n-2688_teste de pressão em serviço de vasos de pressão e caldeiras

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  • N-2688 REV. A 02 / 2010

    PROPRIEDADE DA PETROBRAS 1 pgina

    Teste de Presso em Servio de Vasos de Presso e Caldeiras

    CONTEC Comisso de Normalizao

    Tcnica

    SC-23

    Inspeo de Sistemas e Equipamentos em

    Operao 1a Emenda

    Esta a 1a Emenda da PETROBRAS N-2688 REV. A e se destina a modificar o seu texto nas partes indicadas a seguir: NOTA 1 As novas pginas com as alteraes efetuadas esto colocadas nas posies

    correspondentes. NOTA 2 As pginas emendadas, com a indicao da data da emenda, esto colocadas no final da

    norma, em ordem cronolgica, e no devem ser utilizadas. - Subseo 3.7: (1 Emenda) Alterao do texto. - Subseo 5.6: (1 Emenda) Alterao do texto. - Subseo 5.6.1: (1 Emenda) Alterao do texto. - Figura 1: (1 Emenda) Alterao do ttulo. - Subseo 5.6.3: (1 Emenda) Excluso. - Figura 6: (1 Emenda) Alterao do ttulo.

    _____________

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  • N-2688 REV. A 06 / 2009

    PROPRIEDADE DA PETROBRAS 13 pginas, ndice de Revises e GT

    Teste de Presso em Servio de Vasos de Presso e Caldeiras

    Procedimento

    Esta Norma substitui e cancela a sua reviso anterior.

    Cabe CONTEC - Subcomisso Autora, a orientao quanto interpretao do texto desta Norma. O rgo da PETROBRAS usurio desta Norma o responsvel pela adoo e aplicao das suas sees, subsees e enumeraes.

    CONTEC Comisso de Normalizao

    Tcnica

    Requisito Tcnico: Prescrio estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resoluo de no segui-la (no-conformidade com esta Norma) deve ter fundamentos tcnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo rgo da PETROBRAS usurio desta Norma. caracterizada por verbos de carter impositivo.

    Prtica Recomendada: Prescrio que pode ser utilizada nas condies previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (no escrita nesta Norma) mais adequada aplicao especfica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo rgo da PETROBRAS usurio desta Norma. caracterizada por verbos de carter no-impositivo. indicada pela expresso: [Prtica Recomendada].

    SC - 23

    Cpias dos registros das no-conformidades com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomisso Autora.

    As propostas para reviso desta Norma devem ser enviadas CONTEC - Subcomisso Autora, indicando a sua identificao alfanumrica e reviso, a seo, subseo e enumerao a ser revisada, a proposta de redao e a justificativa tcnico-econmica. As propostas so apreciadas durante os trabalhos para alterao desta Norma.

    Inspeo de Sistemas e Equipamentos em Operao

    A presente Norma titularidade exclusiva da PETRLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reproduo para utilizao ou divulgao externa, sem a prvia e expressa autorizao da titular, importa em ato ilcito nos termos da legislao pertinente, atravs da qual sero imputadas as responsabilidades cabveis. A circulao externa ser regulada mediante clusula prpria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.

    Apresentao

    As Normas Tcnicas PETROBRAS so elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por Tcnicos Colaboradores especialistas da Companhia e das suas Subsidirias), so comentadas pelas Unidades da Companhia e das suas Subsidirias, so aprovadas pelas Subcomisses Autoras - SCs (formadas por tcnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as suas Subsidirias) e homologadas pelo Ncleo Executivo (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das suas Subsidirias). Uma Norma Tcnica PETROBRAS est sujeita a reviso em qualquer tempo pela sua Subcomisso Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Tcnicas PETROBRAS so elaboradas em conformidade com a Norma Tcnica PETROBRAS N-1. Para informaes completas sobre as Normas Tcnicas PETROBRAS, ver Catlogo de Normas Tcnicas PETROBRAS.

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  • N-2688 REV. A 06 / 2009

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    1 OBJETIVO 1.1 Esta Norma fixa as condies mnimas exigveis para a execuo de teste de presso em servio de vasos de presso e caldeiras. 1.2 Esta Norma define os critrios para seleo e aplicao de teste hidrosttico, pneumtico e hidropneumtico. 1.3 Esta Norma define os critrios para determinao das condies a serem utilizadas na execuo de testes de presso em vasos e caldeiras no cumprimento das Inspees de Segurana Inicial, Peridica e Extraordinria previstas na Norma Regulamentadora no 13 (NR-13) (ver Manual Tcnico de Caldeiras e Vasos de Presso). 1.4 Esta Norma no se aplica ao teste de presso de fabricao, que deve ser realizado de acordo com as normas de projeto, fabricao e montagem do equipamento. 1.5 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edio. 1.6 Esta Norma contm Requisitos Tcnicos e Prticas Recomendadas. 2 Referncias Normativas Os documentos relacionados a seguir so indispensveis aplicao desta Norma. Para referncias datadas, aplicam-se somente as edies citadas. Para referncias no datadas, aplicam-se as edies mais recentes dos referidos documentos (incluindo emendas).

    Norma Regulamentadora no 13 (NR-13) - Caldeiras e Vasos de Presso; Manual Tcnico de Caldeiras e Vasos de Presso; PETROBRAS N-253 - Projeto de Vaso de Presso; PETROBRAS N-1807 - Medio de Recalque de Fundaes no Teste Hidrosttico de Equipamentos; PETROBRAS N-2162 - Permisso para Trabalho; ABNT NBR 12177-1 - Caldeiras Estacionrias a Vapor - Inspeo de Segurana - Parte 1: Caldeiras Flamotubulares; ABNT NBR 12177-2 - Caldeiras Estacionrias a Vapor - Inspeo de Segurana - Parte 1: Caldeiras Aquotubulares; API 510 - Pressure Vessel Inspection Code: Maintenance Inspection, Rating, Repair and Alteration; API 579 - Fitness for Service; ASME SEC I - Power Boilers; ASME SEC VIII - Boiler and Pressure Vessel Codes; NATIONAL BOARD -The National Board of Boiler and Pressure Vessel Inspectors Board of Trustees.

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    3 Termos e Definies Para os propsitos desta Norma so adotados os termos e definies indicadas em 3.1 a 3.7. 3.1 inspeo de segurana inicial inspeo realizada em vasos de presso e caldeiras novos, antes de sua entrada em operao, no local definitivo de instalao, devendo compreender exame externo, interno e teste hidrosttico, conforme definido na Norma Regulamentadora no 13 (NR-13) (ver Manual Tcnico de Caldeiras e Vasos de Presso) 3.2 inspeo de segurana peridica ou extraordinria inspeo realizada em vasos de presso e caldeiras que j se encontram em operao, devendo compreender exame externo, interno e teste hidrosttico, quando requeridos. 3.3 NR-13 Norma Regulamentadora que estabelece regras compulsrias a serem seguidas no projeto, operao, inspeo e manuteno de caldeiras e vasos de presso instalados em unidades industriais e outros estabelecimentos pblicos no Brasil, como definido no corpo da norma. 3.4 Profissional Habilitado (PH) aquele que tem competncia legal para o exerccio da profisso de engenheiro nas atividades referentes a projeto de construo, acompanhamento de operao e manuteno, inspeo e superviso de inspeo de caldeiras e vasos de presso, em conformidade com a regulamentao profissional vigente no Pas.

    3.5 teste de presso teste por meio de fluido compressvel ou incompressvel ou uma mistura de ambos, at um dado valor de presso, com a finalidade de aliviar as tenses residuais, alm de avaliar a integridade, estanqueidade e a resistncia estrutural dos componentes sujeitos presso, dentro das condies estabelecidas para a sua realizao. 3.6 PMTA (Presso Mxima de Trabalho Admissvel) presso manomtrica mxima de trabalho permitida, definida pelo PH e medida no topo do equipamento na sua posio de operao para uma dada temperatura especificada. 3.7 grupo de risco classificao do potencial de danos de um teste hidrosttico de um determinado sistema, sendo que, o maior potencial de risco o grupo 1 e menor, o grupo 3. 4 Condies Gerais 4.1 Prazos mnimos recomendados para execuo do teste de presso aps soldagem ou tratamento trmico em partes pressurizadas:

    a) imediatamente aps - para aos-carbono de baixa e mdia resistncias e aos inoxidveis austenticos srie 300;

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    b) 24 horas aps - para aos de baixa liga com teor de cromo < 5 %; c) 48 horas aps - para aos de alta resistncia - carbono micro ligado.

    NOTA Estes prazos podem ser redefinidos a critrio do PH. [Prtica Recomendada] 4.2 As caractersticas do fluido de teste no devem provocar a deteriorao do equipamento, devendo ser adequada a sua qualidade e/ou realizada uma descontaminao posterior. NOTA O teor mximo de cloretos permitido na gua deve ser conforme definido pelo projeto,

    porm sempre igual ou inferior a 50 ppm para equipamentos fabricados com aos inoxidveis austenticos, duplex, super duplex ou com revestimento interno desses materiais.

    4.3 O equipamento a ser testado deve ser isolado eletricamente de qualquer parte em que se realizem servios que possam induzir a passagem de corrente eltrica e por em risco os trabalhadores e a instalao. 4.4 O equipamento ou a tubulao a ser testado deve ser isolado com raquetes ou Figura 8 dos equipamentos que no fazem parte do teste. No caso que no tenha local apropriado para instalar raquete ou Figura 8, deve ser realizada uma Anlise de Riscos para liberao do teste. 4.5 As seguintes condies devem ser verificadas quando da realizao de teste de presso em um sistema composto por mais de um equipamento e/ou tubulaes conectadas:

    a) a presso de teste deve ser limitada pelo componente de menor presso mxima admissvel;

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