município do seixal câmara .... depois para uma terça, ... recorda ainda que na reunião anterior

Download Município do Seixal Câmara .... depois para uma terça, ... Recorda ainda que na reunião anterior

Post on 08-Dec-2018

216 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

Municpio do Seixal Cmara Municipal Ata n. 19/2014 Reunio Ordinria da Cmara Municipal do Seixal de 24 de setembro de 2014

1/51

ATA DA REUNIO ORDINRIA DA CMARA MUNICIPAL DO SEIXAL

REALIZADA A 24 DE SETEMBRO DE 2014 Aos vinte e quatro dias do ms de setembro de dois mil e catorze realizou-se pelas 15:15 horas, no Auditrio dos Servios Centrais da Cmara Municipal do Seixal, uma Reunio Ordinria da Cmara Municipal do Seixal. Presidiu e dirigiu a Reunio o Senhor Presidente da Cmara Joaquim Cesrio Cardador dos Santos e na mesma participaram os Senhores Vereadores Corlia Maria Mariano de Almeida Sargao Loureiro, Joaquim Carlos Coelho Tavares, Jorge Osvaldo Dias dos Santos Gonalves, Vanessa Alexandra Vilela da Silva, Jos Carlos Marques Gomes, Samuel Pedro Silva Cruz, Elisabete Manuela Pereira Adrio, Eduardo Manuel Rodrigues, Paulo Edson Carvalho Borges da Cunha e Lus Manuel Rendeiro Cordeiro. Secretariou a Reunio, o Tcnico Superior, Joo Manuel de Sousa Coutinho, no uso das suas competncias, designado pelo despacho n 1010-PCM/2013, de 21 de outubro de 2013, e, nos termos da lei aplicvel. I PERODO PARA INTERVENO E ESCLARECIMENTO DA POPULAO O Senhor Presidente da Cmara Municipal, iniciou a reunio cumprimentando os senhores muncipes, os trabalhadores e a comunicao social, pediu aos senhores vereadores que ocupassem os lugares, dando incio reunio, informou que existem cinco muncipes inscritos, e deu a palavra ao senhor Lus Viana. O Senhor Lus Manuel Loureno Viana, morador na praceta Stella de Albuquerque, n 9, Marisol, 2855-159 Corroios, cumprimenta todos os presentes e comea a interveno dizendo que j tinha feito um pedido para ter gua, j tinha pago a conta apresentada mas continuava sem gua, tinham-lhe comunicado que iria ter gua na quarta-feira mas continuava sem t-la. E provavelmente iria esperar mais duas semanas at prxima reunio nesta situao. A segunda questo tem a ver com o facto de ter enviado um email para a Sra. Susana Chanoca, para saber se havia vistorias das guas, faz domingo trs semanas e at hoje no obteve resposta. Pretende saber se a Camara tem ou no responsabilidade na sua obra uma vez que l vai, ou ser que ele que tem. Apresentou estas questes para as quais queria uma resposta. O Senhor Presidente da Cmara Municipal, agradeceu e disse que estas questes, a primeira tinha a ver com o ramal da gua do processo 107/R/2008. No dia relativamente anterior reunio de Cmara ainda no tinha recebido qualquer documento para pagamento, no dia seguinte j tinha recebido e entretanto tinha pago, faz sensivelmente dez dias e ainda no foi colocado o ramal da gua. A segunda questo prende-se com a vistoria da instalao predial. De seguida deu a palavra ao senhor vereador Joaquim Tavares. O Senhor Vereador Joaquim Tavares, cumprimentou todos os presentes e explicou que este problema e que tem a ver com o ramal e que j abordamos na anterior reunio de cmara, na altura no o processo consigo pelo que no pode responder ao muncipe, mas de facto a carta j tinha seguido para efetuar o respetivo pagamento, no sei se o ramal est agendado para hoje ou para amanha, neste momento no sei, terei que consultar o processo, para verificar qual a situao que esta a originar tal facto. Relativamente s vistorias, o tcnico responsvel assina a vistoria e ns vamos de acordo com o regulamento fazer as vistorias que competem cmara, mas a responsabilidade do tcnico, no compreendeu qual a dvida em relao a esta matria. O Senhor Lus Viana, coloca de novo a questo se a cmara vai l ter responsabilidade, no ser s o tcnico, se eu no futuro tiver uma fuga, de quem ser a responsabilidade, a cmara ser

Municpio do Seixal Cmara Municipal Ata n. 19/2014 Reunio Ordinria da Cmara Municipal do Seixal de 24 de setembro de 2014

2/51

tambm responsvel, vejamos na via pblica relativamente s caixas tudo bem a cmara, agora dentro do interior, eu j tive outras vistorias, a cmara nunca assumiu nada, qualquer dia nem preciso seguros a camara assume tudo. Continua espera pois marcam uma vistoria para uma segunda, depois para uma tera, depois para uma quinta, se fica parado durante uma semana espera, e tem que assinar o livro e responsvel e se o seu engenheiro tem que assinar o livro e responsvel, qual a funo da cmara em l ir. A bomba de gua metida por si, ou ser que a Cmara que leva l os seus tcnicos e fazem esse trabalho? O Senhor Vereador Joaquim Tavares, esclareceu que daquilo que percebeu da interveno do muncipe este no concordar com a vistoria efetuada pela cmara, est naturalmente no seu legtimo direito, mas o certo que a responsabilidade da rede predial sua, a responsabilidade da rede na via pblica da Cmara Municipal. A responsabilidade sobre o projeto seu, do tcnico responsvel, a vistoria da cmara serve para ver a conformidade daquilo que esta no projeto e aquilo que est executado, e o muncipe enquanto construtor deveria ver a importncia dessas vistorias para que no haja disparidades entre aquilo que se declara e aquilo que executado. O papel da cmara precisamente salvaguardar situaes de infraes que podem mesmo ir contra a sade pblica. O Senhor Presidente da Cmara Municipal, esclareceu que esta a posio da cmara sobre estas questes. Sobre o primeiro ponto o senhor vereador vai consultar o processo para ver quando que se consegue efetuar a ligao. Em relao segunda questo, como o senhor vereador diz, que a cmara ao fazer as vistorias tem como objetivo avaliar ao momento se a rede predial est em condies ou no. Recorda ainda que na reunio anterior houve uma interveno sobre a presso da gua, e esse muncipe dizia que a camara deveria ter fiscalizado tal situao ou seja aquando da instalao da bomba hidropressora se esta foi ou no aquando da construo da habitao. Sem declarar cmara pois se tivesse sido com esta vistoria a Cmara teria detetado esta questo. No caso concreto se o senhor muncipe tivesse colocado um dispositivo no autorizado na rede predial, nesta vistoria tal situao seria detetada e ajudaria a uma melhor gesto pblica, como referiu o senhor vereador Joaquim Tavares. H vantagens, no entanto haver tambm desvantagens a saber: a morosidade do processo, mas claro esta estamos na esfera da fiscalizao do municpio no sentido de salvaguardar o interesse coletivo e parece-nos bem esta linha de trabalho. Passou para a segunda interveno, a senhora Cassilda Arneiro que trs um problema sobre uma licena. A Senhora Cassilda Arneiro, moradora na Rua Avelino Cunhal, 6 Aroeira, 2820-046 Charneca da Caparica, aps cumprimentar os presentes informou que, adquiriu um colgio em 1996, fez um investimento bastante avultado e passados alguns anos abriu uma escola frente do colgio, a Escola Quinta dos Franceses, pensa que foi feito um estudo de mercado, em relao ao colgio pois ele tinha alvar, foi devido a essa situao que o comprou, pois tinha dois lotes de terreno na quinta da Charnequinha e esta arrependida em ter comprado o colgio. Em 2009 abre a Escola da Quinta dos Franceses com trs salas de Jardim de Infncia, que d para setenta e cinco crianas. A escola foi feita em tempo recorde, saram cerca de vinte crianas do colgio. Em 2012, abriu por baixo do colgio uma sala de estudo. A questo que colocou foi no sentido de saber se estas salas de estudo que crescem no concelho como cogumelos no precisam de Alvar, no tm licena, no tem nada. O colgio cada vez tem menos meninos, tem despesas certas quer para as Finanas quer para a Segurana Social, enfim imensas, as lojas do para quarenta ou cinquenta crianas, e a Camar no faz nada. Esteve durante dezassete anos a pagar publicidade s este ano que no paguei porque houve iseno de publicidade, e dezassete anos vezes quinhentos euros muito dinheiro. Em 2014 abre outra loja com uma sala de estudo, em frente pastelaria Seixal Doce, na rua dos Bombeiros, gostava de uma explicao sobre esta situao. O Senhor Presidente da Cmara Municipal, esclarece que desconhece a situao dessas salas de estudo, nem tem de momento presente o enquadramento das licenas a obter para o efeito, e coloca em questo a capacidade de interveno da Cmara Municipal do Seixal em termos de licenciamento destes locais. Deu um exemplo, sobre a abertura de um Minipreo aqui perto e a

Municpio do Seixal Cmara Municipal Ata n. 19/2014 Reunio Ordinria da Cmara Municipal do Seixal de 24 de setembro de 2014

3/51

Cmara Municipal no teve que se pronunciar sobre isso. Ao abrigo da nova Lei, bastam comunicaes prvias, h a agilizao dos processos quer de licenciamentos, quer construtivo, e portanto muitas vezes quando chega a informao ao Municpio j est a obra a decorrer. Outra situao quando pedida a alterao da utilizao desse comrcio para uma diferente, esta a interveno da Cmara nesses processos. Tenho algumas dvidas qual o mbito de interveno se da ASAE, se do Ministrio da Educao, mas tomou nota e ir analisar a situao e em que medida em que poder haver ou no uma interveno da Cmara, mas solicitou a ajuda do senhor vereador do urbanismo, Jorge Gonalves para dar a sua opinio sobre o exposto. O Senhor Vereador Jorge Gonalves, cumprimentou todos os presentes e acrescenta duas notas sobre esse assunto, a primeira que no cabe Camara regular estas atividades econmicas, nem efetuar estudos de mercado sobre o negcio e das perspetivas de futuro, sendo certo que o municpio tem instrumentos de planeamento, quer relativamente a equipamentos quer ao pblico e que podem ser consultados a todo o momento. No caso em concreto das atividades das salas de estudo no como deve calcular do mbito de licenciamento da camara municipal, apenas deve avaliar aquando da receo das comunicaes prvias se o uso dessas fraes est de acordo com as licenas atribudas, isso sim da competncia da camara Municipal. Disse ter em conta e ir analisar se de facto existe ou no a autorizao de utilizao neste caso para servios, para a sala de estudo que fica situado por baixo do Colgio Beija Flor, mas salienta que a anlise ser feita co