MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO…

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<ul><li><p>MINISTRIO DO PLANEJAMENTO, ORAMENTO E GESTO Secretaria de Gesto Pblica </p><p>Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais de Pessoal Coordenao-Geral de Elaborao, Orientao e Consolidao das Normas </p><p> NOTA TCNICA N 115/2012/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP </p><p>Assunto: Regularizao do pagamento do auxlio-alimentao e da vantagem pessoal ON n 86 </p><p>SUMRIO EXECUTIVO 1. A Auditoria de Recursos Humanos deste Ministrio, por intermdio do Despacho de </p><p>fls. 201/202, pleiteia reanlise acerca da solicitao da Coordenao-Geral de Gesto de Pessoas e </p><p>Organizao do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educao FNDE, tendo em vista o </p><p>disposto no PARECER/MP/CONJUR/FNF/N 0756 3.14/2007, o qual concluiu pela no </p><p>devoluo dos valores recebidos a maior referente aplicabilidade da Orientao Normativa n 86, </p><p>de 1991, de acordo com as Smulas n 235 e 249, do Tribunal de Contas da Unio. </p><p>ANLISE 2. Consta dos autos, que a Auditoria de Recursos Humanos deste Ministrio </p><p>AUDIR/MP, no uso de suas atribuies, realizou auditoria sistmica relativa ao pagamento da </p><p>Vantagem Pessoal de que trata a Orientao Normativa n 86, de 1991, em maro de 2009, </p><p>oportunidade em que constatou que os servidores do Fundo Nacional de Desenvolvimento da </p><p>Educao FNDE estavam recebendo a referida vantagem com valores maiores que o devido, e de </p><p>forma concomitante com o auxlio-alimentao. </p><p>3. Nesse sentido, por meio do Ofcio n 75 AUDIR/SRH/MP, s fls. 02/04, a </p><p>AUDIR/MP notificou aquela autarquia quanto necessidade de regularizao da situao, bem </p><p>como determinou a reposio ao errio, dos valores pagos indevidamente. </p><p>4. Ato contnuo, a Coordenao-Geral de Gesto de Pessoas e Organizao do FNDE, </p><p>mediante Ofcio n 90/2009-CGPEO/DIRAT/FNDE/MEC, de 19 de junho de 2009, fls. 155/159, </p><p>solicitou quela Auditoria a dilao do prazo para a adoo das medidas cabveis, bem como </p><p>entendeu que os servidores do FNDE no deveriam devolver os valores percebidos, uma vez que se </p></li><li><p>NI - Regularizao do pagamento do auxlio-alimentao e da vantagem pessoal ON n 86 (FNDE) 2</p><p>trata de erro escusvel da administrao, tendo como base o exposto na Smula n 249, do Tribunal </p><p>de Contas da Unio. </p><p>5. Por sua vez, a Auditoria de Recursos Humanos AUDIR/MP encaminhou os autos </p><p>ao ento Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais consultando acerca dos procedimentos </p><p>a serem adotados no caso posto em voga. </p><p>6. Instada a se manifestar, a ento Coordenao-Geral de Elaborao, Sistematizao e </p><p>Aplicao das Normas COGES se manifestou, por meio da Nota Tcnica n </p><p>235/2010/COGES/DENOP/SRH/MP, de fls. 162/165, no sentido de que a Smula TCU n 249/2009 </p><p>s pode ser invocada em julgados daquela Corte. Ademais, exps o seguinte entendimento: </p><p>11. O que se depreende do caso em questo, que este no pode ser qualificado como erro escusvel de interpretao de lei, mas como mero erro de fato da Administrao que culminou com o ato do FNDE em conceder os pagamentos de forma indevida, pois a determinao do 5 do art. 3 da Lei n 9.527, de 1997, no deixa dvidas quanto a sua aplicao, ao estabelecer que o auxlio-alimentao inacumulvel com outros de espcie semelhante, tais como auxlio para a cesta bsica ou vantagem pessoal originria de qualquer outra forma de auxlio ou benefcio alimentao. (grifo nosso) </p><p>12. Contudo, entendemos que ressarcimento ao errio das importncias impropriamente recebidas, dever se proceder em observncia aos termos do art. 46 da Lei n 8.112, de 1990, alterado pela Medida Provisria n 2.225-45, de 4 de setembro de 2001, visto que procedimentos equivocados ou mesmo ilegais no podem gerar direitos aos beneficiados. </p><p>13. Ante o exposto, esta Coordenao-Geral ratifica os entendimentos firmados, por meio do Ofcio n 75, de 12 de maio de 2009, da AUDIR/SRH/MP, acostado aos autos s fls. 02/04, concluindo que os pagamentos indevidos das vantagens aos servidores do FNDE, foram originados por m aplicao da norma, mais especificamente como mero erro de fato da Administrao e no por erro escusvel de interpretao da legislao em vigor, o que afasta a utilizao da Smula TCU n 249, de 2007. </p><p>14. Assim, no caso em epgrafe, os valores indevidos percebidos pelos servidores, devero ser objeto de reposio ao errio, nos moldes previstos em lei, garantindo-se, previamente, o direito ao contraditrio e a ampla defesa, visando assegurar aos servidores a cincia dos valores que sero objeto de desconto em folha de pagamento. </p><p> 7. Considerando o entendimento supra, a Auditoria de Recursos Humanos </p><p>AUDIR/MP, mediante Despacho de fls. 166/167, encaminhou os autos ao FNDE, reiterando a </p><p>adoo dos procedimentos (a), (b), (c) e (d) descritos no Ofcio n 75AUDIR/SRH/MP. </p><p>8. Saliente-se que a Coordenao-Geral de Gesto de Pessoas e Organizao do FNDE, </p><p>mediante Nota n 04/2010-CGPEO/DIRAT/FNDE, s fls. 416/420, solicitou reanlise por parte da </p></li><li><p>NI - Regularizao do pagamento do auxlio-alimentao e da vantagem pessoal ON n 86 (FNDE) 3</p><p>AUDIR/MP, considerando o entendimento externado no PARECER/MP/CONJUR/ FNF/N 0756 </p><p>3.14/2007, no qual a Consultoria Jurdica deste Ministrio se manifestou pela no devoluo dos </p><p>valores recebidos a maior referente Orientao Normativa n 86, de 1991, com base nas Smulas </p><p>n 235 e n 249, do Tribunal de Contas da Unio. </p><p>9. Destarte, tendo em vista a solicitao do FNDE, a AUDIR/MP solicita nova anlise </p><p>por parte deste Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais de Pessoal, no que diz respeito </p><p>matria em comento. </p><p>10. o que importa relatar. </p><p>11. Para melhor deslinde do assunto, cumpre-nos transcrever o que dispe o art. 3 da Lei </p><p>n 9.527, de 10 de dezembro de 1997: </p><p>Art. 3 O art. 22 da Lei n 8.460, de 17 de setembro de 1992, passa a vigorar com a seguinte redao: "Art. 22. O Poder Executivo dispor sobre a concesso mensal do auxlio-alimentao por dia trabalhado, aos servidores pblicos federais civis ativos da Administrao Pblica Federal direta, autrquica e fundacional. (....) 3 O auxlio-alimentao no ser: (...) 5 O auxlio-alimentao inacumulvel com outros de espcie semelhante, tais como auxlio para a cesta bsica ou vantagem pessoal originria de qualquer forma de auxlio ou benefcio alimentao. </p><p>12. Do acima colacionado, depreende-se que a legislao foi expressa e clara ao </p><p>determinar: que o auxlio-alimentao inacumulvel com outros de espcie semelhante, tais como </p><p>auxlio para a cesta bsica ou vantagem pessoal originria de qualquer forma de auxlio ou benefcio </p><p>alimentao. </p><p>13. Quanto ao assunto, mais especificamente no que se refere reposio ao errio, </p><p>convm ressaltar que, via de regra, as vantagens percebidas indevidamente obriga o beneficirio </p><p>respectiva devoluo, ressalvadas as hipteses previstas no Parecer GQ n 161, de 03 de agosto de </p></li><li><p>NI - Regularizao do pagamento do auxlio-alimentao e da vantagem pessoal ON n 86 (FNDE) 4</p><p>1998, publicado no Dirio Oficial da Unio, de 09 de setembro de 1998. De acordo com a </p><p>Advocacia-Geral da Unio, no bojo do referido Parecer, a efetiva prestao de servio, a boa-f no </p><p>recebimento da vantagem ou vencimento, a errnea interpretao da lei expressa em ato formal e a </p><p>mudana de orientao jurdica so requisitos essenciais, cumulativos e indispensveis para que seja </p><p>dispensado o ressarcimento ao errio. </p><p>14. No que se refere boa-f, o texto do Parecer GQ-161/98 exarado pela AGU muito </p><p>semelhante ao proposto para a Smula n 249 do Tribunal de Contas da Unio. Todavia, na Smula </p><p>da Corte de Contas foi acrescida a palavra escusvel, atribuindo a doutrina a seguinte redao: </p><p>dispensada a reposio de importncias indevidamente percebidas, de boa-f, por servidores ativos, </p><p>inativos e pensionistas, em virtude de erro escusvel de interpretao de lei por parte do </p><p>rgo/entidade, ou por parte de autoridade legalmente investida em funo de orientao e </p><p>superviso, vista da presuno de legalidade do ato administrativo, do carter alimentar das </p><p>parcelas salariais em face do princpio da segurana jurdica. </p><p>15. Destaque-se que aquele egrgio Tribunal ao incluir a expresso escusvel </p><p>pretendeu coibir a prtica de atos temerrios por parte do administrador, que poderia ver, na redao </p><p>original do projeto, um incentivo instituio de parcelas e benefcios manifestamente ilegais, at </p><p>mesmo contrrios letra da lei, e proporcionar um proveito financeiro transitrio para grupos ou </p><p>categorias inteiras de servidores, muitas vezes incluindo a si mesmo nesse universo, com prejuzos </p><p>inestimveis para a Unio, at que houvesse a represso do ato por aquela Corte de Contas. </p><p>16. Ademais, a Smula AGU n 34, de 2008, exige, para dispensar a reposio ao errio, </p><p>que o pagamento tenha sido decorrente de errnea ou inadequada interpretao da lei por parte da </p><p>Administrao Pblica, e que o recebimento pelo administrado tenha sido de boa-f. </p><p>17. Note-se que a ento Coordenao-Geral de Elaborao, Sistematizao e Aplicao </p><p>das Normas deixou claro, por meio da Nota Tcnica n 235/2010/COGES/ DENOP/SRH/MP, de 11 </p><p>de maro de 2010, que no houve qualquer ato que configurasse m-f dos servidores na ocorrncia </p><p>dos pagamentos indevidos, bem como houve a efetiva prestao dos servios. Todavia, conforme </p><p>apontado por aquela Coordenao, ocorreu um mero erro de fato da Administrao, culminando </p><p>com o ato do FNDE em conceder os pagamentos indevidamente, de forma contrria ao que </p></li><li><p>NI - Regularizao do pagamento do auxlio-alimentao e da vantagem pessoal ON n 86 (FNDE) 5</p><p>determina o 5 do art. 3 da Lei 9.527, de 1997, o que no desobriga os servidores da restituio </p><p>dos valores recebidos de forma indevida, nos termos do art. 46 da Lei n 8.112, de 1990. </p><p>18. A respeito de erro material da Administrao que culminou com o pagamento </p><p>indevido, importa destacar que a Advocacia-Geral da Unio j se manifestou em caso anlogo, por </p><p>meio do Parecer n DAJI/GAB/AGU n 003/2009 TOG, vejamos: </p><p> (...) 12. De fato, um imperativo de ordem legal e tica que valores recebidos indevidamente, mesmo que por um lapso da Administrao, sejam devolvidos ao errio, em respeito ao ordenamento ptrio protetor das verbas pblicas e contrrio ao enriquecimento sem causa. (...) 14.Mesmo existindo a alegada boa-f, ao perceber o equvoco, a Administrao deve suspender o pagamento e buscar o ressarcimento, como ocorre na hiptese, pois os princpios da legalidade e da supremacia do interesse pblico no permitem que o patrimnio pblico seja lesado. A boa-f do interessado jamais poderia gerar seu enriquecimento sem causa, no havendo respaldo para tanto no sistema jurdico brasileiro. 15.O caso dos autos no encontra correspondncia com a hiptese tratada na Smula n 34 da AGU, de 16 de setembro de 2008. Para tanto, deve-se, a priori, verificar o que dispe a referida Smula, in verbis: "No esto sujeitos repetio os valores recebidos de boa- f pelo servidor pblico, em decorrncia de errnea ou inadequada interpretao da lei por parte da Administrao Pblica". 16.Os termos estritos da Smula exigem para a sua aplicao, a ocorrncia de errnea ou inadequada interpretao da lei por parte da Administrao Pblica, os quais no esto presentes no presente processo. (...) 18.No caso de erro material da Administrao, em face do dever de auto-tutela, do princpio da legalidade estrito senso e da vedao do enriquecimento sem causa, no pode o interessado se beneficiar de erro que no decorra de falha interpretativa, por natureza com maior grau de complexidade. 19.Ademais, um dos precedentes oferecidos para embasar a Smula 34 da AGU, trata justamente da necessidade de reposio ao errio em caso da ocorrncia de mero erro material. (grifos nossos) (...) </p></li><li><p>NI - Regularizao do pagamento do auxlio-alimentao e da vantagem pessoal ON n 86 (FNDE) 6</p><p>19. Quanto referida restituio, cabe destacar o entendimento exarado por meio do </p><p>PARECER N 156/2010/DECOR/CGU/AGU, do Departamento de Orientao e Coordenao de </p><p>rgos Jurdicos, da Consultoria-Geral da Unio (cpia anexa), no qual se entende que as </p><p>reposies e indenizaes ao errio devero ser previamente comunicadas ao servidor, em </p><p>observncia ao art. 46 da Lei n 8.112, de 1990, para que se efetuem os descontos em folha. No caso </p><p>de no haver anuncia do servidor em relao ao desconto em folha, a Consultoria-Geral da Unio </p><p>CGU/AGU entende que a cobrana dever ocorrer por meio de execuo de ttulo judicial ou </p><p>extrajudicial. </p><p>20. Ademais, a CGU/AGU exps, ainda, que, na hiptese de reposio ao errio em </p><p>decorrncia de pagamento indevido, no necessria a concordncia do servidor, podendo a </p><p>Administrao promover a abertura de um processo administrativo especfico, em que seja </p><p>oportunizado ao servidor o direito ao contraditrio e ampla defesa. Assim, preenchidos tais </p><p>requisitos - para que possa haver a restituio ao errio - possvel a efetivao dos descontos em </p><p>folha, respeitados os limites impostos pela Lei n 8.112, de 1990. </p><p>21. Destarte, para a reposio dos valores percebidos indevidamente, caber ao rgo </p><p>observar o disposto no PARECER N 156/2010/DECOR/CGU/AGU. </p><p>CONCLUSO 22. Isto posto, entende-se que: </p><p> a) a determinao do 5 do art. 3 da Lei n 9.527, de 1997, no deixa dvidas </p><p>quanto sua interpretao/aplicao, ao determinar que o auxlio-alimentao </p><p>inacumulvel com outros de espcie semelhante, tais como auxlio para a cesta bsica </p><p>ou vantagem pessoal originria de qualquer forma de auxlio ou benefcio </p><p>alimentao. </p><p>b) o caso em questo no pode ser qualificado como erro escusvel de interpretao </p><p>de lei, mas de mero erro material da Administrao, que culminou com a falta de </p><p>observao do FNDE em conceder duas vantagens de diferentes denominaes, uma </p><p>como Vantagem Pessoal e outra como Auxlio-Alimentao, mas ambas com a </p></li><li><p>NI - Regularizao do pagamento do auxlio-alimentao e da vantagem pessoal ON n 86 (FNDE) 7</p><p>mesma natureza, qual seja, a de benefcio alimentar. Diante isso, no h falar em um </p><p>erro razovel ou justificvel da Administrao pblica; </p><p>c) a boa-f no , por si s, suficiente para afastar a necessidade de reposio daquilo </p><p>que foi percebido indevidamente pelo servidor, o que, em princpio, no o exime da </p><p>devoluo dos valores. Assim, com vistas restituio ao errio, paralelamente ao </p><p>recebimento de boa-f de valores indevidos percebidos por servidor, h que se </p><p>observar ainda os requisitos contidos nas seguintes disposies normativas, quais </p><p>sejam: a Smula AGU n 34, de 2008, a Smula TCU 249, de 2007 e o Parecer AGU </p><p>n GQ 161, de 1998; </p><p>d) os valores indevidos percebidos pelos servidores devero ser objeto de reposio </p><p>ao errio, nos moldes previstos em lei, garantindo-se, previamente, o direito ao </p><p>contraditrio e ampla defesa, visando assegurar aos servidores a cincia dos valores </p><p>que sero objeto de desconto em folha de pagamento; </p><p>e) A Smula TCU n 249/2007, a qual dispensa a reposio de importncias </p><p>indevidamente percebidas, de boa-f, por servidores ativos e inativos, e pensionistas, </p><p>em virtude de erro escusvel de interpretao de lei por parte do rgo/entidade, ou </p><p>por parte de autoridade legalmente investida em funo de orientao e superviso, </p><p>vista da presuno de legalidade do ato administrativo e do carter alimentar das </p><p>parcelas salariais da Unio, s pode ser invocada nos julgados daquela Corte; </p><p>f) esta Secretaria de Gesto Pblica tem a prerrogativa de, como rgo Central do </p><p>Sistema SIPEC, exercer privativamente a competncia normativa em assuntos </p><p>relativos ao pessoal civil do Poder Executivo no mbito da Administrao Pblica </p><p>federal direta, autrquica e fundacional (em se tratando de fundaes pblicas), </p><p>conforme dispe o artigo 17, da Lei n 7.923, de 12 de dezembro de 1989, bem como </p><p>o dever de acompanhar e supervisionar a apurao de irregularidades concernentes </p><p>aplicao da legislao relativa gesto de pessoas e respectivos procedimentos </p><p>administrativos da administrao federal direta, autrquica e fundacional, conforme </p><p>estabelece o Decreto n 7.675, de 20 de janeiro de 2012; </p></li><li><p>NI - Regularizao do pagamento do auxlio-alimentao e da vantagem pessoal ON n 86 (FNDE) 8</p><p>g) as orientaes firmadas pela Secretaria de Gesto Pblica/MP, na condio de </p><p>rgo Central do SIPEC, tm carter normativo e vinculam os rgos e entidades ao </p><p>seu fiel cumprimento, respeitada a competncia da Advocacia-Geral da Unio. </p><p>23. Com tais esclarecimentos, sugere-se a restituio dos autos Auditoria de Recursos </p><p>Humanos deste Ministrio, para conhecimento e demais providncias de sua alada. </p><p> considerao superior. </p><p>Braslia, 02 de maio de 2012. </p><p> PATRCIA MARINHO DOS SANTOS </p><p>Mat 1745225 MRCIA ALVES DE ASSIS </p><p> Chefe de Diviso </p><p>De acordo. considerao da Senhora Diretora do Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais de Pessoal. </p><p>Braslia, 02 de maio de 2012. </p><p>ANA CRISTINA S TELES DVILA Coordenadora-Geral de Elaborao, Orientao e Consolidao das Normas </p><p> Aprovo. Restitua-se Auditoria de Recursos Humanos, conforme proposto. </p><p> Braslia, 2 de maio de 2012. </p><p> VALRIA PORTO </p><p>Diretora do Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais de Pessoal </p></li></ul>

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