nbr 15575 parte 6

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  • 8/7/2019 NBR 15575 Parte 6

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    ABNT/CB-02PROJETO 02.136.01-001/6

    SETEMBRO:2007

    NO TEM VALOR NORMATIVO

    Edifcios habitacionais de at cinco pavimentos DesempenhoParte 6: Sistemas hidrossanitrios

    APRESENTAO

    1) Este 1 Projeto de Norma foi elaborado pela CE-02.136.01 - Desempenho de Edificaes -do ABNT/CB-02 - Comit Brasileiro de Construo Civil, nas reunies de:

    12/01/2007 08/02/2007 02/03/2007

    16/03/2007 18/05/2007 15/06/2007

    2) No tem valor normativo;

    3) Aqueles que tiverem conhecimento de qualquer direito de patente devem apresentar estainformao em seus comentrios, com documentao comprobatria.

    4) Tomaram parte na elaborao deste Projeto:

    Participante Representante

    INS LARANJEIRAS S. BATTAGIN (SECRETRIA) ABCP/MASTER ENGENHARIA

    ARCINDO VAQUERO ABESC

    ROSE DE LIMA ABNT/CB-02

    LAURA MARCELLINI ABRAMATGILBERTO ALVES MARTINS AESABESP

    JORGE NEVES MOLL AMANCO BRASIL

    RUBENS MOREL N. REIS ANAMACO

    SILVIO R. B. DE CARVALHO ANDIV-ABNT/CB-37

    MAURCIO M. PAGANI ASTRA S/A

    PAULO GRANDISK AUTNOMO

    LUIS H. M. DE PAOLI BRAZIL REALTY/CYRELA

    JAMES A ROQUE CAIXA ECONMICA FEDERAL

    DANIEL SARTORI CARDINALI S/A

    ROBERTO INABA CBCA/COSIPA

    ANA ROCHA MELHADO CONSTRUTORA TARJAB

    FABIO VILLAS BOAS CONSTRUTORA TECNISA

    RICARDO S. PINA CONSTRUTORA HUMAIT

    KATIA CILENE BERTOLINI CONCREMAT

    ALEXANDRE LUIS DE OLIVEIRA DMO ENGENHARIA/SINDUSCON-SP

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    ABNT/CB-02PROJETO 02:136.01-001/6

    SETEMBRO:2007

    NO TEM VALOR NORMATIVO 2/3

    PLNIO GRIZOLIA DOCOL

    JOO MARCELO OCCHIUCCI DUPONT DO BRASIL

    JOS LUIZ G. M. LEDUC ELETROBRSJOS PIANHERI ETERNIT

    FABIO DOMINGOS PANNONI GERDAU AOMINAS S/A

    FERNANDO OTTOBONI PINHO GERDAU AOMINAS S/A

    SHIRLEY REGINA BEREZUTCHI GERDAU AOMINAS S/A

    MONICA CAMARGO GIBWOOD

    JOO DE VALENTIN HEXAGRAMA

    JERNIMO CABRAL P. F. NETO IBAPE/SPFERNANDO JOS E. DE MATOS IBS

    CLAUDIO MITIDIERI IPT Instituto de Pesquisas Tecnolgicas

    ERCIO THOMAZ IPT Instituto de Pesquisas Tecnolgicas

    MARIA AKUTSU IPT Instituto de Pesquisas Tecnolgicas

    MARIA DE FATIMA NETO IPT Instituto de Pesquisas Tecnolgicas

    PETER JOSEPH BARY IPT Instituto de Pesquisas Tecnolgicas

    JEAN JORGE DE OLIVEIRA ISOVER

    JOS PAULO JEREISSATI JEREISSATI ENGENHARIA

    LEONEL TULA L. A FALCO BAUER

    CHRISTIAN JOS NOGUEIRA LENC LABORATRIO

    PRISCILA DE FRANA PINHEIRO LUCIO ENGENHARIA

    LILIAN SARROUF L. SARROUF ENGENHARIA

    MARCELO MING L WART

    SALVADOR BENEVIDES PROJETO ENGENHARIA

    ANTONIO CARLOS DA COSTA PROMAPLAC/FADEMAC

    RICARDO REIS CHAIM SABESP

    CARLOS PINTO DEL MAR SECOVI/SINDUSCON-SP

    CARLOS ALBERTO DE MORAES BORGES(COORDENADOR)

    SECOVI

    RONEY HONDA MARGUTTI SIAMFESP

    DANIEL DE LUCAS SINAPROCIM/SINAPROCIM

    ANDERSON A OLIVEIRA SINAPROCIM/SINAPROCIMJORGE BATLOUNI NETO SINDUSCON-SP/TECNUM

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    ABNT/CB-02PROJETO 02:136.01-001/6

    SETEMBRO:2007

    NO TEM VALOR NORMATIVO 3/3

    LUIZ FERNANDO BUENO SINDUSCON-SP/GAFISA

    MAURCIO L. BIANCHI SINDUSCON/SP-BKO

    PAULO EDUARDO F. DE CAMPOS SINDUSCON/SPSIMONE NAKAMOTO TESIS

    LUIZ HENRIQUE CEOTTO THISMAN SPEYER PROPERTIES

    FERNANDO LENTE ANDRADE TIGRE S/A

    HELI ALVES GARCIA TUPY FUNDIES

    MARCOS STORTE VIAPOL

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    ABNT/CB-02PROJETO 02.136.01-001/6

    SETEMBRO:2007

    NO TEM VALOR NORMATIVO 1/28

    Edifcios habitacionais de at cinco pavimentos DesempenhoParte 6: Sistemas hidrossanitriosPerformance of up to five storied residential buildings - Part 6: Hydro sanitary systems

    Palavras-chave: Desempenho. Edifcios habitacionais. Sistemas hidrossanitrios.Descriptors: Performance. Residential buildings. Hydro sanitary systems.

    Sumrio

    PrefcioIntroduo1 Escopo2 Referncias normativas3 Termos e Definies4 Exigncias dos usurios5 Incumbncia dos intervenientes6 Avaliao do desempenho7 Segurana estrutural8 Segurana contra incndio9 Segurana no uso e operao10 Estanqueidade11 Desempenho trmico12 Desempenho acstico13 Desempenho lumnico14 Durabilidade e manutenabilidade15 Sade, higiene e qualidade do ar16 Funcionalidade e acessibilidade17 Conforto ttil e antropodinmico18 Adequao ambientalAnexo A (normativo) Lista de verificaes para os projetos(normativo)A.1 IntroduoA.2 ProcedimentoA.3 Lista de verificaesA.4 Detalhes de cada faseAnexo B (informativo) BibliografiaPrefcio

    A Associao Brasileira de Normas Tcnicas (ABNT) o Fro Nacional de Normalizao. As normas brasileiras,cujo contedo de responsabilidade dos Comits Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos de NormalizaoSetorial (ABNT/ONS) e das Comisses de Estudo Especiais Temporrias (ABNT/CEET), so elaboradas porComisses de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores,consumidores e neutros ( universidades, laboratrios e outros ).

    Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no mbito dos ABNT/CB e ABNT/ONS, circulam para ConsultaNacional entre os associados da ABNT e demais interessados.

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    SETEMBRO:2007

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    Esta Norma, sob o ttulo geral de Edifcios habitacionais de at cinco pavimentos Desempenho constitudapelas seguintes partes:

    Parte 1: Requisitos gerais

    Parte 2: Requisitos para os sistemas estruturais

    Parte 3: Requisitos para os sistemas de pisos internos

    Parte 4: Requisitos para os sistemas de vedaes verticais internas e externas

    Parte 5: Requisitos para os sistemas de coberturas

    Parte 6: Requisitos para os sistemas hidrossanitrios

    O anexo A tem carter normativo.

    Introduo

    A abordagem desta Norma explora conceitos que muitas vezes no so considerados em Normas prescritivasespecficas como, por exemplo, a durabilidade dos sistemas, a manutenabilidade da edificao, o conforto ttil eantropodinmico dos usurios.

    A inter-relao entre Normas de desempenho e Normas prescritivas deve possibilitar o atendimento s exignciasdo usurio, com solues tecnicamente adequadas e economicamente viveis.

    Todas as disposies contidas nesta Norma, aplicveis a edifcios habitacionais de at cinco pavimentos e asistemas, projetados, construdos, operados e submetidos a intervenes de manuteno que atendam sinstrues especficas do respectivo Manual de operao, uso e manuteno.

    Requisitos e critrios particularmente aplicveis a determinado sistema so tratados separadamente em cadaParte desta Norma.

    Objetivamente, esta Norma visa alavancar tecnicamente a qualidade requerida e a oferta de moradias, aoestabelecer regras para avaliao do desempenho de imveis habitacionais, auxiliando nas anlises que definemo financiamento de imveis e possibilitando adequaes nos procedimentos de execuo, uso e manuteno dosimveis.

    Esta Parte 6 se refere s exigncias dos usurios e aos requisitos referentes aos sistemas hidrossanitrios.

    As instalaes hidrossanitrias so responsveis diretas pelas condies de sade e higiene requeridas para ahabitao, alm de apoiarem todas as funes humanas nela desenvolvidas (coco de alimentos, higienepessoal, conduo de esgotos e guas servidas etc). As instalaes devem ser incorporadas construo deforma a garantir a segurana dos usurios, sem riscos de queimaduras (instalaes de gua quente), exploses,incndios (instalaes de gs) ou outros acidentes. Devem ainda harmonizar-se com a deformabilidade dasestruturas, interaes com o solo e caractersticas fsico-qumicas dos demais materiais de construo.

    1 Escopo

    1.1 Esta Parte 6 da Norma estabelece os requisitos e critrios de desempenho exigidos aos sistemashidrossanitrios de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos.

    1.2 Os requisitos e critrios estabelecidos nesta Parte da Norma podem ser aplicados para edifcioshabitacionais ou sistemas, com mais de cinco pavimentos, excetuados aqueles que dependem diretamente da

    altura do edifcio habitacional.

    1.3 Os sistemas compreendidos no seu escopo so os seguintes:

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    a) sistemas prediais de gua fria e de gua quente;

    b) sistemas prediais de esgoto sanitrio e ventilao; e

    c) sistemas prediais de guas pluviais.

    2 Referncias normativas

    Os documentos relacionados a seguir so indispensveis aplicao deste documento. Para referncias datadas,aplicam-se somente as edies citadas. Para referncias no datadas, aplicam-se as edies mais recentes doreferido documento (incluindo emendas).

    Ministrio do Trabalho e Emprego Norma Regulamentadora NR 13, Caldeiras e vasos de presso, aprovadapela Portaria 02/84 de 08/05/84

    ABNT NBR 5410, Instalaes eltricas de baixa tenso

    ABNT NBR 5626, Instalao predial de gua fria

    ABNT NBR 5648, Sistemas prediais de gua fria - Tubos e conexes de PVC 6,3, PN 750 kPa, com junta soldvel Requisitos

    ABNT NBR 5674, Manuteno de edificaes Procedimento

    ABNT NBR 6452, Aparelhos sanitrios de material cermico

    ABNT NBR 7198, Projeto e execuo de instalaes prediais de gua quente

    ABNT NBR 7542, Tubo de cobre mdio e pesado, sem costura, para conduo de gua

    ABNT NBR 8160, Sistemas prediais de esgoto sanitrio projeto e execuo

    ABNT NBR 10071, Registro de presso fabricado com corpo e castelo em ligas de cobre para instalaeshidrulicas prediais

    ABNT NBR 10072, Instalaes hidrulicas prediais - Registro de gaveta de liga de cobre - Requisitos

    ABNT NBR 10281, Torneira de presso requisitos e mtodos de ensaio

    ABNT NBR 10844, Instalaes prediais de guas pluviais

    ABNT NBR 11535, Misturadores para pia de cozinha tipo mesa - Especificao

    ABNT NBR 11778, Aparelhos sanitrios de material plstico

    ABNT NBR 11815, Misturadores para pia de cozinha tipo parede - Especificao

    ABNT NBR 12090, Chuveiros eltricos - Determinao da corrente de fuga

    ABNT NBR 12483, Chuveiros eltricos

    ABNT NBR 12693, Sistemas de proteo por extintores de incndio

    ABNT NBR 12904, Vlvula de descarga

    ABNT NBR 12905, Vlvula de descarga verificao de desempenho

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    ABNT NBR 13103, Instalao de aparelhos a gs para uso residencial - Requisitos dos ambientes

    ABNT NBR 13206, Tubo de cobre leve, mdio e pesado, sem costura, para conduo de fluidos - Requisitos

    ABNT NBR 13714, Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incndio

    ABNT NBR 13713, Aparelhos hidrulicos acionados manualmente e com ciclo de fechamento automtico

    ABNT NBR 14011, Aquecedores instantneos de gua e torneiras eltricas Requisitos

    ABNT NBR 14016, Aquecedores instantneos de gua e torneiras eltricas - Determinao da corrente de fuga -Mtodo de ensaio

    ABNT NBR 14037, Manual de operao, uso e manuteno das edificaes Contedo e recomendaes paraelaborao e apresentao

    ABNT NBR 14150, Instalaes hidrulicas prediais - Registro de presso de liga de cobre - Verificao dedesempenho

    ABNT NBR 14151, Instalaes hidrulicas prediais - Registro de gaveta de liga de cobre - Verificao dodesempenho

    ABNT NBR 14162, Aparelhos sanitrios - Sifo - Requisitos e mtodos de ensai;

    ABNT NBR 14390, Misturador para lavatrio - Requisitos e mtodos de ensaio

    ABNT NBR 14580, Instalaes em saneamento - Registro de gaveta PN 16 em liga de cobre - Requisitos emtodos de ensaio

    ABNT NBR 14877, Ducha higinica - Requisitos e mtodos de ensaio

    ABNT NBR 14878, Ligaes flexveis para aparelhos hidrulicos sanitrios - Requisitos e mtodos de ensaio

    ABNT NBR 15097, Aparelho sanitrio de material cermico - Requisitos e mtodos de ensaio

    ABNT NBR 15098, Aparelhos sanitrios de material cermico - Procedimento para instalao

    ABNT NBR 15099, Aparelhos sanitrios de material cermico - Dimenses padronizadas

    ABNT NBR 15206, Instalaes hidrulicas prediais - Chuveiros ou duchas - Requisitos e mtodos de ensaio

    ABNT NBR 15267, Instalaes hidrulicas prediais - Misturador monocomando para lavatrio - Requisitos emtodos de ensaio

    ABNT NBR 15423, Vlvulas de escoamento - Requisitos e mtodos de ensaio

    ABNT NBR 15491, Caixa de descarga para limpeza de bacias sanitrias - Requisitos e mtodos de ensaio

    Projeto 02:136.01.001-1, Desempenho de edifcios habitacionais de at cinco pavimentos Parte 1: Requisitosgerais

    3 Termos e Definies

    Para os efeitos da presente Norma aplicam-se as definies apresentadas na Parte 1 desta Norma e as seguintes:

    3.1corrente de fuga pelo aparelho eltrico de aquecimento de gua

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    corrente eltrica errtica que os equipamentos eltricos podem transmitir ao usurio

    3.2fonte de abastecimento de guasistema destinado a fornecer gua para o sistema

    NOTA Pode ser a rede pblica da concessionria ou qualquer sistema particular de fornecimento de gua.

    3.3ponto de utilizaoextremidade jusante do sub-ramal a partir de onde a gua passa a ser considerada gua para uso

    3.4protetor trmicodispositivo que durante o funcionamento anormal do aparelho de aquecimento instantneo de gua limita atemperatura da gua aquecida, sem poder ser ajustado ou alterado pelo usurio

    3.5refluxo de guaescoamento de gua ou outros lquidos e substncias, proveniente de qualquer fonte que no a fonte deabastecimento prevista, para o interior da tubulao destinada a conduzir gua desta fonte

    3.6retrossifonagemrefluxo de gua servida (proveniente de um reservatrio, aparelho sanitrio ou qualquer outro recipiente) para ointerior de uma tubulao, devido sua presso ser inferior atmosfrica

    3.7separao atmosfricaseparao fsica (cujo meio preenchido por ar) entre o ponto de utilizao ou ponto de suprimento e o nvel detransbordamento dos reservatrios, aparelhos sanitrios ou outros componentes associados ao ponto deutilizao

    3.8sistema de aquecimento instantneo de guasistema onde a gua a ser utilizada se aquece de forma instantnea pela sua passagem pela fonte deaquecimento, como por exemplo os seguintes aparelhos eltricos: chuveiros, torneiras, aquecedor de passagem ags, e outros

    3.9

    sistema de aquecimento de gua por acumulaosistema onde a gua aquecida e armazenada em reservatrios termicamente isolados para ser posteriormenteutilizada pelos usurios, como por exemplo os boilerse os aquecedores de acumulao a gs

    3.10sistema de aterramentoconjunto de todos condutores e peas condutoras com os quais feita a ligao eltrica com a terra

    3.11sistema hidrossanitriosistemas hidrulicos prediais destinados a suprir os usurios com gua potvel e reuso, e a coletar e afastar osesgotos sanitrios, bem como coletar e dar destino s guas pluviais

    3.12tubulao

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    conjunto de componentes basicamente formado por tubos, conexes, vlvulas e registros, destinado a conduzirgua

    3.13

    calhacanal que recolhe a gua de coberturas, terraos e similares e a conduz ao tubo de queda

    4 Exigncias dos usurios

    Ver Seo 4 PN 02:136.01-001/1.

    5 Incumbncia dos intervenientes

    Ver Seo 5 do PN 02:136.01-001-1.

    6 Avaliao do desempenho

    Ver Seo 6 do PN 02:136.001-1.

    Este PN 02:136.001-6, remete constantemente verificaes do projeto para avaliao do desempenho para agrande maioria dos critrios.

    Assim sendo deve ser adotado o Anexo A em complemento aos mtodos de avaliao como um requisito a seratendido.

    7 Segurana estrutural

    7.1 Requisito Resistncia mecnica dos sistemas hidrossanitrios e das instalaes

    Resistir s solicitaes mecnicas durante o uso.

    7.1.1 Critrio Tubulaes suspensas

    Os fixadores ou suportes das tubulaes, aparentes ou no, assim como as prprias tubulaes, devem resistir,sem entrar em colapso, a cinco vezes o peso prprio das tubulaes cheias dgua para tubulaes fixas no tetoou em outros elementos estruturais, bem como no apresentar deformaes que excedam 0,5 % do vo.

    Nota: Quando as tubulaes estiverem sujeitas a esforos dinmicos significativos, por exemplo tubulaes de recalque ougua quente, estes devem ser levados em considerao.

    7.1.1.1 Mtodo de avaliao

    Realizao de ensaio tipo, em laboratrio ou em campo, de acordo com o descrito a seguir, realizado em

    prottipo, aplicando-se as cargas mencionadas no ponto mdio entre dois fixadores ancorados conformepreconizado em projeto.

    Aps 30 min de atuao da carga, registrar se houve ocorrncia de colapso dos fixadores ou dos suportes, ou deambos, bem como se houve colapso das tubulaes, registrando as deformaes

    7.1.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende, quando ensaiado, ao disposto em7.1.1.

    7.1.2 Critrio tubulaes enterradas

    As tubulaes enterradas devem manter sua integridade.

    7.1.2.1 Mtodo de avaliao

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    Verificar em projeto a existncia de beros e envelopamentos, ou beros ou envelopamentos consubstanciado emmemrias de clculo constantes no projeto ou em bibliografias.

    7.1.2.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende, ao projeto.

    7.1.3 Critrio tubulaes embutidas

    As tubulaes embutidas no devem sofrer aes externas que possam danific-las ou comprometer aestanqueidade ou o fluxo.

    7.1.3.1 Mtodo de avaliao

    Verificar em projeto, nos pontos de transio entre elementos (parede x piso, parede x pilar, e outros), a existnciade dispositivos que assegurem a no transmisso de esforos para a tubulao.

    7.1.3.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende, ao projeto.7.2 Requisito Solicitaes dinmicas dos sistemas hidrossanitrios

    No provocar golpes e vibraes que impliquem em risco sua estabilidade estrutural.

    7.2.1 Critrio Sobrepresso mxima no fechamento de vlvulas de descarga

    As vlvulas de descarga, metais de fechamento rpido e do tipo monocomando, no devem provocarsobrepresses no fechamento superiores a 0,2 MPa.

    7.2.1.1 Mtodo de Avaliao

    As vlvulas de descarga utilizadas nos sistemas hidrossanitrios quando ensaiadas, devem atender oestabelecido na ABNT NBR 12905 e ABNT NBR 12904

    7.2.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende aos valores indicados na ABNT NBR12905 e ABNT NBR 12904

    7.2.2 Critrio Altura manomtrica mxima

    O sistema hidrossanitrio deve atender altura manomtrica mxima estabelecida na ABNT NBR 5626.

    7.2.2.1 Mtodo de avaliao

    Verificar em projeto as alturas manomtricas mais desfavorveis para os componentes.

    7.2.2.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende, aos valores estabelecidos na ABNTNBR 5626.

    7.2.3 Critrio Sobrepresso mxima quando da parada de bombas de recalque

    A velocidade do fludo deve ser inferior a 10 m/s.

    7.2.3.1 Mtodo de avaliao

    Verificar a meno no projeto da velocidade do fludo prevista.

    O projeto pode estabelecer velocidades acima de 10 m/s, desde que estejam previstos dispositivos redutores.

    7.2.3.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja, atende aos valores estabelecidos para asvelocidades previstas em projeto.

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    7.2.4 Critrio Resistncia a impactos de tubulaes aparentes

    As tubulaes aparentes fixadas at 1,5 m acima do piso, devem resistir aos impactos que possam ocorrerdurante a vida til de projeto, sem sofrerem perda de funcionalidade (impacto de utilizao) ou runa (impactolimite), conforme Tabela 1.

    Tabela 1 Impactos atuantes em tubulaes aparentes

    EnergiaTipo de impacto

    Impacto de utilizao Impacto limite

    Corpo mole 120 J 240 J

    Corpo duro 2,5 J 10 J

    7.2.4.1 Mtodo de avaliao

    Aplicar os impactos de corpo mole e duro s tubulaes aparentes at 1,5 m do piso, fixadas (montadas emprottipo em laboratrio) de acordo com as especificaes de projeto, observando-se as caractersticas do ensaioapresentadas na Tabela 2.

    NOTA A Figua 1 apresenta um exemplo ilustrativo da montagem do dispositivo de ensaio.

    A tubulao, quando em ensaiada, deve estar totalmente cheia de gua para as instalaes de gua e vazia nasde gs, esgoto e guas pluviais.

    Os impactos devem ser aplicados nas regies mais crticas da tubulao a ser ensaiada.

    A aplicao dos impactos deve ser iniciada pelos impactos de utilizao de corpo mole e duro, e em seguida, os

    impactos limites de corpo mole e duro.

    Aps cada impacto, deve-se verificar a ocorrncia de fissuras ou outros danos superficiais na tubulao. Aps aaplicao de todos os impactos, a ocorrncia de vazamentos deve ser verificada atravs da aplicao de 10.1.1para as instalaes de gua e 10.1.3 para as instalaes de esgoto e guas pluviais.

    Tabela 2 Condies especificadas para aplicao do corpo mole e duro

    Impacto de utilizao Impacto limite

    Tipo deimpacto Massa de

    impacto

    Distncia deaplicao

    (d)

    Meio deaplicao

    Massa deimpacto

    Distncia deaplicao(d)

    Meio deaplicao

    Corpo mole 40,0 kg 0,3 m Saco decouro 1) 40,0 kg 0,6 m Saco decouro 1)

    Corpo duro 0,5 kg 0,5 m Esfera maciade ao

    1,0 kg 1,0 m Esfera maciade ao

    1) Saco cilndrico de couro com 0,30 m de dimetro preenchido com areia seca.

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    ABNT/CB-02PROJETO 02.136.01-001/6

    SETEMBRO:2007

    NO TEM VALOR NORMATIVO 9/28

    Figura 1 Exemplo ilustrativo da montagem do dispositivo de ensaio Corpos mole e duro

    7.2.4.2 Nvel de desempenhoO nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja atende, aos valores estabelecidos na Tabela2 sem sofrer perda de funcionalidade ou runa, quando a tubulao ensaiada conforme 7.2.4.1.

    8 Segurana contra incndio

    8.1 Requisito Combate a incndio com guaDispor de reservatrio domiciliar de gua fria, superior ou inferior, de volume de gua necessrio para o combate aincndio, alm do volume de gua necessria para o consumo dos usurios aplicvel para aqueles casos em quea edificao necessitar de sistema de hidrante.

    8.1.1 Critrio Reserva de gua para combate a incndio

    O volume de gua reservado para combate a incndio deve ser estabelecido segundo a Legislao Vigente, ou nasua ausncia, segundo a ABNT NBR 13714.

    8.1.1.1 Mtodo de avaliao

    Verificao do projeto, conforme anexo A

    8.1.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja, atende aos valores estabelecidos naLegislao Vigente ou na ABNT NBR 13714.

    8.2 Requisito - Combate a incndio com extintores

    Dispor de extintores com selo de conformidade do INMETRO, nos casos em que a edificao necessitar decombate manual ao incndio.

    8.2.1 Critrio Tipo e posicionamento de extintores

    Os extintores devem ser classificados e posicionados de acordo com a ABNT NBR 12693.

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    8.2.2.1 Mtodo de Avaliao

    Verificao do projeto e in loco.

    8.2.2.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja, atende ao estabelecido na ABNT NBR12693.

    8.3 Requisito Evitar propagao de chamas entre pavimentos

    Evitar a propagao de incndio entre pavimentos.

    8.3.1 Critrio Evitar propagao de chamas entre pavimentos

    Quando as prumadas de esgoto sanitrio e ventilao estiverem aparentes em alvenaria ou no interior de shafts,devem ser fabricadas com material no propagante de chamas.

    8.3.1.1 Mtodo de avaliao

    Anlise de projeto. Caso seja necessrio verificar se o material da tubulao no propagante de chama, deve-seadotar a norma ISO 1182.

    8.3.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende o critrio de 8.3.1.

    9 Segurana no uso e operao

    9.1 Requisito Risco de choques eltricos e queimaduras em sistemas equipamentos de aquecimento eem eletrodomsticos ou eletro-eletrnicosEvitar queimaduras e choques eltricos quando em operao e uso Normal.

    9.1.1 Critrio Aterramento das instalaes, dos aparelhos aquecedores, dos eletrodomsticos e doseletro-eletrnicos

    Todas as tubulaes, equipamentos e acessrios do sistema hidrossanitrio, devem ser direta ou indiretamenteaterrados conforme ABNT NBR 5410.

    9.1.1.1 Mtodo de Avaliao

    Verificao do projeto.

    9.1.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende, ao estabelecido na ABNT NBR 5410.

    9.1.2 Critrio Corrente de fuga em equipamentos

    Os equipamentos devem atender as ABN NBR 12090 e ABNT NBR 14016, limitando-se a corrente de fuga paraoutros aparelhos em 15 mA.

    9.1.2.1 Mtodo de avaliao

    Os equipamentos, quando ensaiados, devem atender as ABNT NBR 12090 e ABNT NBR 14016.

    Demais equipamentos, quando ensaiados, no devem exceder a 15 mA, medidos in loco.

    9.1.2.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja, atende, ao estabelecido na ABNT NBR12090 e ABNT NBR 14016.

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    9.1.3 Critrio Dispositivos de segurana em aquecedores eltricos de acumulao

    Os aparelhos eltricos de acumulao utilizados para o aquecimento de gua devem ser providos de dispositivode alvio para o caso de sobrepresso, e tambm de dispositivo de segurana que corte a alimentao de energiaem caso de superaquecimento.

    9.1.3.1 Mtodo de avaliao

    Verificao da existncia do dispositivo de alvio de presso na especificao do aparelho.

    9.1.3.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende exigncia descrita em 9.1.3.1.

    9.2 Requisito - Risco de exploso, queimaduras ou intoxicao por gs

    No apresentar riscos de exploso ou intoxicao, aos usurios, durante o uso.

    9.2.1 Critrio - Dispositivos de segurana em aquecedores de acumulao a gs

    Os aparelhos de acumulao a gs utilizados para o aquecimento de gua devem ser providos de dispositivo dealvio para o caso de sobrepresso, e tambm de dispositivo de segurana que corte a alimentao do gs emcaso de superaquecimento.

    9.2.1.1 Mtodo de avaliao

    Verificao da existncia do dispositivo de alvio de sobrepresso e do dispositivo de segurana na especificaodo aparelho conforme ABNT NBR 10540 e no projeto.

    Verificao na etiqueta ou no folheto do aquecedor, as caractersticas tcnicas do equipamento para certificar olimite de temperatura mxima.

    9.2.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende exigncia descrita em 9.2.1.1

    9.2.2 Critrio Instalao de equipamentos a gs combustvel

    O funcionamento do equipamento instalado em ambientes residenciais deve ser feito de maneira que a taxamxima de CO2 no ultrapasse o valor de 0,5 %.

    9.2.2.1 Mtodo de avaliao

    Verificao dos detalhes construtivos, por meio da anlise do projeto arquitetnico e de inspeo do prottipo,quanto ao atendimento ABNT NBR 13103, NR13 e ABNT NBR 14011.

    9.2.2.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja, atende ao estabelecido na ABNT NBR13103, ABNT NBR 14011 e NR 13.

    9.3 Permitir utilizao segura aos usurios.

    9.3.1 Critrio Preveno de ferimentos

    As peas de utilizao e demais componentes dos sistemas hidrossanitrios que so manipulados pelos usuriosno devem possuir cantos vivos ou superfcies speras.

    9.3.1.1 Mtodo de avaliao

    Atendimento s ABNT NBR 10071, ABNT NBR 10072, ABNT NBR 10281, ABNT NBR 11535, ABNT NBR 11815,ABNT NBR 15491, ABNT NBR 11535, ABNT NBR 11815, ABNT NBR 11778, ABNT NBR 12483, ABNT NBR

    12904, ABNT NBR 12905, ABNT NBR 13713, ABNT NBR 14011, ABNT NBR 14150, ABNT NBR 14162, ABNTNBR 14390, ABNT NBR 14580, ABNT NBR 14877, ABNT NBR 14878, ABNT NBR 15097, ABNT NBR 15098,ABNT NBR 15099, ABNT NBR 15206, ABNT NBR 15267, ABNT NBR 15423 e verificao por inspeo visual das

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    partes aparentes dos componentes dos sistemas, inclusive das partes cobertas por canoplas que so passveis decontato quando da manuteno ou troca de componente.

    9.3.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende ao estabelecido nas normas citadasem 9.3.1.1.

    9.3.2 Critrio Resistncia mecnica de peas e aparelhos sanitrios

    As peas e aparelhos sanitrios devem possuir resistncia mecnica aos esforos a que sero submetidos na suautilizao e apresentar atendimento s ABNT NBR 15097, ABNT NBR 15098, ABNT NBR 15099, ABNT NBR11778, ABNT NBR 15491, ABNT NBR 10281, ABNT NBR 12483, ABNT NBR 14011, ABNT NBR 10071, ABNTNBR 10072, ABNT NBR 11535, ABNT NBR 11815, ABNT NBR 12904, ABNT NBR 13713, ABNT NBR 14162,ABNT NBR 14390, ABNT NBR 14877, ABNT NBR 14878, ABNT NBR 15206, ABNT NBR 15267 e ABNT NBR15423.

    9.3.2.1 Mtodo de avaliao

    De acordo com o prescrito na ABNT NBR 15097 e mtodos de ensaios prescritos nas ABNT NBR 10281, ABNTNBR 14150, ABNT NBR 14151, ABNT NBR 12905, ABNT NBR 13713, ABNT NBR 14162, ABNT NBR 14390,ABNT NBR 14877, ABNT NBR 14878, ABNT NBR 15206, ABNT NBR 15267 e ABNT NBR 15423.

    9.3.2.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende, quando ensaiado de acordo com asNormas citadas em 9.3.3.1, as prescries nelas contidas..

    10 Estanqueidade

    10.1 Requisito Estanqueidade das instalaesdos sistemas hidrossanitrios de gua fria e gua quente

    Apresentar estanqueidade quando sujeitos s presses previstas no projeto.10.1.1 Critrio Estanqueidade gua das instalaes de gua

    As tubulaes do sistema predial de gua no devem apresentar vazamento quando submetidas pressohidrosttica de, no mnimo, 1,5 vezes o valor da presso prevista, em projeto, nessa mesma Seo, sob condiesestticas isto sem escoamento e em nenhum caso devem apresentar vazamento quando submetidas a pressesinferiores a 100 kPa.

    10.1.1.1 Mtodo de avaliao

    As tubulaes devem ser ensaiadas conforme prescrito nas ABNT NBR 5626, ABNT NBR 7198 e ABNT NBR8160.

    10.1.1.2 Nvel de desempenhoO nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja atende, ao estabelecido em 10.1.1. quandoensaiado de acordo com as Normas citadas em 10.1.1.1.

    10.1.2 Critrio - Estanqueidade gua de peas de utilizao

    As peas de utilizao no devem apresentar vazamento quando submetidas presso hidrosttica previstas nasABNT NBR 5626 e ABNT NBR 7198.

    Os reservatrios devem ser estanques conforme as normas brasileiras pertinentes.

    Os metais sanitrios devem ser estanques conforme ABNT NBR 10281, ABNT NBR 10071, ABNT NBR 10072,ABNT NBR 11535, ABNT NBR 11815, ABNT NBR 12904, ABNT NBR 13713, ABNT NBR 14162, ABNT NBR14390, ABNT NBR 14877, ABNT NBR 14878, ABNT NBR 15206, ABNT NBR 15267 e ABNT NBR 15423.

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    10.1.2.1 Mtodo de avaliao

    As peas de utilizao devem ser ensaiadas conforme as ABNT NBR 5626, ABNT NBR 15097, ABNT NBR 15098,ABNT NBR 15099 e ABNT NBR 11778.

    Os reservatrios quando ensaiados segundo as ABNT NBR 5649, ABNT NBR 8220, ABNT NBR 14799, ABNTNBR 14863 e, ABNT NBR 10355 devem ser estanques.

    Os metais sanitrios devem ser ensaiados conforme as ABNT NBR 10281, ABNT NBR 14150, ABNT NBR 14151,ABNT NBR 12905, ABNT NBR 13713, ABNT NBR 14162, ABNT NBR 14390, ABNT NBR 14877, ABNT NBR14878, ABNT NBR 15206, ABNT NBR 15267 e ABNT NBR 15423.

    10.1.2.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja atende, ao estabelecido nas Normas citadasem 10.1.2.1 quando ensaiados de acordo com o nelas prescrito.

    10.1.3 Critrio - Estanqueidade gua das instalaes de esgoto e de guas pluviais

    As tubulaes dos sistemas prediais de esgoto sanitrio e de guas pluviais no devem apresentar vazamentoquando submetidas presso esttica de 60 kPa, durante 15 min se o ensaio for feito com gua, ou de 35 kPa,durante o mesmo perodo de tempo, caso o ensaio seja feito com ar.

    10.1.3.1 Mtodo de avaliao

    As tubulaes devem ser ensaiadas conforme as prescries constantes das ABNT NBR 8160 e ABNT NBR10844.

    10.1.3.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, so estanques quando ensaiadas de acordocom as presses estabelecidas em 10.1.3.

    10.1.4 Critrio - Estanqueidade gua das instalaes de gua pluvialAs juntas das calhas do sistema predial de guas pluviais devem ser estanques.

    10.1.4.1 Mtodo de avaliao

    Obturar a sada das calhas e ench-las com gua at o nvel de transbordamento, verificando vazamentos.

    10.1.4.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, so estanques quando ensaiadas de acordocom 10.1.4.1.

    11 Desempenho trmico

    Incluso apenas para manter a seqncia e uniformidade da numerao.

    12 Desempenho acstico

    12.1 Requisito Limitao de rudos

    No provocar rudos desagradveis aos seus usurios.

    12.1.1 Critrio Velocidade de escoamento da gua

    A velocidade de escoamento da gua nas tubulaes dos sistemas prediais de gua fria, gua quente e guaspluviais no deve ser superior ao valor especificado pelas ABNT NBR 5626, ABNT NBR 7198 e ABNT NBR10844, respectivamente.

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    12.1.1.1 Mtodo de avaliao

    Anlise de projeto quanto ao atendimento das ABNT NBR 5626, ABNT NBR 7198 e ABNT NBR 10844.

    12.1.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja, atende s velocidades prescritas em nasnormas citadas em 12.1.1.1.

    12.1.2 Critrio Rudos gerados por vibraes

    As tubulaes, equipamentos e demais componentes sujeitos a esforos dinmicos, devem ser projetados paraque no propaguem vibraes aos elementos das edificaes.

    12.1.2.1 Mtodo de avaliao

    Anlise de projeto quanto aos dispositivos previstos para eliminao de rudos incluindo a avaliao dajustificativas tcnica.

    12.1.2.2 Nvelde desempenhoO nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, o projeto apresenta as justificativas conforme12.1.2.1.

    13 Desempenho lumnicoNo se aplica nesta Parte da Norma. Consta apenas para manter a referncia numerao das Sees de todasas Partes.

    14 Durabilidade e manutenabilidade

    14.1 Requisito Vida til das instalaes hidrossanitrias

    Manter a capacidade funcional durante vida til de projeto conforme perodos especificados na Parte 1 desta

    Norma, desde que o sistema hidrossanitrio seja submetido s intervenes peridicas de manuteno econservao.

    NOTA As diretrizes de durabilidade contida na referncia bibliogrfica Critrios mnimos de desempenho para habitaestrreas de interesse social (publicao IPT, 1998), pode ser adotada entre as partes que fazem acordos baseados nestaNorma.

    14.1.1 Critrio para a vida til de projeto

    Demonstrar o atendimento Tabela 4 da Parte 1 desta Norma.

    14.1.1.1 Mtodo de avaliao

    O Anexo C da Parte 1 contm dispositivos aplicveis.

    14.1.1.2 Premissas de projeto

    Dada a complexidade e variedade dos componentes que constituem o sistema hidrossanitrio e a fim de que omesmo atenda Tabela 4 da Parte 1, considerando-se ainda que a vida til tambm funo da agressividadedo meio ambiente, das caractersticas intrnsecas dos materiais e dos solos, os componentes podem apresentarvida til menor do que aquelas estabelecidas para o sistema hidrossanitrio. Assim, o projeto deve fazer constar oprazo de substituio e manutenes peridicas pertinentes.

    14.1.1.3 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende ao projeto e s premissas de projeto.

    14.1.2 Critrio Projeto e execuo das instalaes hidrossanitrias

    A qualidade do projeto e da execuo dos sistemas hidrossanitrios deve assegurar o atendimento s normasbrasileiras vigentes.

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    14.1.2.1 Mtodo de avaliao

    Verificao ao atendimento do projeto lista de verificao detalhada no anexo A deste projeto de Norma.

    14.1.2.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende, ao estabelecido nas Normas citadasem 14.1.1.

    14.1.3 Critrio Durabilidade dos sistemas, elementos, componentes e da instalao

    Os elementos, componentes e instalao dos sistemas hidrossanitrios devem apresentar durabilidade compatvelcom a vida til de projeto.

    NOTA O anexo F, informativo, da Parte 1 desta Norma, contm instrues sobre esta abordagem.

    14.1.3.1 Mtodos de avaliao

    O anexo C da Parte 1 desta Norma contm disposies aplicveis conforme o material.

    NOTA Tambm pode ser tomado como referncia o documento Critrios mnimos de desempenho para habitaestrreas de interesse social (IPT, 1998).

    14.1.3.2 Nvel de desempenho

    Conforme a Parte 1 desta Norma.

    14.2 Requisito Manutenabilidade das instalaes hidrulicas, de esgotos e de guas pluviais

    Permitir inspees, quando especificadas em projeto, do sistema hidrossanitrio.

    14.2.1 Critrio Inspees em tubulaes de esgoto e guas pluviais

    Nas tubulaes de esgoto e guas pluviais devem ser previstos dispositivos de inspeo para que qualquer ponto

    da tubulao possa ser atingido por uma haste flexvel, conforme preconizado nas ABNT NBR 8160 e ABNT NBR10844.

    14.2.1.1 Mtodo de avaliao

    Verificao do projeto ou inspeo em prottipo.

    14.2.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende, ao estabelecido nas Normas citadasem 14.2.1.

    14.2.2 Critrio Manual de operao, uso e manuteno das instalaes hidrossanitrias

    O fornecedor do SH, elementos ou componentes que compem o edifcio habitacional, devem especificar todas as

    condies de uso, operao e manuteno dos sistemas hidrossanitrias, incluindo o Como Construdo.

    14.2.2.1 Mtodo de avaliao

    Anlise do Manual de operao, uso e manuteno das edificaes, considerando-se as diretrizes gerais dasNormas ABNT NBR 5674 e ABNT NBR 14037, e do Manual das reas comuns.

    14.2.2.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, atende, ao estabelecido nas Normas citadasem 14.2.2.1.1.

    15 Sade, higiene e qualidade do ar

    15.1 Requisito Contaminao da gua a partir dos componentes das instalaesEvitar a introduo de substncias txicas ou impurezas.

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    15.1.1 Critrio Independncia do sistema de gua

    O sistema de gua fria deve ser separado fisicamente de qualquer outra instalao que conduza gua no potvelou fluida de qualidade insatisfatria, desconhecida ou questionvel.

    Os componentes da instalao do sistema de gua fria no devem transmitir gua substncias txicas, oucontaminar a gua por meio de metais pesados.

    15.1.1.1 Mtodo de avaliao

    Verificao do projeto quanto ao atendimento s ABNT NBR 5626, ABNT NBR 5648, ABNT NBR 13206 e ABNTNBR 7542.

    Verificao da meno em projeto da utilizao de componentes que assegurem a no existncia de substnciasnocivas ou presena de metais pesados.

    15.1.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja, o projeto atende s normas citadas em15.1.1.1, bem como o projeto menciona a utilizao de componentes que atendem ao prescrito em 15.1.1.1.

    15.2 Requisito Contaminao biolgica da gua na instalao de gua potvel

    No utilizar material ou componente que permita o desenvolvimento de bactrias ou outras atividades biolgicas,as quais provocam doenas.

    15.2.1 Critrio Risco de contaminao biolgica das tubulaes

    Todo componente de instalao aparente deve ser fabricado de material lavvel e impermevel para evitar aimpregnao de sujeira ou desenvolvimento de bactrias ou atividades biolgicas.

    Aspectos sobre o atendimento, mtodo de avaliao e nveis se encontram indicados na Parte 1 desta Norma.

    15.2.2 Critrio Risco de estagnao da guaOs componentes da instalao hidrulica no devem permitir o empoamento de gua.

    15.2.2.1 Mtodo de avaliao

    Os tampos de pia de cozinha, pisos de banheira ou boxes, quando ensaiados de acordo com o mtodo indicadono anexo C da Parte 3 desta Norma no devem permitir o empoamento.

    15.2.2.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, no permite o empoamento de gua.

    15.3 Requisito Contaminao da gua potvel do sistema predial

    No ser passvel de contaminao por qualquer fonte de poluio ou agentes externos.15.3.1 Critrio Tubulaes e componentes de gua potvel enterradas

    Os componentes do sistema de instalao enterrados devem ser protegidos contra a entrada de animais oucorpos estranhos, bem como de lquidos que possam contaminar a gua potvel, em conformidade com a ABNTNBR 5626 e a ABNT NBR 8160.

    15.3.1.1 Mtodo de avaliao

    Verificao do projeto quanto ao atendimento das ABNT NBR 5626 e ABNT NBR 8160.

    15.3.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja, o projeto atende s normas citadas em

    15.3.1.1.

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    15.4 Requisito Contaminao por refluxo de gua

    No permitir o refluxo ou retrossifonagem.

    15.4.1 Critrio Separao atmosfrica

    A separao atmosfrica por ventosas (ou dispositivos quebradores de vcuo) deve atender s exigncias daABNT NBR 5626.

    15.4.1.1 Mtodo de avaliao

    Verificao do projeto quanto ao atendimento ABNT NBR 5626.

    15.4.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja, o projeto atende s normas citadas em15.4.1.1.

    15.5 Requisito Ausncia de odores provenientes da instalao de esgoto

    No permitir o retorno de gases aos ambientes sanitrios.

    15.5.1 Critrio Estanqueidade aos gases

    O sistema de esgotos sanitrios deve ser projetado de forma a no permitir a retrossifonagem ou quebra do selohdrico.

    15.5.1.1 Mtodo de avaliao

    Verificao do projeto quanto ao atendimento ABNT NBR 8160.

    15.5.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja, o projeto atende s normas citadas em15.5.1.1.

    15.6 Requisito Contaminao do ar ambiente pelos equipamentos

    No haver possibilidade de contaminao por gerao de gs.

    15.6.1 Critrio Teor de poluentes

    Os ambientes no devem apresentar teor de CO2 superior a 0,5 %, e de CO superior a 30 ppm.

    15.6.2 Mtodo de avaliao

    Verificao do projeto quanto ao atendimento ABNT NBR 13103, bem como inspeo in locodos ambientes.

    16 Funcionalidade e acessibilidade

    16.1 Requisito Temperatura de utilizao da gua

    Prever sistema de gua quente para os pontos de utilizao nos edifcios habitacionais situados naquelas regiesonde a temperatura da gua possa atingir valores muito baixos, considerados desconfortveis para consumohumano.

    16.1.1 Critrio Temperatura de aquecimento

    Os equipamentos para aquecimento de gua devem proporcionar incremento de temperatura da gua de formaque no sejam superados os valores indicados na Tabela 3 a seguir:

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    Tabela 3: Temperatura mxima da gua na sada do equipamento de aquecimento

    Temperatura mxima

    CAparelho

    Potncia

    kW Aparelho sem protetortrmico

    Chuveiro At 7,8 50

    Torneira At 9,0 50

    Aquecedor depassagem

    At 5,5

    Superior a 5,5 e at 9,0

    55

    70

    16.1.1.1 Mtodo de avaliaoOs equipamentos quando ensaiados conforme as Normas ABNT NBR 12090, ABNT NBR 14016 e ABNT NBR14011 devem atender aos valores indicados na Tabela 3.

    16.1.1.2 Premissa de projeto

    No caso de uso de vlvula de descarga, deve haver coluna exclusiva para abastec-la, saindo diretamente doreservatrio, no podendo estar ligado nenhum outro ramal nesta coluna.

    16.1.1.3 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja atende s premissas de projeto, alm dosequipamentos atenderem aos valores indicados na Tabela 3 o projeto atende s normas citadas em 16.3.1.1.

    16.2 Requisitos - Funcionamento das instalaes de gua

    Satisfazer s necessidades de abastecimento de gua fria e quente.

    16.2.1 Critrio - Dimensionamento da instalao de gua fria e quenteO sistema predial de gua fria e quente deve fornecer gua na presso, vazo e volume compatveis com o uso,associado a cada ponto de utilizao, considerando a possibilidade de uso simultneo.

    16.2.1.1 Mtodo de avaliao

    Verificao do projeto quanto ao atendimento das ABNT NBR 5626 e ABNT NBR 7198.

    16.2.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja o projeto atende s normas citadas em16.2.1.1.

    16.2.2 Critrio funcionamento de dispositivos de descargaAs caixas e vlvulas de descarga devem obedecer ao disposto nas ABNT NBR 15491 e ABNT NBR 12904 no quediz respeito vazo e volume de descarga.

    16.2.2.1 Mtodo de avaliao

    Verificao do volume de descarga de acordo com o mtodo de ensaio estabelecido na ABNT NBR 12905.

    16.2.2.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, os componentes quando ensaiados conformeas ABNT NBR 15491 e ABNT NBR 12905 atendem ao prescrito nas ABNT NBR 11852 e ABNT NBR 12904.

    16.3 Requisito Funcionamento das instalaes de esgoto

    Coletar e afastar, at a rede pblica ou sistema de tratamento e disposio privados, os efluentes gerados peloedifcio habitacional.

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    16.3.1 Critrio Dimensionamento da instalao de esgoto

    O sistema predial de esgoto deve coletar e afastar nas vazes com que normalmente so descarregados osaparelhos sem que haja transbordamento, acmulo na instalao, contaminao do solo ou retorno a aparelhosno utilizados.

    16.3.1.1 Mtodo de avaliao

    Verificao do projeto quanto ao atendimento das ABNT NBR 8160, ABNT NBR 7229 e ABNT NBR 13969.

    16.3.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, o projeto atende ao disposto nas ABNT NBR8160, ABNT NBR 7229 e ABNT NBR 13969..

    16.4 Requisito Funcionamento das instalaes de guas pluviais

    Coletar e conduzir gua de chuva.

    16.4.1 Critrio Dimensionamento de calhas e condutoresAs calhas e condutores devem suportar a vazo de projeto, calculada a partir da intensidade de chuva adotadapara a localidade e para um certo perodo de retorno.

    16.4.1.1 Mtodo de avaliao

    Verificao do projeto quanto ao atendimento ABNT NBR 10844.

    16.4.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, o projeto atende ao disposto na ABNT NBR10844.

    17 Conforto ttil e antropodinmico

    17.1 Requisito conforto na operao dos sistemas prediais

    Prover manobras confortveis e seguras aos usurios

    17.1.1 Critrio adaptao ergonmica dos equipamentos

    As peas de utilizao, inclusive registros de manobra, devem possuir volantes ou dispositivos com formato edimenses que proporcionem torque de acionamento de acordo com as normas de especificao de cadaproduto, alm de serem isentos de rebarbas, asperezas, ou ressaltos que possam causar ferimentos.

    17.1.1.1 Mtodo de avaliao

    Inspecionar, in loco, as peas de utilizao, ou caso o componente possua declarao do fabricante ouembalagem que assegure o atendimento s normas vigentes sobre os componentes especficos, o sistema estisento desta verificao.

    17.1.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja os componentes atendem s normasespecficas, a saber: ABNT NBR 13466, ABNT NBR 10281, ABNT NBR 14930, ABNT NBR 10071, ABNT NBR14121, ABNT NBR 14150, ABNT NBR 14151, ou atendem inspeo descrita em 17.2.

    18 Adequao ambiental

    18.1 Requisito Uso racional da gua

    Reduzir a demanda da gua da rede pblica de abastecimento, e o volume de esgoto conduzido para tratamentosem aumento da probabilidade de ocorrncia de doenas ou da reduo da satisfao do usurio representadapelas condies estabelecidas nesta parte da Norma.

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    18.1.1 Critrio Consumo de gua em bacias sanitrias

    As bacias sanitrias devem ser de volume de descarga reduzido, de acordo com as especificaes das ABNTNBR 12904 e ABNT NBR 12905.

    18.1.1.1 Mtodo de avaliaoEnsaios das bacias constantes da ABNT NBR 6452.

    18.1.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M(denominado mnimo), ou seja, quando ensaiado atende ao estabelecido naABNT NBR 6452.

    18.1.2 Critrio Fluxo de gua em peas de utilizao

    Recomenda-se que as peas de utilizao possuam vazo em conformidade com a Tabela 4.

    Tabela 4 Vazo nas peas de utilizao

    Pea de utilizao Vazo mximaL/s

    Chuveiros e duchas (dotadas de aquecimento central oude passagem) 0,10 a 0,25

    Mictrio 0,07 a 0,15

    Torneiras para lavatrio, pia de cozinha, uso geral, tanque,aparelho economizador, misturador para lavatrio emisturador para pia de cozinha

    0,05 a 0,12

    Aparelho economizador (torneira automtico) 0,04 a 0,12

    Torneiras para jardim 0,10 a 0,25

    18.1.2.1 Mtodo de avaliao

    As vazes dos metais sanitrios devem ser verificadas de acordo com os mtodos de ensaios descritos nas ABNTNBR 10281, ABNT NBR 13713, ABNT NBR 14390 e ABNT NBR 15206 para cada um dos componentesapresentados na Tabela 4.

    18.1.2.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja os componentes atendem s ABNT NBRespecificadas em 17.1.1.2, ou caso o componente possua declarao do fabricante ou embalagem que assegureo atendimento s ABNT NBR vigentes sobre os componentes especficos, o sistema est isento desta verificao.

    18.2 Requisito Contaminao do solo e do lenol freticoNo contaminar o solo ou o lenol fretico.

    18.2.1 Critrio Tratamento e disposio de efluentes

    Os sistemas prediais de esgoto sanitrio devem estar ligados rede pblica de esgoto ou a um sistema localizadode tratamento e disposio de efluentes, atendendo ABNT NBR 8160, ABNT NBR 7229 e ABNT NBR 13969.

    18.2.1.1 Mtodo de avaliao

    Verificar no projeto se o sistema predial de esgoto sanitrio est ligado rede pblica ou a um sistema localizadode tratamento e disposio.

    18.2.1.2 Nvel de desempenho

    O nvel mnimo para aceitao o M (denominado mnimo), ou seja, o componente atende s normasmencionadas em 18.2.1.1.

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    Anexo A

    (normativo)

    Lista de verificaes para os projetosA.1 IntroduoEste anexo tem por objetivo estabelecer uma lista de verificaes para a anlise de projetos de sistemashidrossanitrios.

    A ABNT NBR 13531 a base deste anexo.

    NOTA Tambm pode ser tomado como referncia o documento Manual de Escopo de Projetos e Servios de InstalaesPrediais Hidrulica elaborado pelo SECOVI.

    A.2 Procedimento

    A.2.1 O projeto e a execuo dos sistemas hidrossanitrios devem atender e mencionar as normas citadas nas

    referncias normativas desta Norma, bem como deve, seguindo esta lista de verificaes, atender de formaobjetiva os contedos e os produtos gerados, respeitadas as clusulas contratuais firmadas entre fornecedor ecliente.

    A.3 Lista de verificaes

    A.3.1 Esta lista de verificaes est subdividida nas seguintes fases:

    Fase A - Concepo do Produto

    Fase B - Definio do produto

    Fase C I- Identificao e soluo de interfaces

    Fase D - Projeto de detalhamento

    Fase E - Ps-entrega dos projetos

    Fase F - Ps-entrega da obra.

    A.3.2 Para cada fase deve ser evidenciada se o projeto apresenta suficientes dados e informaes quepermitam aferir o seu atendimento.

    A.3.3 A lista de verificaes deve ser adaptada para cada requisito e critrio expresso neste projeto de Normade forma a identificar se o projeto possui evidncias ao atendimento.

    A.4 Detalhes de cada fase

    A.4.1 Fase A - Concepo do produto

    Esta fase compreende:

    a) anlise das condicionantes locais; e

    b) consulta s concessionrias de servios pblicos.

    Os contedos desta fase A so:

    a) levantamento do conjunto de informaes jurdicas, legais, programticas e tcnicas;

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    b) dados que visem determinar as restries e possibilidades que regem e limitam o produto imobiliriopretendido.

    NOTA Estas informaes permitem caracterizar o partido hidrulico, e as possveis solues das edificaes e de

    implantao dentro das condicionantes levantadas.

    Esta fase est subdividida nas seguintes etapas, conforme ABNT NBR 13531:

    a) LV - Levantamento de dados;

    b) PN - Programa de necessidades e,

    c) EV - Estudo de viabilidade.

    Os produtos gerados na fase A e que devem ser evidenciados so:

    a) relatrio de condicionantes locais, contendo as seguintes informaes;

    - disponibilidade e caractersticas de atendimento do empreendimento pelos servios pblicos;

    - comentrios e recomendaes sobre a ligao do edifcio aos servios pblicos.

    b) diretrizes e respostas s consultas junto s concessionrias locais de gua, esgoto, gs combustvel eeletricidade.

    A.4.2 Fase B - Definio do produto

    Esta fase compreende:

    a) definio de ambientes e espaos tcnicos;b) consulta s concessionrias de servios pblicos; e

    c) assessoria para adoo de novas tecnologias.

    Os contedos desta fase B so:

    a) desenvolvimento do partido hidrulico e demais elementos do empreendimento, definindo e consolidandotodas as informaes necessrias a fim de verificar as viabilidades fsica, legal e econmica bem comopossibilitar a elaborao dos projetos legais.

    Esta fase est subdividida nas seguintes etapas, conforme ABNT NBR 13531:

    a) EP - Estudo Preliminar;

    b) AP Anteprojeto; e

    c) PL - Projeto Legal.

    Os produtos gerados nesta fase B e que devem ser evidenciados so:

    a) layout dos ambientes e centrais tcnicas, com dimenses, condies de posicionamento, acesso ecirculao de pessoas, tubulaes e sistemas tcnicos, ventilao dos espaos e outros condicionantes;

    b) dimenses principais e posicionamento de shaftse espaos tcnicos, com percurso vertical;

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    c) dimenses principais de outros espaos, inclusive alturas de entre forro, necessrios para passagem detubulaes e/ou sistemas tcnicos;

    d) demarcao de zonas de encaminhamento das tubulaes primrias, com indicao de posicionamento,

    altura ocupada e/ou caimento nos pavimentos;

    e) relatrio com as caractersticas propostas para os sistemas que podem incorporar tecnologias inovadoras,anlises realizadas e concluses do projetista, inclusive apontando os resultados esperados em funodas alternativas tecnolgicas a serem adotadas.

    A.4.3 Fase C - Identificao e soluo de interfaces

    Esta fase compreende::

    a) posicionamento de dispositivos e componentes hidrulicos;

    b) definio e layoutde salas tcnicas;

    c) traado de tubulaes hidrulicas principais; e

    d) definio e layoutde shaftsverticais

    Esta fase se caracteriza, conforme ABNT NBR 15351, como PB - Projeto Bsico.

    Os contedos desta fase C so:

    a) consolidao de todos os ambientes, suas articulaes e demais elementos do empreendimento, com asdefinies necessrias para o intercmbio entre todos os envolvidos no processo.

    b) resoluo de todas as interfaces resultantes do projeto, a partir da negociao de solues deinterferncias entre sistemas, de tal forma a possibilitar uma avaliao preliminar dos custos, mtodosconstrutivos e prazos de execuo.

    Os produtos gerados nesta fase C e que devem ser evidenciados so:

    a) plantas de todos os setores ou pavimentos com posicionamento das colunas, caixas de inspeo, ralos eoutros dispositivos de captao e caixas para dispositivos e/ou sistemas de combate a incndio;

    b) indicao de engrossamentos, enchimentos, com indicao de suas dimenses, e outros ajustes ouconsideraes eventualmente necessrias para orientar os projetos das demais especialidades, em todosos setores ou pavimentos;

    c) posicionamento de forros e sancas, com indicao de suas dimenses;

    d) desenhos das salas e centrais tcnicas bem como dos shaftsverticais (plantas, cortes, vistas e detalhes,conforme a necessidade, com marcao de todas as demandas a serem atendidas pelos projetos dasdemais especialidades, dimenses, ps-direitos, portas, aberturas, janelas, forros, condies de acessode pessoas e equipamentos proximidade de outros ambientes ou condies, etc.);

    e) indicao de grandes furos na estrutura e/ou trechos de instalao embutidos em alvenaria armada, bemcomo indicao de grandes furos e insertsna estrutura;

    f) plantas de todos os pavimentos, com traado de dutos, tubulaes e linhas principais de sistemashidrulicos;

    g) indicao de ajustes necessrios nos projetos das demais especialidades, em funo das interfernciasidentificadas;

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    h) planta de furao de laje para os shaftsverticais

    A.4.4 Fase D - Projeto de detalhamento de especialidades

    Esta fase compreende::

    a) dimensionamentos hidrulicos gerais;

    b) projeto e detalhamento de instalaes localizadas;

    c) plantas de distribuio hidrulica;

    d) preparao de esquemas verticais da instalao;

    e) detalhamento de ambientes e centrais tcnicas;

    f) elaborao de memoriais e especificaes;g) elaborao de plantas de marcao de lajes;

    h) verificao da adequao e conformidade de elementos, sistemas e/ou componentes;

    i) detalhamento de montagem de instalao em shafts;

    j) marcao e especificao de suportes;

    k) elaborao de planilha de quantidades de materiais;

    Esta fase se denomina, segundo a ABNT NBR 15351 de PE - Projeto Executivo.

    Os contedos desta fase D so:

    a) execuo do detalhamento de todos os elementos do empreendimento e incorporao dos detalhesnecessrios de produo de modo a gerar um conjunto de informaes suficientes para a perfeitacaracterizao das obras/servios a serem executados, bem como a avaliao dos custos, mtodosconstrutivos, e prazos de execuo.

    Os produtos gerados nesta fase D e que devem ser evidenciados so:

    a) especificaes dos equipamentos hidrulicos a serem instalados;

    b) detalhes parciais de instalaes localizadas;

    plantas ampliadas de ambientes hidrulicos e detalhes de esgoto e gua pluvial;

    vistas ou esquemas isomtricos dos ambientes hidrulicos;

    plantas de todos os pavimentos com traado final e discriminao de dutos e tubulaes de sistemashidrulicos primrios e secundrios com seus acessrios, trechos embutidos em vedaes estruturais,com indicao de dimetro ou dimenses, nveis, declividades e/ou caimentos, compatibilizados com osdemais elementos e sistemas;

    c) planta de marcao de laje para o pavimento tipo, com indicao das caixas e tubulaes e/ou insertsembutidos, inclusive furos em lajes, com dimenses e posies cotadas em relao estrutura;

    d) esquemas verticais de distribuio para os diversos sistemas hidrulicos, incluindo a discriminao deacessrios, com indicao de dimetros, dimenses e nveis, sempre compatibilizados com as plantascorrespondentes;

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    e) detalhes necessrios perfeita compreenso da instalao representada nos esquemas verticais e nasplantas, tais como plantas, cortes, vistas, detalhes de montagem, incluindo o posicionamento ediscriminao de equipamentos, dutos, tubulaes e seus acessrios, com indicao de dimetros oudimenses, nveis e caimentos, sempre compatibilizados com as plantas e esquemas correspondentes;

    f) memoriais descritivos abrangendo todos os sistemas hidrulicos projetados;

    g) especificao de todos os materiais e equipamentos a serem utilizados na instalao, com respectivosmemoriais e normas tcnicas;

    h) plantas de todos os pavimentos com posicionamento cotado de chuveiros, traado final e discriminaoda rede de tubulaes e seus acessrios, devendo ser indicados os dimetros (ou dimenses) e nveis,compatibilizando-os com os demais elementos e sistemas;

    i) indicao de furos na estrutura para todos os pavimentos, exceto furos em laje com dimenses menoresque 20 cm x 20 cm, com dimenses e posies cotadas em relao estrutura;

    j) projeto das previses de utilidades necessrias (energia, gua, e outros) para a alimentao do sistema esuas instalaes;

    k) plantas de laje com posicionamento cotado das instalaes hidrulicas (ralos, bid, bacia,subidas,descidas e passagem de tubulaes), e dimenses e posicionamento cotado de todos os furosem laje em relao a elementos da estrutura;

    l) plantas, cortes, vistas e detalhes, conforme a necessidade, contendo o detalhamento da montagem desistemas hidrulicos em shafts verticais, incluindo a indicao e especificao de suportes, fixaes,detalhes de vedao, acessrios, e outros, com indicao de dimenses e nveis;

    m) plantas de posicionamento de suportes para tubulaes, caixas e outros acessrios dos sistemas

    hidrulicos, bem como detalhes construtivos e especificao de suportes e dispositivos de fixao e seusacabamentos;

    n) memorial de parmetros de dimensionamento dos diversos sistemas hidrulicos abrangidos pelosprojetos;

    o) manuais de orientao ao usurio e de operao e manuteno das instalaes.

    A.4.5 Fase E Ps-entrega dos projetos

    Esta fase compreende:

    a) apresentao do projeto;

    b) programa bsico de acompanhamento da obra; e

    c) esclarecimento de dvida

    Os contedos desta fase E so:

    Informaes documentadas do projeto, e aplicao correta dos trabalhos de campo.

    Os produtos gerados nesta fase E que devem ser evidenciados so:

    a) anlise prvia dos projetos por parte dos envolvidos, compreendendo esclarecimento sobre a organizaoe forma de utilizao dos documentos de projeto;

    b) respostas s dvidas e indagaes encaminhadas para o projetista;

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    c) registro das atividades desenvolvidas em obra ou em decorrncia do servio de acompanhamento daobra;

    d) jogo completo de desenhos de projeto de sistemas hidrulicos, atualizados conforme executado na obra.

    A.4.6 Fase F Ps-entrega da obras

    Esta fase compreende:

    a) atividades de avaliao e/ou assessoria; e

    b) projetos de alteraes

    Os contedos desta fase F so:

    a) anlises e avaliao do comportamento da edificao em uso para verificar e reafirmar se os

    condicionantes e pressupostos de projeto foram adequados e se eventuais alteraes, realizadas emobra, esto compatveis com as expectativas do empreendedor e de ocupao dos usurios.

    Os produtos gerados nesta fase F e que devem ser evidenciados so:

    a) elaborao do Manual do Proprietrio relativo aos Sistemas Hidrulicos, contendo as informaes eorientaes necessrias para a melhor utilizao e preservao dos sistemas hidrulicos peloproprietrio, incluindo:

    descrio das caractersticas de cada equipamento e sistema, inclusive documentao tcnica;

    forma e cuidados de operao;

    orientao e programa de manuteno preventiva.

    b) elaborao do Manual de operao e manuteno dos sistemas hidrulicos;

    c) projeto alterado ou complementado, conforme a solicitao, incluindo:

    cumprimento das atividades estabelecidas;

    registro das atividades desenvolvidas no empreendimento ou em decorrncia dos servios solicitados.

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