momento decisivo bezerra reformador dez14

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TEXTO DE BEZZERA DE MENEZES SOBRE O MOMENTO ATUAL DO BRASIL; apelo pela necessidade de exerccio da caridade constante e da f racional para no se levar pelo momento, embora tumultuado, do Brasil.

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  • 1

    F ilhas e filhos da alma! Abenoe-nos o Senhor com a sua paz. Estes so dias de turbulncia. A sociedade terrestre, com a inteligncia ilu

    minada, traz o corao despedaado pela angstia do ser existencial. Momento grave na historiografia do processo evolutivo, quando se operam as grandes mudanas para que se alcance a plenitude na Terra, anunciada pelos Espritos nobres e prometida por Jesus.

    Nosso amado planeta, ainda envolto em sombras, permanece na sua categoria de i?-ferioridade, porque ns, aqueles que a ele nos culmos, ainda somos inferiores, e medida que se opera nossa transformao moral para melhor, sob a

    710 8 Reformador 1 Dezembro de 2014

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    Momento decisivo

    Que o esprito de unio, de fraternidade, leve-nos todos,

    desencarnados e encarnados, pacificao, trabalhando essas anfractuosidades para que haja ordem em nome do progresso

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    gide de Jesus, nosso modelo e guia, as sombras densas vo sendo desbastadas para que as alvssaras de luz e de paz atinjam o clmax em perodo no muito distante.

    Quando Jesus veio ter conosco, a humanidade experimentava a grande crise de sujeio ao Imprio Romano, s suas paixes totalitrias e aos interesses mesquinhos de governantes arbitrrios. O Espiritismo, a seu turno, instalando-se no planeta, enfrenta clima equivalente em que o totalitarismo do poder arbitrrio de polticas perversas esmaga as aspiraes de enobrecimento das criaturas humanas e, por consequncia, o ser, que se agita na busca da plenitude, aturde-se e, confundindo-se, no sabe como vivenciar as claridades liber tadoras do Evangelho.

    Com a conquista do conhecimento cientfico e o vazio existencial, surgem as distraes de vrio porte para poder diminuir a ansiedade e o desespero. Naturalmente, essa manifestao de fuga da realidade interfere no comportamento geral dos seareiros da Verdade que, nada obstante, considerando serem ser vidores da ltima hora, per-

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  • mitem-se os desvios que lhes diminuem a carga aflitiva.

    Tende, porm, bom nimo, filhas e filhos do corao!

    Q um momento de siso, de decises, para a paz no perodo do porvir.

    Recordai-vos de que o Cristianismo nascente experimentou tambm inmeras dificuldades. A palavra revolucionria do apstolo Paulo, a ruptura com as tradies judaicas ainda vigentes na igreja de Jerusalm geraram a necessidade do grande encontro, que seria o primeiro debate entre os trabalhadores de Jesus que se espalhavam pelo mundo conhecido de ento.

    No momento grave, quando urna ruptura se desenhava a prejuzo do Bem, a humildade de Simo Pedro, ajoelhando-se diante da voz que clamava em toda parte a Verdade, pacificou os coraes e o posteriormente denominado Concz?io de Jerusalm se tornou um marco histrico da unio dos discpulos do Evangelho.

    Neste momento de desafio e de conflitos de todo porte, natural que surjam divergncias, opinies variadas, procurando a melhor metodologia para o servio da Luz. O direito de discordar, de discrepar, inerente a toda conscincia livre. Mas, que tenhamos cuidado para no dissentir, para no dividir, para no gerar fossos profundos ou abismos aparentemente intransponveis.

    Que o esprito de unio, de fratrnidade, leve-nos todos, desencarnados e encarnados, pacificao, trabalhando essas anfractuosidades para que haja ordem em nome do progresso.

    O amor o instrumento hbil para todas as decises. Desarmados os coraes, formaremos o grupo dos seres amados do ideal da Era Nova.

    Nunca olvideis que o mundo espiritual inferior vigia as nascentes do corao dos trabalhadores do Bem e, ante a impossibilidade de os levar a derrocadas morais, porque vigilantes na orao e no trabalho, pode infiltrar-se, gerando desequilbrio e inarmonias a benefcio das suas sutilezas perversas e a prejuzo da implantao da Era Nova sob o comando do Senhor.

    Nunca olvidemos, em nossas preocupaes, que a Barca terrestre tem um Nauta que a conduz com segurana ao porto da paz.

    Prossegui, lidadores do Bem, com o devotamento que se vos exige de fazerdes o melhor que esteja ao vosso alcance, em perfeita identificao com os benfeitores da humanidade, especialmente no Brasil, sob a gide de Ismael, r.epresentando o Mestre inolvidvel.

    Venceremos lutando juntos, esquecendo caprichos pessoais, de imposies egotistas, pensando em todos aqueles

    que sofrem e que choram, que confiam em nossa fragilidade e aguardam o melhor exemplo da nossa renncia em favor do Bem, do nosso devotamento em favor da caridade, da nossa entrega em novo holocausto.

    J no existem as fogueiras, nem os empalamentos. Os circos derrubaram as suas muralhas e agora expandem as suas fronteiras por toda a Terra, mas o holocausto ainda se faz necessrio.

    Sacrificai as prprias imperfeies, particularmente neste sesquicentenrio de evocao da chegada do Evangelho Terra, decodificado pelos Imortais.

    Recordai tambm, almas queridas, que o Espiritismo , sem qualquer contradita, o Cristianismo que no pde ser consolidado e que esteve na sua mais bela florao nos trezentos primeiros anos, antes das adulteraes nefastas, e que foi Jesus quem o denominou Consolador.

    Este Consolador sobreviver a todas as crises e quando, por alguma circunstncia, no formos capazes de dignific-lo, a irm morte arrebatar aqueles que no correspondem expectativa do Senhor da Vinha, substituindo-os por outros melhormente habilitados, mais instrumentalizados para os grandes enfrentamentos que j ocorrem na face do planeta.

    Todos sabemos que a transformao moral de cada

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  • indivduo penosa, de longo curso, por efeito do atavismo ancestral, e que a Lei disp do recurso dos exlios coletivos para apressar a chegada da Era Nova.

    Abenoados servidores! Abenoadas servidoras da Causa! Amai! Amai com abnegao e esprito de servio a Doutrina de santificao, para que os vossos nomes sejam escritos no livro do reino dos Cus e possais fruir de alegrias, concluindo a etapa como o apstolo das gentes, aps haverdes lutado no bom combate.

    Os mentores da brasilidade, neste momento grave por que

    tambm passa o nosso pas, assim como o planeta, esto vigilantes.

    Permiti-vos ser por eles inspirados e sa entoando o hino do otimismo e da esperana, diluindo a treva, no fixando o medo nem a sombra, que por momento domina muitas conscincias. No divulgando o mal, somente expondo o bem, para que a vitria no seja postergada.

    E ide de volta, seareiros da luz! O mundo necessita de Jesus, hoje mais do que ontem, muito mais do que no passado, porque estamos a caminho da intuio, aps a conquista da razo, para mantermos sintonia plena com aquele que o nosso

    guia de todos os dias e de todas as horas.

    Muita paz, filhas e filhos do corao!

    So os votos do servidor humlimo e paternal, em nome dos obreiros da seara de todos os tempos, alguns dos quais aqui conosco nesta hora.

    Muita paz!. ..

    Bezerra

    llllll/llllll!llll [Mensagem psicofnica recebida pelo mdium Divaldo Pereira Franco, no encerramento da Reunio Ordinrio do Conselho Federativo Nacional, em Braslia, DF, na manh de domingo, em 9 de novembro de 2014.) Reviso do Autor Es(lirituol.

    Tempo e ns llllll/1/l//lll//l/!f/l///ll!l!/llll!l/I//!

    O tempo lembra a ttra ... A existncia a lavoura ... Cada esp.irit em si m;a lavrador volante. Ah! N(i), perGas na vida a gFandeza do instante E>e preparar, sei;"Vi;nd, a messe porvindourat..

    S.urj.a nos c:us a cQma :fluida e low;a Do Sol varando o Azul em gir.o deslumblrante, Rerwva-1'.e, tFabl.ha, e segi,ie o dia avante Na jornada do bem, opde o bem entesourca.

    Enquawo a fo,ra wel, e:n,qual\t a luz 5-lda, 'N,o te detenhas!... Ama, en,sina, aju:c;la, ampara, '!Jlaze ja:rdim dq lodo e paz no cam:po adverso!...

    712 J:{) Re.formador t Dezemorcr cie. 2014

    A sernenteiFa livre ante as tei:ras lheias, M;s pois Qlhers tl:}.do quantQ semeias, -Esta a lei sbei:anr e augqsta do Dniverso

    Constncio Alves

    lll!ll!!fl!lllllll Fonte: XAVIER, Francisco. C. Poetas redivivQS: obro mdfnico. Diven1os Espirito$. 4. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007. p. 95.