missao dos espiritas

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1. MISSO DOS ESPRITAS 2. 627. Uma vez que Jesus ensinou as verdadeiras leis de Deus, qual a utilidade do ensino que os Espritos do? Tero que nos ensinar mais alguma coisa? R. Jesus empregava amide, na sua linguagem, alegorias e parbolas, porque falava de conformidade com os tempos e os lugares. Allan Kardec - O Livro dos Espritos, n. 627 3. R. Faz-se mister agora que a verdade se torne inteligvel para todo mundo. Muito necessrio que aquelas leis sejam explicadas e desenvolvidas, to poucos so os que as compreendem e ainda menos os que as praticam. Allan Kardec - O Livro dos Espritos, n. 627 4. A nossa misso consiste em abrir os olhos e os ouvidos a todos, confundindo os orgulhosos e desmascarando os hipcritas: os que vestem a capa da virtude e da religio, a fim de ocultarem suas torpezas. Allan Kardec - O Livro dos Espritos, n. 627 5. O ensino dos Espritos tem que ser claro e sem equvocos, para que ningum possa pretextar ignorncia e para que todos o possam julgar e apreciar com a razo. Allan Kardec - O Livro dos Espritos, n. 627 6. Estamos incumbidos de preparar o reino do bem que Jesus anunciou. Da a necessidade de que a ningum seja possvel interpretar a lei de Deus ao sabor de suas paixes, nem falsear o sentido de uma lei toda de amor e de caridade. Allan Kardec - O Livro dos Espritos, n. 627 7. No escutais j o rudo da tempestade que h de arrebatar o velho mundo e abismar no nada o conjunto das iniquidades terrenas? Erasto, anjo-da- guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 8. Bons espritas, meus bem-amados, sois todos obreiros da ltima hora. Bem orgulhoso seria aquele que dissesse: Comecei o trabalho ao alvorecer do dia e s o terminarei ao anoitecer. - Constantino, Esprito Protetor. (Bordus, 1863.) Allan Kardec - ESE, cap.XX , Instrues dos espritos - Item 2. 9. Todos viestes quando fostes chamados, um pouco mais cedo, um pouco mais tarde, para a encarnao cujos grilhes arrastais; mas h quantos sculos e sculos o Senhor vos chamava para a sua vinha, sem que quissseis penetrar nela! - Constantino, Esprito Protetor. (Bordus, 1863.) Allan Kardec - ESE, cap.XX , Instrues dos espritos - Item 2. 10. Todos viestes quando fostes chamados, um pouco mais cedo, um pouco mais tarde, para a encarnao cujos grilhes arrastais; mas h quantos sculos e sculos o Senhor vos chamava para a sua vinha, sem que quissseis penetrar nela! - Constantino, Esprito Protetor. (Bordus, 1863.) Allan Kardec - ESE, cap.XX , Instrues dos espritos - Item 2. 11. Eis-vos no momento de embolsar o salrio; empregai bem a hora que vos resta e no esqueais nunca que a vossa existncia, por longa que vos parea, mais no do que um instante fugitivo na imensidade dos tempos que formam para vs a eternidade. - Constantino, Esprito Protetor. (Bordus, 1863.) Allan Kardec - ESE, cap.XX , Instrues dos espritos - Item 2. 12. Ah! bendizei o Senhor, vs que haveis posto a vossa f na sua soberana justia e que, novos apstolos da crena revelada pelas profticas vozes superiores, ides pregar o novo dogma da reencarnao e da elevao dos Espritos, conforme tenham cumprido, bem ou mal, suas misses e suportado suas provas terrestres. Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 13. No mais vos assusteis! As lnguas de fogo esto sobre as vossas cabeas. verdadeiros adeptos do Espiritismo! ... sois os escolhidos de Deus! Ide e pregai a palavra divina. Erasto, anjo-da- guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 14. chegada a hora em que deveis sacrificar sua propagao os vossos hbitos, os vossos trabalhos, as vossas ocupaes fteis. Ide e pregai. Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 15. Convosco esto os Espritos elevados. Certamente falareis a criaturas que no querero escutar a voz de Deus, porque essa voz as exorta incessantemente abnegao. Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 16. Pregareis o desinteresse aos avaros, a abstinncia aos dissolutos, a mansido aos tiranos domsticos, como aos dspotas! Palavras perdidas, eu o sei; mas no importa. Erasto, anjo-da- guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 17. Faz-se mister regueis com os vossos suores o terreno onde tendes de semear, porquanto ele no frutificar e no produzir seno sob os reiterados golpes da enxada e da charrua evanglicas. Ide e pregai! Erasto, anjo- da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 18. todos vs, homens de boa-f, conscientes da vossa inferioridade em face dos mundos disseminados pelo Infinito! ... lanai-vos em cruzada contra a injustia e a iniquidade. Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 19. Ide e proscrevei esse culto do bezerro de ouro, que cada dia mais se alastra. Ide, Deus vos guia! Homens simples e ignorantes, vossas lnguas se soltaro e falareis como nenhum orador fala. Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 20. Ide e pregai, que as populaes atentas recolhero ditosas as vossas palavras de consolao, de fraternidade, de esperana e de paz. Erasto, anjo-da- guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 21. Que importam as emboscadas que vos armem pelo caminho! Somente lobos caem em armadilhas para lobos, porquanto o pastor saber defender suas ovelhas das fogueiras imoladoras. Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 22. Ide, homens, que, grandes diante de Deus, mais ditosos do que Tom, credes sem fazerdes questo de ver e aceitais os fatos da mediunidade, mesmo quando no tenhais conseguido obt-los por vs mesmos; ide, o Esprito de Deus vos conduz. Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 23. Marcha, pois, avante, falange imponente pela tua f! Diante de ti os grandes batalhes dos incrdulos se dissiparo, como a bruma da manh aos primeiros raios-do-Sol nascente. Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 24. A f a virtude que desloca montanhas, disse Jesus. Todavia, mais pesados do que as maiores montanhas, jazem depositados nos coraes dos homens a impureza e todos os vcios que derivam da impureza. Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 25. Parti, ento, cheios de coragem, para removerdes essa montanha de iniquidades que as futuras geraes s devero conhecer como lenda, do mesmo modo que vs, que s muito imperfeitamente conheceis os tempos que antecederam a civilizao pag. Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 26. Sim, em todos os pontos do Globo vo produzir-se as subverses morais e filosficas; aproxima-se a hora em que a luz divina se espargir sobre os dois mundos. Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 27. Ide, pois, e levai a palavra divina: aos grandes que a desprezaro, aos eruditos que exigiro provas, aos pequenos e simples que a aceitaro; porque, principalmente entre os mrtires do trabalho, desta provao terrena, encontrareis fervor e f. Ide; estes recebero, com hinos de gratido e louvores a Deus, a santa consolao que lhes levareis, e baixaro a fronte, rendendo- lhe graas pelas aflies que a Terra lhes destina. Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 28. Arme-se a vossa falange de deciso e coragem! Mos obra! o arado est pronto; a terra espera; arai! Ide e agradecei a Deus a gloriosa tarefa que Ele vos confiou; mas, ateno! Entre os chamados para o Espiritismo muitos se transviaram; reparai, pois, vosso caminho e segui a verdade. Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 29. Pergunta. Se, entre os chamados para o Espiritismo, muitos se transviaram, quais os sinais pelos quais reconheceremos os que se acham no bom caminho? Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 30. Resposta. Reconhec-los-eis pelos princpios da verdadeira caridade que eles ensinaro e praticaro. Reconhec- los-eis pelo nmero de aflitos a que levem consolo; reconhec-los-eis pelo seu amor ao prximo, pela sua abnegao, pelo seu desinteresse pessoal; ... Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4. 31. ...reconhec-los-eis, finalmente, pelo triunfo de seus princpios, porque Deus quer o triunfo de Sua lei; os que seguem Sua lei, esses so os escolhidos e Ele lhes dar a vitria; mas Ele destruir aqueles que falseiam o esprito dessa lei e fazem dela degrau para contentar sua vaidade e sua ambio. Erasto, anjo-da-guarda do mdium. (Paris, 1863.) Allan Kardec - O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XX, item 4.