MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À ?· democrático. É o profissional que acompanha…

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<ul><li><p>Acompanhe sempre as atualizaes deste material de consulta. </p><p>1 </p><p>MINISTRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE FOME Secretaria Nacional de Assistncia Social </p><p>Departamento de Proteo Social Bsica </p><p>Av. W3 Norte SEPN 515, Bloco B Ed. mega, 2 Andar Sala 260 CEP: 70770-502 Braslia- DF </p><p>PERGUNTAS E RESPOSTAS </p><p>Servio de Convivncia e Fortalecimento de Vnculos </p><p> Apresentamos este documento que tem o objetivo de orientar estados, municpios </p><p>e Distrito Federal para a gesto e execuo do Servio de Convivncia e Fortalecimento </p><p>de Vnculos e subsidiar debates e planejamentos necessrios para o bom funcionamento e </p><p>a qualidade do servio prestado aos usurios, alm do monitoramento e avaliao deste </p><p>nos territrios. </p><p> Importante frisar que se trata de um material a ser atualizado de forma permanente </p><p>por tratar de questes que necessitam ser aprimoradas de forma contnua e, ainda, por </p><p>este refletir as questes apresentadas por gestores e trabalhadores do SUAS que esto na </p><p>gesto e/ou execuo deste Servio. </p><p>I Informaes Gerais </p><p>1. Algumas consideraes acerca do Servio de Convivncia e Fortalecimento de </p><p>Vnculos SCFV. </p><p>Trata-se de um Servio da Proteo Social Bsica do SUAS, regulamentado pela </p><p>Tipificao Nacional de Servios Socioassistenciais (Resoluo CNAS n 109/2009). E </p><p>foi reordenado em 2013 por meio da Resoluo CNAS n01/2013. </p><p>Convidamos a todos e todas a fazerem uso deste material e contribuir </p><p>para seu aperfeioamento, lembrando sempre de verificar as suas </p><p>atualizaes na pgina eletrnica do MDS. </p><p>http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=2&amp;ved=0CDgQFjAB&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mds.gov.br%2Fcnas%2Flegislacao%2Fresolucoes%2Farquivos-2009%2Fcnas-2009-109-11-11-2009.pdf%2Fdownload&amp;ei=gt6EU56DKsKKqAbTyICQDQ&amp;usg=AFQjCNF3eH2DCiD8WVgGq8O_BpHUURk5lA&amp;sig2=qPjwKlvDNWQAQcA3NaI0oQ&amp;bvm=bv.67720277,d.b2khttp://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CC8QFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mds.gov.br%2Fassistenciasocial%2Fmural%2Fcnas-2013-001-21.02.2013-scfv.pdf%2Fdownload&amp;ei=gt6EU56DKsKKqAbTyICQDQ&amp;usg=AFQjCNFwiQmWh0_F__GLQIBfA0XC1fTjYA&amp;sig2=3w77AJMUfF9Ii2stKIhJKA&amp;bvm=bv.67720277,d.b2khttp://www.mds.gov.br/</p></li><li><p>Acompanhe sempre as atualizaes deste material de consulta. </p><p>2 </p><p>Esse Servio ofertado de forma complementar ao trabalho social com famlias </p><p>realizado por meio do Servio de Proteo e Atendimento Integral s Famlias (PAIF) e </p><p>Servio de Proteo e Atendimento Especializado s Famlias e Indivduos (PAEFI). </p><p>O SCFV possui um carter preventivo e proativo, pautado na defesa e afirmao </p><p>de direitos e no desenvolvimento de capacidades e potencialidades dos usurios, com </p><p>vistas ao alcance de alternativas emancipatrias para o enfrentamento das </p><p>vulnerabilidades sociais. Deve ser ofertado de modo a garantir as seguranas de acolhida, </p><p>de convvio familiar e comunitrio, alm de estimular o desenvolvimento da autonomia </p><p>dos usurios. </p><p>Os usurios do SCFV so divididos em grupos a partir de intervalos de faixas </p><p>etrias. O trabalho nos grupos organizado em percursos (para mais informaes sobre a </p><p>organizao dos grupos do SCFV em percursos, conferir a pergunta n 14) de forma a </p><p>estimular as trocas culturais e a partilha de vivncias, desenvolver o sentimento de </p><p>pertena e de identidade, fortalecer os vnculos familiares, sempre sob a perspectiva de </p><p>incentivar a socializao e a convivncia familiar e comunitria. </p><p>2. Qual o pblico do Servio de Convivncia e Fortalecimento de Vnculos? </p><p>Crianas at 6 anos, em especial: </p><p> Crianas com deficincia, com prioridade para as beneficirias do BPC; </p><p> Crianas cujas famlias so beneficirias de programas de transferncia de renda; </p><p> Crianas encaminhadas pelos servios da Proteo Social Especial; </p><p> Crianas residentes em territrios com ausncia ou precariedade na oferta de </p><p>servios e oportunidades de convvio familiar e comunitrio; </p><p> Crianas que vivenciam situaes de fragilizao de vnculos. </p><p>Crianas e adolescentes de 6 a 15 anos, em especial: </p><p> Crianas e adolescentes encaminhados pelos servios da Proteo Social </p><p>Especial: Programa de Erradicao do Trabalho Infantil (PETI); Servio de Proteo </p><p>e Atendimento Especializado a Famlias e Indivduos (PAEFI); reconduzidas ao </p><p>convvio familiar aps medida protetiva de acolhimento; e outros; </p><p> Crianas e adolescentes com deficincia, com prioridade para as beneficirias do </p><p>BPC; </p><p>http://www.mds.gov.br/assistenciasocial/protecaobasica/servicos/protecao-e-atendimento-integral-a-familia-paif/servico-de-protecao-e-atendimento-integral-a-familia-paifhttp://www.mds.gov.br/assistenciasocial/protecaoespecial/mediacomplexidade/atendimento-especializado-a-familias-e-individuos-paefi</p></li><li><p>Acompanhe sempre as atualizaes deste material de consulta. </p><p>3 </p><p> Crianas e adolescentes cujas famlias so beneficirias de programas de </p><p>transferncia de renda; </p><p> Crianas e adolescentes de famlias com precrio acesso renda e a servios </p><p>pblicos. </p><p>Adolescentes de 15 a 17 anos, em especial: </p><p> Adolescentes pertencentes s famlias beneficirias de programas de </p><p>transferncia de renda; </p><p> Adolescentes egressos de medida socioeducativa de internao ou em </p><p>cumprimento de outras medidas socioeducativas em meio aberto; </p><p> Adolescentes em cumprimento ou egressos de medida de proteo do Estatuto </p><p>da Criana e do Adolescente (ECA, 1990); </p><p> Adolescentes do Programa de Erradicao do Trabalho Infantil (PETI) ou </p><p>adolescentes egressos ou vinculados a programas de combate violncia e ao abuso </p><p>e explorao sexual; </p><p> Adolescentes de famlias com perfil de programas de transferncia de renda; </p><p> Adolescentes com deficincia, em especial beneficirios do BPC; </p><p> Adolescentes fora da escola. </p><p> Jovens de 18 a 29 anos (Resoluo n 13/2014): </p><p> Jovens pertencentes a famlias beneficirias de programas de transferncias de </p><p>Renda; </p><p> Jovens em situao de isolamento; </p><p> Jovens com vivncia de violncia e/ou negligncia; </p><p> Jovens fora da escola ou com defasagem escolar superior a 2 (dois) anos; </p><p> Jovens em situao de acolhimento; </p><p> Jovens egressos de cumprimento de medida socioeducativa em meio aberto; </p><p> Jovens egressos ou vinculados a programas de combate violncia, abuso e/ou </p><p>explorao sexual; </p><p> Jovens egressos de medidas de proteo do Estatuto da Criana e do Adolescente - </p><p>ECA; </p><p> Jovens em situao de rua; </p><p> Jovens em situao de vulnerabilidade em consequncia de deficincias. </p></li><li><p>Acompanhe sempre as atualizaes deste material de consulta. </p><p>4 </p><p> Adultos de 30 a 59 anos (Resoluo n 13/2014): </p><p> Adultos pertencentes a famlias beneficirias de programas de transferncias de </p><p>Renda; </p><p> Adultos em situao de isolamento; </p><p> Adultos com vivncia de violncia e/ou negligncia; </p><p> Adultos com defasagem escolar; </p><p> Adultos em situao de acolhimento; </p><p> Adultos vtimas e/ou vinculados a programas de combate violncia sexual; </p><p> Adultos em situao de rua; </p><p> Adultos em situao de vulnerabilidade em consequncia de deficincias. </p><p> Pessoas idosas: </p><p>A Tipificao Nacional de Servios Socioassistenciais (Resoluo CNAS n </p><p>109/2009) define como usurios para este servio as pessoas idosas com idade igual ou </p><p>superior a 60 anos, em situao de vulnerabilidade social, em especial: </p><p> Pessoas idosas beneficirios do Benefcio de Prestao Continuada BPC; </p><p> Pessoas idosas de famlias beneficirias de programas de transferncia de renda; </p><p> Pessoas idosas com vivncias de isolamento por ausncia de acesso a servios e </p><p>oportunidades de convvio familiar e comunitrio e cujas necessidades, interesses e </p><p>disponibilidade indiquem a incluso no servio. </p><p>3. Quais so as situaes prioritrias para o atendimento no SCFV? </p><p>Segundo a Resoluo CIT n 01/2013 e a Resoluo CNAS n01/2013 considera-se </p><p>pblico prioritrio para a meta de incluso no SCFV crianas e/ou adolescentes e/ou </p><p>pessoas idosas nas seguintes situaes: </p><p> Em situao de isolamento; </p><p> Trabalho infantil; </p><p> Vivncia de violncia e, ou negligncia; </p><p> Fora da escola ou com defasagem escolar superior a 2 anos; </p><p> Em situao de acolhimento; </p><p> Em cumprimento de MSE em meio aberto; </p><p> Egressos de medidas socioeducativas; </p><p>http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;sqi=2&amp;ved=0CC0QFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mds.gov.br%2Fcnas%2Flegislacao%2Fresolucoes%2Farquivos-2009%2Fcnas-2009-109-11-11-2009.pdf%2Fdownload&amp;ei=O-GEU-DDFdCOqAbtqYK4Bg&amp;usg=AFQjCNF3eH2DCiD8WVgGq8O_BpHUURk5lA&amp;sig2=ZV87nxoZIbrDU-ajfX9Q9A&amp;bvm=bv.67720277,d.b2khttp://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;sqi=2&amp;ved=0CC0QFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mds.gov.br%2Fcnas%2Flegislacao%2Fresolucoes%2Farquivos-2009%2Fcnas-2009-109-11-11-2009.pdf%2Fdownload&amp;ei=O-GEU-DDFdCOqAbtqYK4Bg&amp;usg=AFQjCNF3eH2DCiD8WVgGq8O_BpHUURk5lA&amp;sig2=ZV87nxoZIbrDU-ajfX9Q9A&amp;bvm=bv.67720277,d.b2khttp://www.mds.gov.br/acesso-a-informacao/orgaoscolegiados/orgaos-em-destaque/cit/resolucoes-cit/2013/Resolucao_CIT_no1_2013_Pactua%20o%20reordenamento%20do%20SCFV_Parte%202.pdf/view?searchterm=http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CC0QFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mds.gov.br%2Fassistenciasocial%2Fmural%2Fcnas-2013-001-21.02.2013-scfv.pdf%2Fdownload&amp;ei=tuGEU8K5JcqTqgb-44LoBw&amp;usg=AFQjCNFwiQmWh0_F__GLQIBfA0XC1fTjYA&amp;sig2=yV_DcIOgu7v-7zqJ0IfxkA&amp;bvm=bv.67720277,d.b2k</p></li><li><p>Acompanhe sempre as atualizaes deste material de consulta. </p><p>5 </p><p> Situao de abuso e/ou explorao sexual; </p><p> Com medidas de proteo do ECA; </p><p> Crianas e adolescentes em situao de rua; </p><p> Vulnerabilidade que diz respeito s pessoas com deficincia. </p><p>4. Pessoas que esto em unidades de acolhimento podem participar do Servio de </p><p>Convivncia e Fortalecimento de Vnculos? </p><p> Sim. A Proteo Social Especial do municpio e do Distrito Federal poder </p><p>identificar no Servio de Acolhimento os usurios para o atendimento no SCFV e </p><p>encaminh-los para o Centro de Referncia de Assistncia Social CRAS. </p><p>Ressalta-se que, com o Reordenamento do SCFV, uma das situaes elencadas </p><p>como prioritrias (ver Resoluo CIT n 01, de 07 de fevereiro de 2013 e Resoluo </p><p>CNAS n 01/2013), so: crianas e, ou adolescentes e, ou pessoas idosas em situao de </p><p>acolhimento. De acordo com a Tipificao Nacional dos Servios Socioassistenciais </p><p>(2009), jovens e adultos em situao acolhimento tambm so pblico do servio (Para </p><p>mais informaes sobre o pblico prioritrio do SCFV, confira a pergunta n 3). </p><p>5. A incluso dos usurios de 18 a 59 anos altera a capacidade de atendimento j </p><p>aceita pelos municpios e Distrito Federal? </p><p> No. A incluso do pblico de 18 a 59 anos no SCFV, conforme Resoluo </p><p>CNAS n13/2014, no altera a capacidade de atendimento aceita pelos municpios quando </p><p>da adeso ao reordenamento do Servio, nem o valor do cofinanciamento federal atual. </p><p>A capacidade de atendimento foi calculada tendo por base as faixas etrias que </p><p>constavam na Tipificao Nacional dos Servios Socioassistenciais (MDS, 2009) poca </p><p>da pactuao do reordenamento na CIT e da deliberao do CNAS. Utilizou-se de </p><p>informaes do Cadastro nico de cada municpio e do Distrito Federal sobre o </p><p>IMPORTANTE! A Comisso Intergestores Tripartite CIT pactuou e o CNAS </p><p>deliberou que o Piso Bsico Varivel dividido em dois componentes, a saber: o </p><p>Componente fixo e o Componente Varivel (veja mais informaes na pergunta n </p><p>42). O componente II para a induo de atendimento ao pblico prioritrio. Nesse </p><p>sentido, definiu-se uma meta de atendimento para a incluso dos usurios </p><p>identificados nas situaes prioritrias de 50% da capacidade de atendimento do </p><p>municpio e Distrito Federal. </p><p>http://www.mds.gov.br/acesso-a-informacao/orgaoscolegiados/orgaos-em-destaque/cit/resolucoes-cit/2013/resolucao-cit-1http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CC0QFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mds.gov.br%2Fassistenciasocial%2Fmural%2Fcnas-2013-001-21.02.2013-scfv.pdf%2Fdownload&amp;ei=tuGEU8K5JcqTqgb-44LoBw&amp;usg=AFQjCNFwiQmWh0_F__GLQIBfA0XC1fTjYA&amp;sig2=yV_DcIOgu7v-7zqJ0IfxkA&amp;bvm=bv.67720277,d.b2khttp://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CC0QFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mds.gov.br%2Fassistenciasocial%2Fmural%2Fcnas-2013-001-21.02.2013-scfv.pdf%2Fdownload&amp;ei=tuGEU8K5JcqTqgb-44LoBw&amp;usg=AFQjCNFwiQmWh0_F__GLQIBfA0XC1fTjYA&amp;sig2=yV_DcIOgu7v-7zqJ0IfxkA&amp;bvm=bv.67720277,d.b2khttp://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CC0QFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mds.gov.br%2Fcnas%2Flegislacao%2Fresolucoes%2Farquivos-2009%2Fcnas-2009-109-11-11-2009.pdf%2Fdownload&amp;ei=IOKEU-2WMY6Nqgb_7YCwDQ&amp;usg=AFQjCNF3eH2DCiD8WVgGq8O_BpHUURk5lA&amp;sig2=bukmcvs_v47nAEWmNyOb4A&amp;bvm=bv.67720277,d.b2khttp://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CC0QFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mds.gov.br%2Fcnas%2Flegislacao%2Fresolucoes%2Farquivos-2009%2Fcnas-2009-109-11-11-2009.pdf%2Fdownload&amp;ei=IOKEU-2WMY6Nqgb_7YCwDQ&amp;usg=AFQjCNF3eH2DCiD8WVgGq8O_BpHUURk5lA&amp;sig2=bukmcvs_v47nAEWmNyOb4A&amp;bvm=bv.67720277,d.b2k</p></li><li><p>Acompanhe sempre as atualizaes deste material de consulta. </p><p>6 </p><p>quantitativo de pessoas na faixa etria de 0 (zero) a 17 (dezessete) anos e maiores de 60 </p><p>(sessenta) anos, de famlias com renda per capita de at salrio mnimo. </p><p> importante ressaltar que a incluso da faixa etria de 18 a 59 anos teve o </p><p>propsito de orientar a execuo deste pblico no atendimento do SCFV que j vinha </p><p>sendo realizado em muitos municpios e no representa uma obrigatoriedade de incluso </p><p>de usurios desta faixa etria por parte do municpio. Trata-se de ampliao do pblico do </p><p>SCFV, tendo em vista garantir o atendimento, caso haja demanda para tal no municpio e </p><p>Distrito Federal. </p><p>6. Como deve ser composta a equipe do Servio de Convivncia e Fortalecimento de </p><p>Vnculos? </p><p>A equipe de referncia para a oferta deste Servio deve ser composta por: </p><p> Tcnico de referncia profissional de nvel superior que integra a equipe do </p><p>CRAS para ser referncia aos grupos do SCFV. Junto com o orientador social ou </p><p>educador social, atua no planejamento do SCFV, nas atividades envolvendo as famlias </p><p>dos usurios, na realizao de reunies peridicas entre a equipe do SCFV e com a </p><p>equipe do PAIF e no acompanhamento dos usurios, quando necessrio para acesso a </p><p>direitos sociais ou insero em outras polticas pblicas. O tcnico de referncia nos </p><p>CRAS tambm responsvel por encaminhar os usurios ao SCFV, bem como por </p><p>acompanhar o planejamento e a execuo do Servio. </p><p> Orientador social ou Educador social funo exercida por profissional </p><p>com, no mnimo, nvel mdio de escolaridade, cuja atuao constante junto ao(s) </p><p>grupo(s). responsvel pela criao de um ambiente de convivncia participativo e </p><p>democrtico. o profissional que acompanha e participa do planejamento, execuo e </p><p>avaliao do percurso do grupo, que conduz as atividades e est presente no cotidiano do </p><p>grupo, responsvel pela realizao de oficinas de convvio, por meio de atividades de </p><p>esporte, lazer, arte e cultura. </p><p>Para mais informaes acerca dos profissionais de nvel superior, que compem </p><p>a equipe tcnica da Proteo Social Bsica, sugere-se verificar a Norma </p><p>Operacional Bsica de Recursos Humanos e, ainda, a Resoluo CNAS n 17, </p><p>de 20/06/2011. </p><p>http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;sqi=2&amp;ved=0CC0QFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mds.gov.br%2Fcnas%2Flegislacao%2Fresolucoes%2Farquivos-2011%2Fcnas-2011-017-20-06-2011.pdf%2Fdownload&amp;ei=SuKEU6CxI9aZqAb6s4HYCA&amp;usg=AFQjCNHZe7XGxMrfuN0DG9D5pdZUMKLAqw&amp;sig2=2OOWAO2kv5WoB1iAks3Txw&amp;bvm=bv.67720277,d.b2k</p></li><li><p>Acompanhe sempre as atualizaes deste material de consulta. </p><p>7 </p><p>7. O que equipe de referncia e qual o papel da equipe de referncia do CRAS </p><p>em relao ao SCFV? </p><p>De acordo com a NOB/RH do SUAS, equipes de referncia so aquelas </p><p>constitudas por servidores efetivos responsveis pela organizao (gesto) e oferta </p><p>(provimento) de servios, programas, projetos e benefcios de proteo social bsica e </p><p>especial, levando-se em considerao o nmero de famlias e indivduos referenciados, o </p><p>tipo de atendimento e as aquisies que devem ser garantidas aos usurios. A quantidade </p><p>de profissionais e as categorias profissionais com atuao no CRAS dependem do porte </p><p>desse equipamento e das necessidades das famlias e indivduos em situao de </p><p>vulnerabilidade e risco pessoal e social presentes no territrio de abrangncia e de </p><p>vivncia. </p><p>A Resoluo CNAS n 17, de 20 de junho de 2011, elenca os profissionais com </p><p>nvel superior de escolaridade que, obrigatoriamente, devero compor a equipe de </p><p>referncia por nvel de proteo social. No caso da Proteo Social Bsica, os </p><p>profissionais graduados que devem compor a equipe de referncia do so o assistente </p><p>social e o psiclogo. Todavia, conforme dispe a referida Resoluo, a critrio da gesto </p><p>municipal e do Distrito Federal, outros profissionais de nvel superior podero compor </p><p>esta equipe, para atender as requisies especficas do Servio. </p><p>A equipe de referncia do SCFV, por sua vez, constituda por um tcnico de </p><p>nvel superior do CRAS - que poder ser o assistente social ou o psiclogo ou, ainda, </p><p>outro profissional que integre esta equipe, conforme a Resoluo CNAS n 17/2011; e por </p><p>orientador (es) social (is) ou educador(es) social (is) (Sobre a equipe de referncia do </p><p>SCFV, conferir a pergunta n 6). </p><p>Vale ressaltar, que a NOB-RH/SUAS estabelece uma equipe de referncia, </p><p>conforme j anunciado, mas as equipes devem ser compostas por profissionais, </p><p> A Resoluo CNAS n 9, de 15 de abril de 2014, ratifica e reconhece as </p><p>ocupaes e as reas de ocupaes profissionais de nvel mdio e fundamental </p><p>de escolaridade do Sistema nico de Assistncia Social SUAS, em </p><p>consonncia com a Norma Operacional Bsica de Recursos Humanos do </p><p>SUAS NOB-RH/SUAS. </p><p>http://www.mds.gov.br/assistenciasocial/publicacoes-para-impressao-em-grafica/norma-operacional-basica-de-recursos-humanos-do-suas-nob-rh-suashttp://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;sqi=2&amp;ved=0CC0QFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mds.gov.br%2Fcnas%2Flegislacao%2Fresolucoes%2Farquivos-2011%2Fcnas-2011-017-20-06-2011.pdf%2Fdownload&amp;ei=SuKEU6CxI9aZqAb6s4HYCA&amp;usg=AFQjCNHZe7XGxMrfuN0DG9D5pdZUMKLAqw&amp;sig2=2OOWAO2kv5WoB1iAks3Txw&amp;bvm=bv.67720277,d.b2khttp://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;sqi=2&amp;ved=0CC0QFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mds.gov.br%2Fcnas%2Flegislacao%2Fresolucoes%2Farquivos-2011%2Fcnas-2011-017-20-06-2011.pdf%2Fdownload&amp;ei=SuKEU6CxI9aZqAb6s4HYCA&amp;usg=AFQjCNHZe7XGxMrfuN0DG9D5pdZUMKLAqw&amp;sig2=2OOWAO2kv5WoB1iAks3Txw&amp;bvm=bv.67720277,d.b2k</p></li><l

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