Movimento Juvenil (Dezembro 2012)

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O Movimento Juvenil de Massam (MJM) formado por jovens crismados, cheios de alegria e vontade de crescer na f, no seio da nossa comunidade da Parquia de So Bento de Massam.

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<ul><li><p> Na nossa comunidade tem-se </p><p>falado de f e da importncia </p><p>que esta tem para a nossa vida. </p><p> Mas o que ser realmente </p><p>isso de f? Para muitas pessoas </p><p>no fcil de definir esta pe-</p><p>quena palavra num conceito </p><p>concreto, para mim nunca foi. </p><p>E a verdade que a f algo </p><p>realmente subjectivo. Cada um </p><p>tem uma f diferente, pois tem </p><p>experincias de vida diferen-</p><p>tes. H pessoas que a vivem de </p><p>forma mais intensa, outras que </p><p>ainda no a conseguiram desco-</p><p>brir e, ainda, aqueles que tentam </p><p>viv-la de forma plena. </p><p> Mas, para toda a gente, a f </p><p>uma entrega, um compromisso, </p><p>acreditarmos e queremos acredi-</p><p>tar cada vez mais, seguirmos </p><p>algo e tentarmos seguir sempre </p><p>esse caminho, tentar levar as </p><p>nossas crenas aos outros, a </p><p>F </p><p>Movimento Juvenil </p><p>Volume 7 </p><p>Dezembro 2012 </p><p> P A R Q U I A S O B E N T O M A S S A M </p><p> Entrmos, no passado dia 2 de </p><p>Dezembro, numa das alturas </p><p>mais importantes do ano para </p><p>ns, catlicos: o Advento. </p><p> O Advento, que comea 4 se-</p><p>manas antes do Natal, deve ser </p><p>para ns um momento mgico de </p><p>preparao para o nascimento </p><p>de Cristo, de encontro com Ele e </p><p>com o prximo. </p><p>Ora, se Deus amor e Jesus </p><p>Deus, ento Jesus amor. Se o </p><p>Natal o nascimento de Jesus, </p><p>ento o Natal o nascimento do </p><p>amor. E esta a verdade: o Amor </p><p>vai nascer dentro de ns neste </p><p>Natal. </p><p> Este Natal ser diferente porque </p><p>ns, catlicos, nos vamos deixar </p><p>preencher pelo Amor. Ser dife-</p><p>rente porque teremos na conscin-</p><p>cia que o Amor quer habitar em </p><p>ns e transformar-nos. Transfor-</p><p>mando-nos, este Amor no mais </p><p>caber dentro do nosso corao. </p><p> Para conseguirmos viver com </p><p>ele, teremos de o dar aos outros. </p><p>Teremos de NOS dar aos outros. </p><p>Quando nos encontrarmos com o </p><p>prximo, faamo-lo com um sorri-</p><p>so porque este sorriso o comeo </p><p>do amor (Madre Teresa de Calcut). </p><p> Que tudo comece assim: com um </p><p>Mistrio do Amor o Natal! </p><p>forma como aceitamos as nos-</p><p>sas experiencias de vida, o </p><p>que nos move, o que nos faz </p><p>seguir em frente. </p><p> Mas mais importante que tu-</p><p>do isto, um dom que Deus nos </p><p>d e que nos enche o corao. </p><p>E tal como Jesus diz: Tem f e </p><p>basta. E esta umas das men-</p><p>sagens mais importantes do </p><p>Evangelho. </p><p>Margarida Abreu </p><p>sorriso. Que este Natal no passe </p><p>sem que ns ofereamos de bom </p><p>grado, ao Senhor, o nosso ouro, </p><p>incenso e mirra. Damos o ouro ao </p><p>Rei que vai nascer. O ouro, que </p><p>simboliza tudo o que temos de mais </p><p>precioso na nossa vida. Damos o </p><p>incenso, reconhecendo que este </p><p>Amor Divino. O incenso, que sim-</p><p>boliza a nossa orao, o nosso lou-</p><p>vor. Mas tudo isto irrelevante se </p><p>no nos transformar. Ofereamos </p><p>ento mirra, que simboliza a nossa </p><p>cruz, os nossos sacrifcios, as nos-</p><p>sas dores, </p><p> quele que se ofereceu por ns. </p><p>Vernica Sousa </p><p>Renova-se hoje o mistrio do Natal: este Menino, que traz a </p><p>salvao o mundo, nasce tambm para os homens da nossa poca; </p><p>nasce, portanto, paz e alegria para todos. Beato Joo Paulo II </p></li><li><p>Encontro Europeu de Taiz: Uma passagem de ano diferente... </p><p> Desde sempre a sociedade fica </p><p>vulnervel com perdas de digni-</p><p>dade e destruio de projectos de </p><p>vida. Em 1988, surge a Comunida-</p><p>de Vida e Paz (CVP) que atravs </p><p>de uma aco integrada de pre-</p><p>veno, reabilitao e reinsero, </p><p>pretende ir ao encontro de cada </p><p>sem-abrigo, de forma a acolhe-lo </p><p>na amizade de cada voluntrio. </p><p> Nesta poca festiva, h maior </p><p>necessidade de fazer sentir vivas </p><p>almas solitrias. Por isso, ao longo </p><p>destes 24 anos, tem-se realizado </p><p> Todos os anos, por </p><p>altura da passagem de </p><p>ano, realiza-se o Encon-</p><p>tro Europeu de Taiz. </p><p>Este ano o encontro ser </p><p>de dia 28 de Dezembro </p><p>a 2 de Janeiro, na cida-</p><p>de de Roma. </p><p> A comunidade de Tai-</p><p>z, que organiza este </p><p>encontro, uma comu-</p><p>nidade ecumnica Cris-</p><p>t, isto , composta por </p><p>vrias religies Crists. </p><p> Nestes encontros parti-</p><p>cipam dezenas de milha-</p><p>res de jovens, que so </p><p>acolhidos pelas famlias </p><p>e comunidades religio-</p><p>sas da regio. </p><p> Este ano algumas pes-</p><p>soas do Movimento Juve-</p><p>nil vo estar presentes, </p><p>aproveitando o ano da </p><p>F, para aprofundar e </p><p>viver a F, realizando </p><p>uma experincia comu-</p><p>nitria. Vai ser acima de </p><p>tudo um encontro de </p><p>orao e partilha, pro-</p><p>porcionando uma noite </p><p>de passagem de ano </p><p>diferente, em ambiente </p><p>de silncio e orao. </p><p>Pedro Cachaldora </p><p>uma Festa de Natal que proporcio-</p><p>na conforto fsico e emocional a </p><p>cada uma das pessoas que por l </p><p>passa. </p><p> A festa estende-se por 3 dias e </p><p>tem lugar na Cantina Velha da Ci-</p><p>dade Universitria. Tudo asse-</p><p>gurado por vrias identidades </p><p>desde empresas, instituies e </p><p>cerca de 1.000 voluntrios que </p><p>do resposta a diversas reas du-</p><p>rante a festa, que vo desde a ali-</p><p>mentao, higiene e sade, roupa, </p><p>espectculos e espaos abertos ao </p><p>dilogo. </p><p>Este ano, alguns </p><p>membros do MJM </p><p>decidiram juntar-</p><p>se a esta equipa e </p><p>fazer parte da 24 Festa de Natal, </p><p>que se realiza entre os dias 14 e 16 </p><p>de Dezembro. E porque este Ad-</p><p>vento deve ser vivido no Amor, na </p><p>Alegria e na Esperana, vamos ser </p><p>solidrios e dar um pouco de ns </p><p>aos outros, tal como toda esta equi-</p><p>pa faz diariamente. </p><p> Catarina Marques </p><p>O Natal comeou no corao de Deus. </p><p>S est completo quando alcanar o corao do homem. </p><p> Tendo sido convidado para es-crever no boletim do ms de De-zembro, pretendo partilhar um bocadinho sobre a caminhada da procura da vocao, em especial desta experincia da vida em se-minrio. Caminhar em seminrio , antes de mais, aprender a ser um ver-dadeiro Cristo. Neste facto, resi-de a nossa primeira vocao: a de sermos filhos de Deus. A desco-berta da vocao maior que Deus tem reservado para cada um de </p><p>ns, s faz sentido na medida em que acolhemos este primeiro cha-mamento. Seguindo esta lgica, a vida de um Cristo ter de ser construda em funo de Jesus. Nestes anos de seminrio tenho aprendido, essencialmente, a construir a vida que me dada em funo d Aquele ma ofereceu. Tambm aqui que encontro um dos maio-res desafios, ou seja, nesta idade que os projectos de vida, os so-nhos e os objectivos so muitos, </p><p>Deus como que se intromete na minha vida e faz uma proposta de felicidade inigualvel quelas. De facto, o estar em seminrio poder-se-ia resumir a esta busca da feli-cidade que Deus tem traado pa-ra cada um de ns. No se revelando um caminho fcil, medida que vou encon-trando e ultrapassando as fragili-dades que vou descobrindo o amor de Deus por mim e por cada um de ns. </p><p> Guilhermino Sarmento </p><p> Caminhar em seminrio </p><p>www.facebook.com/movjm </p><p>Parquia So Bento de Massam </p><p>O Movimento Juvenil de Mas-</p><p>sam (MJM) formado por </p><p>jovens crismados, cheios de </p><p>alegria e vontade de crescer </p><p>na f, no seio da nossa comu-</p><p>nidade da Parquia de So </p><p>Bento de Massam. </p><p>Festa de Natal com as Pessoas Sem-Abrigo da CVP </p></li></ul>