Movimento Juvenil (Outubro 2012)

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O Movimento Juvenil de Massam (MJM) formado por jovens crismados, cheios de alegria e vontade de crescer na f, no seio da nossa comunidade da Parquia de So Bento de Massam.

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  • De Animados a Animadores Nos ltimos seis anos, partici-pmos na experincia mais en-riquecedora que um jovem ca-tlico pode ter: o Grupo de Jovens. Uma Cami-nhada que culminou nas JMJ em Madrid, em comunho com mi-lhares de outros como ns. Agora, o amor a Deus leva-nos a aceitar um novo desafio e continuar a caminhar ao lado Dele, desta vez como Orienta-dores e Animadores de novos

    jovens talentos. Em conjunto com os Animado-res do Movimento Juvenil de Massam, esperamos que esta experincia venha a ser gerado-ra de novos frutos, para que a rvore formada por todos ns Cristos fique mais completa e, assim, cumprir com aquilo que Ele pede a cada um de ns: tes-temunhar o amor imenso que

    Deus nos deu.

    Ctia Dias e Ricardo Videira

    A Igreja ser jovem quando o Jovem for Igreja. Papa Joo Paulo II

    Movimento Juvenil

    Volume 5

    Outubro 2012

    P A R Q U I A S O B E N T O M A S S A M

    Queridos jovens, j sabeis que o cristianismo no uma opinio e no consiste em palavras vs. O cristianismo Cristo! uma Pessoa, O que Vive!

    Encontrar a Jesus, am-lo e faz-lo amar: eis aqui a vocao crist. Beato Joo Paulo II

    Temos que ter coragem de seguir

    por esta porta, a Porta da F, na qual

    Jesus Cristo nos chama, nos atrai

    com o Seu amor e quer que sejamos

    testemunhas vivas, que a nossa f

    seja vivida com mais intensidade.

    Este ano o Santo Padre, convida-

    nos a viver o Ano da F, um enor-

    me desafio mas que est ao alcance

    de todos ns, pois pela f, vivemos

    tambm ns, reconhecendo o Senhor

    Jesus vivo e presente na nossa

    vida (Porta Fidei).

    Pela f, somos chamados a dar

    testemunho do Belo Pastor, na nossa

    famlia, amigos, trabalho e vida p-

    blica, pelas obras que vou fazen-

    do, porque a f sem obras est morta

    (cf. Tg 2, 14-18). nas pequenas coisas

    do dia-a-dia que vou mostrando a mi-

    nha f, de que me vale ter um tero

    pendurado no carro, se continuo a ser

    um pssimo condutor, que no cumpre

    o cdigo, que mal trata os outros con-

    dutores, portanto necessrio que

    tenha uma f verdadeira, que me ajude

    a mim e ao outro a fazer um caminho

    de verdade, para um dia poder com-

    templar face-a-face Jesus Cristo, o Sal-

    vador do mundo.

    Mas a f, s completa, em pri-

    meiro lugar porque uma ddiva de

    Deus e quando se torna operante na

    caridade.

    Quando tenho presente a Carida-

    de, Deus, ento Jesus Cristo habita no

    meu corao e ai tudo aquilo que fao

    em nome de Jesus, por Jesus, dei-

    xam de estar presentes as minhas pre-

    ocupaes e distraces, e Amar j

    tudo.

    a f que permite reconhecer Cris-

    to, e o seu prprio amor que impele a

    socorr-lo sempre que se faz prximo

    no nosso caminho da vida (Porta Fidei)

    D o pao em frente, e entra pe-

    la Porta da F, na qual Cristo anseia

    por te receber nos seus braos.

    Joaquim Vieira Loureiro

    Pela Porta da F

    Ter F assinar uma folha em

    branco e deixar que Deus nela escreva o que

    quiser.

    Santo Agostinho

  • Em momentos de reflexo e

    partilha, quando procuramos respos-

    tas s nossas incertezas, apercebe-

    mo-nos que existe uma relao in-

    quebrvel entre aquilo que nos une

    a Cristo - o Amor, e aquilo que nos

    afasta dEle - os nossos medos e limi-

    taes. No entanto, ao contrrio do

    que sentimos, somente nestes mo-

    mentos que a nossa relao com

    Deus se manifesta de todas as formas

    e nas mais pequenas coisas.

    O nosso corao deve estar

    sempre disposto a receber tudo

    aquilo que Deus tem planeado para

    ns, e manifestar -vontade para

    Tal como peixes no mar, tambm

    ns que somos alimentados pela nossa

    f, temos medo de ir mais fundo.

    Assim, para ultrapassarmos o medo e

    chegarmos ao Amor de Cristo precisa-

    mos de sair da nossa zona de conforto

    e ir procura. Para encontrar o equil-

    brio necessrio conhecer dois extre-

    mos: o Amor e o Medo. Todos ns pre-

    cisamos de experienciar os dois lados

    para nos aproximarmos de Deus.

    Isto ocorre todos os dias da nossa

    vida, no s nos momentos difceis e

    que exigem mais de ns, mas tambm

    nas coisas mais simples a que damos

    menos importncia at.

    www.facebook.com/movjm

    Parquia So Bento de Massam O Movimento Juvenil de

    Massam (MJM) forma-

    do por jovens crismados,

    cheios de alegria e von-

    tade de crescer na f, no

    seio da nossa comunida-

    de da Parquia de So

    Bento de Massam.

    Guiar e ser guiado

    O que para ti evangelizar?

    Se estamos aqui hoje porque

    algum, algum dia, comeou

    por passar a mensagem de

    Deus, a evangelizar. Todos

    damos a nossa contribuio

    para a edificao da Igreja, ao

    transmitir a Palavra de Deus

    construmos uma comunidade

    e expandimo-la.

    Uma das formas mais co-

    muns de evangelizar a cate-

    quese, uma vez que uma

    caminhada de crescimento e

    descoberta da F que atravs

    de marcas e celebraes im-

    A experincia em comunidade

    indispensvel para a vida de um

    jovem cristo. Andmos experin-

    cia de novos caminhos e eis o que

    aprendemos: valorizar o que temos,

    confiar no prximo, estar seguro de

    si, fazer silncio para escutar quan-

    do nada mais temos para nos guiar.

    Quando perdemos algo que to-

    mamos por garantido, como a viso,

    aprendemos a dar valor ao que falta.

    E depois? Ser que nos damos por

    vencidos? Perdemos todo o amparo?

    O conforto e a confiana esto liga-

    dos por um notrio fio invisvel.

    Confiar o primeiro passo para

    estarmos vontade e fazer-nos

    estrada. Como Jesus disse, Vai e

    lana as redes, mas nem sempre

    fcil ouvi-lo.

    No silncio ouvimos melhor a

    suave voz de Deus.

    Deus o nosso guia nesta cami-

    nhada na f, com barreios e obstcu-

    O Peixe e o Mar

    A Igreja comea em ti

    los criados at por ns prprios.

    Conseguimos confiar nos colegas e

    guiar os outros, mas porque no

    confiamos no plano de Deus para

    ns?

    Deus concedeu-nos dons e ao

    confiarmos nEle seremos capa-

    zes de alcanar a plenitude.

    Ana Gomes, Andr Graa,

    Bruno Pinto, Patrcia Casimiro,

    Vanessa Silva

    portantes, culmina com o sa-

    cramento da Confirmao. Mas

    esta caminhada no termina

    nesse ponto, pelo contrrio,

    comea a. No nosso caso, inse-

    rimo-nos tambm no Movimen-

    to Juvenil onde aprofundamos

    a necessidade de construir

    Igreja e de participarmos mais

    activamente na comunidade.

    Sair de si mesmo e deixar-se

    envolver no SER PARA OS OU-

    TROS de Cristo, foi o que nos

    disse o Papa Bento e esta a

    nossa misso, enquanto comu-

    nidade.

    Ns desejamos viver intensa-

    mente a f e aceitar sem recei-

    os o caminho que Jesus nos

    indica. Enquanto jovens -nos

    difcil compreender alguns

    aspectos, mas ao sermos aco-

    lhidos pela comunidade conse-

    guimos dar a conhecer a men-

    sagem.

    S Deus suficiente em si

    mesmo, mas prefere contar

    contigo!. A Igreja precisa de

    ns e a Igreja comea em ti.

    Andr Lopes, Beatriz Batista,

    Ins Casimiro, Ins Dias,

    Margarida Abreu

    aceitar os obstculos e alegrias que

    nos apaream no caminho.

    Queremos deixar-vos uma men-

    sagem: sejam peixes que procuram

    as profundezas do mar, que ansei-

    am o amor de Deus e se amarram

    F para resistir ao medo. Sejam

    capazes de sair da superfcie e dar

    resposta vossa vida e aos desafios

    que Deus vos apresentar .

    Catarina Marques,

    Catarina Mendes, Margarida Adaixo,

    Ricardo Cachaldora, Rita Gralha,

    Ygor Tavares

    Quando acabou de falar, Jesus disse a Simo: Faz-te ao largo; e vs lanai as redes para a pesca. Lc 5

    A vocao de Simo Pedro e dos outros apstolos serem Pescadores de Homens.