Mercado de Aes - Mtodos de Anlises

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MERCADO DE AES ANLISE TCNICA

Por INVESTSHOP

TEORIA DE DOWA teoria de Dow tem sua origem no final do sculo XIX com um estudo feito por Charles H. Dow, ento, editor do The Wall Street Journal. Neste estudo, o autor procurava compreender o comportamento dos preos e seus movimentos. A idia central era avaliar o comportamento mdio de um grupo de aes, assumindo a premissa de que este poderia refletir os fundamentos da economia e no estaria sujeito a manipulaes. Aps sua morte, o estudo foi concludo por William P. Hamilton e estendido para a avaliao de aes individuais e commodities. Segundo Dow, os diferentes graus de conhecimento da informao, entre os investidores, faz com que os preos movam-se em tendncias. Os detentores da informaes privilegiadas insiders, usam-se dessa, para formar posies antes que os demais participantes. Os analistas e investidores out siders, apesar de atualizados, esto por fora da informao privilegiada e procuram formar suas posies, to cedo quanto as condies permitam com certa segurana. Os out out siders s dispe da informao quando esta de domnio pblico, normalmente, os ltimos a entrarem e sarem de suas posies. Os diferentes tempos de entrada "timing" faz com que os preos se ajustem ao contedo de informao disponvel em um processo e com isso formam a tendncia. O processo de difuso da informao se d em fases e estas so caracterizadas pelos tipos de agentes que participam. Nos movimentos de alta: 1-A acumulao a fase que os agentes insiders, detentores da informao privilegiada formam suas posies, mantendo a informao relevante em sigilo; 2- Alta sensvel, nesta fase a informao no mais mantida em sigilo e comea a circular como "boato". Os profissionais do mercado comeam a formar suas posies fazendo os preos subirem lentamente; 3- A euforia a ltima fase na alta e reflete a entrada dos agentes com a informao de pior qualidadede, neste momento, o sentimento que impera que s um tolo no investiria seus recursos naquela ao ou commotity. Aps cumprida as fases que compe a alta, os preos estabilizam-se e comea uma nova fase de acumulao ou uma distribuio. Nos movimentos de queda as fases so: 1- a distribuio a fase que os agentes insiders, detentores da informao privilegiada formam suas posies, mantendo a informao relevante em sigilo; 2- a sinalizao de baixa coresponde a fase que os profissionais de mercado vendem suas posies, reduzindo o risco da carteira; 3- o pnico a ltima fase e da baixa e o efeito da tentativa dos out siders se desfazerem de suas posies "a qualquer preo",para reduzir suas perdas. Aps terminado o perodo crtico, os preos movem-se lentamente at encontrar uma sustentao e iniciar uma nova fase de amulao ou2

distribuio. A diferena no grau de conhecimento da informao e o seu processo de difuso permitem a formao de tendncias, e estas permanecero enquanto os fundamentos no se alterarem. Ento, identificar a direo e a extenso do movimento o passo inicial para o estudo grfico. Segundo Dow, as tendncias so classificadas pela direo: alta, baixa ou lado; e pela durao: primrias, secundrias e tercirias. O traado das linhas de tendncia a chave para identificar a direo e a extenso do movimento. O que caracteriza a direo de alta uma sucesso de topos e fundos em uma escala crescente, isso mostra que os preos encontram menor resistncia a subida. Neste tipo de movimento, o mercado costuma potencializar todas informaes "altistas" e desprezar as "baixistas".

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PREMISSAS: 1. A ao do mercado desconta tudo Esta afirmao a pedra fundamental da anlise tcnica. A no ser que seu significado completo seja perfeitamente entendido e aceito, nada do que vem depois faz muito sentido. O tcnico acredita que tudo que possa vir a afetar a ao de mercado de uma ao ou de uma "commodity", seja algo fundamentalista, poltico, psicolgico etc. est j refletido no preo corrente do ativo. O que quer dizer que a nica coisa que interessa estudar o comportamento desse preo. No fundo, o que se quer dizer que os preos das aes deveriam refletir as mudanas que ocorrerem na oferta e na procura, subindo ou descendo conforme o que esteja predominando. Este ponto central de toda previso econmica e fundamentalista, e o pensamento da anlise tcnica exatamente de que so as foras subjacentes de oferta e procura que provocam os movimentos do mercado. E isto refletido nos grficos. Por isso, a afirmao dos grafistas de que no se preocupam com os motivos das altas e das baixas, no to simplria como parece; a lgica desta primeira premissa: a ao do mercado desconta tudo. Assim, basta estudar os mercados e deix-los apontar qual a prxima tendncia. No se trata de tentar ser mais esperto ou puramente adivinhar e sim de estudar todo um elenco de ferramentas tcnicas que permite um estudo racional das tendncias. O analista tcnico sabe que existem razes para a alta ou a baixa, mas no acredita que conhecer estas razes seja necessrio em seu trabalho. 2. Os preos se movem em tendncias Este um outro ponto essencial anlise tcnica: o conceito de tendncia. Sem acreditar nele, no adianta prosseguir, pois justamente o propsito da anlise tcnica identificar as tendncias nos seus primeiros estgios, para recomendar operaes que se beneficiem dessas tendncias. H um corolrio premissa de que os preos se movem em tendncias: uma tendncia em curso tem maiores possibilidades de continuar do que de reverter, exatamente como enuncia o princpio da inrcia, estabelecido por Isaac Newton. Poderamos tambm dizer ue uma tendncia continuar na mesma direo at que reverta. Parece uma coisa bvia, mas a tarefa da anlise tcnica identificar a existncia de uma tendncia e perceber os sinais de sua reverso. 3. A histria se repete

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Muito da matria intrnseca da anlise tcnica e do estudo da ao dos mercados se relaciona com o estudo da psicologia humana. Os padres dos grficos, por exemplo, que foram identificados e classificados nos ltimos cento e poucos anos, refletem quadros revelando a psicologia altista ou baixista dos mercados. Uma vez que esses padres funcionaram, bem no passado, assume-se que continuaro funcionando bem no futuro. A psicologia humana no se altera com o passar do tempo e da se concluir por esta terceira premissa: o futuro nada mais do que a repetio do passado. TIPOS DE GRFICOS O grfico mais utilizado o grfico de barras, onde para cada perodo traada uma barra vertical com a mxima, a mnima, a abertura( um tic para a esquerda) e a ltima (um tic para a direita). O grfico pode ser intraday (de 5 minutos, 15, 60 etc.), dirio, semanal e outros perodos e, geralmente, a escala de preos logartmica, para que iguais distncias no grfico representem iguais percentagens. Tambm comum associar uma barra do mesmo perodo com o volume negociado, referido a uma outra escala que fica na parte de baixo do grfico. Quando se acompanha mercados de commodities ou futuros, o volume acompanhado de informao a respeito do nmero de contratos em aberto do futuro observado. Uma simplificao do grfico de barras o grfico de linhas, onde apenas o ltimo preo ou fechamento plotado, unindo-se cotaes dos sucessivos perodos por uma linha. A anlise de ambos os grficos semelhante.

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Uma variante do grfico de barras o grfico de velas japonesas ou candles ou candlesticks, onde o espao entre a abertura e o fechamento representado por um paralelograma ou corpo, um pouco mais largo que a barra simples e que branco ou transparente em caso de alta (fechamento acima da abertura) ou escuro em caso de baixa (fechamento mais baixo que a abertura), enquanto continuam marcadas a mxima e a mnima por linhas mais finas ou sombras. A anlise aqui diferente, concentrando-se em formaes de curto prazo de 2 ou 3 preges que sinalizam o predomnio temporrio da oferta ou da demanda.

Ainda cabe ressaltar o grfico de ponto-e-figura onde a ao do mercado mostrada de forma mais compacta, focalizando as alternncias entre movimentos de alta (sinalizados por cruzinhas em colunas de um papel quadriculado) e de baixa (zeros em colunas do mesmo papel); para a 6

continuao de um movimento, basta que se alcance o prximo valor, enquanto que, para mudar de coluna, h necessidade de um movimento na tendncia inversa de valor pelo menos igual a 3 quadradinhos (na verso mais popular do sistema, o ponto-triplo). Os movimentos inferiores aos citados simplesmente so ignorados, o que a compactao do grfico. A anlise semelhante a do grfico de barras, com destaque para suportes&resistncias e linhas de tendncias. A MECNICA DO MERCADO Partindo da teoria estabelecida por Charles H. Dow ( o Dow do Dow Jones), no final do sculo 19, hoje universalmente aceito que os mercados tm normalmente quatro fases distintas: A acumulao, quando existe um equilbrio entre demanda e oferta, um movimento lateral dos preos; a alta, quando a maioria do mercado passa a demandar o ativo; a distribuio, que o final da alta e o incio da baixa, quando de novo existe um equilbrio e finalmente a baixa, onde evidentemente a maioria do mercado est vendendo o ativo. Justamente o objetivo da anlise tcnica localizar essas fases e at antecipar a sua eventual ocorrncia, atravs dos padres grficos que cada uma dessas fases mostrou, ao longo dos tempos, como impresses digitais de sua presena. Nas dcadas de 1930 a 1940, R. N. Elliott lanou sua teoria das Ondas, que no difere muito da essncia dos princpios de Dow, mas que definiu os Ciclos do mercado como sendo composto de dois conjuntos de ondas: um conjunto de cinco ondas (alta) e outro de trs ondas (baixa). Em ambos, alternam-se movimentos de alta e de baixa, sendo que no primeiro conjunto as ondas 1,3 e 5 so de alta e as ondas 2 e 4 de baixa ou correes. No segundo conjunto, as ondas a e c so de baixa e a onda b um repique de alta. Alm disso, as ondas podem se subdividir, seguindo o mesmo esquema. Elliott formulou vrios teoremas e premissas para permitir a complexa tarefa de fazer a contagem e encontrou a Srie de Fibonacci como base matemtica para suas teorias. Nessa srie, cada elemento igual soma dos dois anteriores (0,1,2,3,5,8,13) e muitos fenmenos da Natureza a seguem. Embora de difcil utilizao, a teoria de Elliott tem excelente aplicao na localizao das fases dos ciclos de mercado e permite muitas vezes miraculosas projees de preos. SUPORTE E RESISTNCIA Os preos seguem tendncias, mas no so linhas retas e sim zig-zags numa determinada direo. Os picos desses zig-zags so chamados de pontos de resistncia e os fundos so os pontos de suporte, ambos representando uma espcie de pausa dentro do movimento principal. Numa alta, tais pontos devem ser superiores aos anteriores e numa baixa,

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inferiores. Justamente qualquer falha em seguir esse padro de contnua superao desses pontos serve como aviso de que as coisas esto para mudar. A experincia da observao mostrou que sempre que um nvel de suporte ou de resistncia penetrado de forma significativa, ele inverte o seu papel e torna-se o seu contrrio, ou seja, um nvel de suporte se torna uma resistncia e vice-versa. Tambm foi observado que quanto mais longo o perodo em que os preos permanecem num nvel de suporte ou resistncia, mais significativa essa rea se torna; tambm tem importncia a ocorrncia de grandes volumes de negcios nesses nveis. A unio de pontos de suporte e/ou resistncia que formam as linhas de tendncia (de suporte e de resistncia) que guiam o analista no exame dos grficos. Aqui tambm, quando mais duram, quanto mais so testadas, mais vlidas essas linhas. Igualmente, se penetradas, essas linhas tm o seu papel invertido. As linhas de suporte e de resistncia costumam formar canais de alta ou de baixa, muitas vezes com essas linhas em paralelo. Nas tendncias, muitos padres se formam, geralmente indicando reverso ou continuao dos movimentos, com as excees habituais que confirmam as regras. PADRES DE REVERSO Os padres de reverso so formaes grficas que, segundo a observao de milhares de grficos de milhares de mercados, sinalizam a reverso de uma tendncia que vinha prevalecendo, geralmente pela quebra de alguma importante linha de tendncia. Os padres mais conhecidos so ombro-cabea-ombro, topos duplos e o padro em V. Para reverter uma baixa, o volume de negcios muito importante como confirmador do padro. Ombro-cabea-ombro (o-c-o) como indica o nome, uma formao com trs picos, o do meio ou cabea sendo o mais alto, que a forma mais clssica de encerramento e reverso de uma tendncia de alta (ou de baixa, no caso de o-c-o invertida, com trs fundos, o do meio sendo o mais fundo); a reverso se caracteriza quando penetrada uma linha de tendncia que liga os pontos entre um ombro e a cabea ("vales") e que se chama "linha de pescoo". Quando isso ocorre, o mercado geralmente reverte pelo menos at uma distancia igual que vai da cabea at a linha de pescoo e a partir dessa linha.

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Os topos (ou fundos) duplos so quase to freqentes quanto o-c-o e parecem com um "M" quando no fim de uma alta, ou com um "W" no fim de uma baixa; suas caractersticas so inclusive parecidas com o-c-o, pois a reverso localizada quando a linha de pescoo, que aqui fica no nvel do ponto intermedirio entre os topos ou fundos, cortada de maneira significativa. A frmula de medida mnima para a reverso, a distancia entre os topos/fundos e a linha de pescoo, a partir desta. Quando uma tendncia tem grande acelerao, ocorre no haver tempo para uma formao de transio como o-c-o ou topos/fundos duplos: o mercado simplesmente reverte em um ou dois preges, com grande atividade, e deixando uma formao em "V", aguda. um caso de ao e reao proporcionais ou simtricas.

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PADRES DE CONTINUAO No desenrolar de uma tendncia, comum a ocorrncia de pausas, em que os preos oscilam pouco e de forma marcadamente lateral; so os padres de continuao, que tm curta durao e so acompanhados de uma queda no volume de negcios. Mais adiante, os preos retomam a tendncia anterior. Os tringulos so as mais freqentes formaes do tipo: as mximas e mnimas de cada perodo observado vo se estreitando at que o mercado retome o impulso anterior, geralmente at 2/3 da distancia que vai do incio da figura at o vrtice do tringulos. Quando as linhas que formam o tringulos so convergentes de forma mais ou menos harmnica, ele

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chamado de simtrico; quando a linha superior horizontal, temos um tringulos ascendente que prev alta. Ao contrrio, se a linha inferior do tringulos que horizontal, temos um tringulos descendente, de implicaes baixistas. Estas duas espcies podem, assim, significar reverso e no continuao de tendncias, mas sua apario nesse caso muito rara.

Outro tipo so os retngulos, em que a ao do mercado fica contida por algum tempo entre fronteiras paralelas.

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Temos ainda as flmulas e as bandeiras, que so pequenas formaes laterais como tringulos ou paralelogramos, mas cuja direo contrria ao movimento que vinha prevalecendo; nesse caso, a pausa provocada por uma correo contrria tendncia, que rapidamente retomada.

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A frmula de medida do movimento seguinte ao padro , no retngulo se chegar a um ponto numa linha paralela ao lado no cortado da figura; no retngulo, a altura da figura e nas flmulas e bandeiras, uma distncia parecida com a percorrida desde a pausa anterior. MDIAS MVEIS Uma das ferramentas mais utilizadas so as Mdias Mveis, em que se utilizam mdias dos preos dos ltimos tantos perodos, para filtrar um pouco eventuais variaes excessivas de um perodo para outro e visualizar mais claramente a possvel tendncia do mercado. Esse mtodo tem muitas variaes na maneira de calcular a mdia e na sua plotagem nos grficos e funciona bem quando realmente existe uma tendncia pronunciada no mercado, pois quando o mercado est andando de lado, as mdias tendem a dar muitos sinais falsos. Normalmente, combinam-se mdias mais curtas com mais longas para tambm extrair sinais dos cruzamentos de umas com as outras.

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INDICADORES Dentro dessa espcie, esto includos vrios estudos feitos sobre preos, volume, altas e baixas, e em combinaes desses elementos, visando sempre localizar a existncia e/ou reverses de tendncia, e pontos de compra e de venda. Periodicamente, novos estudos e novos indicadores vo sendo acrescentados, mas os mais confiveis so, naturalmente, os mais antigos e conhecidos. Supostamente, como em tudo o que cerca a anlise tcnica, a proposta usar os indicadores de forma mecnica e impessoal, mas isso no aconselhvel. O melhor uso o que rene vrias ferramentas e procura chegar a uma concluso coerente com a maior parte delas.

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J. Welles Wilder: Criador (entre outros estudos) do Movimento direcional (ADX), do ndice de fora relativa (IFR) e o sistema parablico (PAR), onde procura tirar relaes entre as variaes positivas e negativas dos ltimos preges para descobrir se existe uma tendncia primeiro, e depois se ela de alta ou de baixa (caso do ADX), ou se o mercado j est comprado ou vendido em excesso (IFR), ou ainda se a tendncia perdeu seu torque e vai reverter (PAR). Estocstico: criado por George Lane, parte do princpio que numa alta os preos tendem a fechar perto das mximas, e numa baixa perto das mnimas e plota as cotaes entre zero e 100%, conforme elas estejam dentro da faixa em que foram negociadas nos ltimos tantos perodos. Com isso, procura localizar a tendncia numa regio de compra ou de venda, assim que elas se afastam de um mximo ou de um mnimo alcanado. Volume e OBV: Existem muitos estudos que estudam a evoluo do volume de negcios, isoladamente ou em conjunto com os preos. Um dos mais conhecidos o OBV ou On Balance Volume ou Saldo de Volume, criado por J. Granville. Partindo de um ponto arbitrrio, o volume de cada perodo somado ou subtrado, conforme o perodo em questo tenha fechado em alta ou baixa relativamente ao fechamento anterior. Forma-se, assim, uma linha cumulativa que pretende ser o retrato da luta entre demanda e oferta e que comparada com a linha dos preos. Na teoria, o que se quer comparar o comportamento das duas linhas, procura de divergncias que sinalizem reverso de tendncias, embora a prpria linha do OBV obedea aos critrios de suporte e resistncia.

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Entenda o famoso Balano Por InvestShop.com Em poca de divulgao de resultados, os investidores ficam muito atentos aos chamados balanos das empresas que tm capital aberto nas Bolsas de Valores. A explicao simples: o balano mostra a sade financeira de uma empresa e, conseqentemente, indica se os acionistas podero receber bons dividendos (parte dos lucros). Essa expectativa, muitas vezes, afeta o mercado acionrio, empurrando as aes para cima ou para baixo. O Balano um documento que mostra os ativos, passivos e demonstrativos de resultados e de fluxo de caixa num determinado perodo, explica o diretor da corretora gacha Diferencial, Zulmir Tres. Os ativos representam as disponibilidades de investimentos da empresa, como caixa, estoques e bens; e os passivos so os compromissos, como contas a pagar, fornecedores, financiamentos, entre outros. O demonstrativo de resultados (DRE) revela o desempenho do faturamento, das contas de receita e despesa e do resultado final (lucro ou prejuzo). J as demonstraes de fluxo de caixa, chamadas de Demonstrativo das Origens de Aplicaes dos Recursos (DOAR), mostram quanto a empresa recebeu e pagou (receita menos despesa). Zulmir explica tambm que, junto com os balanos, as empresas divulgam notas explicativas. As de capital aberto so obrigadas a divulgar, especificamente, todas as medidas tomadas no exerccio anterior e os planos para o perodo seguinte. Esses detalhes so importantes e so lidos com ateno pelos investidores, diz. Os analistas fundamentalistas costumam avaliar o comportamento financeiro de uma empresa comparando os balanos, j que possvel detectar a evoluo de uma ou mais contas e projetar a evoluo dos resultados, explica o analista da Diferencial. ndice de Fora Relativa (IFR) e sua importncia Por InvestShop.comLeia a srie completa do "Entenda o Famoso" Acompanhe a srie completa do Entenda o famoso

Como saber se a hora certa de comprar determinado papel? Uma boa maneira aprender a interpretar o indicador mais utilizado em anlises desse tipo, conhecido como ndice de Fora Relativa (IFR). O IFR um dos indicadores tcnicos mais utilizados para saber se uma ao est em seu momento de compra ou de venda. O IFR d ao investidor a condio de avaliar os pontos de compra e venda de um determinado papel. A grosso modo, diria que o que fica abaixo de 20 est em posio de compra e, acima de 80, em posio de venda, explica Enio Fernando Rodrigues, analista da Futuro Corretora de Valores.

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Para Zulmir Trs, da corretora gacha Diferencial, a anlise no deve ser feita somente pelo IFR. Eu costumo analisar a situao da empresa de uma maneira mais ampla, ou seja, o que ela pode dar de dividendos ao investidor. No entanto, o IFR pode ser usado como parmetro para o investidor saber a hora de comprar ou vender o papel. Mas, aviso, ele no deve ser o nico ponto de anlise na compra ou venda de aes, alerta Zulmir. Exemplo de clculo: Vamos dizer que a mdia das altas de um determinado papel no perodo de 10 dias tenha sido 13% e das baixas 3%. Ento a conta (100 X 13) / (13+3). O resultado do ndice de Fora Relativa ser 81,25, ou seja, bom momento para vender o papel. Agora o exemplo contrrio. Digamos que a mdia das altas de um determinado papel tenha sido 3% e das baixas 25%. Utilizando a mesma frmula acima, chegamos ao seguinte resultado: o ndice de Fora Relativa 12, ou seja, uma boa hora para comprar o papel. Veja abaixo o grfico de uma empresa e observe as curvas do IFR:

Observe bem o primeiro grfico (IFR 9d), ou seja, o grfico de ndice de Fora Relativa feito sobre a variao dos ltimos nove dias. Atente que, em alguns dias a empresa bate variao acima de 80 e, em outros, abaixo dos 20. Entenda as famosas Ondas de Elliott Por InvestShop.comConfira a srie completa do Entenda o Famoso

A anlise tcnica ou grfica utiliza uma srie de ferramentas para observar o comportamento do mercado de aes. Uma delas a Teoria de Elliot, criada pelo contador R.N. Elliott, nas dcadas de 1930 a 1940, e considerada pelos especialistas da rea como uma das principais ferramentas para localizar ou at antecipar determinadas fases dos ciclos da bolsa, ou seja, a Teoria de Elliott uma

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das formas de explicar os movimentos oscilatrios das cotaes dos ativos financeiros. "Essa uma das teorias mais importantes da anlise tcnica, pois d uma viso estratgica do mercado", avalia Jayme Ghitnick, analista tcnico e colunista do Investshop.com . De acordo com a teoria desenvolvida por Ralph Elliott, os ciclos do mercado so compostos por um ritmo de dois conjuntos de ondas: um conjunto de cinco ondas, no qual as ondas 1,3 e 5 so de alta e as ondas 2 e 4 so de baixa; e um conjunto de trs ondas, no qual as ondas "a" e "c" so de baixa e a "b" de alta. As ondas de alta so chamadas de impulso e as de baixa so conhecidas como corretivas. As cinco primeiras ondas formam um ciclo de alta e as trs seguintes formam um ciclo de correo da alta anterior. Essas ondas tambm podem ser subdividas seguindo o mesmo desenho de ciclos. Por exemplo, a primeira onda, de alta, subdividida em cinco outras ondas, sendo trs de alta e duas de baixa. Quando fez o estudo, Elliott percebeu que as ondas obedeciam a uma certa ordem numrica e achou que tivesse descoberto uma nova teoria, mas, mais tarde, percebeu que os ciclos dessas ondas se moviam de acordo com a "srie de Fibonacci", uma srie numrica descoberta pelo matemtico italiano Leonardo Fibonacci e publicada no incio do sculo XIII. Atualmente, os analistas tcnicos utilizam essa srie para fazer o clculo e definir os ciclos das ondas de Elliott. De acordo com a srie de Fibonacci, cada elemento igual soma dos dois anteriores (0,1,2,3,5,8,13). Por exemplo, o 3 a soma de 2 e 1; o 5 a soma de 3 e 2, e assim por diante. Alm disso, a razo entre dois nmeros consecutivos da srie igual a 1,61 ou ao seu inverso que 0,618, ambos conhecidos desde a Antiguidade como a razo de ouro ou nmero ureo. "A srie tem muitas propriedades matemticas curiosas e muitos fenmenos do mundo real se explicam por esse nmero ureo e pela srie", lembra Ghitnick.

Ondas apresentam caractersticas especficas Por Maria Teresa Carneiro Especial para o InvestShop.com O analista explica que, alm dos parmetros nmericos de acordo com a srie de Fibonacci, Elliott tambm observou caractersticas especficas das ondas, que devem ser levadas em conta na hora de definir os grficos. "Na segunda onda, por exemplo, a Bolsa pode cair tudo o que ganhou na primeira onda. A terceira onda a mais extensa e a quarta onda menos baixa do que a segunda. Nas ondas do segundo ciclo, a segunda, que um repique, costuma enganar todo mundo, e a terceira pode ser devastadora", ensina. Ghitnick explica que, se observados todos os parmetros estabelecidos por Elliott, a teoria das ondas pode ser eficaz. "Na dcada de 70, o americano Robert Prechter estudou e aplicou a teoria e ganhava disparado todos os concursos de performance que eram realizados".

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Ghitnick conta que Elliott tentou remontar a teoria regredindo para outras pocas at chegar Idade Mdia, mas no teve sucesso. "Ele usou outros dados econmicos e histricos para tempos mais antigos. Com esse estudo, chegou concluso que na dcada de 80 poderia ser registrado um crash terrvel, como o de 1929 na Bolsa dos Estados Unidos, o que no se confirmou. Isso prova que na anlise tcnica devemos tomar muito cuidado, quando fazemos anlises de mais longo prazo, pois muitos fatores podem mudar, como composio de ndices, entre outros", avalia. As ondas estabelecidas na teoria de Elliott no tm um perodo certo para ocorrer, mas obedecem a certa harmonia entre si. De acordo com Jayme Ghitnick, a Bovespa atualmente estaria no incio de uma terceira onda e pode chegar a atingir 37 mil pontos no incio desta fase. Ele explica que a primeira onda comeou em 1992 e foi at o final de julho de 97, quando comeou a segunda onda (de baixa), que durou at janeiro de 99. A terceira onda teria comeado a partir da. Como as ondas tm certa harmonia entre si e a primeira onda do nosso ciclo durou cerca de 4 anos e meio, Ghitnick acredita que a terceira onda que estamos vivendo deva terminar em 2003. No entanto, ele adverte: "isso no significa que ser uma alta constante at 37 mil pontos. necessrio lembrar que as ondas so subdividas em subondas e tambm h sub-ondas de baixa. Alm disso, como a terceira onda a mais extensa no podemos dizer que v atingir os 37 mil pontos agora", alerta Ghitnick, que informa que a a Bovespa est na primeira subonda (de alta) da terceira onda. O analista explica que chegou aos 37 mil pontos como pico da terceira onda ao multiplicar o tamanho da primeira onda por 2,681, como determina a teoria de Elliott, com base na srie de Fibonacci. Entenda os famosos suporte e resistncia Por InvestShop.comQuero ler a srie completa do "Entenda o famoso"

Como saber qual o melhor momento para comprar ou vender uma ao? Segundo os analistas tcnicos, a melhor maneira de prever isso atravs da observao dos pontos de suporte e resistncia nos grficos de tendncia de preos de aes. Nestes grficos, onde h espcies de zig-zags, pode-se observar que h picos e fundos. Os picos so chamados de pontos de resistncia e os fundos, de pontos de suporte. Quando os preos das aes esto prximos ao nvel do suporte, as compras feitas pelos investidores so fortes suficientes para interromper o processo de queda durante algum tempo e, possivelmente at revert-lo. o ponto onde as compras esto superando as vendas. Ou seja, indica que dificilmente os preos vo cair abaixo daquele nvel. J as resistncias so os nveis de preos onde as vendas esto superando as compras dos investidores, o que tambm pode interromper a tendncia de alta das

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aes e at revert-la. Assim, ao chegar neste ponto, difcil, mas no impossvel, que os preos das aes ultrapassem esse nvel. Mas, por outro lado, se os preos ultrapassarem um pouco este ponto, se diz que eles esto quebrando a resistncia e passam a ter uma tendncia forte de alta. Para entender o que o investidor deve concluir disso, vamos a um exemplo numrico: Suponha que, ao analisar o grfico do suporte e resistncia, o investidor observe que, no passado, a linha subiu at R$ 20, caindo posteriormente e chegando at R$ 10. "Se a curva chegar aos R$ 20 e comear a cair, como j havia acontecido, o momento certo de venda. Isso porque, que a tendncia ser de queda e, conseqentemente, os investidores comeam a realizar lucro para no pegar maiores quedas", explica o analista tcnico Mrcio Noronha. Mas, em contrapartida, se os preos ultrapassarem o nvel de resistncia observado anteriormente (R$20), quebrando a resistncia, a tendncia de que o preo continue subindo. "Isso faz com que seja bom momento para adquirir mais papis", comenta o analista. No caso da anlise do nvel de suporte, tambm pode-se concluir qual o melhor momento de compra e venda. Caso a linha de suporte, no passado, tenha ficado em R$ 20 e, posteriormente, tenha cado para R$ 10, h a possibilidade de dois movimentos. Ou o preo volta a subir, respeitando o suporte de R$ 10 ou rompe este nvel, caindo mais. "Ao chegar ao nvel R$ 10, suporte observado anteriormente, pode-se concluir que um bom momento para compra, j que, a partir deste ponto, a tendncia ser de alta. Caso, depois de atingir o nvel 10, o preo continue caindo, rompendo assim o suporte, o investidor deve vender as aes, que entraram em tendncia de queda", atesta Noronha. Noronha lembra, no entanto que, infelizmente, a anlise tcnica, no faz milagres. Mas, de acordo com o analista, h como evitar grandes perdas durante as negociaes atravs dos conceitos de suporte e de resistncia. "Ningum pode saber qual ser o andamento do mercado, mas atravs da anlise dos nveis de suporte e resistncia possvel ao menos reduzir as perdas nas negociaes", afirma.

Confira a simulao de um dia de prego Por Vanessa Paes Barreto Reprter, InvestShop.com Mrcio Noronha formulou um exemplo ( veja aqui o grfico), levando em considerao, um dia de prego hipottico, dividido em 18 perodos de 15 minutos com intervalos de um minuto entre eles e que a cada barra de 15 minutos fosse contruda de maneira idntica barra diria, com o valor da abertura, da mxima e da mnima e o valor do fechamento. Na primeira barra de 15 minutos, a abertura foi a R$ 4,20. Depois, o preo cedeu ligeiramente at R$ 4, registrando a mnima da barra, e subiu at R$ 9,20, registrando a mxima da mesma barra. No ltimo negcio executado da barra, cedeu e fechou a R$ 7,40.

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Na barra seguinte, o primeiro negcio foi feito a R$ 7,40. Em seguida, o preo subiu para R$ 7,50, de onde comeou a declinar, chegando at a mnima de R$ 4,50 e fechou com uma ligeira melhora de R$ 5,20. Na terceira barra, o primeiro negcio foi fechado a R$ 6,10. Coincidentemente, em funo de o primeiro negcio ter sido executado no valor mximo desta barra, o preo da mxima ficou sendo igual ao da abertura. No restante do perodo, o preo foi cedendo gradualmente at o ltimo negcio realizado a R$ 3,20. Como o valor do ltimo negcio foi feito no preo mais baixo da barra, a mnima e o fechamento ficaram com os mesmos valores.

Entenda os famosos suporte e resistncia Por InvestShop.comQuero ler a srie completa do "Entenda o famoso"

Como saber qual o melhor momento para comprar ou vender uma ao? Segundo os analistas tcnicos, a melhor maneira de prever isso atravs da observao dos pontos de suporte e resistncia nos grficos de tendncia de preos de aes. Nestes grficos, onde h espcies de zig-zags, pode-se observar que h picos e fundos. Os picos so chamados de pontos de resistncia e os fundos, de pontos de suporte. Quando os preos das aes esto prximos ao nvel do suporte, as compras feitas pelos investidores so fortes suficientes para interromper o processo de queda durante algum tempo e, possivelmente at revert-lo. o ponto onde as compras

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esto superando as vendas. Ou seja, indica que dificilmente os preos vo cair abaixo daquele nvel. J as resistncias so os nveis de preos onde as vendas esto superando as compras dos investidores, o que tambm pode interromper a tendncia de alta das aes e at revert-la. Assim, ao chegar neste ponto, difcil, mas no impossvel, que os preos das aes ultrapassem esse nvel. Mas, por outro lado, se os preos ultrapassarem um pouco este ponto, se diz que eles esto quebrando a resistncia e passam a ter uma tendncia forte de alta. Para entender o que o investidor deve concluir disso, vamos a um exemplo numrico: Suponha que, ao analisar o grfico do suporte e resistncia, o investidor observe que, no passado, a linha subiu at R$ 20, caindo posteriormente e chegando at R$ 10. "Se a curva chegar aos R$ 20 e comear a cair, como j havia acontecido, o momento certo de venda. Isso porque, que a tendncia ser de queda e, conseqentemente, os investidores comeam a realizar lucro para no pegar maiores quedas", explica o analista tcnico Mrcio Noronha. Mas, em contrapartida, se os preos ultrapassarem o nvel de resistncia observado anteriormente (R$20), quebrando a resistncia, a tendncia de que o preo continue subindo. "Isso faz com que seja bom momento para adquirir mais papis", comenta o analista. No caso da anlise do nvel de suporte, tambm pode-se concluir qual o melhor momento de compra e venda. Caso a linha de suporte, no passado, tenha ficado em R$ 20 e, posteriormente, tenha cado para R$ 10, h a possibilidade de dois movimentos. Ou o preo volta a subir, respeitando o suporte de R$ 10 ou rompe este nvel, caindo mais. "Ao chegar ao nvel R$ 10, suporte observado anteriormente, pode-se concluir que um bom momento para compra, j que, a partir deste ponto, a tendncia ser de alta. Caso, depois de atingir o nvel 10, o preo continue caindo, rompendo assim o suporte, o investidor deve vender as aes, que entraram em tendncia de queda", atesta Noronha. Noronha lembra, no entanto que, infelizmente, a anlise tcnica, no faz milagres. Mas, de acordo com o analista, h como evitar grandes perdas durante as negociaes atravs dos conceitos de suporte e de resistncia. "Ningum pode saber qual ser o andamento do mercado, mas atravs da anlise dos nveis de suporte e resistncia possvel ao menos reduzir as perdas nas negociaes", afirma.

Confira a simulao de um dia de prego Por Vanessa Paes Barreto Reprter, InvestShop.com Mrcio Noronha formulou um exemplo ( veja aqui o grfico), levando em considerao, um dia de prego hipottico, dividido em 18 perodos de 15 minutos com intervalos de um minuto entre eles e que a cada barra de 15 minutos fosse contruda de maneira idntica barra diria, com o valor da abertura, da mxima e da mnima e o valor do fechamento.

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Na primeira barra de 15 minutos, a abertura foi a R$ 4,20. Depois, o preo cedeu ligeiramente at R$ 4, registrando a mnima da barra, e subiu at R$ 9,20, registrando a mxima da mesma barra. No ltimo negcio executado da barra, cedeu e fechou a R$ 7,40. Na barra seguinte, o primeiro negcio foi feito a R$ 7,40. Em seguida, o preo subiu para R$ 7,50, de onde comeou a declinar, chegando at a mnima de R$ 4,50 e fechou com uma ligeira melhora de R$ 5,20. Na terceira barra, o primeiro negcio foi fechado a R$ 6,10. Coincidentemente, em funo de o primeiro negcio ter sido executado no valor mximo desta barra, o preo da mxima ficou sendo igual ao da abertura. No restante do perodo, o preo foi cedendo gradualmente at o ltimo negcio realizado a R$ 3,20. Como o valor do ltimo negcio foi feito no preo mais baixo da barra, a mnima e o fechamento ficaram com os mesmos valores.

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IFR - ndice de Fora RelativaJ. Welles Wilder Jr. Um dos mais conhecidos e usados osciladores, foi criado como artifcio para suavizar a ao da tcnica "Momento", base estrutural da maioria dos indicadores. O ndice de fora relativa ou simplesmente IFR, muitas vezes se antecipa aos movimentos indicados pelo grfico de barras. Admite-se a aplicao da tcnica das linhas de suporte e resistncia, bem como a interpretao das mesmas figuras que se formam no grfico de barras. A escala vertical construida de 0 a 100. Nas cotas 30 e 70 ou 20 e 80 so traadas retas horizontais. Geralmente, acima da cota 70, formam-se os topos e abaixo da cota 30 formam-se os fundos. A escala horizontal representa o tempo. O estudo no estabelece regras para essa escala. Assim, no se pode prever o espao de tempo para se formar um topo ou um fundo, quando est estabelecida uma forte tendncia de alta ou baixa. Utilizase porm, o rompimento de linhas de suporte e resistncia como indicao de mudana de tendncia. Devemos esclarecer entretanto que esse oscilador indicado para mercado com desenvolvimento lateral ou como comumente denominado: "de lado". Nas fortes tendncia, rapidamente ultrapassa o nvel 70 ou 80 e da em diante tem pequenas variaes em altos nveis. Porm, quando o movimento se caracteriza "de lado", a ultrapassagem das cotas 30, para baixo ou 70, para cima, j significa mercado "oversold" ou "overbought", respectivamente. O estabelecimento de divergncias entre o grfico de barras e o oscilador, isto , enquanto o grfico de barras forma topos cada vez mais altos, o IFR forma topos cada vez mais baixos, ou ao contrrio, o grfico de barras forma fundos cada vez mais baixos enquanto o IFR forma fundos cada vez mais altos, pode traduzir uma iminente mudana de tendncia. A posio somente dever ser tomada, aps o claro rompimento do ltimo fundo ou ltimo topo, respectivamente. Pode-se usar o rompimento das linhas de suporte e resistncia, desde que, esses nveis no estejam muito longe desses pontos significativos. A divergncia tambm se instala quando o grfico de barras est em movimento lateral e o IFR se desenvolve em uma ou outra direo. A divergncia deve ser entendida, depois que o IFR atinge e supera as cotas 30 ou 70. Procuraremos dar, no exemplo a seguir, os pontos de compra e venda oriundos da formao de divergncias. Esses so os pontos de maior probabilidade de acerto. Chamamos a ateno para o fato de que, em mercados com forte tendncia, imprprio denominarmos a ultrapassagem das linhas 70 para cima ou 30 para baixo, respectivamente, de mercados overbought e oversold. Em nossa opinio, os mercados de forte tendncia passam a receber essa denominao, somente, aps apresentarem o fenmeno de divergncia e, mesmo assim, quando grande parte dela se realiza acima dos 70 ou abaixo dos 30. Para que o assunto fique bem claro, vamos procurar associar os grficos de barra e IFR com o lanamento de uma bola, verticalmente, para cima. Essa bola ao ser lanada, percorre uma trajetria, alcanando uma altura mxima.

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No incio do lanamento a velocidade se desenvolve de maneira ascendente, com uma certa acelerao . Depois de certo tempo, por ao da gravidade e atrito, a acelerao vai decrescendo at anular- se. Em todo esse tempo a bola continua a subir at mesmo por inrcia, depois da anulao da acelerao. Ao atingir o ponto de mxima altura, sua velocidade se anula e o processo se inverte. Associando essa configurao ao grfico de barras e ao IFR, dizemos que o primeiro traduz a trajetria da bola e, o indicador IFR, a acelerao da bola nessa trajetria. Assim, pode-se explicar a divergncia dentro de um conceito fsico bastante claro e muito til interpretao grfica. Quando a trajetria dos preos ascendente e a do ndice descendente, significa que os preos sobem mas, a acelerao desse movimento diminui. provvel que a trajetria ascendente v mudar de direo em futuro prximo. Ao primeiro sinal dessa mudana, tome a posio conveniente.

Vamos estudar a figura apresentada. Aps o incio da alta, os preos se orientaram segundo a trajetria A-B, enquanto a acelerao foi diminuindo entre C-D. No ponto 1 foi rompida a linha C-D da tendncia do oscilador evidenciando queda de acelerao. Os preos continuaram a subir por inrcia, dando tempo a que zerssemos nossa posio comprada, com tranqilidade. Se estivssemos atuando em mercado futuro, deveramos at, assumir posio vendida. Entre E-F os preos tiveram desenvolvimento lateral ("de lado"), enquanto em G-H, no IFR, ficou evidenciada uma acelerao positiva. Observe que os dois ltimos topos so ascendentes. Em 2, a linha de tendncia rompida, sinalizando o trmino do movimento lateral e acelerao crescente (hora de assumir posio de compra). Procure agora justificar a venda em 3. Bibliografia: New Concepts in Technical Trading Systems, J. Welles Wilder Jr.(R) Trend Research, Trend Research Building-MacLeans Square, P.O. Box 128MacLeansville, N.C. 27301 - USA

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