MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, 1Gabarito ORÇAMENTO E ?· Cargo: Analista de Planejamento e Orçamento-APO…

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<ul><li><p>Boa prova!Boa prova!</p><p>Provas 1 e 2Provas 1 e 2</p><p>Nome: N. de Inscrio</p><p>Escola de Administrao Fazendria</p><p>Concurso Pblico - 2008</p><p>InstruesInstrues</p><p>Cargo: ANALISTA DE PLANEJAMENTO E ORAMENTO - APO</p><p>1 - Escreva seu nome e nmero de inscrio, de forma legvel, nos locais indicados.</p><p>2 - Verifi que se o Nmero do Gabarito, colocado na quadrcula acima, o mesmo constante do seu CARTO DE RESPOSTAS e da etiqueta colada na carteira escolar; esses nmeros devero ser idn-ticos, sob pena de prejuzo irreparvel ao seu resultado neste processo seletivo; qualquer divergncia, exija do Fiscal de Sala um caderno de prova, cujo nmero do gabarito seja igual ao constante de seu CARTO DE RESPOSTAS.</p><p>3 - O CARTO DE RESPOSTAS tem, obrigatoriamente, de ser assinado. Esse CARTO DE RESPOSTAS no poder ser substitudo, portanto, no o rasure nem o amasse.</p><p>4 - Transcreva a frase abaixo para o local indicado no seu CARTO DE RESPOSTAS em letra cursiva, para posterior exame grafolgico:</p><p> Quanto maiores somos em humildade, tanto mais perto estamos da grandeza. (R.Tagore)</p><p>5 - DURAO DAS PROVAS: 5 horas, includo o tempo para o preenchimento do CARTO DE RESPOSTAS.</p><p>6 - Nas provas h 80 questes de mltipla escolha, com cinco opes: a, b, c, d e e.</p><p>7 - No CARTO DE RESPOSTAS, as questes esto representadas pelos seus respectivos nmeros. Preencha, FORTEMENTE, com caneta esferogrfi ca (tinta azul ou preta), toda a rea correspondente opo de sua escolha, sem ultrapassar as bordas.</p><p>8 - Ser anulada a questo cuja resposta contiver emenda ou rasura, ou para a qual for assinalada mais de uma opo. Evite deixar questo sem resposta.</p><p>9 - Ao receber a ordem do Fiscal de Sala, confi ra este CADERNO com muita ateno, pois nenhuma reclamao sobre o total de questes e/ou falhas na impresso ser aceita depois de iniciada as provas.</p><p>10 - Durante as provas, no ser admitida qualquer espcie de consulta ou comunicao entre os candidatos, tampouco ser permitido o uso de qualquer tipo de equipamento (calculadora, tel. celular etc.).</p><p>11 - Por motivo de segurana, somente durante os trinta minutos que antecedem o trmino das provas, podero ser copiados os seus assinalamentos feitos no CARTO DE RESPOSTAS, conforme subitem 6.5 do edital regulador do concurso.</p><p>12 - A sada da sala s poder ocorrer depois de decorrida uma hora do incio das provas. A no-observn-cia dessa exigncia acarretar a sua excluso do concurso. </p><p>13 - Ao sair da sala entregue este CADERNO DE PROVAS, juntamente com o CARTO DE RESPOSTAS, ao Fiscal de Sala. </p><p>MINISTRIO DO PLANEJAMENTO, ORAMENTO E GESTO</p><p>11Gabarito</p></li><li><p>Cargo: Analista de Planejamento e Oramento-APO - 2008 2 Provas 1 e 2 - Gabarito 1</p><p>LNGUA PORTUGUESA</p><p>1 - Conforme as idias do texto, assinale a opo correta.</p><p>O industrial brasileiro entrou em 2008 otimista, prevendo um bom nvel de atividade para o primeiro semestre, segundo a sondagem recm-divulgada pela Confederao Nacional da Indstria (CNI).A pesquisa foi realizada em 22 Estados, com executivos de 1.394 empresas, entre os dias 2 e 22 de janeiro. Este ltimo detalhe especialmente importante: a expectativa dos entrevistados, aparentemente, no foi afetada pelo noticirio sobre a crise internacional e sobre o risco de uma recesso nos Estados Unidos. A grande aposta, segundo o levantamento, no dinamismo do mercado interno, porque h pessimismo quanto evoluo das exportaes mas essa avaliao j foi encontrada na edio anterior da sondagem, no trimestre anterior.A boa disposio do empresariado foi confi rmada pelos ltimos nmeros da Fiesp, distribudos na quarta-feira, um dia depois de a CNI divulgar sua sondagem. No ano passado, o nvel de atividade da indstria paulista foi 6,1% superior ao de 2006 e o dinamismo conservou-se at o ltimo ms. Em dezembro, o nvel de atividade fi cou 7% acima do registrado um ano antes.</p><p>(O Estado de S. Paulo, 31/01/2008)</p><p>a) A crise internacional e o risco de recesso nos Estados Unidos afetaram a expectativa positiva do industrial brasileiro.</p><p>b) Desde o trimestre anterior sondagem, os industriais j estavam otimistas em relao s exportaes.</p><p>c) Os nmeros divulgados pela Fiesp esto em desacordo com a sondagem divulgada pela CNI.</p><p>d) O nvel de atividade da indstria paulista em 2007 no confi rma o otimismo demonstrado pelos industriais para 2008.</p><p>e) Os entrevistados apostam no dinamismo do mercado interno e desacreditam na evoluo das exportaes. </p><p>2 - De acordo com as idias do texto, assinale a opo correta.</p><p> O rpido crescimento da economia mundial nos ltimos anos gerou milhes de empregos, mas nem assim foi possvel evitar o aumento do nmero de desempregados, porque a quantidade de vagas abertas no foi sufi ciente para abrigar todos os que chegaram ao mercado de trabalho no perodo. O que acontecer ao longo de 2008, quando o desempenho econmico em todo o mundo deve ser pior do que o dos anos anteriores, ainda que no acontea a recesso nos Estados Unidos? O resultado, de acordo com pesquisa que a Organizao Internacional do Trabalho (OIT) acaba de divulgar, pode ser o acrscimo de 5 milhes de pessoas ao contingente de desempregados em todo o mundo. O informe anual da OIT Tendncias Mundiais do Emprego faz uma avaliao prudente do quadro econmico atual. Mesmo o aumento do nmero de desempregados que projeta para este ano no chega a ser estatisticamente relevante. No ano passado, cerca de 3 bilhes de pessoas estavam empregadas em todo o mundo. Os desempregados, de acordo com a OIT, representavam 6% da fora de trabalho total. Se em 2008 o nmero de desempregados aumentar em 5 milhes, o ndice subir para 6,1%, variao muito pequena. Mas a questo no meramente estatstica. O desemprego j atinge quase 200 milhes de pessoas e suas famlias. Alm disso, a falta de emprego no o nico problema que afeta os trabalhadores e suas famlias no mundo inteiro. Boa parte dos que integram o grupo dos empregados vive em situao muito difcil.</p><p>(O Estado de S. Paulo, 29/01/2008)</p><p>a) O problema do desemprego foi resolvido pelo rpido crescimento da economia mundial nos ltimos anos.</p><p>b) Se houver um acrscimo de 5 milhes de desempregados, o ndice mundial de desemprego fi car em torno de 6,1% da fora de trabalho total.</p><p>c) A Organizao Internacional do Trabalho prev que o contingente de desempregados no mundo chegue a 5 milhes de pessoas.</p><p>d) A situao dos trabalhadores empregados em geral muito satisfatria.</p><p>e) A quantidade de vagas abertas foi sufi ciente para abrigar todos os que chegavam ao mercado de trabalho. </p></li><li><p>Cargo: Analista de Planejamento e Oramento-APO - 2008 3 Provas 1 e 2 - Gabarito 1</p><p>3 - Conforme as idias do texto, assinale a opo correta.</p><p>O crescimento econmico, por si s, no tem sido sufi ciente para melhorar as condies no mundo do trabalho, nem mesmo para conter o aumento do nmero de desempregados (em 2006, o total de desempregados no mundo era de 187 milhes; no ano passado, apesar do crescimento de 5,2% da economia mundial, o total subiu para 189,9 milhes de pessoas). Da, segundo a OIT, a necessidade de os governos agirem para assegurar que o progresso econmico se transforme num fator de incluso social e no de aumento das desigualdades, como ocorre em muitos pases. Na avaliao da OIT, a crise atual diferente das anteriores. Esta surgiu no mundo industrializado e, ao contrrio do que aconteceu com as crises da dcada passada, no afetou de maneira notvel os demais pases pelo menos at agora. No h, porm, nenhuma segurana de que esse quadro se manter. A questo, diz a OIT, como o mercado de trabalho em todo o mundo reagir reduo da atividade econmica. Este ser o ano das incertezas, resumiu o Diretor-Geral da OIT.</p><p>(O Estado de S. Paulo, 29/01/2008)</p><p>a) O crescimento econmico melhora as condies no mundo do trabalho e contm o aumento do nmero de desempregados.</p><p>b) O crescimento de 5,2% da economia mundial assegurou a diminuio do nmero de desempregados.</p><p>c) O mercado de trabalho em todo o mundo reagir de forma positiva reduo da atividade econmica nos pases industrializados.</p><p>d) A atual crise que surgiu nos pases industrializa-dos afetou severamente outros pases.</p><p>e) Em muitos pases, o progresso econmico tem-se tornado um fator de aumento das desigualdades sociais. </p><p>4 - Em relao ao texto abaixo, assinale a opo incorreta.</p><p>5</p><p>10</p><p>15</p><p>20</p><p>25</p><p>30</p><p>As grandes empresas estatais chinesas esto em plena temporada de compras no mercado internacional. O acmulo de quase US$ 1,5 trilho em reservas na China no apenas mudou o jogo do fi nanceiro internacional, com mudanas de paradigma dinheiro chins fi nanciando o dfi cit americano como tem potencial para alterar o mapa das fuses e aquisies mundiais e tambm a confi gurao de foras em vastos setores da economia. O foco da mais recente investida dos chineses emblemtico: minerao. A rpida, coordenada, cautelosa e surpreendente compra de 9% do capital da anglo-australiana Rio Tinto, a terceira maior mineradora do mundo, mostra uma mudana de qualidade no planejamento da investida no exterior das estatais chinesas. At a pouco tempo atrs, havia srias dvidas sobre a capacidade de arregimentao dessas empresas pelo governo chins. A imagem predominante era a de que elas realizavam incurses espordicas e oportunistas em vrios mercados, sem objetivos comuns. A compra de parte do capital acionrio da Rio Tinto, entretanto, passa a mostrar um alinhamento entre os interesses do Estado e os das estatais enquanto empresas, para assegurar o suprimento de commodities que sustente a rpida expanso econmica. Elas entraram em uma disputa de mercado para evitar que eventual monopolizao de alguns setores, como o das commodities metlicas, traga uma indesejvel elevao de preos. </p><p>(Valor Econmico, 8/02/2008)</p><p>a) Os travesses das linhas 6 e 7 podem, sem prejuzo para a correo gramatical do perodo, ser substitudos por parnteses.</p><p>b) O termo entretanto (l. 24) pode, sem prejuzo para a informao original do perodo, ser substitudo por qualquer um dos seguintes: porm, contudo, todavia, conquanto, porquanto. </p><p>c) O segmento a terceira maior mineradora do mundo (l. 14 e 15) est entre vrgulas porque um aposto.</p><p>d) A expresso incurses espordicas (l. 21) est sendo empregada com o sentido de entradas eventuais, penetraes casuais.</p><p>e) O emprego de vrgulas aps rpida e coordenada (l. 12) tem a mesma justifi cativa gramatical.</p></li><li><p>Cargo: Analista de Planejamento e Oramento-APO - 2008 4 Provas 1 e 2 - Gabarito 1</p><p>5 - Em relao ao texto, assinale a opo incorreta.</p><p>5</p><p>10</p><p>15</p><p>O objetivo da Embratur atrair mais turistas estrangeiros. Em mdia, segundo a empresa, eles permaneceram no Brasil 18 dias em cada viagem, em 2007, dois dias mais do que em 2006. A mdia geral de gastos dirios, por turista, foi de US$ 91,74, mas os europeus gastaram bem mais que isso. Segundo a presidente da Embratur, aumentou em 22% o nmero de viagens dos turistas espanhis ao Pas.Para atrair mais turistas, preciso oferecer no apenas mais vos e mais hotis, o que j vem ocorrendo, mas tambm servios de qualidade, funcionrios bilnges, segurana reforada nas proximidades de hotis, aeroportos e infra-estrutura. O empenho justifi ca-se pelo aumento do emprego propiciado pelo turismo e da renda gerada para os mais diversos segmentos shopping centers, restaurantes, cinemas, txis, transporte especializado, farmcias.</p><p>(O Estado de S. Paulo, 6/02/2008)</p><p>a) A palavra empresa (l. 2) termo de coeso lexical que retoma o antecedente Embratur (l.1).</p><p>b) Em justifi ca-se (l. 15), o -se indica sujeito indeterminado.</p><p>c) O termo isso (l. 7) constitui elemento coesivo, pois retoma o antecedente US$ 91,74.</p><p>d) O emprego de vrgulas aps qualidade (l. 12) e bilnges (l. 13) isola elementos de mesma funo gramatical componentes de uma enumerao.</p><p>e) O pronome eles (l. 3) constitui uma anfora, pois se refere ao antecedente turistas estrangeiros (l. 1 e 2).</p><p>6 - Assinale a opo que corresponde a erro gramatical.</p><p>O Brasil encerrou o ano de 2007 com(1) resultados animadores. O Pas conseguiu gerar mais de(2) 1,6 milho de postos de trabalho. Acerca de(3) 42% foram empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado. O desemprego nas regies metropolitanas fi cou em torno de(4) 9,5%, ante(5) 10% em 2006. Os rendimentos mdios subiram cerca de 3% em termos reais. Em quatro anos o aumento foi de quase 8%.</p><p>(Jos Pastore, O Estado de S. Paulo, 5/02/2008)</p><p>a) 1b) 2c) 3d) 4e) 5</p><p>7 - Assinale a opo que preenche corretamente as lacunas do texto, adaptado de O Estado de S. Paulo, 5/02/2008.Os resultados do trabalho de fi scalizao da Receita Federal no ano passado impressionam. Por prticas de evaso fi scal ___1___sonegao de impostos, apurao indevida de impostos e con-tribuies a serem recolhidas, erros e omisses nas declaraes do Imposto de Renda, entre outras , a Receita autuou no ano passado 522 mil contribuin-tes, ___2___ pessoas jurdicas e fsicas, 42% ___3___ nmero de autuaes emitidas em 2006. Mais notvel ainda o aumento do valor das autuaes. Elas totalizaram R$ 108 bilhes, 80% mais do que o total do ano anterior. O combate rigoroso ___4___ sonegao de qualquer tipo dever da Receita e uma demonstrao de respeito ___5___ contribuin-tes que cumprem rigorosamente suas obrigaes com o Fisco. O uso de mecanismos mais efi cazes nesse trabalho reduz substancialmente a margem para a sonegao e para outros atos considerados ilcitos pela Receita e pela Justia, ___6___ resulta em aumentos de arrecadao que, pelo menos em tese, poderiam abrir o caminho para a reduo do peso dos impostos, taxas e contribuies sobre as fi nanas dos contribuintes honestos.</p><p>1 2 3 4 5 6</p><p>a) como entre mais do que o</p><p> aos e</p><p>b) sejam sejam maior que</p><p>contra a</p><p>com os</p><p>porm</p><p>c) tais como as do da pelos entretanto</p><p>d) seja ou mais que o</p><p>a para com</p><p>mas</p><p>e) por exemplo</p><p>de pelo pela nos porque</p><p>8 - Assinale a opo em que o trecho do texto de O Globo, 31/01/2008, foi transcrito com erro gramati-cal.a) A acumulao de supervits primrios nas contas </p><p>pblicas, uma poltica que teve incio no ltimo trimestre de 1998, depois do abalo causado na economia brasileira por uma crise fi nanceira que teve seu estopim na Rssia, vem dando frutos nos ltimos anos, com reduo do dfi cit e da dvida da Unio, estados, municpios e companhias estatais em relao ao PIB. </p><p>b) Em 2008, segundo dados do Banco Central, a dvida lquida do setor pblico recuou para o equivalente a 42,8% do Produto Interno Bruto, o mais baixo percentual apurado desde 1999. E o dfi cit total do setor pblico, no valor total de R$ 58 bilhes, caiu para 2,27% do PIB. </p></li><li><p>Cargo: Analista de Planejamento e Oramento-APO - 2008 5 Provas 1 e 2 - Gabarito 1</p><p>c) Com a reduo de suas necessidades de fi nan-ciamento, o setor pblico pode renovar mais facilmente seu endividamento, e, nesse caso, o mercado tende a aceitar o pagamento de taxas de rentabilidade mais baixas para os ttulos do Tesouro.</p><p>d) Para 2008, o Banco Central projeta nova queda na dvida lquida, e queda tambm do dfi cit, que encolheria para 1,2% do PIB. Mantendo essa tendncia, ao fi m de 2009 ou no decorrer de 2010, o dfi cit desapareceria, equilibrando-se as contas pblicas e estancando-se completamente o crescimento da dvida. </p><p>e) A diminuio da dvida como proporo do PIB, assim co...</p></li></ul>