mais afastado do coletor predial ou dos dispositivos de tratamento do esgoto.

    2) Entende-se por nvel de transbordamento da gua do mais alto dos aparelhos sanitrios, aquele referente aos aparelhos sanitrioscom seus desconectores ligados tubulao de esgoto primrio (bacias sanitrias, pias de cozinha, tanques de lavar, mquinas delavar, etc.), excluindo-se os aparelhos sanitrios, que despejam em ralos sifonados de piso. No devem ser considerados como pon-tos mais elevados de transbordamento as grelhas dos ralos sifonados de piso, quando o ramal a ser ventilado servir tambm paraoutros aparelhos no ligados diretamente a eles.

    VP

    VP

    VP

    TELHADO LAJE TERRAO

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    Figura 4 - Desvio de tubo de queda

    Tabela 1- Distncia mxima de um desconector ao tubo ventilador

    Dimetro nominal do ramal de descarga Distncia mximaDN m

    40 1,00

    50 1,20

    75 1,80

    100 2,40

  • 12 NBR 8160:1999

    Tabela 2 - Dimensionamento de colunas e barriletes de ventilao

    Dimetro nominal Dimetro nominal mnimo do tubo de ventilaodo tubo de queda ou Nmero dedo ramal de esgoto unidades de Hunter

    de contribuioDN 40 50 75 100 150 200 250 300

    Comprimento permitidom

    40 8 46 - - - - - - -

    40 10 30 - - - - - - -

    50 12 23 61 - - - - - -

    50 20 15 46 - - - - - -

    75 10 13 46 317 - - - - -

    75 21 10 33 247 - - - - -

    75 53 8 29 207 - - - - -

    75 102 8 26 189 - - - - -

    100 43 - 11 76 299 - - - -

    100 140 - 8 61 229 - - - -

    100 320 - 7 52 195 - - - -

    100 530 - 6 46 177 - - - -

    150 500 - - 10 40 305 - - -

    150 1 100 - - 8 31 238 - - -

    150 2 000 - - 7 26 201 - - -

    150 2 900 - - 6 23 183 - - -

    200 1 800 - - - 10 73 286 - -

    200 3 400 - - - 7 57 219 - -

    200 5 600 - - - 6 49 186 - -

    200 7 600 - - - 5 43 171 - -

    250 4 000 - - - - 24 94 293 -

    250 7 200 - - - - 18 73 225 -

    250 11 000 - - - - 16 60 192 -

    250 15 000 - - - - 14 55 174 -

    300 7 300 - - - - 9 37 116 287

    300 13 000 - - - - 7 29 90 219

    300 20 000 - - - - 6 24 76 186

    300 26 000 - - - - 5 22 70 152

  • NBR 8160:1999 13

    4.3.15 Quando no for conveniente o prolongamento decada tubo ventilador at acima da cobertura, pode serusado um barrilete de ventilao, a ser executado comaclive mnimo de 1% at o trecho prolongado, conforme4.3.5 e 4.3.6.

    4.3.16 As ligaes da coluna de ventilao aos demaiscomponentes do sistema de ventilao ou do sistema deesgoto sanitrio devem ser feitas com conexes apro-priadas, como a seguir:

    a) quando feita em uma tubulao vertical, a ligaodeve ser executada por meio de juno a 45; oub) quando feita em uma tubulao horizontal, deveser executada acima do eixo da tubulao, elevando-se o tubo ventilador de uma distncia de at 0,15 m,ou mais, acima do nvel de transbordamento da guado mais elevado dos aparelhos sanitrios por eleventilados, antes de ligar-se a outro tubo ventilador,respeitando-se o que segue:

    1) a ligao ao tubo horizontal deve ser feita pormeio de t 90 ou juno 45 com a derivaoinstalada em ngulo, de preferncia, entre 45 e90 em relao ao tubo de esgoto, conforme indi-cado na figura 5;

    2) quando no houver espao vertical para asoluo apresentada acima, podem ser adotadosngulos menores, com o tubo ventilador ligadosomente por juno 45 ao respectivo ramal deesgoto e com seu trecho inicial instalado em aclivemnimo de 2%;

    3) a distncia entre o ponto de insero do ramalde ventilao ao tubo de esgoto e a conexo demudana do trecho horizontal para a vertical deveser a mais curta possvel;

    4) a distncia entre a sada do aparelho sanitrioe a insero do ramal de ventilao deve ser iguala no mnimo duas vezes o dimetro do ramal dedescarga.

    4.3.17 Quando no for possvel ventilar o ramal de des-carga da bacia sanitria ligada diretamente ao tubo dequeda (para a distncia mxima, ver tabela 1), o tubo dequeda deve ser ventilado imediatamente abaixo daligao do ramal da bacia sanitria (ver figura 6).

    4.3.18 dispensada a ventilao do ramal de descargade uma bacia sanitria ligada atravs de ramal exclusivoa um tubo de queda a uma distncia mxima de 2,40 m,desde que esse tubo de queda receba, do mesmopavimento, imediatamente abaixo, outros ramais deesgoto ou de descarga devidamente ventilados, conformemostrado na figura 7.

    4.3.19 Bacias sanitrias instaladas em bateria, devem serventiladas por um tubo ventilador de circuito ligando acoluna de ventilao ao ramal de esgoto na regio entrea ltima e a penltima bacias sanitrias, conforme in-dicado na figura 8.

    Deve ser previsto um tubo ventilador suplementar a cadagrupo de no mximo oito bacias sanitrias, contadas apartir da mais prxima ao tubo de queda.

    4.3.20 Bacias sanitrias instaladas em bateria devem serventiladas por um tubo ventilador de circuito ligando acoluna de ventilao ao ramal de esgoto na regio entrea ltima e a penltima bacias sanitrias, conforme indi-cado na figura 8.

    Deve ser previsto um tubo ventilador suplementar a cadagrupo de no mximo oito bacias sanitrias, contadas apartir da mais prxima ao tubo de queda.

    4.3.21 Quando o ramal de esgoto servir a mais de trsbacias sanitrias e houver aparelhos em andares supe-riores descarregando no tubo de queda, necessria ainstalao de tubo ventilador suplementar, ligando o tuboventilador de circuito ao ramal de esgoto na regio entreo tubo de queda e a primeira bacia sanitria.

    Figura 5 - Ligao de ramal de ventilao

  • 14 NBR 8160:1999

    Figura 6 - Ligao de ramal de ventilao quando da impossibilidade de ventilaodo ramal de descarga da bacia sanitria

    Figura 7 - Dispensa de ventilao de ramal de descarga de bacia sanitria

  • NBR 8160:1999 15

    Figura 8 - Ventilao em circuito

    4.4 Materiais

    4.4.1 Os materiais a serem empregados nos sistemasprediais de esgoto sanitrio devem ser especificados emfuno do tipo de esgoto a ser conduzido, da sua tem-peratura, dos efeitos qumicos e fsicos, e dos esforosou solicitaes mecnicas a que possam ser submetidasas instalaes.

    4.4.2 No podem ser utilizados nos sistemas prediais deesgoto sanitrio, materiais ou componentes no cons-tantes na normalizao brasileira.

    NOTA - Componentes ou materiais ainda no normalizados nombito da ABNT podem ser empregados, desde que atendams normas do pas de origem.

    4.5 Documentao bsica de projetoA documentao bsica do projeto deve contemplar:

    a) projeto executivo, composto pelos seguintes itens:1) planta baixa da cobertura, andar(es) tipo,trreo, subsolo(s), com a indicao dos tubos dequeda, ramais e desvios, colunas de ventilao(no caso de sistema com ventilao secundria),dispositivos em geral;

    2) planta baixa do pavimento inferior, com tra-ados e localizao dos subcoletores, coletor pre-dial, dispositivos de inspeo, local de lanamentodo esgoto sanitrio e suas respectivas cotas;

    3) esquema vertical (ou fluxograma geral) apre-sentado em separado ou em conjunto com o sis-tema predial de guas pluviais, sem escala, in-dicando os componentes do sistema e suas inter-ligaes;

    4) plantas, em escala conveniente, dos ambientessanitrios, com a indicao do encaminhamentodas tubulaes;

    5) detalhes (cortes, perspectivas, etc.) que se fi-zerem necessrios para melhor compreenso dosistema;

    b) memorial descritivo e especificaes tcnicas;

    c) quantificao e oramento.

    5 Dimensionamento

    5.1 Componentes do subsistema de coleta e transportede esgoto sanitrio

    As tubulaes do subsistema de coleta e transporte deesgoto sanitrio podem ser dimensionadas pelo mtodohidrulico, apresentado no anexo B, ou pelo mtodo dasunidades de Hunter de contribuio (UHC), apresentadoem 5.1.2 a 5.1.4, devendo, em qualquer um dos casos,ser respeitados os dimetros nominais mnimos dosramais de descarga indicados na tabela 3.

    5.1.1 Desconectores

    5.1.1.1 Todo desconector deve satisfazer s seguintescondies:

    a) ter fecho hdrico com altura mnima de 0,05 m;

    b) apresentar orifcio de sada com dimetro igual ousuperior ao do ramal de descarga a ele conectado.

  • 16 NBR 8160:1999

    5.1.1.2 As caixas sifonadas devem ter as seguintescaractersticas mnimas:

    a) ser de DN 100, quando receberem efluentes deaparelhos sanitrios at o limite de 6 UHC;

    b) ser de DN 125, quando receberem efluentes deaparelhos sanitrios at o limite de 10 UHC;

    c) ser de DN 150, quando receberem efluentes deaparelhos sanitrios at o limite de 15 UHC.

    O ramal de esgoto da caixa sifonada deve ser dimen-sionado conforme indicado na tabela 4.

    5.1.1.3 As caixas sifonadas especiais devem ter as se-guintes caractersticas mnimas:

    a) fecho hdrico com altura de 0,20 m;b) quando cilndricas, devem ter o dimetro internode 0,30 m e, quando prismticas de base poligonal,devem permitir na base a inscrio de um crculo dedimetro de 0,30 m;

    c) devem ser fechadas hermeticamente com tampafacilmente removvel;

    d) devem ter orifcio de sada com o dimetro nomi-nal DN 75.

    5.1.2 Ramais de descarga e de esgoto

    5.1.2.1 Para os ramais de descarga, devem ser adotadosno mnimo os dimetros apresentados na tabela 3.

    5.1.2.2 Para os aparelhos no relacionados na tabela 3,devem ser estimadas as UHC correspondentes e o di-mensionamento deve ser feito com os valores indicadosna tabela 4.

    5.1.2.3 Para os ramais de esgoto, deve ser utilizada a ta-bela 5.

    Tabela 3 - Unidades de Hunter de contribuio dos aparelhos sanitrios e dimetro nominalmnimo dos ramais de descarga

    Aparelho sanitrio Nmero de unidades de Dimetro nominalHunter de contribuio mnimo do ramal

    de descarga

    DN

    Bacia sanitria 6 1001)

    Banheira de residncia 2 40

    Bebedouro 0,5 40

    Bid 1 40

    Chuveiro De residncia 2 40Coletivo 4 40

    Lavatrio De residncia 1 40De uso geral 2 40

    Mictrio Vlvula de descarga 6 75Caixa de descarga 5 50Descarga automtica 2 40De calha 22) 50

    Pia de cozinha residencial 3 50

    Pia de cozinha industrial Preparao 3 50Lavagem de panelas 4 50

    Tanque de lavar roupas 3 40

    Mquina de lavar louas 2 503)

    Mquina de lavar roupas 3 503)1) O dimetro nominal DN mnimo para o ramal de descarga de bacia sanitria pode ser reduzido para DN 75, caso justificado pelo cl-culo de dimensionamento efetuado pelo mtodo hidrulico apresentado no anexo B e somente depois da reviso da NBR 6452:1985(aparelhos sanitrios de material cermico), pela qual os fabricantes devem confeccionar variantes das bacias sanitrias com sadaprpria para ponto de esgoto de DN 75, sem necessidade de pea especial de adaptao.2) Por metro de calha - considerar como ramal de esgoto (ver tabela 5).3) Devem ser consideradas as recomendaes dos fabricantes.

  • NBR 8160:1999 17

    Tabela 4 - Unidades de Hunter de contribuio para aparelhosno relacionados na tabela 3

    Dimetro nominal mnimo do Nmero de unidades de Hunterramal de descarga de contribuio

    DN UHC

    40 2

    50 3

    75 5

    100 6

    Tabela 5 - Dimensionamento de ramais de esgoto

    Dimetro nominal Nmero mximo de unidades demnimo do tubo Hunter de contribuio

    DN UHC

    40 3

    50 6

    75 20

    100 160

    5.1.3 Tubos de queda

    5.1.3.1 Os tubos de queda podem ser dimensionados pelasomatria das UHC, conforme valores indicados na ta-bela 6.

    5.1.3.2 Quando apresentarem desvios da vertical, os tubosde queda devem ser dimensionados da seguinte forma:

    a) quando o desvio formar ngulo igual ou inferior a45 com a vertical, o tubo de queda dimensionadocom os valores indicados na tabela 6;

    b) quando o desvio formar ngulo superior a 45com a vertical, deve-se dimensionar:

    1) a parte do tubo de queda acima do desvio comoum tubo de queda independente, com base nonmero de unidades de Hunter de contribuiodos aparelhos acima do desvio, de acordo comos valores da tabela 6;

    2) a parte horizontal do desvio de acordo com osvalores da tabela 7;

    3) a parte do tubo de queda abaixo do desvio,com base no nmero de unidades de Hunter decontribuio de todos os aparelhos que des-carregam neste tubo de queda, de acordo com osvalores da tabela 6, no podendo o dimetro nomi-nal adotado, neste caso, ser menor do que o daparte horizontal.

    5.1.4 Coletor predial e subcoletores

    5.1.4.1 O coletor predial e os subcoletores podem ser di-mensionados pela somatria das UHC conforme osvalores da tabela 7. O coletor predial deve ter dimetronominal mnimo DN 100.

    5.1.4.2 No dimensionamento do coletor predial e dossubcoletores em prdios residenciais, deve ser con-siderado apenas o aparelho de maior descarga de cadabanheiro para a somatria do nmero de unidades deHunter de contribuio.

    Nos demais casos, devem ser considerados todos osaparelhos contribuintes para o clculo do nmero deUHC.

  • 18 NBR 8160:1999

    Tabela 6 - Dimensionamento de tubos de queda

    Dimetro nominal do tubo Nmero mximo de unidades de Hunter de contribuio

    DNPrdio de at trs pavimentos Prdio com mais de trs pavimentos

    40 4 8

    50 10 24

    75 30 70

    100 240 500

    150 960 1 900

    200 2 200 3 600

    250 3 800 5 600

    300 6 000 8 400

    Tabela 7 - Dimensionamento de subcoletores e coletor predial

    Dimetro nominal do tubo Nmero mximo de unidades de Hunter de contribuio emfuno das declividades mnimas

    %

    DN 0,5 1 2 4

    100 - 180 216 250

    150 - 700 840 1 000

    200 1 400 1 600 1 920 2 300

    250 2 500 2 900 3 500 4 200

    300 3 900 4 600 5 600 6 700

    400 7 000 8 300 10 000 12 000

    5.1.5 Dispositivos complementares

    5.1.5.1 Caixas de gordura

    5.1.5.1.1 As caixas de gordura devem ser dimensionadaslevando-se em conta o que segue:

    a) para a coleta de apenas uma cozinha, pode serusada a caixa de gordura pequena (5.1.5.1.3 a)) oua caixa de gordura simples (5.1.5.1.3 b));b) para a coleta de duas cozinhas, pode ser usada acaixa de gordura simples (5.1.5.1.3 b)) ou a caixa degordura dupla (5.1.5.1.3 c));c) para a coleta de trs at 12 cozinhas, deve serusada a caixa de gordura dupla (5.1.5.1.3 c));d) para a coleta de mais de 12 cozinhas, ou ainda,para cozinhas de restaurantes, escolas, hospitais,quartis, etc., devem ser previstas caixas de gorduraespeciais (5.1.5.1.3 d)).

    5.1.5.1.2 As caixas de gordura devem ser divididas emduas cmaras, uma receptora e outra vertedoura, sepa-radas por um septo no removvel.

    5.1.5.1.3 As caixas de gordura podem ser dos seguintestipos:

    a) pequena (CGP), cilndrica, com as seguintes di-menses mnimas:

    1) dimetro interno: 0,30 m;

    2) parte submersa do septo: 0,20 m;

    3) capacidade de reteno: 18 L;

    4) dimetro nominal da tubulao de sada:DN 75;

  • NBR 8160:1999 19

    b) simples (CGS), cilndrica, com as seguintesdimenses mnimas:

    1) dimetro interno: 0,40 m;

    2) parte submersa do septo: 0,20 m;

    3) capacidade de reteno: 31 L;4) dimetro nominal da tubulao de sada:DN 75;

    c) dupla (CGD), cilndrica, com as seguintes di-menses mnimas:

    1) dimetro interno: 0,60 m;

    2) parte submersa do septo: 0,35 m3) capacidade de reteno: 120 L;

    4) dimetro nominal da tubulao de sada:DN 100;

    d) especial (CGE), prismtica de base retangular,com as seguintes caractersticas:

    1) distncia mnima entre o septo e a sada:0,20 m;

    2) volume da cmara de reteno de gordura obti-do pela frmula:

    V = 2 N + 20

    onde:

    N o nmero de pessoas servidas pelas co-zinhas que contribuem para a caixa de gordurano turno em que existe maior afluxo;

    V o volume, em litros;

    3) altura molhada: 0,60 m;

    4) parte submersa do septo: 0,40 m;5) dimetro nominal mnimo da tubulao desada: DN 100.

    5.1.5.2 Caixas de passagem

    As caixas de passagem devem ter as seguintes caracte-rsticas:

    a) quando cilndricas, ter dimetro mnimo igual a0,15 m e, quando prismticas de base poligonal,permitir na base a inscrio de um crculo de dimetromnimo igual a 0,15 m;

    b) ser providas de tampa cega, quando previstas eminstalaes de esgoto primrio;

    c) ter altura mnima igual a 0,10 m;d) ter tubulao de sada dimensionada pela tabelade dimensionamento de ramais de esgoto, sendo odimetro mnimo igual a DN 50.

    5.1.5.3 Dispositivos de inspeo

    As caixas de inspeo devem ter:

    a) profundidade mxima de 1,00 m;

    b) forma prismtica, de base quadrada ou retangular,de lado interno mnimo de 0,60 m, ou cilndrica comdimetro mnimo igual a 0,60 m;

    c) tampa facilmente removvel, permitindo perfeitavedao;

    d) fundo construdo de modo a assegurar rpidoescoamento e evitar formao de depsitos.

    Os poos de visita devem ter:

    a) profundidade maior que 1,00 m;

    b) forma prismtica de base quadrada ou retangular,com dimenso mnima de 1,10 m, ou cilndrica comum dimetro interno mnimo de 1,10 m;

    c) degraus que permitam o acesso ao seu interior;

    d) tampa removvel que garanta perfeita vedao;

    e) fundo constitudo de modo a assegurar rpidoescoamento e evitar formao de sedimentos;

    f) duas partes, quando a profundidade total for igualou inferior a 1,80 m, sendo a parte inferior formadapela cmara de trabalho (balo) de altura mnima de1,50 m, e a parte superior formada pela cmara deacesso, ou chamin de acesso, com dimetro internomnimo de 0,60 m.

    5.1.6 Instalao de recalque

    5.1.6.1 O dimensionamento da instalao de recalquedeve ser feito considerando-se, basicamente, os seguintesaspectos:

    a) a capacidade da bomba, que deve atender vazomxima provvel de contribuio dos aparelhos edos dispositivos instalados que possam estar emfuncionamento simultneo;

    b) o tempo de deteno do esgoto na caixa;

    c) o intervalo de tempo entre duas partidas conse-cutivas do motor.

    5.1.6.2 A caixa coletora deve ter a sua capacidade calcu-lada de modo a evitar a freqncia exagerada de partidase paradas das bombas por um volume insuficiente, bemcomo a ocorrncia de estado sptico por um volume exa-gerado.

  • 20 NBR 8160:1999

    5.1.6.3 No caso de recebimento de efluentes de baciassanitrias, deve ser considerado o atendimento aos se-guintes aspectos:

    a) a caixa coletora deve possuir uma profundidademnima igual a 0,90 m, a contar do nvel da geratrizinferior da tubulao afluente mais baixa; o fundodeve ser suficientemente inclinado, para impedir adeposio de materiais slidos quando caixa foresvaziada completamente;

    b) a caixa coletora deve ser ventilada por um tuboventilador, preferencialmente independente dequalquer outra ventilao utilizada no edifcio;

    c) devem ser instalados pelo menos dois gruposmotobomba, para funcionamento alternado.

    NOTA - Estas bombas devem permitir a passagem de esferascom dimetro de 0,06 m e o dimetro nominal mnimo datubulao de recalque deve ser DN 75.

    5.1.6.4 Caso a caixa coletora no receba efluentes debacias sanitrias, devem ser considerados os seguintesaspectos:

    a) a profundidade mnima deve ser igual a 0,60 m;

    b) as bombas a serem utilizadas devem permitir apassagem de esferas de 0,018 m e o dimetro nomi-nal mnimo da tubulao de recalque deve serDN 40.

    5.1.6.5 As tubulaes de suco devem ser previstas demodo a se ter uma para cada bomba e possuir dimetronominal uniforme e nunca inferior ao das tubulaes derecalque.

    5.1.6.6 As tubulaes de recalque devem atingir um nvelsuperior ao do logradouro, de maneira que impossibiliteo refluxo do esgoto, devendo ser providas de dispositivospara este fim.

    5.1.6.7 O volume til da caixa coletora pode ser deter-minado atravs da seguinte expresso:

    4x

    utQV =

    onde:

    Vu o volume compreendido entre o nvel mximo e

    o nvel mnimo de operao da caixa (faixa de ope-rao da bomba), em metros cbicos;

    Q a capacidade da bomba determinada em funoda vazo afluente de esgoto caixa coletora, emmetros cbicos por minuto;

    t o intervalo de tempo entre duas partidas conse-cutivas do motor, em minutos.

    5.1.6.8 Recomenda-se que o intervalo entre duas partidasconsecutivas do motor no seja inferior a 10 min, no sen-tido de se preservar os equipamentos eletromecnicosde freqentes esforos de partida.

    5.1.6.9 Recomenda-se que a capacidade da bomba sejaconsiderada como sendo, no mnimo, igual a duas vezesa vazo afluente de esgoto sanitrio.

    5.1.6.10 O volume total obtido pelo volume til somadoqueles ocupados pelas bombas (se forem do tiposubmersvel), tubulaes e acessrios da instalao quese encontrem no interior da caixa coletora

    5.1.6.11 O tempo de deteno do esgoto na caixa coletorapode ser determinado a partir da seguinte equao:

    qVd t =

    onde:

    d o tempo de deteno do esgoto na caixa coletora,em minutos;

    Vt o volume total da caixa coletora, em metroscbicos;

    q a vazo mdia de esgoto afluente, em metroscbicos por minuto.

    5.1.6.12 O tempo de deteno do esgoto na caixa nodeve ultrapassar 30 min, para que no haja comprome-timento das condies de aerobiose do esgoto.

    5.2 Componentes do subsistema de ventilao

    5.2.1 Se as tubulaes do subsistema de coleta e trans-porte de esgoto sanitrio foram dimensionadas pelo m-todo hidrulico constante no anexo B, as tubulaes dosubsistema de ventilao devem ser dimensionadas pelomtodo apresentado no anexo D.

    Caso contrrio, as tubulaes do subsistema de venti-lao, devem ser dimensionadas a partir da metodologiaapresentada em 5.2.2.

    5.2.2 Devem ser adotados os seguintes critrios para odimensionamento do sistema de ventilao secundria:

    a) ramal de ventilao: dimetro nominal no infe-rior aos limites determinados na tabela 8;

    b) tubo ventilador de circuito: dimetro nominal noinferior aos limites determinados na tabela 2;

    c) tubo ventilador complementar: dimetro nominalno inferior metade do dimetro do ramal de esgotoa que estiver ligado;

    d) coluna de ventilao: dimetro nominal de acordocom as indicaes da tabela 2. Inclui-se no com-primento da coluna de ventilao, o trecho do tuboventilador primrio entre o ponto de insero dacoluna e a extremidade aberta do tubo ventilador;

    e) barrilete de ventilao: dimetro nominal de cadatrecho de acordo com a tabela 2, sendo que o nmerode UHC de cada trecho a soma das unidades detodos os tubos de queda servidos pelo trecho, e ocomprimento a considerar o mais extenso, da baseda coluna de ventilao mais distante da extremi-dade aberta do barrilete, at essa extremidade;

    f) tubo ventilador de alvio: dimetro nominal igualao dimetro nominal da coluna de ventilao a queestiver ligado.

  • NBR 8160:1999 21

    Tabela 8 - Dimensionamento de ramais de ventilao

    Grupo de aparelhos sem bacias sanitrias Grupo de aparelhos com bacias sanitrias

    Nmero de unidades de Dimetro nominal do Nmero de unidades de Dimetro nominal doHunter de contribuio ramal de ventilao Hunter de contribuio ramal de ventilao

    At 12 40 At 17 50

    13 a 18 50 18 a 60 75

    19 a 36 75 - -

    6 ExecuoOs sistemas prediais de esgoto sanitrio devem serexecutados de acordo com o projeto, de forma a garantiro atendimento aos requisitos de desempenho conforme4.2.

    No anexo E so apresentados alguns procedimentos ecuidados a serem tomados quando da execuo dossistemas prediais de esgoto sanitrio.

    No anexo G so apresentados os procedimentos deensaios de recebimento do sistema.

    As tubulaes aparentes do sistema predial de esgotosanitrio devem ser pintadas conforme a NBR 6493

    7 ManutenoOs componentes do sistema predial de esgoto sanitriodevem ser mantidos estanques ao ar (exceto os terminaisdas colunas de ventilao ou tubo ventilador primrio) e gua, limpos e desobstrudos, de forma a garantir, aolongo do tempo de uso, o mximo de eficincia.

    Dessa forma, recomendada a verificao peridica dosistema, a fim de identificar pontos passveis de manu-teno.

    No anexo F so apresentados alguns procedimentos ecuidados a serem tomados na manuteno dos sistemasprediais de esgoto sanitrio.

    8 Qualidade3)

    8.1 Consideraes gerais

    8.1.1 Para a obteno da qualidade do sistema predialde esgoto sanitrio devem ser definidas as responsa-bilidades dos intervenientes no processo e estabelecidosos procedimentos bsicos para a garantia da qualidade.

    8.1.2 A qualidade do sistema deve ser garantida em todasas fases do sistema, compreendendo: projeto, material,execuo, uso, operao e manuteno.

    8.2 Responsabilidades dos intervenientes

    Para cada interveniente, de 8.2.1 a 8.2.8, cabem as res-ponsabilidades descritas a seguir:

    8.2.1 Empreendedor

    a) fornecer as diretrizes bsicas do empreendimento;b) estabelecer as diretrizes oramentrias.

    8.2.2 Contratante

    a) definir os requisitos de desempenho;b) estabelecer os critrios de aceitao do projeto;

    c) estabelecer os critrios de aceitao aps a exe-cuo;

    d) gerenciar a qualidade do sistema;

    e) orientar os responsveis na utilizao dos manuaisde uso, operao e manuteno; e

    f) fornecer o manual de uso, operao e manutenoao usurio final da edificao.

    8.2.3 Projetista

    a) elaborar o projeto nas suas diversas fases con-forme contratado, de acordo com esta Norma;

    b) assessorar o executor na elaborao do projetopara produo;

    c) elaborar o projeto como construdo;

    d) assessorar o executor na elaborao dos manuaisde uso, operao e manuteno.

    8.2.4 Executor

    a) elaborar o projeto para produo;b) realizar as atividades de execuo conforme asespecificaes de projeto e normas pertinentes;

    c) exigir dos fornecedores de componentes que osprodutos atendam s normas;

    d) realizar os ensaios de recebimento do sistema;

    e) obter aprovao prvia do projetista, para alte-raes no projeto que se fizerem necessrias porcondies de constructibilidade do sistema;

    f) registrar e fornecer ao projetista as alteraes reali-zadas no projeto;

    g) elaborar os manuais de uso, operao e manu-teno.

    3) Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBQP) - Subprograma Setorial da Qualidade e Produtividade, elaborado pelo sub-

    comit da Indstria da Construo Civil, 1992.

  • 22 NBR 8160:1999

    8.2.5 Fornecedor de componentes

    a) fornecer as especificaes tcnicas dos produtos;

    b) fornecer produtos que atendam s normas.

    8.2.6 rgos pblicos

    a) definir critrios aos quais o sistema deva atender;

    b) definir as diretrizes construtivas para a ligaocom a rede pblica.

    8.2.7 Usurio

    a) seguir as recomendaes do manual de uso, ope-rao e manuteno.

    8.2.8 Gestor do sistema

    a) realizar as intervenes necessrias;

    b) seguir as recomendaes do manual de uso, ope-rao e manuteno.

    8.3 Procedimentos para garantia da qualidade

    Os contratos para a garantia da qualidade dos sistemasprediais de esgoto sanitrio devem relacionar cada fasemencionada de 8.3.1 a 8.3.3.

    8.3.1 Projeto

    8.3.1.1 Controle do processo

    a) estudo das alternativas de traados;

    b) verificao do atendimento ao programa de ne-cessidades;

    c) verificao do atendimento s normas;

    d) compatibilizao com os demais subsistemas;

    e) anlise crtica do dimensionamento;

    f) verificao da facilidade de execuo e de manu-teno;

    g) verificao da adequabilidade do detalhamentoda documentao e dos elementos grficos, tendoem vista as condies de facilidade de execuo dosistema;

    h) registro das no-conformidades encontradas, edas solues adotadas, de forma a poder retro-alimentar as diretrizes iniciais.

    8.3.1.2 Controle do produto

    a) compatibilizao com os demais subsistemas;

    b) verificao da facilidade de construo e de manu-teno;

    c) verificao da adequabilidade do detalhamentoda documentao e dos elementos grficos, tendoem vista as exigncias de facilidade de execuo dosistema; e

    d) registro das no-conformidades encontradas edas solues adotadas, de forma a poder retro-alimentar as diretrizes iniciais.

    8.3.2 Execuo

    8.3.2.1 Controle do processo

    a) verificao do atendimento ao projeto;

    b) verificaes peridicas (lista de verificaes dasatividades de execuo) dos pontos de controle esta-belecidos em funo das particularidades do sis-tema;

    c) verificao do atendimento s normas;

    d) registro das alteraes efetuadas, de modo apossibilitar a elaborao do projeto como cons-trudo;

    e) registro das no-conformidades encontradas edas solues adotadas, de forma a poder retro-ali-mentar as diretrizes iniciais.

    8.3.2.2 Controle do produto

    a) verificao da adequabilidade do detalhamentoda documentao e dos elementos grficos, tendoem vista as exigncias de facilidade de manutenodo sistema;

    b) realizao dos ensaios de recebimento;

    c) registro das no-conformidades encontradas e dassolues adotadas, de forma a poder retroalimentaras diretrizes iniciais.

    8.3.3 Uso, operao e manuteno

    8.3.3.1 Verificao do atendimento s prescries dosmanuais de uso, operao e manuteno do proprietrioe do usurio.

    8.3.3.2 Registro das no-conformidades encontradas edas solues adotadas, de forma a retroalimentar asdiretrizes iniciais de projeto e execuo.

    /ANEXO A

  • NBR 8160:1999 23

    Anexo A (informativo)Simbologia

    RALO SIFONADO (RS)

    CAIXA DE INSPEO (CI)

    CAIXA RETENTORA(ESPECIFICAR O TIPO DE CAIXA)

    VAA - VLVULA DE ADMISSO DE AR

    RALO SECO (R)

    CAIXA SIFONADA (CS)

    CAIXA RETENTORA DE GORDURA(SIMPLES) (CGS)

    CAIXA RETENTORA DE GORDURA(DUPLA) (CGD)

    TANQUE SPTICO

    CAIXA DE PASSAGEM (CPs)

    VLVULA DE RETENO (VR)

    /ANEXO B

  • 24 NBR 8160:1999

    Anexo B (normativo)Dimensionamento das tubulaes do subsistema de coleta e transporte

    de esgotos sanitrios - Mtodo hidrulico4)

    B.1 Condies geraiss

    O roteiro detalhado em B.2 refere-se ao dimensiona-mento das tubulaes do subsistema de coleta e trans-porte de esgoto sanitrio, quais sejam: ramal de des-carga, ramal de esgoto, tubo de queda, subcoletor e co-letor predial, considerando o escoamento em regimepermanente.

    B.2 Roteiro de clculo

    B.2.1 Dimensionamento do tubo de queda

    B.2.1.1 O dimetro do tubo de queda pode ser determinadoa partir da seguinte equao:

    5/8

    3/83/80,116

    toQ n

    D TqTq = ... (1)

    onde:

    DTq o dimetro interno do tubo de queda, emmetros;

    QTq a vazo de projeto no tubo de queda, em litrospor segundo;

    n o coeficiente de Manning, em s/m1/3 ;

    to a taxa de ocupao de gua durante o escoa-mento no tubo de queda, parmetro admensional.

    B.2.1.2 A vazo de projeto no tubo de queda pode serobtida atravs da seguinte equao:

    =(= n

    1 i ii ) qm QTq ... (2)

    onde:

    n o nmero de tipos de aparelhos sanitrios notrecho considerado;

    mi o nmero de aparelhos sanitrios, do tipo i, aserem considerados em uso simultneo, para umdado fator de falha;

    qi a vazo de contribuio do aparelho sanitriodo tipo i, em litros por segundo.

    NOTAS

    1 Neste somatrio, o valor de m obtido em um conjunto detabelas B.1, B.2 e B.3, as quais foram elaboradas atravs daaplicao da distribuio binomial de probabilidades.

    2 A utilizao das referidas tabelas requer o estabelecimento dopercentual de falhas que se deseja trabalhar.

    3 Faz-se necessrio, igualmente, em funo das caractersticasdo tipo de aparelho sanitrio (freqncia de uso e geometria),definir o tempo de descarga mdia entre descargas conse-cutivas, assim como a durao mdia da descarga.

    B.2.1.3 Tendo-se o nmero total n de aparelhos sanitriosinstalados do tipo em questo, obtm-se ento o valorde m.

    Por exemplo, deve-se considerar que existam 35 apa-relhos sanitrios de um determinado tipo instalados, ondeo intervalo de tempo mdio entre duas descargas de15 min, a durao mdia de descarga de 10 s e o fatorde falha for de 5,0%.

    Com os dados acima, conforme valores indicados natabela B.3 c), obtm-se m

    x = 2.

    Tal procedimento deve ser repetido para cada tipo deaparelho sanitrio. O valor de qi caracterstico paracada tipo de aparelho sanitrio.

    B.2.1.4 A tabela B.4 indica valores mdios de vazesunitrias para alguns tipos de aparelhos sanitrios.

    Todavia, prioritariamente devem ser considerados osvalores especificados pelos fabricantes quando este foro caso.

    O valor de to (a frao da seo transversal do tubo dequeda respectivo ao anel de gua), pode ser expressoda seguinte forma:

    Tq

    e

    SSto =

    ... (3)

    onde:

    to a frao da seo transversal do tubo de queda;

    Se a rea da seo transversal da coroa circular

    por onde escoa a gua no tubo de queda;

    STq a rea da seo transversal do tubo de queda.

    Uma vez que o escoamento anular deve ser mantido, ovalor de to deve ser inferior a 1/3.

    B.2.1.5 Na tabela B.5 so apresentados alguns valoreslimites de vazo no tubo de queda, em litros por segundo,permitindo a determinao direta do dimetro do tubo dequeda aps o clculo da vazo de projeto e definio dataxa de ocupao, para n = 0,010 (tubulao plstica).

    4) Graa, M.E.A., Gonalves, O.M., Montenegro, M.H., cujas referncias esto indicadas no anexo H.

  • NBR 8160:1999 25

    Tabela B.1 - Nmero de aparelhos a serem considerados em uso simultneo - = 1,0%a) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 5 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2

    n = 3 1 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3 3

    n = 4 1 2 2 2 3 3 4 4 4 4 4 4

    n = 5 2 2 2 3 3 4 4 5 5 5 5 5

    n = 6 2 2 3 3 3 4 5 6 6 6 6 6

    n = 7 2 2 3 3 4 5 5 7 7 7 7 7

    n = 8 2 3 3 4 4 5 6 8 8 8 8 8

    n = 9 2 3 3 4 4 5 6 9 9 9 9 9

    n = 10 2 3 4 4 5 6 7 10 10 10 10 10

    n = 11 2 3 4 4 5 6 7 11 11 11 11 11

    n = 12 2 3 4 5 5 7 8 12 12 12 12 12

    n = 13 2 3 4 5 6 7 8 13 13 13 13 13

    n = 14 3 4 4 5 6 8 9 14 14 14 14 14

    n = 15 3 4 5 5 6 8 9 15 15 15 15 15

    n = 16 3 4 5 6 7 8 10 16 16 16 16 16

    n = 17 3 4 5 6 7 9 10 17 17 17 17 17

    n = 18 3 4 5 6 7 9 11 18 18 18 18 18

    n = 19 3 4 5 6 7 9 11 19 19 19 19 19

    n = 20 3 4 6 7 8 10 12 20 20 20 20 20

    n = 25 3 5 6 8 9 12 14 25 25 25 25 25

    n = 30 4 6 7 9 10 13 16 30 30 30 30 30

    n = 35 4 6 8 10 11 15 18 35 35 35 35 35

    n = 40 5 7 9 11 13 17 20 40 40 40 40 40

    n = 45 5 7 10 12 14 18 23 45 45 45 45 45

    n = 50 5 8 10 13 15 20 25 50 50 50 50 50

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • 26 NBR 8160:1999

    b) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 10 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 2 2 2 2 3 3 3 3 3

    n = 4 1 1 2 2 2 2 3 4 4 4 4 4

    n = 5 1 2 2 2 2 3 3 5 5 5 5 5

    n = 6 1 2 2 2 2 3 3 6 6 6 6 6

    n = 7 1 2 2 2 3 3 4 6 7 7 7 7

    n = 8 1 2 2 3 3 4 4 7 8 8 8 8

    n = 9 1 2 2 3 3 4 4 8 8 9 9 9

    n = 10 2 2 3 3 3 4 5 9 9 10 10 10

    n = 11 2 2 3 3 3 4 5 9 10 11 11 11

    n = 12 2 2 3 3 4 5 5 10 11 11 12 12

    n = 13 2 2 3 3 4 5 6 11 11 12 13 13

    n = 14 2 3 3 4 4 5 6 11 12 13 14 14

    n = 15 2 3 3 4 4 5 6 12 13 14 15 15

    n = 16 2 3 3 4 4 5 7 13 14 15 16 16

    n = 17 2 3 3 4 5 6 7 13 14 15 16 17

    n = 18 2 3 4 4 5 6 7 14 15 16 17 18

    n = 19 2 3 4 4 5 6 7 14 16 17 18 19

    n = 20 2 3 4 4 5 6 8 15 17 18 19 20

    n = 25 2 3 4 5 6 7 9 18 20 22 23 25

    n = 30 3 4 5 6 7 8 10 21 24 26 28 29

    n = 35 3 4 5 6 7 9 11 24 27 29 32 34

    n = 40 3 5 6 7 8 10 13 27 30 33 36 38

    n = 45 3 5 6 7 9 11 14 30 34 37 40 43

    n = 50 3 5 7 8 9 12 15 33 37 41 44 47

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • NBR 8160:1999 27

    c) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 15 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 3

    n = 4 1 1 1 2 2 2 2 4 4 4 4 4

    n = 5 1 1 2 2 2 2 3 4 4 5 5 5

    n = 6 1 1 2 2 2 2 3 5 5 5 6 6

    n = 7 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 6 7

    n = 8 1 2 2 2 2 3 3 6 6 7 7 7

    n = 9 1 2 2 2 3 3 4 6 7 7 8 8

    n = 10 1 2 2 2 3 3 4 7 8 8 9 9

    n = 11 1 2 2 3 3 3 4 7 8 9 9 10

    n = 12 1 2 2 3 3 4 4 8 9 9 10 10

    n = 13 1 2 2 3 3 4 5 8 9 10 11 11

    n = 14 2 2 3 3 3 4 5 9 10 11 11 12

    n = 15 2 2 3 3 3 4 5 9 10 11 12 13

    n = 16 2 2 3 3 4 4 5 10 11 12 13 13

    n = 17 2 2 3 3 4 5 5 10 11 12 13 14

    n = 18 2 2 3 3 4 5 6 11 12 13 14 15

    n = 19 2 2 3 3 4 5 6 11 12 13 14 15

    n = 20 2 2 3 4 4 5 6 12 13 14 15 16

    n = 25 2 3 3 4 5 6 7 14 15 17 18 19

    n = 30 2 3 4 4 5 7 8 16 18 20 21 23

    n = 35 2 3 4 5 6 7 9 18 20 22 24 26

    n = 40 2 4 5 5 6 8 10 20 23 25 27 29

    n = 45 3 4 5 6 7 9 10 23 25 28 30 33

    n = 50 3 4 5 6 7 9 11 25 28 30 33 36

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • 28 NBR 8160:1999

    d) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 20 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 3

    n = 4 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4

    n = 5 1 1 1 2 2 2 2 4 4 4 4 5

    n = 6 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5

    n = 7 1 1 2 2 2 2 3 5 5 5 6 6

    n = 8 1 1 2 2 2 3 3 5 5 6 6 7

    n = 9 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7

    n = 10 1 2 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8

    n = 11 1 2 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8

    n = 12 1 2 2 2 3 3 4 7 7 8 8 9

    n = 13 1 2 2 2 3 3 4 7 8 8 9 10

    n = 14 1 2 2 3 3 3 4 8 8 9 10 10

    n = 15 1 2 2 3 3 4 4 8 9 9 10 11

    n = 16 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 11

    n = 17 1 2 2 3 3 4 5 9 10 10 11 12

    n = 18 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 12

    n = 19 2 2 3 3 3 4 5 9 10 11 12 13

    n = 20 2 2 3 3 3 4 5 10 11 12 13 13

    n = 25 2 2 3 3 4 5 6 12 13 14 15 16

    n = 30 2 3 3 4 4 5 7 13 15 16 18 19

    n = 35 2 3 4 4 5 6 7 15 17 18 20 21

    n = 40 2 3 4 5 5 7 8 17 19 20 22 24

    n = 45 2 3 4 5 6 7 9 18 20 23 25 27

    n = 50 2 3 4 5 6 8 9 20 22 25 27 29

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • NBR 8160:1999 29

    e) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 25 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3

    n = 4 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 4

    n = 5 1 1 1 1 2 2 2 3 4 4 4 4

    n = 6 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5

    n = 7 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5

    n = 8 1 1 2 2 2 2 3 5 5 5 6 6

    n = 9 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 6

    n = 10 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7

    n = 11 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 7

    n = 12 1 2 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8

    n = 13 1 2 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8

    n = 14 1 2 2 2 3 3 4 7 7 8 8 9

    n = 15 1 2 2 2 3 3 4 7 8 8 9 9

    n = 16 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10

    n = 17 1 2 2 2 3 3 4 8 8 9 10 10

    n = 18 1 2 2 3 3 4 4 8 9 9 10 11

    n = 19 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 11

    n = 20 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 12

    n = 25 2 2 3 3 3 4 5 10 11 12 13 14

    n = 30 2 2 3 3 4 5 6 11 13 14 15 16

    n = 35 2 3 3 4 4 5 6 13 14 16 17 18

    n = 40 2 9 9 4 5 6 7 14 16 17 19 20

    n = 45 2 3 4 4 5 6 7 16 17 19 21 23

    n = 50 2 3 4 5 5 7 8 17 19 21 23 25

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal predial.

  • 30 NBR 8160:1999

    f) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 30 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3

    n = 5 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4

    n = 6 1 1 1 1 2 2 2 3 4 4 4 4

    n = 7 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5

    n = 8 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5

    n = 9 1 1 1 2 2 2 3 4 5 5 5 6

    n = 10 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 6

    n = 11 1 1 2 2 2 2 3 5 6 6 6 7

    n = 12 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7

    n = 13 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8

    n = 14 1 2 2 2 2 3 3 6 6 7 8 8

    n = 15 1 2 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8

    n = 16 1 2 2 2 2 3 4 7 7 8 8 9

    n = 17 1 2 2 2 3 3 4 7 7 8 9 9

    n = 18 1 2 2 2 3 3 4 7 8 8 9 10

    n = 19 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10

    n = 20 1 2 2 2 3 3 4 8 8 9 10 10

    n = 25 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 12

    n = 30 2 2 3 3 3 4 5 10 11 12 13 14

    n = 35 2 2 3 3 4 5 6 11 13 14 15 16

    n = 40 2 2 3 4 4 5 6 13 14 15 17 18

    n = 45 2 3 3 4 4 6 7 14 15 17 18 20

    n = 50 2 3 3 4 5 6 7 15 17 18 20 22

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • NBR 8160:1999 31

    g) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 40 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3

    n = 5 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3

    n = 6 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 4 4

    n = 7 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4

    n = 8 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5

    n = 9 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5

    n = 10 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5

    n = 11 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6

    n = 12 1 1 1 2 2 2 3 5 5 5 6 6

    n = 13 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 6

    n = 14 1 1 2 2 2 2 3 5 6 6 6 7

    n = 15 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7

    n = 16 1 1 2 2 2 3 3 5 6 7 7 7

    n = 17 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 7

    n = 18 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8

    n = 19 1 2 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8

    n = 20 1 2 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9

    n = 25 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 10 10

    n = 30 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 12

    n = 35 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13

    n = 40 2 2 3 3 3 4 5 10 11 13 14 15

    n = 45 2 2 3 3 4 5 6 11 13 14 15 16

    n = 50 2 2 3 3 4 5 6 12 14 15 16 17

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • 32 NBR 8160:1999

    h) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 50 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3

    n = 5 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3

    n = 6 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3

    n = 7 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 4 4

    n = 8 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4

    n = 9 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4

    n = 10 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 4 5

    n = 11 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5

    n = 12 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5

    n = 13 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6

    n = 14 1 1 1 2 2 2 3 4 5 5 6 6

    n = 15 1 1 1 2 2 2 3 5 5 5 6 6

    n = 16 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 7

    n = 17 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 7

    n = 18 1 1 2 2 2 2 3 5 6 6 7 7

    n = 19 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 7 7

    n = 20 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8

    n = 25 1 2 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9

    n = 30 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10

    n = 35 1 2 2 3 3 4 4 8 9 10 11 11

    n = 40 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13

    n = 45 2 2 3 3 3 4 5 10 11 12 13 14

    n = 50 2 2 3 3 3 4 5 10 12 13 14 15

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • NBR 8160:1999 33

    i) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 60 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3

    n = 6 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3

    n = 7 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3

    n = 8 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 4 4

    n = 9 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4

    n = 10 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4

    n = 11 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5

    n = 12 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5

    n = 13 1 1 1 1 2 2 2 4 4 5 5 5

    n = 14 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5

    n = 15 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6

    n = 16 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6

    n = 17 1 1 1 2 2 2 3 5 5 5 6 6

    n = 18 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 6

    n = 19 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 7

    n = 20 1 1 2 2 2 2 3 5 5 6 6 7

    n = 25 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8

    n = 30 1 2 2 2 2 3 3 7 7 8 8 9

    n = 35 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10

    n = 40 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 10 11

    n = 45 1 2 2 3 3 4 4 9 9 10 11 12

    n = 50 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • 34 NBR 8160:1999

    Tabela B.2 - Nmero de aparelhos a serem considerados em uso simultneo - = 2,5%a) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 5 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3

    n = 4 1 1 2 2 2 3 3 4 4 4 4 4

    n = 5 1 2 2 2 3 3 4 5 5 5 5 5

    n = 6 1 2 2 3 3 4 4 6 6 6 6 6

    n = 7 1 2 3 3 3 4 5 7 7 7 7 7

    n = 8 2 2 3 3 4 5 5 8 8 8 8 8

    n = 9 2 2 3 3 4 5 6 9 9 9 9 9

    n = 10 2 2 3 4 4 5 6 10 10 10 10 10

    n = 11 2 3 3 4 4 6 7 11 11 11 11 11

    n = 12 2 3 4 4 5 6 7 12 12 12 12 12

    n = 13 2 3 4 4 5 6 8 13 13 13 13 13

    n = 14 2 3 4 5 5 7 8 14 14 14 14 14

    n = 15 2 3 4 5 6 7 9 15 15 15 15 15

    n = 16 2 3 4 5 6 8 9 16 16 16 16 16

    n = 17 2 3 4 5 6 8 10 17 17 17 17 17

    n = 18 2 4 5 5 6 8 10 18 18 18 18 18

    n = 19 2 4 5 6 7 9 10 19 19 19 19 19

    n = 20 3 4 5 6 7 9 11 20 20 20 20 20

    n = 25 3 4 6 7 8 11 13 25 25 25 25 25

    n = 30 3 5 7 8 9 12 15 30 30 30 30 30

    n = 35 4 6 7 9 10 14 17 35 35 35 35 35

    n = 40 4 6 8 10 12 16 19 40 40 40 40 40

    n = 45 4 7 9 11 13 17 21 45 45 45 45 45

    n = 50 5 7 9 12 14 19 23 50 50 50 50 50

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • NBR 8160:1999 35

    b) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 10 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3 3 3

    n = 4 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 4 4

    n = 5 1 1 1 2 2 2 3 5 5 5 5 5

    n = 6 1 1 2 2 2 3 3 5 6 6 6 6

    n = 7 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 7

    n = 8 1 2 2 2 2 3 4 7 7 8 8 8

    n = 9 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 9

    n = 10 1 2 2 2 3 4 4 8 9 9 10 10

    n = 11 1 2 2 3 3 4 4 9 9 10 11 11

    n = 12 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 12

    n = 13 1 2 2 3 3 4 5 10 11 12 12 13

    n = 14 1 2 3 3 3 4 5 11 12 13 13 14

    n = 15 2 2 3 3 4 5 6 11 12 13 14 15

    n = 16 2 2 3 3 4 5 6 12 13 14 15 16

    n = 17 2 2 3 3 4 5 6 12 14 15 16 17

    n = 18 2 2 3 4 4 5 6 13 14 16 17 18

    n = 19 2 2 3 4 4 5 7 14 15 16 18 19

    n = 20 2 3 3 4 4 6 7 14 16 17 18 20

    n = 25 2 3 4 4 5 7 8 17 19 21 23 24

    n = 30 2 3 4 5 6 8 9 20 23 25 27 29

    n = 35 2 4 5 6 6 9 10 23 26 29 31 33

    n = 40 3 4 5 6 7 9 12 26 29 32 35 38

    n = 45 3 4 5 7 8 10 13 29 33 36 39 42

    n = 50 3 5 6 7 8 11 14 32 36 40 43 46

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • 36 NBR 8160:1999

    c) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 15 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3

    n = 4 1 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4

    n = 5 1 1 1 1 2 2 2 4 4 4 5 5

    n = 6 1 1 1 2 2 2 2 4 5 5 5 6

    n = 7 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 6

    n = 8 1 1 2 2 2 2 3 5 6 6 7 7

    n = 9 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8

    n = 10 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9

    n = 11 1 1 2 2 2 3 4 7 7 8 9 9

    n = 12 1 2 2 2 3 3 4 7 8 9 9 10

    n = 13 1 2 2 2 3 3 4 8 9 9 10 11

    n = 14 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 11

    n = 15 1 2 2 3 3 4 4 9 10 10 11 12

    n = 16 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13

    n = 17 1 2 2 3 3 4 5 10 11 12 12 13

    n = 18 1 2 2 3 3 4 5 10 11 12 13 14

    n = 19 1 2 2 3 3 4 5 10 12 13 14 15

    n = 20 1 2 3 3 3 4 5 11 12 13 14 15

    n = 25 2 2 3 3 4 5 6 13 15 16 17 19

    n = 30 2 3 3 4 4 6 7 15 17 19 20 22

    n = 35 2 3 4 4 5 6 8 17 19 21 23 25

    n = 40 2 3 4 5 5 7 9 19 22 24 26 28

    n = 45 2 3 4 5 6 8 9 21 24 27 29 31

    n = 50 2 3 5 5 6 8 10 23 26 29 32 35

    NOTA - n nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • NBR 8160:1999 37

    d) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 20 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3

    n = 4 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 4

    n = 5 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4

    n = 6 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5

    n = 7 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 5

    n = 8 1 1 1 2 2 2 2 5 5 5 6 6

    n = 9 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7

    n = 10 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7

    n = 11 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 7 8

    n = 12 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8

    n = 13 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9

    n = 14 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 9

    n = 15 1 2 2 2 2 3 4 7 8 9 9 10

    n = 16 1 2 2 2 3 3 4 8 8 9 10 11

    n = 17 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 10 11

    n = 18 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 12

    n = 19 1 2 2 2 3 4 4 9 10 10 11 12

    n = 20 1 2 2 3 3 4 4 9 10 11 12 13

    n = 25 1 2 2 3 3 4 5 11 12 13 14 15

    n = 30 2 2 3 3 4 5 6 12 14 15 17 18

    n = 35 2 2 3 4 4 5 6 14 16 17 19 20

    n = 40 2 3 3 4 4 6 7 16 17 19 21 23

    n = 45 2 3 4 4 5 6 8 17 19 21 23 25

    n = 50 2 3 4 5 5 7 8 19 21 23 26 28

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • 38 NBR 8160:1999

    e) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 25 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3

    n = 5 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4

    n = 6 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4

    n = 7 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5

    n = 8 1 1 1 1 2 2 2 4 4 5 5 5

    n = 9 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6

    n = 10 1 1 1 2 2 2 2 5 5 6 6 6

    n = 11 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7

    n = 12 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7

    n = 13 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 7 8

    n = 14 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8

    n = 15 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9

    n = 16 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9

    n = 17 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 10

    n = 18 1 1 2 2 2 3 4 7 8 9 9 10

    n = 19 1 2 2 2 2 3 4 7 8 9 10 10

    n = 20 1 2 2 2 3 3 4 8 9 9 10 11

    n = 25 1 2 2 3 3 4 4 9 10 11 12 13

    n = 30 1 2 2 3 3 4 5 11 12 13 14 15

    n = 35 1 2 3 3 4 5 6 12 13 15 16 17

    n = 40 2 2 3 3 4 5 6 12 15 16 18 19

    n = 45 2 2 3 4 4 5 7 14 16 18 20 21

    n = 50 2 3 3 4 5 6 7 16 18 20 22 23

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • NBR 8160:1999 39

    f) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 30 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3

    n = 5 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3

    n = 6 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4

    n = 7 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4

    n = 8 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5

    n = 9 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5

    n = 10 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6

    n = 11 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6

    n = 12 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7

    n = 13 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 6 7

    n = 14 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7

    n = 15 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 7 8

    n = 16 1 1 2 2 2 3 3 6 6 7 8 8

    n = 17 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8

    n = 18 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9

    n = 19 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9

    n = 20 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 10

    n = 25 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 11

    n = 30 1 2 2 3 3 4 4 9 10 11 12 13

    n = 35 1 2 2 3 3 4 5 10 12 13 14 15

    n = 40 1 2 3 3 3 4 5 12 13 14 16 17

    n = 45 2 2 3 3 4 5 6 13 14 16 17 19

    n = 50 2 2 3 3 4 5 6 14 15 17 19 20

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • 40 NBR 8160:1999

    g) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 40 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 3

    n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3

    n = 6 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3

    n = 7 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4

    n = 8 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4

    n = 9 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4

    n = 10 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5

    n = 11 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5

    n = 12 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5

    n = 13 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6

    n = 14 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6

    n = 15 1 1 1 2 2 2 2 5 5 6 6 6

    n = 16 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7

    n = 17 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7

    n = 18 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7

    n = 19 1 1 1 2 2 2 3 5 6 7 7 8

    n = 20 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 7 8

    n = 25 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9

    n = 30 1 2 2 2 2 3 4 8 8 9 10 11

    n = 35 1 2 2 2 3 3 4 9 9 10 11 12

    n = 40 1 2 2 3 3 4 4 9 10 12 13 14

    n = 45 1 2 2 3 3 4 5 10 11 13 14 15

    n = 50 1 2 2 3 3 4 5 11 12 14 15 16

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • NBR 8160:1999 41

    h) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 50 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3

    n = 6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3

    n = 7 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3

    n = 8 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 4

    n = 9 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4

    n = 10 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4

    n = 11 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4

    n = 12 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 4 5

    n = 13 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5

    n = 14 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5

    n = 15 1 1 1 1 2 2 2 4 4 5 5 6

    n = 16 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6

    n = 17 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6

    n = 18 1 1 1 1 2 2 2 5 5 5 6 6

    n = 19 1 1 1 2 2 2 2 5 5 6 6 7

    n = 20 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 7

    n = 25 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 8 8

    n = 30 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9

    n = 35 1 1 2 2 2 3 4 7 8 9 10 10

    n = 40 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 10

    n = 45 1 2 2 2 3 4 4 9 10 11 12 13

    n = 50 1 2 2 3 3 4 5 9 11 12 13 14

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • 42 NBR 8160:1999

    i) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 60 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3

    n = 7 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3

    n = 8 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3

    n = 9 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4

    n = 10 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4

    n = 11 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4

    n = 12 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4

    n = 13 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5

    n = 14 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5

    n = 15 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5

    n = 16 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5

    n = 17 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5

    n = 18 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6

    n = 19 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 5 6

    n = 20 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6

    n = 25 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7

    n = 30 1 1 2 2 2 2 3 6 6 7 8 8

    n = 35 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 9 9

    n = 40 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10

    n = 45 1 2 2 2 2 3 4 8 9 9 10 11

    n = 50 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 11 12

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • NBR 8160:1999 43

    Tabela B3 - Nmero de aparelhos a serem considerados em uso simultneo - = 5,0%a) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 5 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 2 2 2 3 3 3 3 3

    n = 4 1 1 2 2 2 3 3 4 4 4 4 4

    n = 5 1 1 2 2 2 3 3 5 5 5 5 5

    n = 6 1 2 2 2 3 3 4 6 6 6 6 6

    n = 7 1 2 2 3 3 4 4 7 7 7 7 7

    n = 8 1 2 2 3 3 4 5 8 8 8 8 8

    n = 9 1 2 3 3 3 4 5 9 9 9 9 9

    n = 10 1 2 3 3 4 5 6 10 10 10 10 10

    n = 11 2 2 3 3 4 5 6 11 11 11 11 11

    n = 12 2 2 3 4 4 6 7 12 12 12 12 12

    n = 13 2 3 3 4 5 6 7 13 13 13 13 13

    n = 14 2 3 3 4 5 6 8 14 14 14 14 14

    n = 15 2 3 4 4 5 7 8 15 15 15 15 15

    n = 16 2 3 4 5 5 7 8 16 16 16 16 16

    n = 17 2 3 4 5 6 7 9 17 17 17 17 17

    n = 18 2 3 4 5 6 8 9 18 18 18 18 18

    n = 19 2 3 4 5 6 8 10 19 19 19 19 19

    n = 20 2 3 4 5 6 8 10 20 20 20 20 20

    n = 25 2 4 5 6 7 10 12 25 25 25 25 25

    n = 30 3 4 6 7 9 12 14 30 30 30 30 30

    n = 35 3 5 7 8 10 13 16 35 35 35 35 35

    n = 40 3 5 7 9 11 15 18 40 40 40 40 40

    n = 45 4 6 8 10 12 16 20 45 45 45 45 45

    n = 50 4 6 9 11 13 18 22 50 50 50 50 50

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • 44 NBR 8160:1999

    b) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 10 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3 3

    n = 4 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 4 4

    n = 5 1 1 1 1 2 2 1 4 5 5 5 5

    n = 6 1 1 1 2 2 2 3 5 5 6 6 6

    n = 7 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 7 7

    n = 8 1 1 2 2 2 3 3 6 7 7 8 8

    n = 9 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 9

    n = 10 1 1 2 2 2 3 4 8 8 9 10 10

    n = 11 1 2 2 2 3 3 4 8 9 10 10 11

    n = 12 1 2 2 2 3 4 4 9 10 11 11 12

    n = 13 1 2 2 3 3 4 5 9 10 11 12 13

    n = 14 1 2 2 3 3 4 5 10 11 12 13 14

    n = 15 1 2 2 3 3 4 5 11 12 13 14 15

    n = 16 1 2 2 3 3 4 5 11 12 14 15 16

    n = 17 1 2 3 3 3 5 6 12 13 14 16 16

    n = 18 1 2 3 3 4 5 6 12 14 15 16 17

    n = 19 1 2 3 3 4 5 6 13 15 16 17 18

    n = 20 1 2 3 3 4 5 6 14 15 17 18 19

    n = 25 2 2 3 4 5 6 7 17 19 20 22 24

    n = 30 2 3 4 4 5 7 9 19 22 24 26 26

    n = 35 2 3 4 5 6 8 10 22 25 28 30 33

    n = 40 2 3 4 5 6 9 11 25 28 31 34 37

    n = 45 2 4 5 6 7 9 12 38 32 35 38 41

    n = 50 3 4 5 6 8 10 13 31 35 39 42 46

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • NBR 8160:1999 45

    c) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 15 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3

    n = 4 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4

    n = 5 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5

    n = 6 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5

    n = 7 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6

    n = 8 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7

    n = 9 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7

    n = 10 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 8 8

    n = 11 1 1 2 2 2 3 3 6 7 8 8 9

    n = 12 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9

    n = 13 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10

    n = 14 1 1 2 2 2 3 4 8 8 9 10 11

    n = 15 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 11

    n = 16 1 1 2 2 3 3 4 8 9 10 11 12

    n = 17 1 2 2 2 3 3 4 9 10 11 12 13

    n = 18 1 2 2 2 3 4 4 9 10 11 12 13

    n = 19 1 2 2 2 3 4 5 10 11 12 13 14

    n = 20 1 2 2 3 3 4 5 10 11 13 14 15

    n = 25 1 2 2 3 3 5 6 12 14 15 17 18

    n = 30 1 2 3 3 4 5 6 14 16 18 19 20

    n = 35 2 2 3 4 4 6 7 16 18 20 22 24

    n = 40 2 3 3 4 5 6 8 18 21 23 25 27

    n = 45 2 3 4 4 5 7 9 20 23 25 28 30

    n = 50 2 3 4 5 6 8 9 22 25 28 31 34

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • 46 NBR 8160:1999

    d) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 20 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3

    n = 5 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4

    n = 6 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 4

    n = 7 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5

    n = 8 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 5 6

    n = 9 1 1 1 1 2 2 2 4 5 5 6 6

    n = 10 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7

    n = 11 1 1 1 2 2 2 3 5 6 6 7 7

    n = 12 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 7 8

    n = 13 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 8

    n = 14 1 1 1 2 2 3 3 6 7 8 8 9

    n = 15 1 1 2 2 2 3 3 7 7 8 9 9

    n = 16 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 10

    n = 17 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 10 10

    n = 18 1 1 2 2 2 3 4 8 9 9 10 11

    n = 19 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 11

    n = 20 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 12

    n = 25 1 2 2 2 3 4 5 10 11 12 13 14

    n = 30 1 2 2 3 3 4 5 12 13 14 16 17

    n = 35 1 2 3 3 4 5 6 13 15 16 18 19

    n = 40 1 2 3 3 4 5 6 15 16 18 20 22

    n = 45 2 2 3 4 4 6 7 16 18 20 22 24

    n = 50 2 3 3 4 5 6 8 18 20 22 24 27

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • NBR 8160:1999 47

    e) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 25 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3

    n = 5 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3

    n = 6 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4

    n = 7 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 4

    n = 8 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5

    n = 9 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5

    n = 10 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 5 6

    n = 11 1 1 1 1 2 2 2 5 5 5 6 6

    n = 12 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7

    n = 13 1 1 1 1 2 2 3 5 6 6 7 7

    n = 14 1 1 1 2 2 2 3 5 6 7 7 8

    n = 15 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 8 8

    n = 16 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 8

    n = 17 1 1 1 2 2 3 3 6 7 8 8 9

    n = 18 1 1 1 2 2 3 3 7 7 8 9 9

    n = 19 1 1 2 2 2 3 3 7 8 8 9 10

    n = 20 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10

    n = 25 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 12

    n = 30 1 2 2 2 3 4 4 10 11 12 13 14

    n = 35 1 2 2 3 3 4 5 11 12 14 15 16

    n = 40 1 2 2 3 3 4 5 12 14 15 17 18

    n = 45 1 2 3 3 4 5 6 14 15 17 19 20

    n = 50 1 2 3 3 4 5 6 15 17 19 20 22

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • 48 NBR 8160:1999

    f) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 30 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3

    n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3

    n = 6 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4

    n = 7 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4

    n = 8 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 4

    n = 9 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 5

    n = 10 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5

    n = 11 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 6

    n = 12 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 6 6

    n = 13 1 1 1 1 1 2 2 5 5 5 6 6

    n = 14 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7

    n = 15 1 1 1 1 2 2 2 5 6 6 7 7

    n = 16 1 1 1 1 2 2 3 5 6 6 7 7

    n = 17 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 7 8

    n = 18 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 8 8

    n = 19 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 9

    n = 20 1 1 1 2 2 2 3 6 7 8 8 9

    n = 25 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 10 11

    n = 30 1 1 2 2 2 3 4 9 10 11 12 12

    n = 35 1 2 2 2 3 4 4 10 11 12 13 14

    n = 40 1 2 2 3 3 4 5 11 12 13 15 16

    n = 45 1 2 2 3 3 4 5 12 13 15 16 18

    n = 50 1 2 3 3 3 5 6 13 14 16 18 19

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • NBR 8160:1999 49

    g) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 40 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 3

    n = 6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3

    n = 7 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3

    n = 8 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4

    n = 9 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4

    n = 10 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4

    n = 11 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 5

    n = 12 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5

    n = 13 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5

    n = 14 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 6

    n = 15 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 5 6

    n = 16 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 6 6

    n = 17 1 1 1 1 1 2 2 5 5 6 6 6

    n = 18 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7

    n = 19 1 1 1 1 2 2 2 5 5 6 6 7

    n = 20 1 1 1 1 2 2 2 5 6 6 7 7

    n = 25 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 9

    n = 30 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10

    n = 35 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 11

    n = 40 1 1 2 2 3 3 4 9 10 11 12 13

    n = 45 1 2 2 2 3 4 4 9 11 12 13 14

    n = 50 1 2 2 3 3 4 5 10 12 13 14 15

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • 50 NBR 8160:1999

    h) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 50 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 3

    n = 7 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3

    n = 8 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3

    n = 9 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 3

    n = 10 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4

    n = 11 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 4 4

    n = 12 1 1 1 1 1 1 2 3 3 4 4 4

    n = 13 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 5

    n = 14 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 5

    n = 15 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5

    n = 16 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5

    n = 17 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 6

    n = 18 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 5 6

    n = 19 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 6 6

    n = 20 1 1 1 1 1 2 2 4 5 5 6 6

    n = 25 1 1 1 1 2 2 2 5 6 6 7 7

    n = 30 1 1 1 2 2 2 3 6 7 7 8 9

    n = 35 1 1 1 2 2 3 3 7 7 8 9 10

    n = 40 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 10 11

    n = 45 1 1 2 2 2 3 4 8 9 10 11 12

    n = 50 1 1 2 2 3 3 4 9 10 11 12 13

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • NBR 8160:1999 51

    i) Intervalo de tempo mdio entre descargas consecutivas = 60 min

    Durao mdia da(s) descarga(s) em segundos

    10 20 30 40 50 75 100 300 350 400 450 500

    n = 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

    n = 3 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2

    n = 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2

    n = 5 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 6 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2

    n = 7 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 3

    n = 8 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3 3

    n = 9 1 1 1 1 1 1 1 2 2 3 3 3

    n = 10 1 1 1 1 1 1 1 2 3 3 3 3

    n = 11 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 3 4

    n = 12 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 4 4

    n = 13 1 1 1 1 1 1 1 3 3 3 4 4

    n = 14 1 1 1 1 1 1 2 3 2 4 4 4

    n = 15 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 4

    n = 16 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 4 5

    n = 17 1 1 1 1 1 1 2 3 4 4 5 5

    n = 18 1 1 1 1 1 2 2 4 4 4 5 5

    n = 19 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5

    n = 20 1 1 1 1 1 2 2 4 4 5 5 5

    n = 25 1 1 1 1 1 2 2 5 5 6 6 6

    n = 30 1 1 1 1 2 2 2 5 6 6 7 7

    n = 35 1 1 1 2 2 2 3 6 6 7 8 8

    n = 40 1 1 1 2 2 3 3 6 7 8 9 9

    n = 45 1 1 2 2 2 3 3 7 8 9 9 10

    n = 50 1 1 2 2 2 3 3 8 8 9 10 11

    NOTA - n o nmero total de aparelhos contribuintes ao ramal de esgoto.

  • 52 NBR 8160:1999

    Tabela B.4 - Vazes unitrias dos aparelhos sanitrios1)

    Aparelho sanitrio Ponto de consumo Vazo unitriaL/s

    Bacia sanitria Caixa de descarga 0,96Vlvula de descarga 1,70

    Banheira Misturador (gua fria) 0,90Bid Misturador (gua fria) 0,40Chuveiro ou ducha Misturador (gua fria) 0,20Lavatrio Torneira ou misturador (gua fria) 0,15Mquina de lavar roupas Registro de presso 0,30ou pratosMictrio com sifo integrado Vlvula de descarga 0,50Mictrio sem sifo integrado Caixa de descarga, registro de presso 0,15

    ou vlvula de descarga para mictrioPia Torneira ou misturador (gua fria) 0,25Tanque Torneira 0,25

    1) Adaptado da NBR 5626:1998.

    Tabela B.5 - Dimetro do tubo de queda, para n = 0,010, tubulao plstica1)

    Dimenses em litros por segundo

    to Dimetro do tubo de queda (DN)

    50 75 100 150

    1/4 1,050 3,097 6,669 19,663

    7/24 1,358 4,004 8,623 25,422

    1/3 1,697 5,001 10,772 31,759

    1) Os valores de vazo de projeto no tubo de queda, referente a outros materiais, podem serobtidos multiplicando-se estes valores pelos seguintes coeficientes:

    - ferro fundido novo: 0,833 (n = 0,012);- ferro fundido usado: 0,769 (n = 0,013).

    B.2.2 Dimensionamento dos ramais de descarga, e deesgoto, subcoletores e coletor predial

    B.2.2.1 O dimetro dos ramais de descarga, ramais deesgoto, subcoletores e coletor predial pode ser calculadoa partir das expresses (4) e (5), que se referem, respecti-vamente, ao escoamento meia seo e 3/4 do dimetro:

    6,644

    -3/163/8e

    3/8

    eI Qnd =

    ... (4)

    8,32

    -3/163/8e

    3/8

    eI Qnd =

    ... (5)

    onde:

    de o dimetro do trecho considerado, em metros;

    n o coeficiente de Manning, em /3 ms ;

    Qe a vazo no trecho considerado, em litros por

    segundo;

    I a declividade do trecho considerado.

    NOTAS

    1 A declividade adotada deve obedecer s recomendaescontidas em 4.2.

    2 A vazo no ramal de descarga a mesma do aparelho sanitrioa ele conectado, isto :

    Qe = qi ... (6)

    onde:

    qi a vazo de contribuio do aparelho do tipo i.

  • NBR 8160:1999 53

    B.2.2.2 A tabela B.6 indica os valores de vazo mximano ramal de descarga, Q

    e, em funo de diversos di-

    metros nominais e declividades, sendo n = 0,010 (tubu-lao plstica), considerando-se escoamento meia se-o.

    B.2.2.3 A vazo, no caso do ramal de esgoto, ser dadapor:

    )= = i

    n

    1 i ie ( qmQ ... (7)

    onde:

    n o nmero de tipos de aparelhos sanitrios no tre-cho considerado;

    mi o nmero de aparelhos sanitrios do tipo i aserem considerados em uso simultneo, para umdado fator de falha;

    qi a vazo de contribuio do aparelho sanitriodo tipo i.

    NOTAS

    1 Para uso congestionado, o valor de mi pode ser obtido nastabelas B.1, B.2 e B.3.

    2 Para uso normal, devido s caractersticas peculiares de uti-lizao, o valor de mi deve ser estipulado pelo projetista do sis-tema predial de esgoto sanitrio e no determinado pela referidatabela, uma vez que nestes casos o nmero de aparelhos sani-trios instalados muito pequeno.

    3) Nos subcoletores, a vazo ser dada por:

    Qe = QTq ... (8)

    4) Enquanto que a vazo no coletor predial ser:

    )= =

    in

    1 i ie ( qmQ ... (9)

    onde:

    n o nmero de tipos de aparelhos sanitrios no trechoconsiderado;

    mi o nmero de aparelhos sanitrios do tipo i a seremconsiderados em uso simultneo, para um dado fator defalha;

    qi a vazo de contribuio do aparelho sanitrio do tipo i.

    Tabela B.6 - Vazo mxima no ramal de descarga, escoamento meia seo,para n = 0,010, tubulao plstica1)

    DeclividadeDN %

    1,0 1,5 2,0 3,0 4,0

    40 - - 0,416 0,507 0,585

    50 - - 0,754 0,923 1,053

    75 - - 2,210 2,704 3,120

    100 3,367 4,121 4,758 5,824 6,721

    150 9,906 12,142 14,014 17,160 19,825

    1) A vazo de projeto referente a outros materiais pode ser obtida multiplicando-se estes valores pelos seguintes coe-

    ficientes, devendo ser observada a restrio de ds ( dimetro da seo de sada do sifo) a fim de evitar o estrangu-

    lamento na sada do desconector:

    - ferro fundido novo: 0,833 (n = 0,012);- ferro fundido usado: 0,769 (n = 0,013).

    /ANEXO C

  • 54 NBR 8160:1999

    Anexo C (normativo)Modelo para verificao da suficincia de ventilao primria

    em sistemas prediais de esgoto sanitrio5)

    C.1 Condies geraisO modelo apresentado deve ser aplicado a um sistemapredial de esgoto sanitrio dotado apenas de ventilaoprimria, onde a suficincia desta deve ser avaliada.

    O modelo consta basicamente em verificar se os valoresde altura dos fechos hdricos, depresses e sobre-presses admissveis caractersticas do sistema, soultrapassados ou no.

    Matematicamente, este princpio traduzido atravs dasseguintes inequaes:

    Ha,i Hr,i

    Da,s

    Dr

    Sa,s

    Sr

    ... (1)onde:

    Ha,i perda de altura do fecho hdrico admissvel

    para o desconector i, em milmetros;

    Da,s

    depresso admissvel no sistema, em pascals;

    Sa,s

    a sobrepresso admissvel no sistema, em pas-cals;

    Hr,i a perda de altura do fecho hdrico provocada

    por auto-sifonagem, em milmetros;

    Dr a depresso mxima provocada pelos efeitos

    de sifonagem induzida, tiragem trmica e ao dovento e das variaes da presso ambiental, em pas-cals;

    Sr a sobrepresso mxima no sistema, em pas-

    cals.

    A seguir apresentado o clculo das variveis admis-sveis e resultantes que constam nas inequaes (1).C.2 Clculo das variveis admissveis e resultantesC.2.1 Variveis admissveis

    C.2.1.1 Clculo da perda de altura do fecho hdricoadmissvel (H

    a,i)Esta seqncia deve ser desenvolvida para cada des-conector:

    a) o clculo de Ha,i , cuja varivel funo da geome-

    tria do desconector e das condies climticas doambiente sanitrio, dado pela seguinte expresso:

    Ha,i = Ho,i - he,i ... (2)

    onde:

    Ha,i a perda de altura do fecho hdrico admissvel

    para o desconector i, em milmetros;

    Ho,i a altura do fecho hdrico inicial do des-

    conector i, em milmetros;

    he,i a altura do fecho hdrico perdida por evapo-

    rao no desconector i, em milmetros.

    NOTA - Alguns valores de Ho,i encontram-se na tabela C.1.

    b) o valor da altura do fecho hdrico perdida porevaporao no desconector, h

    e,i , obtido pelaseguinte expresso:

    tyCh = ) - (1 ie,ie, ... (3)

    onde:

    Ce,i o coeficiente de evaporao do desconector

    i, em mm.m2/no semana;

    a presso do vapor dgua do ar saturado natemperatura ambiente, em Pascals;

    y a umidade relativa do ar ambiente, admen-sional;

    t a durao mxima da exposio evapo-rao do fecho hdrico do desconector i, em se-manas;

    c) na tabela C.1 tambm so apresentados valoresde C

    e,i para diferentes tipos de desconectores. Osvalores de , em funo da temperatura encontram-se na tabela C.2, enquanto que y caracterstico decada ambiente;

    d) usualmente, adota-se t = 4,5 semanas como pe-rodo de no utilizao do desconector.

    No intuito de ilustrar este equacionamento, suponha umsistema com apenas dois tipos de desconectores, quaissejam, tipo 1 e tipo 2; e supondo ainda os seguintes va-lores para as variveis afins,

    Ho,1 = 55,00 mm Ho,2= 50,00 mm

    Ce,1 = 8.10 -3 mm.m2 / Ce,2= 5.10 - 3 mm.m2 /

    no semana no semana

    = 2 340 N/m2 y = 0,7

    t = 4,5 semanas

    obtm-se:

    he,1 = 25,27 mm he,2 = 15,80 mm

    e, conseqentemente :

    Ha,1 = 29,73 mm Ha,2 = 34,20 mm

    5) Graa, M.E.A., Montenegro, M.H.; para maiores detalhes ver anexo H.

  • NBR 8160:1999 55

    C.2.1.2 Clculo da depresso admissvel no sistema (Da,s

    )

    Deve ser calculada a depresso admissvel para cadatipo i de desconector contido no sistema, considerandoque todos estejam sujeitos s mesmas aes, sendo queo menor valor encontrado ser D

    a,s.

    Assim:

    Das

    = min Dai ... (4)

    onde:

    Das

    a depresso admissvel no sistema, emPascals.

    A seguir apresentada a seqncia de clculo da de-presso admissvel para cada tipo i de desconector (D

    a,i).

    a) para o clculo de Da,i necessrio inicialmente

    calcular a grandeza Hs,i:

    iv,

    io,is,

    1 0,102

    RHH

    +

    =

    ... (5)

    onde:

    Hs,i a perda mxima de altura do fecho hdrico

    devido depresso no desconector i, em mil-metros;

    Rv,i a relao entre os volumes das cmaras de

    entrada e de sada do desconector i, admen-sional;

    o peso especfico da gua, em newtons pormetro cbico;

    b) calculado Hs,i , o seguinte procedimento desen-

    volvido para cada desconector i :

    - para Ha,i < Hs,i:

    Da,i = 9,81 (1 + Rv,i) Ha,i ... (6)

    - para Ha,i > Hs,i:

    Da,i = 9,81 (1 + Rv,i) Hs,i ... (7)

    c) os valores de Rv,i encontram-se na tabela C.3.

    Por exemplo, deve-se considerar ainda para os des-conectores tipo 1 e tipo 2, onde tem-se que:

    Rv,1 = 0,85 Rv,2 = 1,00

    = 9, 81 N/m3

    Calculando Hs,i:

    Hs,1= 29,75 mm Hs,2 = 25,02 mm

    d) comparando estes valores com aqueles j calcu-lados para H

    a,i , observa-se:

    Ha,1 < Hs,1 Ha,2 > Hs,2

    29,73 mm < 29,75 mm 34,20 mm > 25,02 mm

    Logo,

    Da,1 = 539,55 Pa Da,2 = 490,89 Pa

    onde:

    Da,s

    = Da,2 = 490,89

    C.2.1.3 clculo da sobrepresso admissvel no sistema (Sa,s

    )

    Deve ser calculada a sobrepresso admissvel para cadatipo i de desconector contido no sistema, considerandoque todos estejam sujeitos s mesmas aes; o menorvalor encontrado ser S

    a,s.

    Assim:

    Sa,s

    = mn. Sa,i ...(8)

    onde:

    Sa,s

    a sobrepresso admissvel no sistema, empascals.

    A seguir apresentada seqncia de clculo da sobre-presso admissvel para cada tipo i de desconector (S

    a,i).O clculo de S

    a,i depende da comparao do valor de Rv,icom a unidade, conforme demonstrado a seguir:

    a) quando Rv,i < 1:

    ;)+= (1 mn. iv,

    2

    ia, io, ia,iv, H

    RHRS

    ... (9)

    b) quando Rv,i 1:

    ;)+= R (1 mn. iv,iv,

    2

    ia, io, ia,iv, H

    RHRS

    ... (10)

    onde:

    Sa,i a sobrepresso mxima admissvel no

    sifo i, em pascals.

    Por exemplo, considerando os dados anteriormente apre-sentados para os desconectores tipo 1 e tipo 2, tem-se:

    Rv,1 = 0,85 < 1,00 Rv,2 = 1,00 = 1,00

    Sa,1 = mn. [1174,33 ; 539,55] Sa,2 = mn. [1342,00; 490,50]

    Conseqentemente:

    Sa,s

    = Sa,2 = 490,50 Pa

  • 56 NBR 8160:1999

    Tabela C.1 - Altura do fecho hdrico e coeficiente de evaporao de desconectores

    Desconector Altura do fecho Coeficiente de evaporao (10-3)hdrico inicial

    mm (mm.m2 / no semana)

    Caixa sifonada 150x150x50 mm com grelha 47 5,50

    Caixa sifonada 100x150x50 mm com grelha 50 4,55

    Sifo incorporado em bacia sanitria 55 8,00

    Sifo tipo garrafa com corpo removvel 37 2,04

    Sifo tipo P flexvel 50 1,73

    Sifo tipo S rgido 43 0,79

    Sifo tipo S flexvel 42 1,88

    Tabela C.2 - Presso do vapor dgua do ar saturadoem funo da temperatura ambiente

    Temperatura ambiente Presso do vapor dgua doar saturado

    C Pa

    25 3165,9

    26 3359,2

    27 3563,1

    28 3777,7

    29 4003,0

    30 4240,3

    31 4490,9

    32 4752,1

    33 5028,1

    34 5317,3

    35 5621,3

    36 5938,5

    37 6273,1

    38 6623,7

    39 6990,3

    40 7372,8

  • NBR 8160:1999 57

    Tabela C.3 - Relao entre os volumes das cmaras de entrada e sada de desconectores

    Desconector Dimetro de entrada Dimetro de sada Rv,i

    mm mm adm

    Caixa sifonada 150x150x50 mm com grelha 38 50 0,07

    Caixa sifonada 150x150x50 mm com grelha 38 45 1,00

    Sifo incorporado em bacia sanitria - - 0,85

    Sifo tipo garrafa com corpo removvel 32 40 1,72

    Sifo tipo P flexvel 38 50 1,00

    Sifo tipo S rgido 15 25 1,00

    Sifo tipo S flexvel 19 38 1,00

    C.2.2 Variveis resultantes

    C.2.2.1 Perda de altura do fecho hdrico provocada porauto-sifonagem (H

    r,i )

    A perda de altura do fecho hdrico, resultado da auto-si-fonagem, para um desconector i, pode ser calculada pelaseguinte expresso:

    Hr,i = mx. Hr,i,m ... (11)

    onde:

    Hr,i a perda de altura do fecho hdrico resultante

    mxima por auto-sifonagem do desconector i, em mil-metros;

    Hr,i,m a perda de altura do fecho hdrico resultante

    por auto-sifonagem, para o desconector i, na mon-tagem, em milmetros.

    Considerando-se que o escoamento nos ramais sejalivre, conforme premissa de dimensionamento dosubsistema de coleta e transporte de esgoto sanitrio,ser desconsiderado o fenmeno da auto-sifonagem.

    Logo:

    Hr,i = 0

    C.2.2.2 Depresso mxima resultante (Dr)

    O clculo da depresso mxima resultante da ao com-binada de sifonagem induzida, tiragem trmica e aodo vento, e das variaes da presso ambiental pode serfeito atravs da seguinte expresso:

    Dr = mx. [ |D

    r,si| |Dr,tv| ] + I1 [Dr,amb] ... (12)

    com:

    I1 = 0 para ambientes em presso negativa (exaus-to);

    I1 = 1 para ambientes em presso positiva (ventilaoou ar-condicionado).

    onde:

    Dr a depresso mxima resultante dos efeitos de

    sifonagem induzida, tiragem trmica e ao do ventoe das variaes da presso ambiental, em pascals;

    Dr,si a depresso resultante do efeito de sifonagem

    induzida, em pascals;

    Dr,tv a depresso resultante dos efeitos de tiragem

    trmica e ao do vento, em pascals;

    Dr,amb a depresso resultante das variaes da

    presso ambiental, em pascals.

    O equacionamento para estas variveis est descrito emC.2.2.2.1 e C.2.2.2.2.

    C.2.2.2.1 Depresso resultante do efeito de sifonageminduzida (D

    r,si )

    O valor da depresso resultante do efeito de sifonageminduzida pode ser calculado a partir da seguinte ex-presso:

    Dr,si = kTq Qar2 ... (13)

    onde:

    kTq o coeficiente de mxima perda de presso doar no tubo de queda;

    Qar a vazo de ar que escoa pelo ncleo do tubo de

    queda, em litros por segundo.

    O valor da vazo de ar, Qar, obtido a partir da seguinte

    expresso:

    Qar = QTq2/5 - 1,5 QTq ... (14)

    onde:

    um coeficiente admensional;

    QTq a vazo de projeto no tubo de queda, em litrospor segundo.

  • 58 NBR 8160:1999

    Os valores de , para diferentes dimetros do tubo dequeda, so dados na tabela C.4.

    Tabela C.4 - Valores de para o tubo de queda

    DTq mm adm

    50 8,0

    75 15,3

    100 24,3

    150 46,5

    O coeficiente de mxima perda de presso de ar no tubode queda determinado a partir da seguinte expresso:

    )

    ==

    +++=4

    t

    sR,

    1t ,1jc

    s

    2 -2 n 0,4 70 110x 4,9 5Tq

    eDk

    DI

    DIk

    tq

    j

    Tq4Tq( ...(15)

    onde:

    DTq o dimetro interno do tubo de queda, em mil-metros;

    ls o comprimento da parte seca do tubo de queda,

    em metros (ver figura C.1);n

    c o nmero de curvas na parte seca do tubo de

    queda;

    kj so os coeficientes de perda de presso do ramalconsiderado, relacionados na tabela C.4;

    j o ndice representativo do ramal;

    R o nmero total de ramais em funcionamentosimultneo;

    et a espessura da coroa circular no trecho t do tubode queda, entre o ramal j e o ramal j + 1;

    t o trecho do tubo de queda entre o ramal j e o ra-mal j + 1;

    s o nmero de trechos do tubo de queda respectivosao nmero total de ramais em uso simultneo.

    Tabela C.5 - Valores do coeficiente de perda de pressodo ramal

    kj dr Qejmm L/s

    2 40 1,0

    3 40 1,0

    7,5 40 1,35

    9 Bacia com entrada - suave

    De maneira a elucidar a equao acima, cabe salientarduas expresses nela contidas:

    A 0,4 70 1 cs =

    ++ nDI

    DI

    Tq4Tq... (16)

    e

    B 2

    24

    t -

    sR,

    1t ,1j=

    )==

    e(Dk

    tq

    j... (17)

    A varivel ls da expresso A encontra-se ilustrada na fi-

    gura C.1, na qual observa-se tambm que nc = 2.

    J a abordagem da expresso B requer algumas con-sideraes, a seguir descritas:

    a) inicialmente admite-se, como situao mais des-favorvel, que as descargas dos ramais no tubo dequeda ocorram a partir do ltimo andar at um de-terminado andar onde a vazo calculada conformeB.2.1.2 seja totalizada;

    b) o ndice t, representativo de um trecho, cresce det = 1 at s, onde s o nmero de trechos sob estudo;

    c) convm salientar que s rigorosamente igual aonmero de ramais descarregando simultaneamente,considerando que h apenas um ramal por andarconectado ao tubo de queda;

    d) o nmero de andares contribuindo cresce de j = 1a R, conforme explicitado na expresso B.

    Por exemplo, na figura C.1 tem-se R = s = 2.

    Para situaes onde houver dois ou mais ramais porandar conectados ao tubo de queda, o mesmo princpiodeve ser seguido.

    O clculo da espessura da coroa circular em cada trechot dado pela equao:

    53

    t

    R

    1j

    25

    /

    =

    =

    tqD

    Qe

    etj

    ... (18)

    onde o somatrio das vazes dos ramais em funciona-mento simultneo que contribuem ao trecho t do tubo dado por:

    =

    tq

    R

    1j

    D

    Qetj

  • NBR 8160:1999 59

    Nesta equao, verifica-se que para calcular et para umdeterminado trecho, todas as vazes simultneasocorrentes a montante devem ser consideradas, cujosomatrio perfaz Q

    et.

    A mxima perda de presso ocorre logo a jusante doencontro do ramal mais abaixo com o tubo de queda, isto, neste ponto calculado o respectivo coeficiente.

    Neste sentido, o valor de KTq calculado para a regio jusante do encontro do ramal j = 2 com o tubo de queda,conforme indicado na figura C.1.

    Ainda acompanhando esta figura, e supondo-se que:

    DTq = 100 mm nc = 2 ls = 2,30 m

    Desta forma, na expresso A :

    A = 3 x 10 - 8

    Exemplificando agora a expresso B:

    Qet1 = Q1 = 1,0 L/s Qet2 = Q1 + Q2 = 2,0 L/s

    Logo:

    e1

    = 25 (Qet1/DTq)3/5 = 1, 57 mm

    e2 = 25 (Q

    et2 / DTq ) 3/5 = 2,39 mm

    Para o valor de B:

    B = 2 [ k1 /(DTq - 2 e1)4 + k2 / (DTq - 2 e2 )4 ]

    Considerando k1 = k2 = 9, conforme tabela C.5, obtm-se:

    B = 4,2 x 10 - 7

    Com os valores de A e B, calcula-se KTq:

    KTq = 0,2225090

    A vazo de ar tambm deve ser calculada para estamesma regio para a qual foi calculado o KTq, j que,conforme apresentado, em tal regio que ocorrem asmximas depresses.

    Logo,

    Qar = QTq2/5 - 1,5 QTq

    Todavia, nesta regio,

    DTq = 100 mm , = 24,3 (ver tabela C.4)

    QTq = Qet2 = 2,0 L/s

    onde:

    Qar = 29,06 L/s

    Portanto:

    Dr,si = 187,91 Pa

    C.2.2.2.2 Depresso resultante do efeito de tiragem trmicae ao do vento (D

    r,tv)

    A depresso resultante do efeito de triagem trmica eao do vento, independe da ocorrncia do escoamento,e calculada pela seguinte expresso:

    +

    =

    e

    2e

    eii

    TqV

    h 19,62- 176,77 tvr,D ... (19)

    onde:

    hTq a altura do tubo de queda, em metros;

    i a temperatura do ar no interior do tubo de

    queda, em kelvins;

    e a temperatura do ar exterior, em kelvins;

    i a diferena de temperatura entre o ar no

    interior do tubo de queda e do ar exterior;

    Ve a velocidade do vento, em metros por segundo;

    o coeficiente de presso dinmica do terminal dotubo de queda, admensional.

    NOTAS

    1 A altura do tubo de queda , na realidade, o comprimento domesmo.

    2 Quanto ao tubo ventilador primrio, se este for elevado emrelao laje ou ao telhado, haver suco no topo do mesmoe, em tal situao, = - 0,6.

    3 Cabe ainda ressaltar que se Dr,tv resultar maior que zero,

    verifica-se uma sobrepresso e no uma depresso, a qualdeve ser adicionada s demais parcelas de sobrepresso.

    Supondo neste caso:

    hTq = 45,50 m e = 278 K (5oC) = - 0,6

    i = 293 K (20oC) Ve = 10 m/s i = 15 K

  • 60 NBR 8160:1999

    Obtm-se:

    Dr,tv = - 64,14 Pa

    O sinal negativo indica a ocorrncia de depresso.

    C.2.2.2.3 Depresso resultante das variaes da pressoambiental (D

    r,amb)

    O valor de Dr,amb desprezvel em condies normais,

    logo:

    Dr,amb = 0

    Finalmente, voltando para a expresso de Dr:

    Dr = mx . [ |D

    r,si| ; |Dr,tv| ] + I1 [Dr,amb]

    Dr = mx. [ |187,91 Pa| ; | 67,14 Pa | ] + I1 [ 0,00]

    Dr = 187,91 Pa

    C.2.2.3 Clculo da sobrepresso mxima resultante da aocombinada de sobrepresso e das variaes da pressoambiental (S

    r)

    O clculo da sobrepresso mxima resultante da aocombinada de sobrepresso e das variaes da pressoambiental feito a partir de:

    Sr = S

    r,sb + I2 |Sr,amb| ... (20)

    onde:

    Sr a sobrepresso mxima resultante dos efeitos

    de sobrepresso e das variaes da presso am-biental, em Pascals;

    S r,sb a sobrepresso mxima resultante dos efeitos

    de sobrepresso no sistema, em Pascals, onde:

    I2 = 0 para ambientes em presso positiva(ventilao e ar condicionado);

    I2 = 1 para ambientes em presso negativa (exaus-to).

    Considerando-se que Sr,amb em condies normais seja

    nula e observando as recomendaes do item conforme4.2.4.2, o qual apresenta as regies de sobrepresso notubo de queda onde os ramais no devem ser conectados,eliminando-se portanto tal efeito, tem-se:

    Sr = 0

    C.3 Verificao da suficincia da ventilaoprimriaC.3.1 Para a verificao da suficincia da ventilao pri-mria, devem ser feitas comparaes entre os va-lores resultantes calculados e os valores mximosadmissveis.

    Ento, se:

    Ha,i Hr,i e

    Da,s D

    r e

    Sa,s S

    r,

    a ventilao primria prevista suficiente.

    Por exemplo, retomando os valores at aqui trabalhados:

    a) Ha,1 = 29,73 mm > Hr,1 = 0,00 mm

    Ha,2 = 34,20 mm > Hr,2 = 0,00 mm

    b) Da,s

    = 490,89 Pa > Dr = 187,91 Pa

    c) Sa,s

    = 490,50 > Sr = 0,00 Pa

    conclui-se que a ventilao primria prevista suficiente.

    C.3.2 Se algum dos valores admissveis dos parmetrosindicados em C.3.1. for ultrapassado, pode-se procedera alterao dos parmetros iniciais do sistema (tais como:dimetros, traados alternativos, declividades, etc.), deforma a garantir a no ultrapassagem, ou ento prever aventilao secundria.

  • NBR 8160:1999 61

    Figura C.1 - Esquema do tubo de queda para estudo das depresses

    /ANEXO D

    Perda de carga na parte entrada

  • 62 NBR 8160:1999

    Anexo D (normativo)Dimensionamento do subsistema de ventilao secundria6)

    D.1 Condies geraisEste roteiro de clculo refere-se ventilao secundria,ou seja, aos ramais e colunas de ventilao.D.2 Roteiro de clculoD.2.1 Dimensionamento do ramal de ventilaosecundria

    O dimetro do ramal de ventilao pode ser determinadoa partir da tabela D.1, em funo do dimetro do ramal dedescarga ou de esgoto ao qual est conectado.

    Tabela D.1 - Dimetro do ramal de ventilao em funodo dimetro do ramal de descarga ou deesgoto - DN

    de

    drv

    40 40

    50 40

    75 50

    100 50

    D.2.2 Dimensionamento da coluna de ventilaosecundria

    D.2.2.1 A vazo de ar na coluna de ventilao estimadacomo sendo igual a 2/3 da vazo de ar no interior do tubode queda.

    A vazo de ar no interior do tubo de queda pode serdeterminada pela expresso 14) de C.2.2.2.1, a qual reproduzida abaixo:

    Qar = QTq2/5 - 1,5 QTq

    onde:

    o coeficiente admensional;

    QTq a vazo de projeto no tubo de queda, em litrospor segundo.

    De onde resulta:

    Qar

    = 40 Qar

    onde

    Qar

    a vazo de ar na coluna de ventilao, em li-tros por minuto;

    Qar a vazo de ar que escoa pelo ncleo de ar no

    tubo de queda, em litros por segundo.

    O dimetro da coluna de ventilao, considerando-seuma perda de carga mxima de 25 mmca e desconsi-derando-se a perda de carga nas singularidades, podeser obtido atravs da seguinte expresso:

    Dcv

    = 4,06 [f x Lv (Q

    ar)2]1/5 ... (1)

    onde:

    Dcv

    o dimetro da coluna de ventilao, em mil-metros;

    Lv o comprimento da coluna de ventilao, em mi-

    lmetros;

    f o coeficiente de perda de carga distribuda, ad-mensional.

    Os valores do coeficiente de perda de carga podem serobtidos a partir da tabela D.2

    Tabela D.2 - Coeficiente de perda de carga distribuda

    Dcv

    f

    DN adm

    40 0,046

    50 0,042

    75 0,037

    100 0,033

    A expresso que define o dimetro da coluna de ven-tilao, conhecidos Q

    ar e L

    v, assume a seguinte forma:

    Dcv

    = C x f 0,2 ... (2)onde:

    C = 4,06 [Lv (Q

    ar)2]1/5 ... (3)

    NOTA - Quanto ao comprimento de Lv da coluna de ventilao,

    conforme 5.2.2 d), deve ser includo ao mesmo o trecho do tuboventilador primrio entre o ponto de insero da coluna e a ex-tremidade aberta do referido tubo ventilador, quando este for ocaso.

    A interdependncia entre Dcv

    e f conduz a uma soluoiterativa da equao. Quando a identidade for atingida,ser determinado o valor do dimetro da coluna deventilao.

    O dimetro comercial imediatamente superior ao calcu-lado deve ser o dimetro a ser adotado.

    Por exemplo,

    Qar = 29,06 L/s

    logo:

    Qar

    = 1162,40 L/min

    Calculando Dcv

    :

    Dcv

    75 mm

    Dcv

    adotado: DN 100

    /ANEXO E6) Graa, M.E.A., Montenegro, M.H.; para maiores detalhes ver anexo H.

  • NBR 8160:1999 63

    Anexo E (informativo)Procedimentos e cuidados na execuo dos sistemas prediais de esgoto sanitrio

    E.1 Manuseio de materiais

    Todas as tubulaes, componentes e materiais empre-gados nas instalaes devem atender s disposiescontidas nas normas brasileiras relativas ao manuseiodos mesmos.

    Alm das normas, e no caso de no existir norma espe-cfica, devem ser observadas as instrues dos fabri-cantes, no tocante ao manuseio (carregamento, transportee armazenamento), dos produtos por eles fabricados.

    E.2 Juntas

    Todas as juntas executadas nas tubulaes, e entre astubulaes e os aparelhos sanitrios devem ser es-tanques ao ar e gua devendo assim permanecer du-rante a vida til.

    As instrues dos fabricantes devem ser sempre obser-vadas de forma a se obter uma junta eficaz.

    Nenhum material utilizado na execuo de juntas deveadentrar nas tubulaes de forma a diminuir a seo depassagem destas tubulaes.

    As juntas e as tubulaes devem estar de tal forma arran-jadas que permitam acomodar os movimentos decorren-tes de efeitos de dilatao trmica, tanto da estrutura doprdio como do prprio material da instalao.

    vedada a confeco de juntas que deformem ouvenham a deformar fisicamente os tubos ou aparelhossanitrios, na regio de juno entre as partes, como porexemplo, fazer bolsa alargando o dimetro do tubo pormeio de aquecimento.

    E.3 Assentamento em valas

    O fundo das valas deve ser cuidadosamente preparadode forma a criar uma superfcie firme para suporte das tu-bulaes.

    Pontas de rocha ou outros materiais perfurantes, lama,etc. devem ser removidas e substitudas por material deenchimento.

    A largura da vala deve ser tal que permita a execuodas atividades de montagem das tubulaes, seu assentoe rejuntamento.

    Durante o reaterro das valas, a tubulao deve estarcercada de material adequado, compactado de forma aresistir a movimentos ocasionados durante o reaterro.

    Exceto quando os mtodos de rejuntamento e compacta-o mostrarem-se insuficientes para prevenir movimentoslongitudinais, devem ser projetadas ancoragens de formaa resistir s possveis solicitaes do solo, trfego externo,entre outras.

    E.4 Proteo e fixao

    Partes ou componentes da instalao que permaneamexternamente (instalao aparente) e requeiram proteocontra corroso atmosfrica devem ser fixadas de talmaneira que o acesso seja livre em volta das mesmas,de forma a se poder aplicar tinta ou outro tipo de revesti-mento protetor; a distncia mnima livre ao redor deveser igual a 30 mm, sendo que todos os fixadores devemestar alinhados e fixos rigidamente ao corpo da edificao.

    O mtodo de fixao das instalaes deve considerar osmovimentos causados por variao de temperatura, prin-cipalmente quando se utiliza tubos ou peas de materialplstico, fibra de vidro e de cobre.

    Quando tubos destes materiais atravessam paredes oupisos, devem ser protegidos por material que absorva asmovimentaes.

    Quando a tubulao atravessar paredes e pisos no sen-tido transversal, as mesmas devem ser protegidas commaterial inerte.

    As tubulaes devem ser fixadas de forma que no soframdanos causados pela movimentao da estrutura doprdio ou por outras solicitaes mecnicas.

    O mtodo de fixao das tubulaes deve ser tal quepossibilite garantir a declividade de projeto das tubu-laes.

    O intervalo entre os dispositivos fixadores varia conformeo material da tubulao, e deve ser tal, que no provoque,ao longo do desenvolvimento da mesma, trechospassveis de acumulao de esgoto e ou contradecli-vidades.

    E.5 Proteo durante a obra

    Todo cuidado deve ser tomado para proteger as tubu-laes e aparelhos sanitrios durante execuo da obrae prevenir a entrada de materiais estranhos para o inte-rior das mesmas.

    Quando o mtodo de juno entre as tubulaes for exe-cutado por meio de junta elstica (anel O-ring) deve-sefixar a tubulao de forma a prevenir a ocorrncia de de-flexo nas juntas.

    recomendvel o no carregamento nas tubulaes dequalquer carga externa, temporria ou permanente, du-rante ou aps a execuo da obra.

    Todas as tampas dos acessos para inspeo e limpezadevem estar colocadas e fixadas nos respectivos dispo-sitivos de inspeo.

    Todas as aberturas devem ser devidamente protegidaspor peas ou meios adequados e assim permaneceremdurante toda a execuo da obra.

    /ANEXO F

  • 64 NBR 8160:1999

    Anexo F (informativo)Procedimentos e cuidados a serem tomados na manuteno dos sistemas prediais de esgoto sanitrio7)

    F.1 Cuidados mnimos na manuteno

    Tubos em ferro fundido ou ao carbono apresentam ten-dncia de corroso nas partes internas, principalmentenas juntas e desvios. Estas regies devem ser protegidaspor material que iniba esta forma de deteriorao.

    Quando tampas de dispositivos de acesso forem remo-vidas, recomenda-se proceder avaliao das peas ecomponentes de vedao e, caso necessrio, a substi-tuio antes do fechamento das tampas.

    Quando da utilizao de produtos qumicos para a desca-mao interna de tubulaes, deve-se identificar clara-mente quais so os materiais das mesmas, de forma agarantir que o produto utilizado no venha a danificar otubo devido ao qumica.

    Devidas precaues devem ser observadas quando seutiliza mtodos de desentupimento que envolvam ar ougua presso elevada, pois pode danificar partes dainstalao.

    As varas ou arames utilizados para desentupimentomanual de tubulaes devem ser suficientemente fle-xveis para passar atravs das tubulaes sem danificaras superfcies internas dos tubos e qualquer outra peado sistema predial de esgoto.

    Mtodos de desentupimento que utilizem equipamentosmecanizados devem ser somente operados por pessoaltreinado e habilitado. As tubulaes devem tambm serantecipadamente identificadas de forma a se utilizar asferramentas de desobstruo compatveis com o mate-rial constituinte das tubulaes.

    Quando da renovao de pintura identificadora do sis-tema predial de esgoto, recomenda-se manter a mesmatonalidade utilizada para o resto do sistema.

    F.2 Mtodos usuais de desentupimentos

    F.2.1 Entupimento parcial ou total devido a materiaisinadvertidamente lanados no sistema predial de esgoto,tais como toalhas de papel e absorventes higinicos,podem ser removidos pela ao de vara ou arame, intro-duzido pelo ponto de acesso, montante, mais prximodo local de entupimento.

    F.2.2 Bombeamento o mtodo mais simples de de-sobstruo de pequenos entupimentos em pias e baciassanitrias. Consiste no uso de uma bomba de borrachaadequada para cada tipo de aparelho sanitrio. A aoda bomba provoca impulsos de presso que expulsamos detritos acumulados na tubulao.

    F.2.3 Desbloqueamento com haste flexvel um mtodotradicional de desentupimento, existindo uma grandevariedade de pontas para as hastes, para promover adesobstruo das tubulaes. Estas pontas podem ter oformato de lminas, tampes ou escovas dependendodo tipo de servio a ser realizado. Este mtodo ade-quado para tubos a partir de DN 75 pois necessriacerta flexibilidade na introduo da haste na tubulao.A operao pode ser feita manualmente e tambm hverses mecanizadas que realizam a rotao da haste.

    F.2.4 Martelo pneumtico pode ser eficazmente utilizadopara remoo de obstrues nas tubulaes, desde queobservadas as limitaes do mtodo e do funcionamentodo martelo pneumtico propriamente dito. O princpio defuncionamento consiste na aplicao de um golpe depresso (ar comprimido) em uma coluna de gua, esteimpacto gera uma onda de choque, que transmitidapela gua at o local de entupimento, onde provocar odeslocamento e remoo da obstruo causadora doentupimento. recomendado o uso criterioso deste m-todo, observando-se as caractersticas da instalao comrelao resistncia a golpes de presso. Geralmenterestringe-se remoo de obstrues causadas pormateriais depositados do tipo gorduras, papel saturado,sabo e outros.

    F.2.5 Raspagem pode ser realizada em tubulaes apartir de DN 100 quando sua seo interna encontra-semuito diminuda devido a incrustaes (gordura,precipitado e outros). Deve-se observar o tipo de mate-rial constituinte das tubulaes, antes de realizar araspagem, de forma a evitar danos nas mesmas.No mtodo mecanizado, introduzido na tubulaouma haste flexvel com ferramenta de lminas cor-tantes, que despedaaro as obstrues no interiorda tubulao. No mtodo manual similarmenteintroduzida uma haste com lminas de perfil afiladopara raspagem do material acumulado no interior datubulao.

    F.2.6 Limpeza qumica consiste no derramamento para ointerior das tubulaes de substncias qumicas quereajam com a matria acumulada na obstruo.Este mtodo deve ser utilizado criteriosamente pois podecausar danos tanto no operador como nas tubulaes.Usualmente so utilizadas substncias base de sodacustica que em contato com a gua liberam calor queajuda no processo de desentupimento.

    F.2.7 O sifo geralmente pode ser desentupido por bom-beamento ou outro dispositivo pressurizador. Sifesmetlicos ou de plstico, do tipo P ou garrafa possuemacesso para limpeza de suas partes interiores. Os ramaisde descarga destes aparelhos podem ser desentupidospela introduo de haste flexvel na tubulao.

    7) Chaves, M. 1979 e Plumbing & Water Building Services, 1992.

  • NBR 8160:1999 65

    F.2.8 Obstrues em coletores prediais podem ser loca-lizadas pelas peas de inspeo. As peas devem serabertas e a que estiver seca ou parcialmente seca, maisprxima do local de entupimento, aquela pela qual deve-se introduzir uma haste flexvel para desentupir atubulao. Em tubos de queda existem peas de inspeoque permitem realizar servio similar.

    F.2.9 Bacias sanitrias podem ser desentupidas pelo meiomais simples e eficaz, que o uso de uma bomba deborracha, que pressuriza o sifo da bacia promovendo adesobstruo. H tambm hastes suficientementeflexveis para tambm passar pelo sifo da bacia e de-sobstruir o ramal. A limpeza qumica se aplica quando hmaterial precipitado junto das paredes internas da bacia.

    F.3 Segurana na manuteno

    F.3.1 O trabalho que envolve a remoo de obstruesdo interior das tubulaes e aparelhos sanitrios requercompreenso suficiente do problema ocorrido e habili-dade tcnica no manuseio de equipamentos e produtosde desentupimento e limpeza.

    F.3.2 Todo cuidado deve ser tomado para evitar acidentesenvolvendo o operador e tambm para no causar danosaos aparelhos sanitrios e ao sistema predial de esgoto.

    F.3.3 Equipamentos de proteo individual, tais como lu-vas e culos protetores, devem ser utilizados pelo pessoalque realiza servios de manuteno, principalmentequando do uso de substncias qumicas.

    F.3.4 Ao final do uso de substncias qumicas, todas assuperfcies expostas dos aparelhos sanitrios devem serlavadas com detergentes para remover qualquer cidoou outra substncia qumica que possa vir a lesar ousurio do aparelho.

    F.3.5 Acabamentos decorativos devem ser protegidosquando da realizao dos servios de manuteno.

    F.3.6 Quando do desentupimento de tubulaes utili-zando-se martelo pneumtico, deve-se precaver contraos possveis contragolpes que possam ocorrer e ma-chucar o operador. O contragolpe ocorre quando aobstruo reage onda de choque, e neste caso tambmpode provocar danos nas instalaes, pois os tubos eaparelhos podem no comportar o impacto. Quando hou-ver, a montante da regio de entupimento, uma pea deinspeo aberta, poder ocorrer a expulso de esgoto,quando do impacto causado pelo martelo pneumtico,atingindo as paredes, teto e outras partes da edificao.Neste caso deve-se proteger esta sada de forma a ga-rantir a sada do esgoto sem danificar as partes interioresda edificao.

    F.4 Inspeo peridica

    F.4.1 recomendado o planejamento de inspees pe-ridicas no sistema predial de esgoto com vistas a detectaros defeitos que venham a ocorrer em funo do usoindevido e ao prprio tempo de uso das instalaes.

    F.4.2 Recomenda-se a confeco de roteiros de inspeonos principais pontos crticos do sistema, que podem seridentificados no projeto, e a correo destes roteiros feita ao longo do tempo, visando melhor adaptar acaracterstica de funcionamento do sistema.

    F.4.3 Para cada servio de manuteno realizado re-comenda-se o preenchimento de uma ficha de manu-teno, que servir de subsdio para o planejamento defuturas manutenes. Estas fichas devem ser arquivadasde forma sistematizada e serem de conhecimento dosresponsveis pelos servios de manuteno na edifi-cao.

    /ANEXO G

  • 66 NBR 8160:1999

    Anexo G (normativo)Procedimentos de ensaios de recebimento dos sistemas prediais de esgoto

    G.1 Condies exigveis

    G.1.1 Todo o sistema de esgoto sanitrio, incluindo o sis-tema de ventilao, seja novo ou existente que tenha so-frido modificaes ou acrscimos, deve ser inspecionadoe ensaiado antes de entrar em funcionamento.

    G.1.2 Aps concluda a execuo, e antes dos ensaios,deve ser verificado se o sistema se encontra adequa-damente fixado e se existe algum material estranho noseu interior.

    G.1.3 Depois de feita a inspeo final e antes da colocaode qualquer aparelho sanitrio, a tubulao deve serensaiada com gua ou ar, conforme G.2.1 e G.2.2, nodevendo apresentar nenhum vazamento.

    G.1.4 Aps a colocao dos aparelhos sanitrios, osistema deve ser submetido a ensaio final de fumaa,conforme G.2.3.

    G.2 Ensaios

    G.2.1 Ensaio com gua

    No ensaio com gua, toda a abertura deve ser conve-nientemente tamponada, exceto a mais alta, por ondedeve ser introduzida gua at o nvel de transbordamentoda mesma e mantida por um perodo de 15 min,observando-se se a carga hidrosttica no ultrapassa60 kPa8).

    G.2.2 Ensaio com ar

    No ensaio com ar, toda entrada ou sada da tubulaodeve ser convenientemente tamponada exceo da-quela pela qual o ar ser introduzido.

    O ar deve ser introduzido no interior da tubulao atque atinja uma presso uniforme de 35 kPa, a qual deveser mantida pelo perodo de 15 min sem a introduo dear adicional.

    G.2.3 Ensaio final com fumaa

    Para a realizao do ensaio final com fumaa, todos osfechos hdricos dos aparelhos sanitrios devem ser com-pletamente preenchidos com gua, devendo as demaisaberturas ser convenientemente tamponadas, com ex-ceo das aberturas dos ventiladores primrios e daabertura pela qual a fumaa ser introduzida.

    A fumaa deve ser introduzida no sistema atravs daabertura previamente preparada; quando for notada asada de fumaa pelos ventiladores primrios, a aberturarespectiva de cada ventilador deve ser convenientementetamponada.

    A fumaa deve ser continuamente introduzida, at quese atinja uma presso de 0,25 kPa. Esta presso deve semanter pelo perodo de 15 min sem que seja introduzidafumaa adicional.

    /ANEXO H

    8) 10 kPa = 1 mca.

  • NBR 8160:1999 67

    Anexo H ( informativo )Referncias bibliogrficas

    Graa, M. E. A. - Formulao de modelo para a avaliaodas condies determinantes da necessidade de venti-lao secundria em sistemas prediais de esgoto sani-trio. EPUSP, 1985. Tese de Doutorado

    Gonalves, O. M. - Formulao de modelo para o estabe-lecimento de vazes de projeto em sistemas prediais degua fria. EPUSP, 1986. Tese de Doutorado.

    Chaves, M. - Manual Prtico de Instalaes Hidrulicas eSanitrias - Editora Tecnoprint Ltda- 1979.

    Montenegro, M. H. Desempenho de desconectores edimensionamento de instalaes prediais de esgoto.EPUSP, 1985. Dissertao de Mestrado.

    Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade(PBQP) - Subprograma Setorial da Qualidade e Produti-vidade, elaborado pelo subcomit da Indstria daConstruo Civil, 1992.

    Plumbing & Water Building Services - Operating & Main-tenance Handbook - Published by NASH - Associates,London, United Kingdom, 1992.

    NBR 5688:1999 - Sistemas prediais de gua pluvial, es-goto sanitrio e ventilao - Tubos e conexes de PVC,tipo DN - Requisitos

    NBR 7198:1993 - Projeto e execuo de instalaesprediais de gua quente - Procedimento

    NBR 7229:1993 - Projeto, construo e operao de sis-temas de tanques spticos - Procedimento

    NBR 7372: (em Consulta Pblica) - Sistemas prediais deguas pluviais de esgoto sanitrio e ventilao - Tubosde PVC com junta soldvel e junta elstica

    NBR 10844:1989 - Instalaes prediais de guas pluviais- Procedimento

    NBR 13969:1997 - Tanques spticos - Unidades de trata-mento complementar e disposio final dos efluentes l-quidos - Projeto construo e operao

    /ndice alfabtico

  • 68 NBR 8160:1999

    ndice alfabticoAltura do fecho hdrico .......................................................................................................................... 3.1 e tabela C.1

    Aparelho sanitrio ................................................................................................................................. 3.2 e 4.2.1

    Aparelhos, UHC ..................................................................................................................................... 5.1.2.2

    Assentamento em valas ....................................................................................................................... E.3

    Bacia sanitria ....................................................................................................................................... 3.3 e 4.3.1.9

    Barrilete de ventilao .......................................................................................................................... 3.4

    Bombeamento ....................................................................................................................................... F.2.1

    Caixa coletora ........................................................................................................................................ 3.5

    Caixa de gordura ................................................................................................................................... 3.6

    Caixa de inspeo ................................................................................................................................. 3.7

    Caixa de passagem .............................................................................................................................. 3.8

    Caixa sifonada ....................................................................................................................................... 3.9 e 5.1.1.2

    Caixas de gordura ................................................................................................................................. 4.2.6.1 e 5.1.5.1

    Caixas de gordura, tipos ....................................................................................................................... 5.1.5.1.3

    Caixas e Dispositivos de Inspeo ..................................................................................................... 4.2.6.2 e 5.1.5.2

    Caixas sifonadas ................................................................................................................................... 5.1.1.2

    Caixas sifonadas, caractersticas ....................................................................................................... 5.1.1.2, 5.1.1.3

    Clculo da depresso admissvel no sistema ................................................................................... C.2.1.2

    Clculo da perda admissvel de altura do fecho hdrico ...................................................................C.2.1a

    Clculo da perda de altura do fecho hdrico admissvel .................................................................. C.2.2.1

    Clculo da sobrepresso admissvel no sistema ............................................................................. C.2.1.3

    Clculo da sobrepresso mxima resultante da ao combinada ................................................C.2.2.3

    Clculo das variveis admissveis e resultantes .............................................................................. C.2

    Coeficiente de evaporao de desconectores ................................................................................. Tabela C.1

    Coeficiente de perda de carga ............................................................................................................ Tabela D.2

    Coletor predial ....................................................................................................................................... 3.10

    Coletor pblico ...................................................................................................................................... 3.11

    Coluna de ventilao ........................................................................................................................... 3.12

    Componentes do subsistema de coleta ........................................................................................... 5.1

    Componentes do subsistema de coleta e transporte de esgoto sanitrio .................................... 4.2

    Componentes do subsistema de ventilao ..................................................................................... 4.3

    Componentes do subsistema de ventilao ..................................................................................... 5.2

  • NBR 8160:1999 69

    Condies exigveis para recebimento dos sistemas prediais de esgoto ................................... G.1

    Condies gerais do dimensionamento do subsistema de ventilao secundria .................... D.1

    Condies gerais para verificao de suficincia da ventilao ................................................... C.1

    Condies gerais, mtodo hidrulico ................................................................................................ B.1

    Consideraes gerais sobre qualidade ............................................................................................ 8.1

    Contratante ............................................................................................................................................. 8.2.2

    Contratos ................................................................................................................................................ 8.3

    Controle do processo ........................................................................................................................... 8.3.1.1

    Controle do produto .............................................................................................................................. 8.3.1.2

    Cuidados mnimos na manuteno ................................................................................................... F.1

    Curva de raio longo ............................................................................................................................... 3.13

    Definies ...............................................................................................................................................3

    Depresso mxima resultante ............................................................................................................ C.2.2.2

    Depresso resultante das variveis da presso ambiental ............................................................ C.2.2.2.3

    Depresso resultante do efeito de sifonagem induzida .................................................................. C.2.2.2.1

    Depresso resultante do efeito de tiragem trmica e ao do vento ............................................. C.2.2.2.2

    Desconector ........................................................................................................................................... 3.14

    Desconectores ...................................................................................................................................... 4.2.2 e 5.1.1

    Desvio de tubo de queda ...................................................................................................................... Figura 4

    Dimetro do ramal de ventilao ........................................................................................................ Tabela D.1

    Dimetro do tubo de queda .................................................................................................................. B.2.1.1

    Dimetro do tubo de queda .................................................................................................................. Tabela B.5

    Dimetro nominal mnimo dos ramais de descarga ......................................................................... Tabela 3

    Dimetro nominal ................................................................................................................................. 3.15

    Dimensionamento da coluna de ventilao secundria ................................................................ D.2.2

    Dimensionamento das tubulaes do subsistema de coleta e transporte ................................... Anexo B

    Dimensionamento de colunas e barriletes de ventilao ............................................................... Tabela 2

    Dimensionamento de ramais de esgoto ............................................................................................ Tabela 5

    Dimensionamento de ramais de ventilao ..................................................................................... Tabela 8

    Dimensionamento de subcoletores e coletor predial ...................................................................... Tabela 7

    Dimensionamento de tubos de queda ............................................................................................... Tabela 6

    Dimensionamento do ramal de ventilao secundria ................................................................... D.2.1

    Dimensionamento do subsistema de ventilao secundria ........................................................ Anexo D

  • 70 NBR 8160:1999

    Dimensionamento do tubo de perda ................................................................................................. B.2.1

    Dimensionamento dos ramais de descarga ..................................................................................... B.2.2

    Dimensionamento dos ramais de esgoto .......................................................................................... B.2.2

    Dimensionamento subcoletores e coletor predial ............................................................................B.2.2

    Dimensionamento ................................................................................................................................. 5

    Dispensa de ventilao de ramal de descarga de bacia sanitria ................................................ Figura 7

    Disposio final do efluente ................................................................................................................ 4.1.4

    Dispositivo de inspeo ....................................................................................................................... 3.16

    Dispositivos complementares ............................................................................................................. 4.2.6

    Dispositivos complementares ............................................................................................................. 5.1.5

    Dispositivos de admisso de ar ........................................................................................................... Figura 2(a), 2(b)

    Dispositivos de inspeo ..................................................................................................................... 5.1.5.3

    Dispositivos de tratamento de esgoto ................................................................................................ 3.17

    Distncia mxima de um desconector ao tubo ventilador .............................................................. Tabela 1

    Documentao bsica do projeto ...................................................................................................... 4.5

    Empreendedor ...................................................................................................................................... 8.2.1

    Ensaio com gua .................................................................................................................................. G.2.1

    Ensaio com ar e gua ........................................................................................................................... G.1.3

    Ensaio com ar ........................................................................................................................................ G.2.2

    Ensaio final com fumaa ...................................................................................................................... G.2.3

    Ensaios ................................................................................................................................................... G.2

    Entupimento .......................................................................................................................................... F.2.1

    Equipamento de proteo individual ................................................................................................ F.3.3

    Esgoto industrial .................................................................................................................................... 1 e 3.18

    Esgoto sanitrio ..................................................................................................................................... 3.19

    Esquema do tubo de queda ................................................................................................................ Figura C.1

    Execuo ............................................................................................................................................... 6

    Execuo, procedimentos para garantia da qualidade .................................................................. 8.3.2

    Executor .................................................................................................................................................. 8.2.4

    Exemplo de clculo de dimensionamento do tubo de queda ........................................................ B.2.1.3

    Exemplos de sistemas prediais de esgoto sanitrio ........................................................................ Figura 2

    Exigncias e recomendaes gerais ................................................................................................. 1

    Facilidade de manuteno .................................................................................................................. 3.20

  • NBR 8160:1999 71

    Fator de falha ......................................................................................................................................... 3.21

    Fecho hdrico .......................................................................................................................................... 3.22

    Ficha de manuteno ........................................................................................................................... F.4.3

    Fornecedor de componentes .............................................................................................................. 8.2.5

    Funes bsicas .................................................................................................................................... 4.1.1

    Generalidades ....................................................................................................................................... 4.1

    Gestor do sistema predial ..................................................................................................................... 8.2.8

    Haste flexvel .......................................................................................................................................... F.2.3

    ndice alfabtico ..................................................................................................................................... Anexo I

    Inspeo peridica ................................................................................................................................ F.4

    Instalao de recalque ......................................................................................................................... 4.2.7 e 5.1.6

    Instalao primria de esgoto ............................................................................................................. 3.23

    Instalao secundria de esgoto ........................................................................................................ 3.24

    Intervenientes ........................................................................................................................................ 3.25

    Juntas ...................................................................................................................................................... E.2

    Ligao de ramal de ventilao .......................................................................................................... Figura 5 e 6

    Limpeza qumica ................................................................................................................................... F.2.6

    Manual de uso, operao e manuteno .......................................................................................... 3.26

    Manuseio de materiais ..........................................................................................................................E.1

    Manuteno do fecho hdrico .............................................................................................................. 4.2.2.6

    Manuteno ........................................................................................................................................... 7

    Martelo pneumtico ...............................................................................................................................F.2.4, F.3.6

    Materiais ................................................................................................................................................. 4.4

    Mtodo hidrulico ................................................................................................................................. 5.2.1 e Anexo B

    Mtodos usuais de desentupimentos .................................................................................................F.2

    Modelo para verificao da suficincia da ventilao primria ..................................................... Anexo C

    Modificaes tcnicas relevantes ...................................................................................................... Prefcio

    Objetivo ................................................................................................................................................... 1

    rgos pblicos ..................................................................................................................................... 8.2.6

    Percentual de falhas ..............................................................................................................................B.2.2

    Perda de altura do fecho hdrico por auto-sifonagem ...................................................................... C.2.2.1

    Prefcio ................................................................................................................................................... 2

    Presso do vapor dgua do ar saturado ........................................................................................... Tabela C.2

  • 72 NBR 8160:1999

    Procedimento de ensaios de recebimento dos sistemas de esgoto ............................................. Anexo G

    Procedimento e cuidados na manuteno ........................................................................................ Anexo F

    Procedimentos de ensaios de revestimento de sistemas prediais de esgoto ..............................Anexo G

    Procedimentos e cuidados na execuo dos sistemas prediais de esgoto sanitrio ................. Anexo E

    Procedimentos e cuidados na execuo ........................................................................................... Anexo E

    Procedimentos na manuteno dos sistemas de esgoto sanitrio ............................................... Anexo F

    Procedimentos para garantia da qualidade .................................................................................... 8.3

    Programa de necessidades ................................................................................................................. 3.28

    Projetista ................................................................................................................................................. 8.2.3

    Projeto como construdo..................................................................................................................... 3.27

    Projeto de sistema predial de esgoto sanitrio ................................................................................. 4.1.3

    Projeto ..................................................................................................................................................... 8.3.1

    Prolongamento da coluna de ventilao ........................................................................................... Figura 3

    Prolongamento do tubo de queda ...................................................................................................... Figura 3

    Proteo durante a obra ....................................................................................................................... E.5

    Proteo e fixao ................................................................................................................................. E.4

    Qualidade ............................................................................................................................................... 8

    Ralo sifonado......................................................................................................................................... 3.30

    Ralo seco................................................................................................................................................. 3.29

    Ramais de descarga e de esgoto ........................................................................................................ 4.2.3 e 5.1.2

    Ramais e colunas de ventilao ......................................................................................................... Figura 2(c)

    Ramal de descarga ............................................................................................................................... 3.31

    Ramal de esgoto .................................................................................................................................... 3.32

    Ramal de ventilao ..............................................................................................................................3.33

    Raspagem .............................................................................................................................................. F.2.5

    Rede pblica de esgoto sanitrio ....................................................................................................... 3.34

    Referncias bibliogrficas ....................................................................................................................Anexo H

    Referncias normativas ........................................................................................................................2

    Relao entre os volumes das cmaras ............................................................................................ Tabela C.3

    Requisitos de desempenho ................................................................................................................. 3.35

    Requisitos gerais ................................................................................................................................... 4

    Responsabilidades dos intervenientes ............................................................................................. 8.2

    Roteiro de clculo do dimensionamento do subsistema de ventilao secundria ................... D.2

  • NBR 8160:1999 73

    Roteiro de clculo do mtodo hidrulico ............................................................................................B.2

    Segurana na manuteno ................................................................................................................. F.3

    Separador absoluto .............................................................................................................................. 4.1.3.1

    Sifo ......................................................................................................................................................... 3.36

    Simbologia ............................................................................................................................................. Anexo A

    Sistema predial de esgoto sanitrio ................................................................................................... 3.37

    Subcoletores e coletor predial ............................................................................................................ 4.2.5 e 5.1.4

    Subsistema de coleta e transporte ..................................................................................................... 3.38

    Subsistema de ventilao .................................................................................................................... 3.39

    Transporte de esgoto sanitrio ........................................................................................................... 5.1

    Tubo ventilador ...................................................................................................................................... 3.42

    Tubo ventilador de alvio ...................................................................................................................... 3.43

    Tubo ventilador de circuito ................................................................................................................... 3.44

    Tubos de queda ..................................................................................................................................... 3.41 e 4.2.4 e 5.1.3

    Tubulao de ventilao primria ...................................................................................................... 3.45

    Tubulao de ventilao secundria ................................................................................................. 3.46

    UHC dos aparelhos sanitrios .............................................................................................................Tabelas 3 e 4

    Unidade autnoma ............................................................................................................................... 3.47

    Unidade de Hunter de contribuio (UHC) ....................................................................................... 4.47

    Uso, operao e manuteno ............................................................................................................. 8.3.3

    Usurio ................................................................................................................................................... 8.2.7

    Valores de a para o tubo de queda ..................................................................................................... Tabela C.4

    Valores de vazo mxima no ramal de descarga ............................................................................ B.2.2.2

    Valores de vazo mxima para outros materiais ............................................................................. Tabela B.6

    Valores do coeficiente de perda de presso do ramal ..................................................................... Tabela C.5

    Valores limites de vazo no tubo de queda ....................................................................................... B.2.1.5

    Variveis admissveis ........................................................................................................................... C.2.1

    Variveis resultantes ............................................................................................................................ C.2.2

    Vazo de projeto do tubo de queda .................................................................................................... B.2.1.2

    Vazo do ramal de esgoto ................................................................................................................... B.2.2.3

    Vazo mxima no ramal de descarga ................................................................................................ Tabela B.6

    Vazes unitrias dos aparelhos sanitrios ....................................................................................... Tabela B.4

    Ventilao em circuito .......................................................................................................................... Figura 8

  • 74 NBR 8160:1999

    Ventilao primria ............................................................................................................................... 3.49

    Ventilao secundria .......................................................................................................................... 3.50

    Verificao da suficincia da ventilao primria ............................................................................ C.3

    Volume de reteno .............................................................................................................................. 5.1.5.1.3(d)2

    Volume til, caixa coletora ................................................................................................................... 5.1.6.7

    Zonas de sobrepresso ....................................................................................................................... Figura 1

    licenca: Cpia no autorizada

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