Minicurso empregos verdes

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Minicurso Empregos Verdes Semana da Engenharia Qumica UFBA 21 e 22 de agosto de 2012

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<ul><li> 1. A Segurana do Trabalhador no contextoda SustentabilidadeConstruindo Ambientes de Trabalhoseguros, saudveis e sustentveis. </li> <li> 2. Currculo resumidoLucy Helena Silva de Jesus(lucy.jesus@braskem.com.br; life_science23@yahoo.com.br; blogdohigienista.blogspot.com) Qumica (UERJ-1998); Mestrado em Catlise (UFRJ-2001); MBA em Gesto de Segurana, Sade, Meio-Ambiente e Qualidade (UNIFACS-2010); Engenharia de Segurana de Processos Process Safety Engineering Texas A&amp;M University 2011 Gesto de Segurana de Processos - ELS105 - Process Safety Management Overview 2011 (AICHE: American Institute of Chemical Engineers) Especializao em Higiene Ocupacional UFBA 2011/2012 </li> <li> 3. Agenda Tera-feira 21/08 18:00 s 19:30: Introduo 19:30 s 19:40: Coffee-Break 19:40 s 21:00: Agentes Fsicos Quarta-feira 22/08 18:00 s 19:30: Agentes Qumicos e Biolgicos 19:30 s 19:40: Coffee-Break 19:40 s 21:00: Programas de Preveno de Riscos Ocupacionais </li> <li> 4. CONCEITO DE HIGIENE Empregos VerdesOCUPACIONAL Como poderamos definir uma empresa verde? Tecnologias limpas Programas de reduo de desperdcio Fonte: OIT Reuso de gua Gerao de energia Reciclagem de Resduos Programas com a comunidade E a sustentabilidade do trabalhador, onde fica? </li> <li> 5. CONCEITO DE HIGIENE Empregos VerdesOCUPACIONAL E o que seriam empregos verdes? De acordo com as mais recentes recomendaes da OIT (Organizao Internacional do Trabalho), um emprego verde deve ser tambm decente. Por decncia no ambiente de trabalho, podemos inferir que este deve ser no mnimo salubre e seguro. A salubridade hoje no se limita ao controle das exposies a produtos qumicos, mas passa tambm por questes de ergonomia fsica, organizacional e cognitiva. A Higiene Ocupacional e a Medicina do Trabalho so as disciplinas que tratam da proteo da sade do trabalhador. </li> <li> 6. CONCEITO DE HIGIENE Higiene OcupacionalOCUPACIONAL Cincia e arte voltadas para a antecipao, reconhecimento, avaliao e controle dos fatores de risco originados nos locais de trabalho e que podem prejudicar a sade e bem-estar dos trabalhadores, tambm tendo em vista o possvel impacto nas comunidades vizinhas e no meio ambiente em geral ACGIH (American Conference of Governmental Industrial Hygienists) </li> <li> 7. GESTO DE RISCOS ABORDAGEM DA HIGIENE OCUPACIONAL Antecipar P Gesto A D SSMA Controlar Reconhecer HO C Plan Planejar Do Executar Check Verificar Avaliar Analyse - Analisar Antecipar: Planejar atividades ou processos com menor impacto sade (Ex: escolha do equipamento, do solvente, das ferramentas, etc) Reconhecer: Mapear atividades identificando os agentes de risco Caracterizao / Avaliao qualitativa. Avaliar: Monitoramentos quantitativos Controlar: Implementar medidas de controle na fonte, no meio e/ou no indivduo </li> <li> 8. OBJETIVOS DA HIGIENE OCUPACIONAL (OMS) Determinar e combater riscos fsicos, qumicos, biolgicos e psicossociais que sejam nocivos aos trabalalhadores; Conseguir que o esforo fsico e mental exigido dos trabalhadores esteja adaptado s suas necessidades e limitaes tcnicas, anatmicas, fisiolgicas e psicolgicas; Adotar medidas eficazes para proteger pessoas vulnerveis e reforar sua capacidade de resistncia; Descobrir e corrigir condies de trabalho inadequadas, de modo que o ndice de mortes no seja superior ao do conjunto da populao; Orientar a administrao das empresas e os trabalhadores no cumprimento de suas responsabilidades; Aplicar nas empresas programas que englobem todos os aspectos da Sade </li> <li> 9. POR QUE ESTAMOS AQUI?Para exercer com orgulho a profisso de engenheiro,garantindo a integridade fsica das pessoas e das instalaes. </li> <li> 10. POR QUE ESTAMOS AQUI? Cdigo de tica do Engenheiro Resoluo Confea 1002-2002A profisso exercida com base nos preceitos do desenvolvimento sustentvel nainterveno sobre os ambientes natural e construdo e da incolumidade das pessoas, deseus bens e de seus valores Responsabilidades Civis e CriminaisAnotao de Responsabilidade Tcnica ART: Lei n. 6.496/77 e resolues Confea. Compromisso pessoal com a Vida Reflexo Vdeo 1 - Acidente de Formosa </li> <li> 11. DADOS DA OIT (2008) Morrem, por ano, 2 milhes de trabalhadores, devido a acidentes de trabalho ou doenas ocupacionais (um a cada 15 segundos)!! No final de um dia, 5500 trabalhadores tero morrido por acidente ou doena do trabalho!!!! So vinte avies caindo por dia!! O cncer ocupacional representa 32% de todas as doenas do trabalho e soma mais de 150.000 mortes/ano!! Foco da Higiene Ocupacional: Preveno de Doenas Ocupacionais </li> <li> 12. HISTRICO DA HIGIENE OCUPACIONAL Sec. IV aC Hipcrates Grcia - descreve toxicidade do chumbo; Sec I dC Plnio e Galeno Roma - cido sulfrico e zinco; 1473 Ulrich Ellenborg Alemanha - Doena do ourives; 1556 - Gergios Agricola Alemanha - descreveu riscos associados minerao, fundio e refino de metais; 1713 - Bernadino Ramazzini, pai da Medicina do Trabalho Em que voc trabalha? </li> <li> 13. HISTRICO DA HIGIENE OCUPACIONAL1883 Ato das Fbricas Inglaterra passou a considerar evitveis as doenas tais como: "clica do pintor" (absoro de chumbo das tintas e que provocava cibras e dores abdominais); "tsica" (mineiros que inalavam poeira de slica e se enfraqueciam seriamente - silicose); "tremedeira dos chapeleiros" (exposio a vapores de mercrio) 1910 - Alice Hamilton, mdica americana, correlacionou as atividades de vibrao na minerao com sndrome de Raynoud (mo branca ou dedos brancos); </li> <li> 14. HISTRICO DA HIGIENE OCUPACIONAL 1938 - formao da ACGIH American Conference of Governmental Industrial Hygienists; 1939 - formao da AIHA American Industrial Hygiene Association; 1970 - Occupational Safety and Health Act/Administration, OSHA, e NIOSH National Institute for Occupational Safety and Health. </li> <li> 15. HISTRICO DA HIGIENE OCUPACIONAL NO BRASIL Portaria 3214 de 1978 - NRs - Normas Regulamentadoras; Fundacentro 28 de agosto de 1969; ABHO - Associao Brasileira de Higienistas Ocupacionais, formada em set/94. Junho de 2003 Memorando de entendimento para a promoo de uma agenda de trabalho decente no pas Assinados pelo Pres. Lula e pelo diretor geral da OIT Juan Somavia Maio de 2006 Lanamento da Agenda Nacional de Trabalho Decente. Prioridades: Gerao de mais e melhores empregos com igualdade de oportunidades e de tratamento. Erradicao do trabalho escravo e eliminao do trabalho infantil. Fortalecimento dos atores tripartites e do dilogo social. </li> <li> 16. CONSTRUINDO UM AMBIENTE DETRABALHO SEGURO, SAUDVEL E SUSTENTVEL </li> <li> 17. SEGURANA DO TRABALHO o conjunto de medidas tcnicas, mdicas eeducacionais, empregadas para preveniracidentes, quer eliminando condiesinadequadas do ambiente de trabalho querinstruindo ou convencionando pessoas naimplantao de prticas preventivasFoco principal: preveno de eventos agudos </li> <li> 18. SEGURANA DO TRABALHOCuida dos aspectos voltados segurana individual. Ex.: requisitos para espaoconfinado, trabalhos com eletricidade, trabalho em altura, etc. </li> <li> 19. SEGURANA DE PROCESSOSGesto de Segurana de Processos Manter os produtos dentro dos tubosSe os produtos so mantidos dentro das linhas e equipamentos, noh impactos s pessoas, meio ambiente, instalaes e imagem da organizao. </li> <li> 20. INTERFACE SEGURANA DO TRABALHO E DE PROCESSOSPreveno e atendimento a emergncias </li> <li> 21. INTERFACE SEGURANA DO TRABALHO E DE PROCESSOS Segurana de Processo # Segurana do Trabalho Exige experincia e conhecimento dos processos. Exige ferramentas de anlise mais robustas para a identificao dos perigos; As consequncias inaceitveis exigem controles mais confiveis; Acidentes causam grandes impactos: Mltiplas vtimas, danos ambientais srios. </li> <li> 22. HIGIENE OCUPACIONALGesto de riscos ocupacionais Preveno de Doenas relacionadas ao trabalho </li> <li> 23. INTERFACE SEGURANA DO TRABALHO E HIGIENE OCUPACIONAL Segurana de Trabalho Foca na preveno de eventos agudos que possam causar agravo ao trabalhador: Queda, choque, bater contra, contaminao pontual com produto qumico, queimaduras, etc. Normas Regulamentadoras no MTE Higiene Ocupacional Foca na preveno de exposies crnicas que possam causar agravo ao trabalhador: Agentes qumicos, fsicos, biolgicos. NR-17 Ergonomia NR-17 PPRA NR-9 PCMSO NR-7 Interface com a Medicina do Trabalho </li> <li> 24. SISTEMA DE GESTO INTEGRADA Cultura de Segurana LIDERANA Clima Organizacional - LIDERANA Organizao do Trabalho RH / ENGENHARIA / SSOGesto de Pessoas Plano de treinamentos - RECURSOS HUMANOS Matrizes de competncias e habilidades - RECURSOS HUMANOS SEGURANA DO TRABALHO, HIGIENE E MEDICINA OCUPACIONAL Organizao fsica do trabalho - ERGONOMIA Gesto de ativos - ADMINISTRAO Infraestrutura Planos de manuteno e inspeo - MANUTENO Processos de aquisio SUPRIMENTOS SEGURANA DE PROCESSOS, MEIO-AMBIENTE Controle de documentos e registros - QUALIDADE Atendimento aos Requisitos legais e voluntrios - ADMINISTRAO Plano de auditorias - QUALIDADESistema de Gesto Ciclos PDCA ADMINISTRAO SEGURANA DE PROCESSOS, MEIO-AMBIENTE, SEGURANA DO TRABALHO, HIGIENE E MEDICINA OCUPACIONAL </li> <li> 25. O ENGENHEIRO E O SISTEMA INTEGRADO DE GESTO DE SSMAConstruindo Empresas Verdes Gerenciar Riscos Realizar anlises de risco: Meio-Ambiente, Trabalhador, Comunidades Manter a integridade e a funcionalidade das salvaguardas existentes; Prospectar novas tecnologias de controle dos riscos; Avaliar novos projetos e alteraes dos projetos existentes quanto s questes de Segurana, Meio-Ambiente e Sade Ocupacional; Fomentar a Cultura Prevencionista nas empresas; Avaliar o impacto das decises administrativas sobre a Segurana e a Sade dos colaboradores, sejam efetivos ou terceirizados. Analisar criticamente seus processos de trabalho Melhoria contnua </li> <li> 26. GERENCIAMENTO DE RISCOSMas... O que risco??? PERIGO...</li></ul>