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Mercado & Eventos 255

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  • 1Setembro de 2014 - 1 quinzena

    Presidente da Abav analisa desafi os e papel do agente.Pgina 3

    Antonio Azevedo

    AGENDA

    Top Resa e os Festivais de Turismo de Joo Pessoa e de Gramado so

    destaques. Pgina 30

    Operadora Luxtravel anuncia o encerramento das suas atividades devido a problemas fi nanceiros. Pgina 13

    Galeo (RJ) e Confi ns (MG) passam a ser administrados pelas concessionrias Rio Galeo e BH Airport. Pgina 8

    Com a visibilidade que o pas ganhou com o Mundial da Fifa, o Governo e a iniciativa privada esto

    agora focados em ampliar a quantidade de eventos com padro internacional realizados no Brasil, bem como aumentar

    o nmero de turistas voltados aos negcios. Pginas 18 e 19

    REPORTAGEM ESPECIAL

    Setembro/2014 - 1 quinzena - Ano XII - N 255 - Tiragem: 16.400 exemplares

    FOLHA DO TURISMOm

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    Aposta no segmento MICE

    ENTREVISTA

    BRASIL

    Gilson Lira assume diretoria na Embratur

    AVIAO

    AA: Brasil o principal mercado internacional

    CRUZEIROS

    Clia Abremar mostra resultados de pesquisa

    AVIAO

    Lufthansa ter Economy Premium nos voos de SP

    HOTELARIA

    CVC e Meli capacitam agentes na capital paulista

    AGNCIAS E OPERADORAS

    Grupo Flytour cresce 11% no primeiro semestre

    Avirrp 2014 recebe mais de quatro mil agentes Detalhes da Abav Expo Internacional de TurismoDurante a feira, o MTur lanou a campanha #partiubrasil, que tem como objetivo incentivar as viagens internas no pas. Pginas 25 a 28

    Feira realiza mudanas, com destaque para a abertura, que acontece na vspera, no Teatro Renault.Pginas 12 e 13

    FEIRAS E EVENTOS AGNCIAS E OPERADORAS

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    Cerimnia ofi cial de corte da fi ta Entrevista com Gisele Lima, da Promo, organizadora do evento

    Hub da Delta nos EUA possui muitos atrativosDestino tem boa ligao area com o Brasil e diferentes pontos a serem visitados. Pginas 16 e 17

    Atlanta

    Pullmantur reformula negcios e produtos de olho no Brasil

    Trend lana Vitrine Mais, nova ferramenta do Mega Partner

    Armadora vai ampliar equipe no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e em Curitiba. Pgina 9

    Novidade a criao de um website customizado e com os motores de venda da operadora. Pgina 11

    Alexandre Zachello Vitor Bauab

    CRUZEIROS AGNCIAS E OPERADORAS

    Roadshow Turismo 2014 capacita mais de mil agentes entre Rio de Janeiro e So Paulo. Porto Alegre a prxima cidade a receber o evento

    ENCARTE ESPECIAL

    AtlantaPhotos.com

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  • 3Setembro de 2014 - 1 quinzena

    ENTREVISTA

    Azevedo: Queremos um pblico profi ssional, que v a feira para fazer negciosNatlia Strucchi

    O presidente da Abav Nacional, Antonio Azevedo, fala o que pensa. Com experincia no setor e no segundo mandato frente da entidade, ele tem uma viso clara quando o assunto o agente de viagem e o exerccio da profisso, papel esse que envolve diver-sos fatores externos. A poucas semanas da Abav Expo Internacional de Turismo (confira matria completa nas pginas 12 e 13 desta edio), que ocorre entre os dias 24 e 28 deste ms, em So Paulo, ele conversou com o M&E sobre o evento e, claro, sobre diferentes temas que envolvem o turismo.

    MERCADO & EVENTOS - Estamos a poucos dias da Abav Expo de Turismo. As metas de vendas traadas inicialmente foram atingidas?Antonio Azevedo - Posso dizer que as metas foram alcanadas parcialmente. Quera-mos ter um acrscimo de rea construda de, ao menos, 10%, mas vamos ficar em tono de 5% a 6%. Claro que a rea total aumentou significativamente, em funo do novo pavilho. Isso vai fazer com que o desenho da feira seja mais agradvel ao visitante, com espaos melhor distribudos.

    M&E - Aps o primeiro ano em So Paulo e levando em considerao o resultado da pesquisa que vocs fizeram, quais foram os erros e acertos? O que a Abav tirou de lio da feira de 2013?Antonio Azevedo - Sempre apren-demos muito. Todos os anos fazemos uma avaliao profunda. Detectamos, por exemplo, que houve um nmero bastante representativo de agncias de viagens presentes, mas de So Paulo, propriamente dito, de onde espervamos uma adeso maior, isso no ocorreu. Es-tamos iniciando uma ao com diversos consolidadores para nos ajudar nisso. Diria que tivemos uma decepo com a capital. A cidade tem 4.800 agncias. Se de cada agncia enviar duas pessoas Expo de Turismo, e somente metade das agncias comparecerem, ainda assim alcanaremos um bom nmero.

    M&E - A Abav Expo busca quantidade de pblico ou qualidade?Antonio Azevedo - Sobretudo qualida-de. Essa questo dos nmeros das feiras uma questo complicada. Ns queremos deixar claro quais so os nossos nmeros. Existem eventos que divulgam valores e quantidades superfaturados, que s Deus sabe de onde so tirados. Em 2013 tive-mos 38.500 visitantes. No temos como saber quantas pessoas entraram mais de uma vez, mas a ideia ter, no futuro, um mecanismo que possa diferenciar isso, para provar o que verdade do que no . O que queremos um pblico de qualidade, que v feira para fazer negcios, e no apenas para passear.

    M&E - A Abav Nacional est tentando reverter a deciso do Governo Federal de comprar os bilhetes areos diretamente das companhias, sem o intermdio dos agentes. Porque isso to importante e quais as consequncias que esta deciso do Governo pode acarretar?Antonio Azevedo - importante por diversos motivos. Primeiro porque existe uma centena de agncias que sobrevivem praticamente da venda de viagens para o governo. So centenas de empregos que esto em jogo. Segundo, esta uma questo conceitual. um verdadeiro absurdo ver a estatizao da atividade sendo provocada pelo prprio Governo. Vai haver desvio de funcionrios pbli-cos de funo, que ao invs de atender reas carentes e sociais, como segu-rana, educao e sade, vo trabalhar numa atividade sem conhecimento de causa. O que tnhamos debatido com o Ministrio do Planejamento era similar s compras corporativas, onde voc faz um acordo com as companhias areas,

    mas o operacional das agncias. O Governo est se metendo numa situa-o que no tem p nem cabea. E, claro, inibindo o desenvolvimento de um setor que tem certa fragi-lidade, por ser composto de pequenas empresas.

    M&E - Qual o papel do agente neste cenrio que se desenha aps a Copa?Anton io Azevedo - Esse um assunto delicado. Tivemos um perodo pr-Copa que foi muito maltratado. O Brasil no fez a lio de casa e a maneira como se promoveu externamente foi muito frgil. Tivemos a sorte de Deus ser bra-sileiro e nosso evento terminou com um ndice de aprovao muito grande. O maior

    destaque do Mundial foi, sem dvida, o povo do Brasil, com sua alegria. Foi isso que conquistou os turistas estrangeiros, no foram os aeroportos. Agora que a Copa termi-nou podemos avaliar o legado. E mais uma vez temos lio a fazer. Es-peramos que os rgos competentes do Governo possam faz-lo. Parale-lamente, teremos que ter um processo junto s agncias de receptivo

    para que possam ter maior competitividade e qualidade de servio. De forma geral, temos que trabalhar, no podemos ficar sentados em bero esplndido.

    M&E - Como voc avalia os casos de ope-

    radoras fechando as portas e decretando falncia? Como isso afeta o trabalho do agente?Antonio Azevedo - sempre um terror, porque novamente entramos na questo da Responsabilidade Solidria. E quem vai pagar o pato, mais uma vez, so as agncias. A agncia revende um produto no qual ganha uma pequena parcela de comissionamento, mas quando problemas assim acontecem, a agncia obrigada, muitas vezes, a pagar 100% de prejuzo. Uma situao de injus-tia. Outro ponto que podemos questionar que as operadoras deveriam oferecer algum tipo de garantia. Em qualquer pas da Europa assim que funciona. Aqui no Brasil a pessoa abre uma empresa hoje, j se intitula operadora e comea a vender no dia seguinte. O correto seria, por exemplo, avaliar se o acionista majoritrio ou diretor j teve algum problema com o turismo. Vejo a necessidade que isso seja regulamentado.

    Antonio Azevedo, presidente da Abav Nacional

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    Comendo pelas beiradas sem se queimar

    Luis Paulo Luppa*

    Tem gente que reclama da vida, dos negcios e das dificuldades do dia-dia. No Roadshow Turismo 2014, realizado no Rio de Janeiro, vimos um banho de otimismo e inmeras janelas de oportunidades se abrindo e mostrando o caminho a ser percorrido. Um verdadeiro show!

    Mas o que mais me impressionou foi a sopa de palmito. Eu vou expli-car... H alguns anos fao do Windsor a minha casa no Rio e olha que vivi 30 anos na cidade maravilhosa. O Windsor fascinante e surpreenden-te e sempre que vivo uma experincia diferente fao questo de multiplic-la. Alm da vista, da localizao, da inteligncia dos quartos e da gastronomia, aqui voc encontra o que todos buscam e somente alguns conseguem de fato tangibilizar: hospitalidade.

    No dia 19 de agosto noite, quase 23:30, voltei para o quarto aps a palestra cansado e pedi uma sopa de palmito. Quando voc utiliza o room service quase dormindo voc fica na dvida se foi uma boa ter pedido algo, mas no deu tempo de me secar do banho e l estava a branquinha e

    quentinha sopa de palmito. Coloquei o roupo, fui l e sorridente o garom me saudou com um efusivo boa noite e um bom apetite. Fiquei pensando quem ensinou isso a ele? Encanta-dor... E o melhor, no custa nada.

    Quando fui comer a sopa, vi que eu tinha pedido errado, pois o que eu queria era um caldo e no uma sopa. Meio constrangido, liguei de novo, pedi desculpas