Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Maio 2007 Ministério da Fazenda.

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Slide 1 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Maio 2007 Ministrio da Fazenda Slide 2 Secretaria de Poltica Econmica Spread Bancrio e Spread nas Operaes de Crdito Slide 3 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Spread Bancrio: Diferena entre a taxa de concesso do crdito/financiamento e a taxa de captao dos recursos. Spread nas Operaes de Crdito: Conceito mais amplo que incorpora ao spread bancrio os demais custos incidentes em operaes de crdito, como IOF, tarifas bancrias e CPMF. Spread bancrio - Definies Slide 4 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Evoluo do Spread Bancrio Slide 5 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Ampliao do Crdito vs. Spread Bancrio Novo Competidor Com o desenvolvimento do mercado de capitais, as grandes empresas passaram a ter acesso efetivo a uma nova fonte financiamento, permitindo a comparao entre os custos de captao no mercado bancrio e no de capitais. Novos Consumidores de Crdito Por outro lado, face o aumento no volume de crdito (5,7 p.p. do PIB nos ltimos 4 anos) e a maior competitividade do mercado de capitais, h um crescente movimento de insero de novos clientes, com baixo ou nenhum histrico de crdito, s carteiras dos bancos: Consumidores das classes mdia e mdia/baixa; Micro, pequenas e mdias empresas (aumento da participao nas carteiras de 4 grandes bancos privados de 40,8% em 2004, para 50,5% em 2006). Slide 6 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Principais componentes do spread bancrio Custos Administrativos; Cunha Tributria; Inadimplncia; Depsitos Compulsrios e Direcionamento de Crdito; Contribuies para o Fundo Garantidor de Crditos FGC; Lucro das Instituies Financeiras. Slide 7 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Instrumentos para reduo do spread bancrio Incentivar a Concorrncia Bancria: Fortalecer o Mercado de Capitais; Facilitar a mobilidade dos clientes; Aumentar o acesso s informaes de custo do crdito. Racionalizar os Custos Administrativos; Reduzir a assimetria de Informaes; Ampliar o volume das operaes e o acessos aos bancos; Fortalecer a Segurana Jurdica das Operaes; Reduzir a Cunha Fiscal e os Compulsrios. Slide 8 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Reduo do Spread Bancrio Principais medidas implementadas Slide 9 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Consignao em folha de pagamento Lei n 10.820/03; Cdula de Crdito Bancrio Lei n 10.931/04; Letra e Cdula de Crdito Imobilirio Lei n 10.931/04; Patrimnio de Afetao Lei 10.931/04; Novos Ttulos Agrcolas Lei n 11.076/04; Lei de Falncias Lei n 11.101/05 e LC n 118/05; Reformulao do Cdigo de Processo Civil Vrios projetos. Medidas antigas mais relevantes Slide 10 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Objetivo: permitir que o assalariado possa portar seu salrio, sem custo, para a instituio financeira de sua preferncia. Medidas Implementadas: Resolues CMN 3.402/06 e 3.424/06; Circulares 3.326/06, 3.336/06 e 3.338/06. Medidas Recentes - Conta Salrio Slide 11 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Objetivo: permitir que o consumidor possa portar seu crdito para outra instituio financeira, que lhe oferea condies de juros e prazo melhores. Medidas Implementadas: Resoluo CMN 3.401/06; Circular BCB 3.335/06; Portaria MF 301/06 - Iseno de IOF no Crdito Portado; Medida Provisria 340/07 - Iseno de CPMF no Crdito Portado. Medidas Recentes - Portabilidade do Crdito Slide 12 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Reduo da contribuio ao Fundo Garantidor de Crdito - Resoluo CMN 3.400/06; Ampliao da abrangncia da Central de Risco do BCB no precisou de instrumento legal; Reduo das taxas dos Fundos Constitucionais Decreto 5.951/06; Portabilidade das Informaes Cadastrais - Resoluo CMN n 3.401/06. Outras Medidas Recentes Slide 13 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Valor Incontroverso Lei n 10.931/04; Aperfeioamento da alienao fiduciria de automveis (ajustes legais) Lei n 10.931/04; Alienao fiduciria para coisas fungveis Lei n 10.931/04; Iseno de IR para ttulos representativos de crdito imobilirios Lei 11.033/04; Uso de recursos previdencirios como colateral de financiamento imobilirio Lei n 11.196/05; Iseno de IR sobre rendimentos de investidores estrangeiros em ttulos pblicos Lei n 11.312/06. Outras Medidas: Slide 14 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Reduo do Spread Bancrio Principais Projetos em Tramitao no Congresso Nacional Slide 15 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Objetivos Definir regras para a atuao dos bancos de dados de proteo ao crdito. Autorizar os bancos de dados a trabalharem com informaes de adimplncia. Autorizar os bancos de dados a analisarem as informaes de adimplncia/inadimplncia. Uma vez implementado, o cadastro positivo auxiliar na reduo da assimetria de informaes entre emprestadores e tomadores de crdito, permitindo a ampliao do crdito e a reduo do spread bancrio. Cadastro Positivo (PL 5.870/05) Slide 16 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Objetivos Racionalizar a anlise das fuses e incorporaes dentro do sistema financeiro, privilegiando a anlise pelo prisma da concorrncia bancria. Resguardar a anlise dos casos em que possa haver riscos higidez do sistema financeiro ao Banco Central do Brasil. Dirimir eventuais conflitos de competncia entre o CADE e o Banco Central do Brasil, fortalecendo os mecanismo de combate a atos contrrios livre concorrncia. Concorrncia Bancria (PLP 344/02) Slide 17 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Objetivos Ampliar a transparncia das informaes contbeis. Facilitar a comparabilidade entre as demonstraes apresentadas pelas empresas. Permitir que os agentes econmicos possam ter uma viso mais objetiva da situao econmico-financeira de cada empresa, facilitando o acesso desta a linhas de crdito e ao mercado de capitais. Normas Contbeis (PL 3.741/00) Slide 18 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Rentabilidade dos Depsitos de Poupana Slide 19 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Rentabilidade da Poupana frente Selic Se olharmos os ltimos oito anos, projetando os dados de 2007, verificaremos que o rendimento da poupana nunca esteve to alto frente Selic. Slide 20 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Saldo dos Depsito de Poupana Os ltimos meses demonstram forte evoluo no saldo dos depsitos de poupana, demonstrando sua competitividade frente s demais aplicaes financeiras disponveis. Slide 21 Ministrio da Fazenda Secretaria de Poltica Econmica Maio 2007 Ministrio da Fazenda

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