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MERENDA ESCOLAR Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) www.portaldatransparencia.gov.br. José Araújo de Oliveira Técnico Agrícola e Bel em Direito Supervisor de Organização Rural e Geração de Renda da EMATER josearaujo@emater.go.gov.br (62) 3.201.8756 (62) 99271286. - PowerPoint PPT Presentation

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    MERENDA ESCOLAR Programa Nacional de Alimentao Escolar (PNAE)www.portaldatransparencia.gov.br

  • Jos Arajo de OliveiraTcnico Agrcola e Bel em DireitoSupervisor de Organizao Rural e Gerao de Renda da EMATERjosearaujo@emater.go.gov.br(62) 3.201.8756(62) 99271286

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  • PROJETOS TRABALHADOS PELA SUPERVISOCooperativismoAssociativismoSindicalismoArranjos Produtivos Locais APLsIndicao Geogrfica IGPrograma de Aquisio de Alimentos PAAPrograma Nacional de Alimentao Escolar - PNAE

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  • BASE LEGAL PARA O PNAE COMPRAR 30% DE PORDUTOS DA AGRICULTURA FAMILIARLEI FEDERAL N 11.947, DE 16 DE JUNHO DE 2009.RESOLUO/CD/FNDE N 38, DE 16 DE JULHO DE 2009 - MINISTRIO DA EDUCAO / FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAO CONSELHO DELIBERATIVO

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  • CONHECENDO A LEI N 11.947/2009 . . . .

    Leis ns 10.880, de 9 de junho de 2004, 11.273, de 6 de fevereiro de 2006, 11.507, de 20 de julho de 2007; revoga dispositivos da Medida Provisria n 2.178-36, de 24 de agosto de 2001, e a Lei n 8.913, de 12 de julho de 1994, que dispe sobre o atendimento da alimentao escolar e do Programa Dinheiro Direto na Escola aos alunos da educao bsica.*

  • . . . LEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 2009Art. 14. Do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no mbito do PNAE, no mnimo 30% (trinta por cento) devero ser utilizados na aquisio de gneros alimentcios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizaes, priorizando-se os assentamentos da reforma agrria, as comunidades tradicionais indgenas e comunidades quilombolas. 1 A aquisio de que trata este artigo poder ser realizada dispensando-se o procedimento licitatrio, desde que os preos sejam compatveis com os vigentes no mercado local, observando-se os princpios inscritos n art. 37 da Constituio Federal, e os alimentos atendam s exigncias do controle de qualidade estabelecidas pelas normas que regulamentam a matria. *

  • . . . LEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 2009 2 A observncia do percentual previsto no caput ser disciplinada pelo FNDE e poder ser dispensada quando presente uma das seguintes circunstncias: I - impossibilidade de emisso do documento fiscal correspondente; II - inviabilidade de fornecimento regular e constante dos gneros alimentcios; III - condies higinico-sanitrias inadequadas.

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  • . . . LEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 2009FORNECEDORESArt. 22. Os fornecedores sero Agricultores FamiliaresEmpreendedores Familiares Rurais, detentores de Declarao de Aptido ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar - DAP Fsica e/ou Jurdica,organizados em Grupos formais e/ou informais.*

  • . . . LEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 2009ENTIDADE ARTICULADORA 1 Os Grupos Informais devero ser: cadastrados junto Entidade Executora por uma Entidade Articuladora, responsvel tcnica pela elaborao do Projeto de Venda de Gneros Alimentcios da Agricultura Familiar para a Alimentao Escolar conforme, Anexo V.I - a Entidade Articuladora dever estar cadastrada no Sistema Brasileiro de assistncia e Extenso Rural SIBRATER ou ser Sindicato de Trabalhadores Rurais, Sindicato dos Trabalhadores da agricultura Familiar ou entidades credenciadas pelo Ministrio do Desenvolvimento Agrrio MDA para emisso da D*

  • ENTIDADE ARTICULADORA

    Participa na organizao do Projeto do Grupo InformalArticula o GrupoInformar sobre as regras de atendimento do programa (qualidade dos produtos, selo de inspeo sanitria para os derivados de leite, carne e mel, e etc), Elabora o ProjetoAssina o projeto como entidade articuladoraO contrato de aquisio de gneros alimentcios da agricultura familiar assinado individualmente por cada agricultorCada agricultor ser responsvel pela entrega dos produtos e pela prestao de contasA nota fiscal ser emitida na Agenfa, individualmente por cada agricultor

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  • LEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 2009GRUPO INFORMAL

    III a Entidade Articuladora: no poder receber remunerao, proceder venda nem assinar como proponente. No ter responsabilidade jurdica nem responsabilidade pela prestao de contas do Grupo Informal;*

  • LEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 2009. . . GRUPO INFORMAL 2 No processo de habilitao, os Grupos Informais de Agricultores Familiares devero entregar s Entidades Executoras os documentos relacionados abaixo para serem avaliados e aprovados:I Cadastro de Pessoa Fsica (CPF);II DAP principal, ou extrato da DAP, de cada Agricultor Familiar participante;III Projeto de Venda de Gneros Alimentcios da Agricultura Familiar para Alimentao Escolar (Anexo V) elaborado conjuntamente entre o Grupo Informal e a Entidade Articuladora e assinado por todos os Agricultores Familiares participantes;IV prova de atendimento de requisitos previstos em lei especial, quando for o caso.

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  • GRUPO FORMALLEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 2009 3 Os Grupos Formais da Agricultura Familiar e de Empreendedores Familiares Rurais constitudos em Cooperativas e Associaes devero entregar s Entidades Executoras os documentos relacionados abaixo para serem avaliados e aprovados:I prova de inscrio no Cadastro Nacional de Pessoa Jurdica (CNPJ);II cpia da Declarao de Aptido ao PRONAF - DAP Jurdica para associaes e cooperativas;III cpias das certides negativas junto ao INSS, FGTS, Receita Federal e Dvida Ativa da Unio;*

  • GRUPO FORMALLEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 2009. . documentos relacionados abaixo para serem avaliados e aprovados:IV - cpias do estatuto e ata de posse da atual diretoria da entidade registrada na Junta Comercial, no caso de cooperativas, ou Cartrio de Registro Civil de Pessoas Jurdicas, no caso de associaes. No caso de empreendimentos familiares, dever ser apresentada cpia do Contrato Social, registrado em Cartrio de Registro Civil de Pessoa Jurdica;V - Projeto de Venda de Gneros Alimentcios da Agricultura Familiar para Alimentao Escolar (Anexo V);VI prova de atendimento de requisitos previstos em lei especial, quando for o caso.*

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  • PREOSLEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 2009Art. 23. Na definio dos preos para a aquisio dos gneros alimentcios da Agricultura Familiar e dos Empreendedores Familiares Rurais, a Entidade Executora dever considerar os Preos de Referncia praticados no mbito do Programa de Aquisio de Alimentos - PAA, de que trata o Decreto n. 6.447/2008.*

  • PREOSLEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 2009 1 Entende-se por Preo de Referncia o preo mdio pesquisado, em mbito local, regional, territorial, estadual e nacional, nessa ordem dos produtos da Agricultura Familiar e do Empreendedor Familiar Rural. 2 Nas localidades em que no houver definio de preos no mbito do PAA, os Preos de Referncia devero ser calculados com base em um dos seguintes critrios:I Quando o valor da chamada pblica da aquisio dos gneros alimentcios da Agricultura Familiar e do Empreendedor Familiar Rural for de at R$ 100.000,00 (cem mil reais) por ano:a) mdia dos preos pagos aos Agricultores Familiares por 3 (trs) mercados varejistas, priorizando a feira do produtor da agricultura familiar, quando houver; oub) preos vigentes de venda para o varejo, apurado junto aos produtores, cooperativas, associaes ou agroindstrias familiares em pesquisa no mercado local ou regional.,*

  • PREOSLEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 2009II Quando o valor da chamada pblica da aquisio dos gneros alimentcios da Agricultura Familiar e do Empreendedor Familiar Rural for igual ou superior a R$ 100.000,00 (cem mil reais) por ano:a) mdia dos preos praticados no mercado atacadista nos 12 (doze) ltimos meses, em se tratando de produto com cotao nas Ceasas ou em outros mercados atacadistas, utilizando a fonte de informaes de instituio oficial de reconhecida capacidade; oub) preos apurados nas licitaes de compras de alimentos realizadas no mbito da entidade executora em suas respectivas jurisdies, desde que em vigor; ou c) preos vigentes, apurados em oramento, junto a, no mnimo, 3 (trs) mercados atacadistas locais ou regionais.*

  • PREOSLEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 2009 3 No caso de existncia de mais de um Grupo Formal ou Informal participante do processo de aquisio para a alimentao escolar, deve-se priorizar o fornecedor do mbito local, desde que os preos sejam compatveis com os vigentes no mercado local resguardadas as condicionalidades previstas nos 1 e 2 do art. 14 da Lei n 11.947/2009. 4 No processo de aquisio dos alimentos, as Entidades Executoras devero comprar diretamente dos Grupos Formais para valores acima de R$ 100.000,00 (cem mil reais) por ano. Para valores de at R$ 100.000,00 (cem mil reais) por ano, a aquisio dever ser feita de Grupos Formais e Informais, nesta ordem, resguardando o previsto no 2 deste artigo.

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  • PREOSLEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 2009

    5 A atualizao dos preos de referncia dever ser realizada semestralmente. 6 Os gneros alimentcios da Agricultura Familiar e do Empreendedor Familiar Rural adquiridos para a alimentao escolar, que integram a lista dos produtos cobertos pelo Programa de Garantia de Preos para a Agricultura Familiar PGPAF, no podero ter preos inferiores a esses.*

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  • VII - DO CONTROLE DE QUALIDADE DA ALIMENTAO ESCOLARLEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 2009

    Art. 25. Os produtos adquiridos para a clientela do PNAE devero ser previamente submetidos ao controle de qualidade, na forma do Termo de Compromisso (Anexo VI), observando-se a legislao pertinente.

    1 Os produtos alimentcios a serem adquiridos para a clientela do PNAE devero atendero disposto na legislao de alimentos, estabelecida pela Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria/ Ministrio da Sade e pelo Ministrio da Agricultura, Pecuria e Abastecimento.*

  • LIMITE DE VENDA POR DAP ANOLEI N 11.947, 16 DE JUNHO DE 200

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