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  • Ministrio das CidadesPlanejamento Urbano

    Workshop Financiamento de Municpios - ABDERio de Janeiro 18 de julho de 2013

    Secretaria Nacional de Acessibilidade e Programas UrbanosDepartamento de Polticas de Acessibilidade e Planejamento Urbano

  • Planos Diretores Participativos

  • O que Plano Diretor Participativo?

    O Plano Diretor Participativo o instrumento bsico de

    desenvolvimento urbano.

    uma lei de fortalecimento do planejamento urbano

    construda de modo participativo com o objetivo de se

    garantir o amplo direito cidade.

  • POR QUE FAZER O PLANO DIRETOR ?

    Vantagens para o municpio

    instrumento de gesto democrtica que colabora com resoluo de conflitos relacionados ao convvio da populao com determinados empreendimentos e atividades no ambiente urbano.

  • NA CONSTITUIO FEDERAL

    Captulo de Poltica Urbana Art 182: Define o PDP como instrumento bsico da poltica urbana, obrigatrio para cidades acima de 20 mil habitantes.

    NO ESTATUTO DA CIDADE (LEI FEDERAL 10257/01)

    Arts. 4, 5, 25, 28, 29, 32, 35, 39, 40, 41, 42 e 42-A: Definemobrigatoriedades, prazos para elaborao, penalidades legais e contedomnimo.

    PRERROGATIVAS LEGAIS

  • CONJUNTURA ATUAL

    Os planos elaborados aps o Estatuto da Cidade devem passar por processos de

    reviso nos prximos anos

    Oportunidade para correo de fragilidades

  • AVALIAO DOS PLANOS DIRETORESPROBLEMAS MAIS COMUNS

    Baixa aplicabilidade direta: remisso constante legislao complementar;

    Pouco rebatimento territorial: diretrizes genricas desvinculadas do territrio (zoneamento);

    Incompatibilidade com o PPA e com os oramentos municipais: PD no avana na definio de investimentos prioritrios/ estratgicos

  • REVISO DOS PLANOS DIRETORESREGRAS PARA REVISO

    Prazo mximo: dez anos, a contar da data do incio da vigncia da lei.

    Reviso antes de dez anos:

    - Previso legal especfica na lei do PD vigente;

    - Existncia de estudos que apontem necessidade de reviso

  • REVISO DOS PLANOS DIRETORESREGRAS PARA REVISO

    Conformidade com o Estatuto da Cidade; Necessidade de processo participativo; Submisso ao Conselho da Cidade ou similar,

    quando existente.

  • PLANOS DIRETORES EFICIENTES

    ESTRUTURA BSICA

  • a) Definio de princpios e/ou diretrizes b) Definio de objetivos geraisc) Definio de objetivos setoriais

    CONTEDOS SETORIAIS OBRIGATRIOS

    Plano de transporte urbano integrado: para cidades com mais de 500.000 (quinhentos mil) habitantes.

    Plano de Mobilidade Urbana: para cidades acima de 20.000 (vinte mil) habitantes e em todos os demais obrigados (at Jan/2015).

  • d) Definio de parmetros de ordenamento territorial:

    I - Macrozoneamento: fixa as regras fundamentais de ordenamento do territrio

    II - Zoneamento: institui as regras gerais de uso e ocupao do solo para cada uma das Zonas em que se subdividem as Macrozonas

    III Definio de Zonas Especiais: reas do territrio que exigem tratamento especial na definio de parmetros reguladores de usos e ocupao do solo, sobrepondo-se ao zoneamento.

  • e) Definio de parmetros para o uso, a ocupao e o parcelamento do solo para cada zona.

    I Definio dos tipos de uso: residencial, comercial, misto, industrial, institucional e etc

    Aqui possvel definir e regulamentar os usos geradores de impacto (urbano, ambiental, de vizinhana e etc)

    II - Definio de parmetros urbansticos de ocupao do solo: coeficiente de aproveitamento (bsico e mximo), taxa de ocupao, taxa de permeabilidade do solo, recuo e gabarito - necessrio o uso de mapas de apoio (anexos)

  • f) Definio e regulamentao de instrumentos da poltica urbana

    desapropriao, OODC, OUC, PEUC, EIV e etc

    g) Definio e regulamentao de instrumentos de gesto da poltica urbana:

    I Conselho Municipal das Cidades ou de Desenvolvimento Urbano;

    II Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano;III Sistemas de Monitoramento (indicadores, controle

    da ocupao do solo)

  • h) Definio de investimentos estratgicos: listagem dos principais investimentos previstos para o cumprimento dos objetivos e diretrizes do plano. Os investimentos podem estar agrupados por macrozona, por zona ou por eixo setorial. Pode ou no estar acompanhado de prazo para consecuo.

    h) Anexos: mapas, fotos areas tabelas, descrio dos permetros das zonas, listagem de logradouros, entre outros.

  • Planos de Saneamento

  • DEFINIES

    um pacto socioterritorial, estabelecido entre os agentespolticos, econmicos e sociais da cidade, em torno da gestodo saneamento ambiental, envolvendo a construo dodiagnstico, princpios e diretrizes, e as prioridades e metas napoltica de saneamento ambiental.

    Instrumentos indispensveis da poltica pblica de saneamentobsico e obrigatrios para a contratao ou concesso dosservios.

    Conjunto de estudos sobre a situao em que se encontram osservios que compem a rea do saneamento bsico emdeterminado territrio.

  • 1. Coordenao, Participao e Comunicao Social

    FASE 1 PLANEJAMENTO DO PROCESSO

    2. Diagnstico da Situao do

    Saneamento Bsico

    3. Prognstico -Diretrizes,

    Objetivos e Metas

    4. Programas, Projetos e Aes

    5. Aes para Emergncia e Contingncia

    6. Mecanismos e procedimentos para

    monitoramento e avaliao

    7: Aprovao do Plano de Saneamento Bsico e demais produtos

    Produto 2: Diagnstico da Situao Local

    Produto 3: Prognstico -

    Diretrizes, Objetivos e Metas

    Produto 1: Plano de mobilizao social.

    Produto 4: Programas, projetos e aes

    Produto 5: Monitoramento e

    Avaliao. Controle social

    FASE 2 ELABORAO DO PLANO DE SANEAMENTO BSICO

    FASE 3 APROVAO DO PLANO DE SANEAMENTO BSICO

    Produto 6: Relatrio Final do Plano de Saneamento Bsico

    Elaborao do Plano Municipal de Saneamento Bsico Fases, Etapas e Produtos

    Obs.: Os produtos acima descritos se

    referem ao Termo de Referencia do

    MCidades

  • Planos Locais de Habitao de Interesse Social (PLHIS)

  • Lei 11.124 de 2005 (SNHIS): a apresentao do PLHIS condio para que os entes federados acessem recursos doFundo Nacional de Habitao de Interesse Social FNHIS.

    Definio: O PLHIS constitui um conjunto articulado dediretrizes, objetivos, metas, aes e indicadores quecaracterizam os instrumentos de planejamento e gestohabitacionais. a partir de sua elaborao quemunicpios e estados consolidam, em nvel local, aPoltica Nacional de Habitao, de forma participativa ecompatvel com outros instrumentos de planejamento local,como os Planos Diretores, quando existentes, e os PlanosPlurianuais Locais.

  • Planos Municipais de Mobilidade Urbana

  • Previso legal: Lei Federal 12.587/12, que institui a Politica Nacional deMobilidade Urbana

    Definio: O Plano de Mobilidade Urbana o instrumento de efetivaoda Poltica Nacional de Mobilidade Urbana

    Contedos: servios de transporte pblico coletivo; circulaoviria; infraestruturas do sistema de mobilidade urbana; acessibilidadepara pessoas com deficincia e restrio de mobilidade; integrao dosmodos de transporte pblico e destes com os privados e os nomotorizados; operao e o disciplinamento do transporte de carga nainfraestrutura viria; polos geradores de viagens; reas deestacionamentos pblicos e privados, gratuitos ou onerosos; reas ehorrios de acesso e circulao restrita ou controlada e mecanismos einstrumentos de financiamento do transporte pblico coletivo e dainfraestrutura de mobilidade urbana

  • Estratgias de autofinanciamento vinculadas Poltica Urbana

  • GASTOS COM DESENVOLVIMENTO URBANO+ ou 18 % da receita corrente dos municipios

    ARRECADAOInstrumentos fiscais: IPTU, ITBI e ISS

    ISS: cerca de 10% do total da receita correnteIPTU: cerca de 6,5% da receita corrente

  • O IPTU apresenta grande variabilidade entre municpios

    quanto maior o municpio, maior o percentual representado pelo IPTU na receita corrente

    incapacidade tcnicaexcesso de isenes

    plantas de valores desatualizadasirregularidade fundiria

  • Captura de mais valias urbanasReverso, para a sociedade, de valorizao imobiliria gerada por investimentos pblicos

    Contribuio de melhoria: difcil aplicaoOutorga Onerosa (solo criado)

    venda de potencial construtivo adicional (importncia do CA bsico nico e = 1)

  • Operaes Urbanas Consorciadas

    Possibilidade de financiamento de projetos urbanos especficos, como grandes obras de

    mobilidade, e de promover mudanas estruturais na dinmica urbana (reabilitao de

    reas vazias ou degradadas)

    Est em processo de normatizao linha especifica de financiamento para Operaes

    Urbanas com recursos do FGTS

  • Obrigada!

    www.cidades.gov.br

    Carolina Baima CavalcantiGerente de Acessibilidade e Planejamento UrbanoSecretaria Nacional de Acessibilidade e Programas Urbanoscarolina.cavalcanti@cidades.gov.br

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