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Download MF - Seminrio 9001 14001 21out2014 [Modo de   9001_14001 _CTCV.pdf23‐10‐2014 centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal | 1| A Norma ISO 9001:2015 –Nova estrutura e alteraes previstas

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  • centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal |1 |23102014

    ANormaISO9001:2015 Novaestruturaealteraesprevistas

    SeminrioISO9001eISO14001Enquadramentoealteraesnosreferenciaisde2015 MartaFerreira

    CTCV SistemasdeGestoeMelhoria

    21deoutubrode2014CT

    CV

    semi

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  • centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal

    Processo de reviso ISO 9001

    | 2 |23-10-2014

    OBJECTIVO DA REVISO:Absorver a evoluo registada ao nvel dos sistemas de gesto e dastecnologias desde a ltima reviso normativa, para que as organizaesdisponham de um conjunto de requisitos estveis e adequados para osprximos dez anos.

    a) Refletir as mudanas prticas nos sistemas de gesto e tecnologias;b) Ter em conta um ambiente cada vez mais complexo, exigente e

    dinmico;c) Facilitar uma implementao eficaz e uma avaliao da

    conformidade com valor acrescentado;

    d) Proporcionar confiana nas organizaes que cumprem os seusrequisitos.

    RELEVNCIA, CONFIANA E CAPACIDADEpara

    UTILIZADORES, CLIENTES E PARTES INTERESSADASCT

    CV

    semi

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  • centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal 3

    Processo de reviso da ISO 9001

    Necessidadesdos

    utilizadores

    Resultados da reviso sistemtica da ISO 9001 realizadaem 2011-2012

    Resultados do Survey Global sobre a ISO 9001 (com 12000 respostas, 1000 em lngua portuguesa)

    Genrica e aplicvel a todas astipologias de organizaes

    Mesma finalidade, ttulo e campo deaplicao

    Foco na gesto eficaz dosprocessos para produzir resultadosdesejados

    Linguagem e escrita simplificada

    Viso, Misso e Planeamento Estratgico

    Reviso dos QMP

    Drafts de outras normas

    CTCV

    se

    min

    rio

  • centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal

    Grupo de Trabalho

    | 4 |23-10-2014

    SC2 British Standards Institution2011/2012 Deciso de rever2012 WG 24 Requisitos de entrada

    ISO/TC 176Quality management and

    quality assurance

    CT80 Anlise das normas e

    documentos Recolha e compilao

    de comentrios Acompanhamento dos

    trabalhos da TC Proposta de votao

    CTCV

    se

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  • centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal

    Princpios de Gesto da Qualidade

    | 5 |23-10-2014

    CostumerFocus

    Leadership

    EngagementofPeople ProcessAproach

    Improvement

    Evidence-basedDecisionMaking

    RelationshipManagement

    7 Princpios de Gesto

    Base do portflio de normas

    dos sistemas de gesto da

    qualidade

    Desenvolvidos pela TC 176

    Apresentados com uma

    descrio e uma explicao

    para as organizaes os

    subscreverem

    CTCV

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  • centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal

    Estrutura de alto nvel e texto comum

    | 6 |23-10-2014

    Sequncia de clusulasTexto comumTerminologia

    Clause 1 - ScopeClause 2 Normative referencesClause 3 Terms and definitionsClause 4 Context of the organizationClause 5 - LeadershipClause 6 - PlanningClause 7 - SupportClause 8 - OperationClause 9 Performance evaluationClause 10 - Improvement

    CTCV

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  • centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal

    Estrutura Normativa

    | 7 |23-10-2014

    CTCV

    se

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  • centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal

    Principais Alteraes Clusula 4

    | 8 |23-10-2014

    Clau

    se 4

    Co

    ntex

    t of

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    org

    aniz

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    on

    Determinao sistematizada das questes internas e externas que podero afetar oSGQ da organizao

    Conhecimento do contexto interno e externo, monitorizar e rever quando necessrio

    Orientao para uma definio estratgica coerente

    Identificao das necessidades e expetativas das partes interessadas, monitorizao ereviso quando necessrio - identificao de oportunidades de melhoria e inovao

    Clientes diretos

    Utilizadores finais

    Fornecedores, distribuidores, retalhistas e outros envolvidos na cadeia deabastecimento

    Reguladores

    Definio do mbito do sistema

    Abordagem por processos

    Introduo da noo de risco e efeitos potenciais na definio da abordagem porprocessos riscos para a conformidade dos processos, produtos e servios que tenhaminfluncia na satisfao dos clientes

    CTCV

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  • centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal

    Principais Alteraes - Clusula 5, Clusula 6

    | 9 |23-10-2014

    Clau

    se 5

    Le

    ader

    ship

    Gesto de Topo

    Liderana e comprometimento com o SGQ

    Responsvel pela eficcia do SGQ

    Funo de comprometer os colaboradores com o SGQ

    Apoiar outros nveis de gesto para que estes demonstrem liderana nas suasreas de atuao

    Assegurar que o SGQ atinge resultados

    Focalizao no cliente riscos e oportunidades na capacidade de cumprir os requisitosdos clientes

    Clau

    se 6

    Pl

    anni

    ng

    fort

    he Q

    MS Introduo do contexto de risco e oportunidades no planeamento do SGQ:

    Planeamento de alteraes

    Planeamento dos processos

    Planeamento dos objetivos

    Aes a definir proporcionais ao impacto potencial previsto - tarefas, recursos,responsveis, prazos e avaliao dos resultados

    CTCV

    se

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  • centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal

    Principais Alteraes Clusula 7

    | 10 |23-10-2014

    Clau

    se 7

    Su

    port

    Identifica a tipologia de recursos que devem estar ao dispor do SGQ:

    Pessoas

    Infraestruturas

    Ambiente de trabalho para a operao dos processos

    Recursos de Monitorizao e medio

    Conhecimento organizacional

    Refere que todos os recursos devem ser identificados, geridos, mantidos e revistosquando necessrio

    Explicita que, para a efetiva operacionalidade do SGQ, este precisa de ter os recursoshumanos adequados e que estes devem ser disponibilizados pela organizao

    Orienta para a gesto das competncias de todos os que executam trabalho sob ocontrolo da organizao, o que alarga o conceito tradicional de colaborador

    Explicita questes para as quais todos os que executam trabalho sob o controlo daorganizao devem estar conscientes

    Informao documentada novo conceito para o que se deve documentar / guardar

    Explicita requisitos de comunicao (o qu, a quem, quando, como)CT

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  • centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal

    Principais Alteraes - Clusula 8

    | 11 |23-10-2014

    Clau

    se 8

    O

    pera

    tion

    Explicita a necessidade de estabelecer canais de comunicao com o cliente

    Informao relativa a produtos e servios

    Inquritos, contratos ou processamento de encomendas, incluindo alteraes

    Recolha de informao de satisfao, incluindo reclamaes

    Tratamento da propriedade do cliente

    Aes de contingncia

    Refora a necessidade confirmar os requisitos do cliente se este no disponibilizaruma declarao documentada

    Conceo e desenvolvimento

    Planeamento

    Entradas ter em conta as falhas potenciais, que devem ser determinadas

    Controlo engloba o conceito de reviso, verificao e validao

    Sadas

    AlteraesCT

    CV

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  • centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal

    Principais Alteraes - Clusula 8 cont.

    | 12 |23-10-2014

    Clau

    se 8

    O

    pera

    tion

    Explicita a necessidade de controlo a produtos e servios fornecidos externamente

    para incorporao

    venda direta

    Subcontratados (inclui o controlo ao subcontratado e ao produto em si)

    Refere a tipologia de informao que deve ser comunicada ao fornecedor (externalprovider)

    Produo e fornecimento do servio

    Controlo da produo e do fornecimento do servio

    Identificao e rastreabilidade

    Propriedade do cliente e do fornecedor (external provider)

    Preservao

    Atividades de ps-entrega (tendo em considerao o risco associado aosprodutos)

    Obrigatrio estar definido quem liberta o produto

    Agrupa as tipologias de NCs: processo, produto e servioCT

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  • centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal

    Principais Alteraes - Clusula 9

    | 13 |23-10-2014

    Clau

    se 9

    Pe

    rfor

    man

    ce e

    valu

    atio

    n

    Avaliao do desempenho da qualidade e eficcia do SGQ

    Focaliza na necessidade de monitorizar a satisfao dos clientes

    Reafirma a necessidade de analisar os dados que so gerados pelo SGQ, de os avaliar

    e agir em conformidade foco na consequncia

    Introduz o conceito de risco na gesto de auditorias internas

    Alarga as entradas da reviso do sistema orientando esse momento para ter maior

    importncia e consequncia na gesto estratgica da organizao (contexto da

    organizao, oportunidades potenciais para a melhoria)

    CTCV

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  • centro tecnolgico da cermica e do vidro | coimbra | portugal

    Principais Alteraes - Clusula 10

    | 14 |23-10-2014

    Clau

    se 1

    0

    Impr

    ovem

    ent

    Esclarece que a melhoria dever estar associada aos processos, aos produtos/serviose ao SGQ em si

    No explicita as aes preventivas uma vez que a filosofia PDCA e a orientao par