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Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto Secretaria de Gesto Pblica

Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais de Pessoal Coordenao-Geral de Aplicao das Normas

NOTA TCNICA N 162/2014/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP

Assunto: Licena adotante independentemente de gnero ou forma de constituio familiar.

Necessidade de evoluo do entendimento constante da Nota Tcnica n

150/2014/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP, no que se refere ao incio do usufruto da licena.

SUMRIO EXECUTIVO

1. Nota Tcnica que objetiva propor a evoluo do entendimento da Secretaria de

Gesto Pblica SEGEP, no que se refere ao momento e requisitos para o usufruto da licena

adotante, de que trata o art. 210 da Lei n 8.112, de 1990, de modo permitir que o usufruto de tal

licena possa ocorrer aps o requerimento, com a apresentao de termo de guarda judicial ou

sentena de adoo, desde que concedida ao adotante no bojo de um processo de adoo.

2. O desgnio da licena adotante permitir a convivncia e a formao dos laos

afetivos entre o adotante e o adotado, o que se mostra inegavelmente mais relevante no momento

em que este convvio for permitido pelo Poder Judicirio (guarda) em processo de adoo, ainda

que provisoriamente. Assim, por no se afigurar a melhor interpretao ao art. 210 da Lei n

8.112, de 1990 aquela que restringe o gozo da licena destituio do poder familiar, na

sentena de adoo, imperiosa a necessidade de tornar sem efeito a interpretao em contrrio,

constante da Nota Tcnica n 150/2014/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP, mantendo-se, na ntegra,

os demais entendimentos esculpidos na citada Nota Tcnica.

3. Encaminhe-se esta proposio tcnica avaliao da Senhora Secretria de

Gesto Pblica a quem se recomenda se de acordo com seus termos, a ampla divulgao do

entendimento nos meios eletrnicos disponveis nesta SEGEP/MP.

ANLISE

4. A Secretaria de Gesto Pblica SEGEP, consciente do seu relevantssimo papel

na Administrao Pblica federal e, inclusive, sabedora de que suas prticas so norteadoras s

demais Administraes pblicas brasileiras, especialmente no que se refere s aes em gesto

pblica e gesto de pessoas, tem buscado avaliar com mxima profundidade e responsabilidade

os institutos aplicveis aos servidores pblicos, de modo a, seja no uso de sua competncia

normativa ou interpretativa, ou na proposio de novas polticas pblicas, permitir que a

Administrao acompanhe a evoluo social brasileira.

5. Firme nesse propsito, em 6 de outubro de 2014 editou a Nota Tcnica n

150/2014/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP a qual, a partir da avaliao da evoluo e maturao do

direito e da sociedade brasileiros no que se refere ao conceito de famlia, entendeu possvel, pela

via interpretativa, que o servidor adotante, independentemente de gnero, usufrua da licena

adotante de que trata o art. 210 da Lei n 8.112, de 1990, mesmo tendo sido a referida licena

desenhada pelo legislador somente para beneficiar mulher ou ao casal heterossexual adotantes,

posto que inserta num contexto de Administrao Pblica que tinha seus institutos calcados em

legislaes que consideravam como famlia, unidade familiar, somente a famlia tradicional.

6. Todavia, apesar dos objetivos intentados na referida Nota Tcnica, aps sua

publicao, percebeu-se a necessidade de aprofundamento do tema, especialmente no que

tange ao incio do usufruto da licena capitaneada pelo art. 210 da Lei n 8.112, de 1990, o que

se far nas linhas abaixo.

7. A palavra adoo origina-se do latim adoptio, que significa "ato ou efeito de

adotar. A adoo sem ressalvas um dos atos de maior nobreza do ser humano e, dos institutos

jurdicos, um dos mais antigos. No Brasil, tal instituto regulado pelo Cdigo Civil e pelo

Estatuto da Criana e do Adolescente, diplomas que no ano de 2009 foram alterados pela

nominada Lei Nacional de Adoo Lei n 12.010.

8. Com sustentao nas citadas leis, pode-se afirmar que a adoo se configura em

ato jurdico cuja eficcia est condicionada chancela judicial, que estabelecer o estado de

filiao e paternidade entre adotado e adotante1, conferindo a ambos o parentesco civil em linha

reta de primeiro grau2. Nesse sentido, juridicamente cabvel sustentar que a sentena de adoo

1 O cdigo civil de 2002 admite a adoo de maiores de 18 anos e no recepcionou a adoo de nascituro, que era permitida no Cdigo Civil de 1916. 2 Impossibilidade de adoo brasileira, que se cara se caracteriza pelo reconhecimento voluntrio da maternidade/paternidade, simplesmente com o registro o menor como seu filho, sem as cautelas judiciais impostas pelo Estado.

substitui os laos consanguneos para a configurao da filiao, fazendo prevalecer os laos

afetivos que, atualmente, norteiam todo o Direito de Famlia brasileiro.

9. A regulao estatal do instituto da adoo, todavia, no se fez somente por meio

da evoluo da legislao, mas inegavelmente vem sendo alterado e beneficiado pelo

desenvolvimento dos entendimentos doutrinrios, jurisprudenciais e com a criao de polticas

pblicas em torno do tema. Exemplo notvel disso foi a criao do Cadastro Nacional de Adoo

- CNA3 que, dentre outros objetivos busca tornar o processo de adoo rpido, seguro e capaz de

permitir que as crianas e os adolescentes aptos adoo sejam inseridos no seio de uma famlia

estruturada e adequada a lhes ofertar o ambiente e cuidado necessrios ao desenvolvimento

fsico, mental, moral, espiritual e social, em condies de liberdade e de dignidade, tal como

afixado no art. 3 do Estatuto da Criana e do Adolescente, Lei n 8.069, de 13 de julho de

1990.

10. Deste modo, considerando que a adoo no Brasil somente pode se efetivar no

bojo de um processo judicial que, em mdia4, dura um ano, resta analisar em que momento do

processo de adoo poder o adotante servidor pblico federal usufruir da licena de que trata o

art. 210 da Lei n 8.112, de 1990, sobretudo considerando que a destituio do poder familiar

somente ocorre ao final da ao de adoo, com a lavratura da respectiva sentena. Acerca das

fases do processo de adoo, pertinente, por sua didtica e leveza, transcrever matria publicada

pela Agencia de Notcias do Conselho Nacional de Justia CNJ. Vejamos5:

Para conquistar o filho to aguardado, veja o passo a passo da adoo.

1) Eu quero Voc decidiu adotar. Ento, procure a Vara de Infncia e Juventude do seu municpio e saiba quais documentos deve comear a juntar. A idade mnima para se habilitar adoo 18 anos, independentemente do estado civil, desde que seja respeitada a diferena de 16 anos entre quem deseja adotar e a criana a ser acolhida. Os

3 Banco de dados, nico e nacional, composto de informaes sobre crianas e adolescentes aptos a serem adotados e pretendentes habilitados adoo, denominado Cadastro Nacional de Adoo (CNA). 4 No entanto, pode durar bem mais se o perfil apresentado pelo adotante para a criana for muito diferente do disponvel no cadastro. Fonte: http://www.cnj.jus.br/noticias/cnj/21572-conheca-o-processo-de-adocao-no-brasil

5 Disponvel em http://www.cnj.jus.br/noticias/cnj/21572-conheca-o-processo-de-adocao-no-brasil.

http://www.cnj.jus.br/noticias/cnj/21572-conheca-o-processo-de-adocao-no-brasil

documentos que voc deve providenciar: identidade; CPF; certido de casamento ou nascimento; comprovante de residncia; comprovante de rendimentos ou declarao equivalente; atestado ou declarao mdica de sanidade fsica e mental; certides cvel e criminal.

2) D entrada! Ser preciso fazer uma petio preparada por um defensor pblico ou advogado particular para dar incio ao processo de inscrio para adoo (no cartrio da Vara de Infncia). S depois de aprovado, seu nome ser habilitado a constar dos cadastros local e nacional de pretendentes adoo.

3) Curso e Avaliao O curso de preparao psicossocial e jurdica para adoo obrigatrio. Na 1 Vara de Infncia do DF, o curso tem durao de 2 meses, com aulas semanais. Aps comprovada a participao no curso, o candidato submetido avaliao psicossocial com entrevistas e visita domiciliar feitas pela equipe tcnica interprofissional. Algumas comarcas avaliam a situao socioeconmica e psicoemocional dos futuros pais adotivos apenas com as entrevistas e visitas. O resultado dessa avaliao ser encaminhado ao Ministrio Pblico e ao juiz da Vara de Infncia. 4) Voc pode Pessoas solteiras, vivas ou que vivem em unio estvel tambm podem adotar; a adoo por casais homoafetivos ainda no est estabelecida em lei, mas alguns juzes j deram decises favorveis.

5) Perfil Durante a entrevista tcnica, o pretendente descrever o perfil da criana desejada. possvel escolher o sexo, a faixa etria, o estado de sade, os irmos etc. Quando a criana tem irmos, a lei prev que o grupo no seja separado. 6) Certificado de Habilitao A partir do laudo da equipe tcnica da Vara e do parecer emitido pelo Ministrio Pblico, o juiz dar sua sentena. Com seu pedido acolhido, seu nome ser inserido nos cadastros, vlidos por dois anos em territrio nacional.

7) Aprovado Voc est automaticamente na fila de adoo do seu estado e agora aguardar at aparecer uma criana com o perfil compatvel com o perfil fixado pelo pretendente durante a entrevista tcnica, observada a cronologia da habilitao. Caso seu nome no seja aprovado, busque saber os motivos. Estilo de vida incompatvel com criao de uma criana ou razes equivocadas (para aplacar a solido; para superar a perda de um ente querido; superar crise conjugal etc.) podem inviabilizar uma adoo. Voc pode se adequar e comear o processo novamente.

8) Uma criana A Vara de Infncia vai avis-lo que existe uma criana com o perfil compatvel ao indicado por voc. O histrico de vida da criana apresentado ao adotante; se houver interesse, ambos so apresentados. A criana tambm ser entrevistada aps o encontro e dir se quer ou no continuar com o processo. Durante esse estgio de convivncia monitorado pela Justia e pela equipe tcnica, permitido visitar o abrigo onde ela mora; dar pequenos passeios para que vocs se aproximem e se conheam melhor. Esquea a ideia de visitar um abrigo e escolher a partir daquelas crianas o seu filho. Essa prtica j no mais utilizada para evitar que as crianas se sintam como objetos em exposio, sem contar que a maioria delas no est disponvel para adoo.

9) Conhecer o futuro filho Se o relacionamento correr bem, a criana liberada e o pretendente ajuizar a ao de adoo. Ao entrar com o processo, o pretendente receber a guarda provisria, que ter validade at a concluso do processo. Nesse momento, a

criana passa a morar com a famlia. A equipe tcnica continua fazendo visitas peridicas e apresentar uma avaliao conclusiva.

10) Uma nova Famlia! O juiz profere a sentena de adoo e determina a lavratura do novo registro de nascimento, j com o sobrenome da nova famlia. Voc poder trocar tambm o primeiro nome da criana. Nesse momento, a criana passa a ter todos os direitos de um filho biolgico.

11. Como se viu acima, a fim de sobrelevar o principal objetivo da adoo, qual seja,

permitir que adotado e adotante firmem laos afetivos, ainda que sob a avaliao do Estado

em alguns estgios do processo, a legislao garante antes mesmo de sua finalizao e,

consequentemente, da destituio do poder familiar, a convivncia em famlia, o que se faz

possvel por meio da guarda judicial (provisria ou definitiva) que, na imortal conceituao do

professor De Plcido e Silva, consiste6:

guarda derivado do antigo alemo warten (guarda, espera), de que proveio tambm o

ingls warden (guarda), de que se formou o francs garde, pela substituio do w em g,

empregado, em sentido genrico, para exprimir proteo, observao, vigilncia ou

administrao. E com os sentidos assinalados, empregado na composio de vrias

locues em uso na linguagem jurdica. Guarda. Em sentido especial do Direito Civil

e do Direito Comercial, guarda quer exprimir a obrigao imposta a certas pessoas

de ter em vigilncia, zelando pela sua conservao, coisas que lhes so entregues ou

confiadas, bem assim manter em vigilncia e zelo, protegendo-as, certas pessoas que

se encontram sob sua chefia ou direo. Obriga a prestao de assistncia material,

moral e educacional, conferindo ao detentor o poder de opor-se a terceiros, inclusive aos

pais (destaquei).

12. Necessrio, neste momento, a transcrio do que dispe o Estatuto da Criana e

do Adolescente a respeito da guarda judicial, bem como o inteiro teor do art. 210 da Lei n 8.112,

de 1990:

Art. 33. A guarda obriga a prestao de assistncia material, moral e educacional criana ou adolescente, conferindo a seu detentor o direito de opor-se a terceiros, inclusive aos pais. (Vide Lei n 12.010, de 2009) Vigncia 1 A guarda destina-se a regularizar a posse de fato, podendo ser deferida, liminar ou incidentalmente, nos procedimentos de tutela e adoo, exceto no de adoo por estrangeiros.

6 SILVA, De Plcido e. Vocabulrio jurdico. Edio eletrnica: Ed. Forense.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm%23art2http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm%23art7

2 Excepcionalmente, deferir-se- a guarda, fora dos casos de tutela e adoo, para atender a situaes peculiares ou suprir a falta eventual dos pais ou responsvel, podendo ser deferido o direito de representao para a prtica de atos determinados. 3 A guarda confere criana ou adolescente a condio de dependente, para todos os fins e efeitos de direito, inclusive previdencirios. 4o Salvo expressa e fundamentada determinao em contrrio, da autoridade judiciria competente, ou quando a medida for aplicada em preparao para adoo, o deferimento da guarda de criana ou adolescente a terceiros no impede o exerccio do direito de visitas pelos pais, assim como o dever de prestar alimentos, que sero objeto de regulamentao especfica, a pedido do interessado ou do Ministrio Pblico. (Includo pela Lei n 12.010, de 2009) Vigncia Art. 34. O poder pblico estimular, por meio de assistncia jurdica, incentivos fiscais e subsdios, o acolhimento, sob a forma de guarda, de criana ou adolescente afastado do convvio familiar. (Redao dada pela Lei n 12.010, de 2009) Vigncia 1o A incluso da criana ou adolescente em programas de acolhimento familiar ter preferncia a seu acolhimento institucional, observado, em qualquer caso, o carter temporrio e excepcional da medida, nos termos desta Lei. (Includo pela Lei n 12.010, de 2009) 2o Na hiptese do 1o deste artigo a pessoa ou casal cadastrado no programa de acolhimento familiar poder receber a criana ou adolescente mediante guarda, observado o disposto nos arts. 28 a 33 desta Lei. (Includo pela Lei n 12.010, de 2009) Vigncia Art. 35. A guarda poder ser revogada a qualquer tempo, mediante ato judicial fundamentado, ouvido o Ministrio Pblico. (...) Art. 210. servidora que adotar ou obtiver guarda judicial de criana at 1 (um) ano de idade, sero concedidos 90 (noventa) dias de licena remunerada. (Vide Decreto n 6.691, de 2008) Pargrafo nico. No caso de adoo ou guarda judicial de criana com mais de 1 (um) ano de idade, o prazo de que trata este artigo ser de 30 (trinta) dias.

13. Assim, do que se observa dos dispositivos legais acima citados e de toda a

explanao feita, sendo a guarda judicial uma permisso do Poder Judicirio de convivncia e

tambm uma imposio do dever de zelo, somos levados a concluir que ao termo de guarda

judicial, desde que concedido no bojo de um processo de adoo, se constitui documento apto a

garantir o usufruto da licena adotante de que trata o art. 210 da Lei n 8.112, de 1990. Todavia,

em apreo melhor interpretao normativa, posto que a mencionada licena se presta a garantir

convivncia entre adotado e adotante, embora possa a guarda judicial ser concedida em

processo de tutela judicial e outras situaes, somente quando concedida em processo de adoo,

poder ensejar a fruio dessa licena.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm%23art2http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm%23art7http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm%23art2http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm%23art2http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm%23art7http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm%23art2http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm%23art2http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm%23art2http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm%23art2http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12010.htm%23art7http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6690.htm%23art2

CONCLUSO

14 Por todo o exposto, em apreo sua misso institucional como rgo central do

Sistema de Pessoal Civil da Administrao federal SIPEC, esta Secretaria de Gesto Pblica

torna sem efeito a interpretao de que a licena adotante somente pode ser concedida com a

apresentao de sentena de adoo, firmando, neste ato, a possibilidade de concesso de tal

licena com o requerimento e apresentao de termo de guarda judicial concedido em

processo de adoo mantendo-se, na integra, as demais disposies da Nota Tcnica n

150/2014/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP.

15. Proponho, ento, a avaliao do presente expediente tcnico pelas autoridades

superiores desta Secretaria sugerindo, se aprovado, sua ampla divulgao nos meios eletrnicos

disponveis na SEGEP/MP.

Braslia, 03 de novembro de 2014.

ANA CRISTINA S TELES DVILA

Coordenadora-Geral de Aplicao das Normas

De acordo. aprovao da Senhora Secretria de Gesto Pblica.

Braslia, 03 de novembro de 2014.

ROGRIO XAVIER ROCHA Diretor do Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais de Pessoal

Aprovo. Encaminhe-se CGECS/DENOP/SEGEP para eventuais adequaes

normativas, com cpia ao DEGEP/SEGEP para as devidas adequaes sistmicas no sistema

SIAPE e, por ser a matria analisada de grande interesse e relevncia ao SIPEC, determino a

divulgao desta Nota Tcnica nos meios eletrnicos, inclusive de comunicao social,

disponveis nesta SEGEP para amplo conhecimento dos rgos do Sistema e da sociedade.

Braslia, 03de novembro de 2014.

ANA LCIA AMORIM BRITO Secretria de Gesto Pblica

SUMRIO EXECUTIVOANLISECONCLUSO

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