Movimento Juvenil (Abril 2015)

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O Movimento Juvenil de Massam (MJM) formado por jovens crismados, cheios de alegria e vontade de crescer na f, no seio da nossa comunidade da Parquia de So Bento de Massam.

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<ul><li><p>Parquia So Bento Massam </p><p>Num dos seus momentos de reflexo, o MJM discutiu sobre as 15 doenas que afetam a Igreja, enunciadas pelo Papa Francisco nos seus discursos, e neste artigo vamos partilhar as 5 doenas que achamos que esto mais presentes na nossa comunidade paroquial, bem como algumas propostas de cura, de modo a que possa ser feita uma profunda introspe-o por parte de cada um de ns e assim melhorarmos o nosso contributo para a vida em comunidade. </p><p>Das 15 doenas apontadas pelo Papa Francisco, as que con-sideramos mais flagrantes na nossa parquia so: a Auto-crtica, o Martalismo, a Doena da M Coordenao, as Riva-lidades e os Mexericos. Mas o que so estas doenas, per-guntam vocs? </p><p>No geral, estas gripes paroquiais no so mais do que sim-ples aspetos que esto mal na nossa comunidade e que, tal como os vrus, atacam-na, no permitindo que a sua vida prossiga com simplicidade e comunho. Alguns sintomas des-tas doenas so comportamentos de superioridade e delibe-rada falta de tentativa de autoaperfeioamento (autocritica); a prioridade do trabalho sobre a famlia, sobre o descanso e sobre a f (martalismo); a atribuio de objetivos individuais como se fossem objetivos comuns aos grupos na sociedade (doena da m coordenao); vaidade nas celebraes e de-monstraes de f em pblico (rivalidades); falta de preocupa-o e humildade para com os outros, fazendo deles objeto de crtica negativa constante (mexericos). </p><p> Porm, tal como para a maioria das doenas existe uma cura, tambm estes nossos problemas tm soluo! Esta passa por sermos mais humildes e simples, por trabalharmos mais em grupo, por aceitarmos as crticas dos outros e tentar-mos sempre melhorar, por termos mais amor ao prximo, como Jesus nos ensinou, e por comunicarmos dentro da nossa comunidade, entre grupos. S assim possvel vivermos sau-davelmente em comunidade e s assim conseguimos ter uma relao mais prxima com Deus e com os nossos irmos. </p><p>Tiago Carvalho, Rafaela Gonalves, Rafael Carvalho e Rui Maralo </p><p>H algo mais alegre do que encontrar Jesus na nossa vida? H algo mais alegre do que saber que Jesus se faz presente no meio de ns? </p><p>Nem sempre nos perguntamos isto. Nem sempre o experi-mentamos, nem sempre damos o valor a este Jesus que pela sua ressurreio decide voltar para habitar em ns, em comu-nho com o Pai e com o Esprito Santo. Na verdade, a nossa vida, a minha ou a tua, inteiramente no nos pertence porque Jesus uniu-a Cruz, no como smbolo de escravido, de sofri-mento e humilhao, mas sinal maior do Seu Amor. </p><p>Alegras-te disto? Tens a capacidade de compreender este amor? No?!? Vou contar-vos um segredo: -Nem eu! </p><p>Nem eu consigo, contudo tento alegrar-me em cada dia, pois Ele a razo de eu viver. Ele a razo pela qual o mundo roda, Ele a razo para a qual h pouqussimas semanas, eu no O encontrando, Ele se quis dar a conhecer por Mim quando me-nos esperava. por ser ressuscitado, por ser vivo que atua em ns e por isso que no compreendendo me alegro. </p><p>Nos dias de Pscoa, nas celebraes, vivo o seu sofrimento da sua paixo. Na escurido tento vislumbrar um pouco mais o horizonte do seu Amor. E tu como o fazes? </p><p>Uma santa Pscoa! </p><p>Andr Graa. </p><p>Durante um ano, os jovens da nossa parquia empenharam-se em angariar fundos para participar nas Jornadas Mundiais da Juventude em Madrid. </p><p>Foram meses de preparao individual e em grupo e apro-ximao comunidade. Ainda antes da viagem, ousmos des-codificar o tema Enraizados e edificados nEle firmes na f. Para alguns, a primeira viagem; para todos Uma semana de fortes emoes, partilha e (auto) conhecimento De unio entre catlicos. </p><p>Em 2016, o desafio ser maior: unidos, chegarmos Polnia. Tal como o corpo, o esprito precisa de preparao e algum tempo de concentrao antes de algo importante. Assim, os vossos jovens alm dos eventos que organiza (Noite de Fa-dos, Noite de msica portuguesa, venda de bolos) tm partilhado alguns momentos de reflexo com a mensal Ora et Labora. Nunca esquecendo a nossa comunidade que, por vezes tambm se sente desamparada e a qual tentamos ajudar. </p><p>Agradecemos toda a vossa contribuio nas iniciativas que o MJM organiza e, por isso, apelamos: de 8 a 12 de Abril visitem a nossa Feira do Livro nos horrios da catequese, de quarta a sexta. Ao sbado e domingo, no horrio das missas. </p><p>Paroquianos de Massam, ajudem os vossos jovens a viajar at Cracvia, ao encontro do Papa! </p><p>Vanessa Silva </p><p>O Movimento Juvenil de Massam formado por jovens crismados, cheios de alegria e vontade de crescer na f, no seio da nossa comunidade da Pa-</p><p>rquia de So Bento de Massam: </p><p>www.facebook.com/movjm </p></li><li><p> Em tempo de Quaresma, nos dias 6,7 e 8 de maro, o MJM retirou-se do stress e da rotina e instalou-se na casa de frias de Almoageme, em Sintra, vivendo a Alegria de sermos Cristos. Dentro da mala levava dois objetivos para este reti-ro: dar mais de mim e acolher os novos elementos do MJM. Senti que era necessrio entregar-me a Deus e ao grupo, participando ativamente nas atividades ao longo do retiro, ser eu mesma sem receios nem vergonhas, tentando sempre transmitir a alegria que sinto em ser um dos ramos da videira que Cristo, contribuindo assim, para um retiro mais rico. Desta forma, tentei, ao mximo, acolher os novos elementos, fazendo-os sentir vontade e apelando ao contributo deles nas diversas atividades, pois cada um deles tem algo para dar. Na semana pr-retiro sentia que iria ser um grande retiro, estava com as expectativas quase no topo. Quan-do chegou ao fim apercebi-me de que a expresso grande era demasiado pequena para o definir... O re-tiro foi muito mais que isso. Durante estes trs dias vi Deus imensas vezes e nas coisas mais simples, como por exemplo, em plantas em forma de corao que simbolizam o amor que a base da f, o amor que sentimos por Ele e que Ele sente por ns. E nas coisas mais simples que Deus se revela e </p><p>Na nossa sociedade as pessoas tendem a agarrar-se a bens materi-ais de maneira a sentirem-se mais prximas de Deus. Mas ser que este hbito se justifica? </p><p>No. Na verdade, a nossa F e a distncia a que estamos de Deus depende de ns e no de um tero ou de um medalho que a nossa tia afastada que veio do norte nos deu. Ainda que estes smbolos sejam parte importante da nossa religio, a verdadeira F intrnse-ca e no depende de bens materiais. </p><p>Podemos refletir os nossos desejos nesses smbolos e carrega-los orgulhosamente mas sem os esquecermos de que ns que temos F, ns que cremos em Deus e podemos estar perto dEle atravs da orao ou da comunho, agindo segundo os seus valores e como Ele nos ensinou. </p><p>Ins Casimiro e Patrcia Almeida </p><p>TENS UMA F BARROCA? </p><p>nesta simplicidade que tenho tentado viver a Quaresma. Deus falou comigo no s atravs de coisas, mas tam-bm de canes, de pessoas e de momentos. Um dos momentos atravs do qual Deus me falou, e que por sua vez foi considerado o auge do retiro, foi no sbado noite na viglia do lava-ps. Durante cerca de trs horas vivemos um intenso e emocionante momen-to de partilhas com muitas lgrimas do incio ao fim. Fomos confrontados com duas questes: Jesus j te lavou os ps? E tu? J lavaste os ps a algum? a serem respondidas depois de algum nos escolher para lavar os nossos ps. Este foi, sem dvida, o momento em que travmos de facto e refletimos... foi um tempo dedicado ao nosso exame de conscincia... um tempo de escuta, de silncio, de partilha, desabafo e de reco-nhecimento. Reconhecimento de todas as vezes que Jesus nos lava os ps e talvez no damos conta e do quo importante para ns cada uma dessas vezes. Re-conhecimento do to complicado que agradecer a Jesus, porque nunca nada nos parece ser suficiente quando comparado com as suas obras. Este retiro foi fortemente marcado pelo seu carcter bipolar, pois se num momento nadvamos em lgrimas, noutro mergulhvamos em gargalhadas, contagiadas uns pelos outros, como efeito domin. Refletimos indi-vidualmente, a pares e em grupos, cujas partilhas resul-taram numa descoberta e revelao, no sentido em que nos demos a conhecer um pouco mais aos outros e a ns prprios. Em tempo de Quaresma, este retiro foi importante na medida em que foi um tempo de renova-o, dos nossos interesses, prioridades e da nossa F que se fortaleceu. Tudo isto, em conjunto, resultou em Unio, do grupo e a Deus. </p><p>Diana Ribeiro </p><p>Venha rezar connosco dia 22 Abril, quarta-feira s 21h30, e </p><p>alegremo-nos pelo Cristo Ressuscitado! </p></li></ul>