memorizaçao da constituiçao

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Constituiçao

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  • APOSTILA

    CURSO

    MEMORIZAO E

    LEITURA DINMICA

    Prof. Espedito Oliveira

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    NDICE CONCENTRAO Definies e treinamento......................................................................... Exerccios................................................................................................. MEMORIZAO Mnemotcnica........................................................................................ Prtica 1 Constituio Federal.............................................................. Prtica 2 Constituio Federal.............................................................. Prtica 3 Constituio Federal.............................................................. Prtica 4 Constituio Federal.............................................................. Prtica 5 Regimento Interno do Senado Federal.................................. Prtica 6 Regimento Interno da Cmara dos Deputados...................... Prtica 7 Gramtica da Lngua Portuguesa.......................................... LEITURA DINMICA

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    CONCENTRAO

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    DEFINIES E TREINAMENTO Os exerccios que aqui propomos tm como alvo leva-lo a ser, estar e ficar cada vez mais atento (concentrado) em tudo o que faz. Em primeiro lugar cobrada a preciso, ou feitura correta dos mesmos. A agilidade em executa-los dessa forma lhe indicar como o processo de reeducao da ateno ser proporcional extenso, complexidade e dificuldade dos exerccios.

    OS QUATRO TIPOS DE ATENO

    Segundo o dicionrio, a ateno a aplicao cuidadosa da mente a alguma coisa. Leia o que o Pe. Narciso Irala, no seu fabuloso livro Eficincia sem Fadiga, diz: Para os seres dotados de inteligncia, a ateno como o sol. Quando no prestamos ateno como caminharmos atravs de uma noite escura, por entre variadssimos tesouros de beleza, bondade, cincia, sentimentos e sensaes, sem os perceber nem deles nos apossar. Por outro lado, quando prestamos ateno, a luminosidade fere os sentidos, deixando marcas indelveis (que no se apagam) na conscincia. Por isso que, quanto mais precioso o objeto e mais poderosa a mente que se debrua sobre o mesmo, mais permanentemente ficar na memria, sempre pronto para uma lembrana na ponta da lngua. Ento, aquele que consegue comandar e manter sua conscincia, de maneira intensa e prolongada, numa idia ou conjunto de idias, alcana resultados extraordinrios, em qualquer campo das cincias e do progresso humano. Vemos assim que, graas a uma ateno bem dirigida, os sbios realizaram suas descobertas; os artistas, suas obras-primas; os industriais e comerciantes, suas fortunas; e os santos, sua perfeio. Analisemos os quatro tipos de ateno.

    ATENO PERFEITA e ATENO CRIADORA

    A ateno perfeita define-se quando a conscincia segue uma idia com excluso de qualquer outra. dirigir o sentido com o centro (da concentrao) da conscincia no objeto em apreo. Primando pela preciso, esta ateno exige grau crescente de intensidade. Comandando o feixe de luz da conscincia atravs da durao, ela aciona a ateno criadora, donde

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    provm as reminiscncias do que j se conhece, relacionadas com o objeto considerado, ou seja, o que se quer conhecer. Um exemplo prtico do uso destes dois tipos de ateno aquele em que, ao se referir ou imaginar um nmero qualquer, concentrados nesta informao, buscamos outras referentes ou que a tenha como parmetro (modelo). Testemos isto com o exemplo do nmero 12: Com este nmero na imaginao, fao com que o mesmo me lembre uma dzia, ou quatro vezes trs, ou dois vezes seis, ou os doze meses do ano, ou mesmo a quantidade de costelas que temos em cada lado do corpo, totalizando vinte e quatro... Se eu visualizo o quinze (15) antes, formo o ano de 1512, que marca o fim das expedies feitas pelo navegador italiano Amrico Vespcio, justamente no ano de sua morte. O nome do nosso Continente vem do seu nome, quando, em 1507, o cosmgrafo alemo, Martinho Waldsemller, publicou uma parte do roteiro seguido por esse navegador, dando ao Novo Mundo, pela primeira vez, o nome de Amrica, em homenagem ao piloto florentino. Volvendo a conscincia para o doze, anteponho o dezesseis (16), dando o ano de 1612, que me reporta ao ano em que os franceses fundaram a cidade de So Lus, no Maranho. A colonizao francesa naquele estado iniciou-se no ano de 1594; pelo princpio das duas datas anteriores, antepondo o dezessete (17) ao doze, tenho o ano que marcou o fim da Guerra dos Mascates, em Pernambuco, quando em 1712 Olinda venceu a Batalha de Guarapu, a ltima, marcando o fim do conflito entre os comerciantes do Recife contra os senhores de engenho de Olinda. O escritor cearense Jos de Alencar, nascido em 1829, em Messejana(CE), e falecido no Rio de Janeiro em 1877, aos 48 anos, publicou, em 1873, o romance Guerra dos Mascates, onde configura os fatos marcantes deste episdio iniciado em 1710; se for o ano de 1812, lembro-me da fundao de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. Dez anos depois (1822), o Brasil se tornou independente de Portugal. E neste mesmo ano ocorreu a criao dos smbolos nacionais, como a bandeira, o hino, as armas e o selo nacionais, estando estes referidos no artigo 13, da Constituio Federal de 1988; antepondo o dezenove (19), rememoro o ano de 1912, que marca o nascimento do ilustre escritor baiano Jorge Amado, no dia 10 de agosto. Estes, dia e ms, me fazem lembrar So Loureno, o santo mrtir, que morreu assado em uma fogueira. Sem clamar do tormento, pedia a seus algozes que o virassem para que o outro lado tambm ficasse bem assado... O ano de 1912 tambm indica o ano de nascimento de Luiz Gonzaga, o rei do baio, famoso pelas suas inesquecveis msicas Asa Branca e Triste Partida. O telefrico do bondinho do Po de

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    Acar, no Rio de Janeiro, tambm foi inaugurado nesse ano. Cabe referir tambm, nesse ano, a criao das histrias de Tarzan, do americano Edgar Rice Burroughs, feitas em quadrinhos e depois interpretadas no cinema pelo atleta e ator Johnnie Weismller, com o filme Tarzan, O Homem Macaco, estreado em 1932. E se relacionarmos vrios dados concernentes a uma idia ou objeto, retornando ao ponto de origem, com agilidade e segurana, significa que estamos concentrados. Porm fique atento, pois o ponto de partida, de onde flui outras idias enriquecedoras, no deve provocar um labirinto onde no se sabe a sada, mas sim um trajeto com incio e fim vistos ao mesmo tempo, sem tergiversaes (desvios). As preocupaes e distraes nos levam a um labirinto desconhecido, fazendo-nos desviar do caminho seguro que seguamos. Nesse caso analisemos como isto ocorre:

    ATENO DISPERSA E ATENO OBSESSIONADA

    Estar distrado o mesmo que estar atento dispersamente. A conscincia, que estava direcionada a um objeto ou idia, desviada por fatores externos, alheios ao que estava sendo apreciado. Numa leitura, por exemplo, realizada em meio ou prxima ao trnsito de veculos, o ronco dos motores e outros tipos de rudos desviam, por momentos, nossa ateno. O resultado, com a intermitncia do barulho, produz a descontinuidade da seqncia das idias lidas. Quinze minutos com esta ateno so suficientes para desestimular qualquer leitor, alm de lhe causar um desprazer na falta de continuidade da ao e vaga lembrana do que queria do texto. H pessoas que se habituaram a ler ou estudar em ambientes assim. Rudos de outra natureza, ou em outra situao, que talvez poderiam causar interferncia na tarefa mental. Pode acontecer, ainda, que o texto consiga convergir fortemente a ateno para ele, ou a pessoa tenha aprendido o hbito de pegar novamente o fio da idia, assim que o mesmo rompido. Tambm, em determinadas horas da noite, ou em lugares silenciosos, as distraes so desconsideradas. Ler e/ou estudar ouvindo msica, pode ou no ser prejudicial. Veja em qual situao voc se enquadra. Enquanto a pessoa ouvir a cano, no ocorrer desvio. Se a escutar, haver quebra da leitura em determinadas partes do contexto. O escutar exige conscincia, o ouvir no. Por isso, podemos ouvir algo, porm sem escut-lo. Isto comum na maioria das situaes dirias. A especificao que determina a ateno auditiva direcionada por grupos de momentos. Por

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    esta definio, afirmamos que na situao de somente ouvir a msica, enquanto se l ou se estuda, ela funcionaria como um isolante a quaisquer sons externos. Por esse caminho, chega-se a uma ateno livre de disperses. De qualquer forma, os exerccios de ateno perfeita, que lhe propomos logo a seguir, treinam o comando da conscincia, mantendo-a dirigida para uma linha mental de raciocnio, sem deixar que desvios inconvenientes afetem o percorrer com os olhos o que est impresso. A ateno obsessionada, Mestre o mesmo que preocupao. Esta no s atrapalha o ato mental como provoca o desinteresse no tema ou assunto lido ou estudado. Estar preocupado estar com a conscincia obsessionada por idias parasitas, que interceptam o feixe de luz da viso que se dirigia para o alvo frente. Problemas de ordem f

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