matriz energeticanacional2030

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  • Catalogao na Fonte Diviso de Gesto de Documentos e Informao Bibliogrfica

    Brasil. Ministrio de Minas e Energia.Matriz Energtica Nacional 2030 / Ministrio de Minas Energia;

    colaborao Empresa de Pesquisa Energtica . _ Braslia : MME : EPE, 2007.p. 254 : il.

    1. Energia eltrica Brasil. 2. Matriz energtica. I. Empresa energtica. II. Ttulo.

    CDU 620.91(81)

    SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO ENERGTICO SPE Ministro de Estado de Minas e EnergiaSilas Rondeau Cavalcante SilvaNelson Jose Hubner Moreira (interino)Edison Lobo

    Secretrio de Planejamento eDesenvolvimento EnergticoMrcio Pereira Zimmermann

    Diretor do Departamento dePlanejamento EnergticoIran de Oliveira Pinto

    Diretora do Departamento deDesenvolvimento EnergticoLaura Cristina da Fonseca Porto

    Diretor do Departamento deOutorgas de Concesses,Permisses e AutorizaesSidney do Lago Junior

    Ministrio das Minas e Energia MME

    Esplanada dos Ministrios Bloco U 5 andar

    70065-900 Braslia DF

    Tel.: (55 61) 3319 5299Fax : (55 61) 3319 5067

    www. mme.gov. br

    EMPRESA DE PESQUISA ENERGTICA EPE

    PresidenteMauricio Tiomno Tolmasquim

    Diretor de EstudosEconmicos e EnergticosAmlcar Guerreiro

    Diretor de Estudos de Energia EltricaJos Carlos de Miranda Farias

    Diretor de Estudos doPetrleo, Gs e BiocombustveisGelson Baptista Serva (interino)

    Diretor de Gesto CorporativaIbans Csar Cssel

    Empresa de Pesquisa Energtica EPE

    Sede: SAN Quadra 1 Bloco B 1 andar | 70051-903

    Braslia DF

    Escritrio Central: Av. Rio Branco, 01 11 Andar20090-003

    Rio de Janeiro RJ

    Tel.: (55 21) 3512 3100 | Fax : (55 21) 3512 3199

    www. epe.gov. br

    Empresa de Pesquisa Energtica EPEMinistrio das Minas e Energia MME

  • Matriz Energtica Nacional2030

  • Participantes do Ministrio de Minas e Energia MME

    Impresso na Grfica da Eletrobrs

    A energia que movimenta o Brasil.

    A energia que movimenta o Brasil.

    LOGOMARCA DA ELETROBRS

    ASSINATURA HORIZONTAL(Cor Pantone 301)

    ASSINATURA VERTICAL(Cor Pantone 301)

    A energia que movimenta o Brasil.

    A energia que movimenta o Brasil.

    ASSINATURA HORIZONTAL(Cor Preta)

    ASSINATURA VERTICAL(Cor Preta)

    OBS.:A logomarca tambm pode ser usada na cor BRANCA, dependendo do fundo emque ela ser aplicada.

    Exemplos:

    A energia que movimenta o Brasil.A energia que movimenta o Brasil.

    Coordenao GeralMrcio Pereira ZimermannIran de Oliveira Pinto

    Coordenao ExecutivaGilberto HollauerJoo Antnio Moreira Patusco

    Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energtico SPE

    Equipe Tcnica - SPEAdriano Jeronimo da SilvaAlexandre Ramos PeixotoAltino Ventura FilhoAndrea Cristina Gomes PereiraAndrea FigueiredoArtur Costa SteinerCarlos Aparecido GamaCarolino Augusto CepedaCelso FioravanteCeres Zenaide Barbosa CavalcantiCristiany Salgado fariaDemtrio Matos Tomzio Dirceu B. de Souza Jr.Eduardo de Freitas MadeiraFranscisco Romrio WojcickiGilberto Kwitko RibeiroGustavo Santos MasiliJarbas R. de Aldano MatosJos Antnio Sales de MeloJoo Luiz TedeschiJohn Denys CadmanJos Carlos VilellaJos Luiz ScavassaLuiz Antonio Duarte

    Mauricio Abi-Chain de OliveiraOsmar Ferreira do NascimentoPaulo Altaur Pereira CostaPaulo Augusto LeonelliPaulo rico Ramos de OliveiraPaulo Roberto Rabelo da AssunoPaulo de Tarso de Alexandria CruzRenato Augusto Faria de Arajo Reinaldo da Cruz GarciaSamira Sana Fernandes de SouzaSandra Kise UeharaSonha Maria GarciaSophia Andonios Spyridakis PereiraThiago Guilherme Ferreira Prado Willian R. Muniz

    Equipe de ApoioDaniele de Oliveira BandeiraDjalma Donisete VieiraGilda Maria Leite da FonsecaGiovana Rodrigues SegadilhaLeonardo Rangel de Melo FilardiMaria Soares CorreiaMaurilio Amaro de Souza FilhoValdemir Seixas Lima

    Secretaria de Petrleo, Gs Natural e Combustveis Renovveis - SPG

    CoordenaoJoo Jos de Nora Souto

    Equipe Tcnica - SPGJos Botelho NetoClayton de Souza PontesCludio Akio IshiharaLauro Doniseti BogniottiLuiz Carlos Lisboa Theodoro

    Manoel Rodrigues Parada NetoMarco Antnio Martins AlmeidaGeorges Souto RochaSymone Christine de Santana ArajoRicardo de Gusmo DornellesMarlon Arraes Jardim LealRicardo Borges Gomide

    Centro de Pesquisas de Energia Eltrica - CEPEL

    Albert Cordeiro Geber de MeloCarlos Henrique Medeiros de SabiaJorge Machado Damazio

    Luiz Guilherme Barbosa MarzanoMaria Elvira Pieiro MaceiraMaria Luiza Viana Lisboa

    Equipe de EditoraoAna Kla Sobreira de MoraesCarlos Eduardo Reis Gregrio

    Gabriela Pires Gomes de Sousa Costa

  • Apresentao

    O planejamento, sobretudo em setores de infra-estrutura, uma atividade essen-

    cial em qualquer contexto econmico, quer com maior ou menor interveno estatal.

    A matriz energtica, cujo responsvel legal o Ministrio de Minas e Energia, , de

    fato, um instrumento privilegiado para se simular diferentes cenrios de mercado e

    avaliar seus efeitos: gargalos de infra-estrutura, vulnerabilidades sistmicas, riscos

    ambientais, oportunidades de negcios, impactos de polticas pblicas etc.

    Histrico. A Lei 9.478/97, em seus dispositivos sobre o Conselho Nacional de Poltica Energtica (CNPE), estabelece como uma das atribuies do CNPE (Art 2,

    Inciso III): rever periodicamente a matriz energtica nacional. Essa atribuio visa

    tornar a periodicidade da reviso uma imposio legal no pas, visto que, exceto no

    perodo 1976-1979, quando o Balano Energtico Nacional apresentava projees da

    matriz para um horizonte de 10 anos, a reviso da matriz energtica nacional havia

    sido intermitente.

    J sob a gide da Lei 9.478/97, o CNPE, regulamentado pelo Decreto N 3.520/00

    e formalmente implementado em 30/10/2000, instituiu, em consonncia com seu

    Regimento Interno e atribuies legais (propor ao Presidente da Repblica polticas

    nacionais e medidas especficas na rea de energia), oito Comits Tcnicos (CTs), com

    vigncia de doze meses (prorrogveis a critrio do plenrio). Os CTs tinham a atribui-

    o de desenvolver estudos e anlises sobre matrias especficas da rea energtica,

    os quais serviam como subsdios ao CNPE no exerccio de suas atividades. Entre os oito

    CTs criados pelo CNPE para o perodo 2000-2001, encontrava-se o Comit Tcnico da

    Matriz Energtica CT3 (2000-2001), cujos resultados foram divulgados, ainda que

    com circulao restrita, em CNPE (2002).

    Aps o trmino do prazo de vigncia dos CTs 2000-2001, os mesmos foram rees-

    truturados para o exerccio de 2002, definindo novos CTs com mandatos e temas de

    trabalho renovados. Com a reestruturao, a atribuio de empreender a reviso da

    matriz energtica nacional foi designada ao denominado Comit Tcnico do Plane-

    jamento do Suprimento de Energia CT2 (2001-2002), no qual foi criado o Grupo de

    Trabalho da Matriz Energtica GT1. O GT1/CT2 (2001-2002) sob a Coordenao de

    Estudos e Planejamento Energtico do Ministrio de Minas e Energia (MME) empre-

    endeu, ento, a reviso das projees de matriz energtica nacional em 2002, cujos

    resultados foram apresentados em MME (2003).

  • Em 2004, com o intuito de amparar tecnicamente a misso do MME, o governo

    sancionou a Lei 10.847/2004, que estabeleceu a criao da Empresa de Pesquisa

    Energtica (EPE). A EPE vinculada ao Ministrio das Minas e Energia e tem como

    objetivo a prestao de servios na rea de estudos e pesquisas destinadas a subsi-

    diar o planejamento do setor energtico, tais como energia eltrica, petrleo e gs

    natural e seus derivados, carvo mineral, fontes energticas renovveis e eficincia

    energtica, dentre outras.

    Matriz Energtica Brasileira 2030. Esta verso recente da matriz energtica na-cional, no mbito da Lei 9.478/97, contou com a participao e consultoria tcnica

    das equipes do Centro de Estudos e Pesquisas em Energia Eltrica (CEPEL) e da Empresa

    de Pesquisa Energtica (EPE) e foi realizada atinente a um quadro maior, qual seja a

    do Plano Nacional de Energia 2030.

    A Matriz Energtica Brasileira 2030 compe com o Plano Nacional de Energia

    2030 PNE 2030 o par de relatrios principais que consolidam os estudos desenvol-

    vidos sobre a expanso da oferta e da demanda de energia no Brasil nos prximos

    25 anos. Um relatrio e outro se integram e se complementam. Contudo, de todo

    o interesse que possuam certo grau de auto-suficincia. Isto significa que, embora

    possuam diretivas distintas, devem ser per se compreensveis, e por conseqncia

    alguma superposio na leitura dos documentos deve ser esperada, ainda que sucinta

    e integrativa.

    Alm de apresentar a matriz energtica para os anos de 2005, 2010, 2020 e 2030,

    este documento fornece ainda uma srie de indicadores derivados dos resultados

    projetados, os quais permitem, por comparao intertemporal e entre pases, avaliar

    melhor a grandeza dos resultados para o Brasil.

    Finalmente, esta verso da Matriz Energtica Brasileira 2030 apresenta um novo

    formato, embora ainda no final, mas mais alinhado com o que melhor se encontra no

    mundo. Neste sentido, volta-se para a comodidade de leitura, objetividade e anlise,

    tentando cumprir com os desgnios que a uma matriz convm.

    Condicionantes do Trabalho. Quanto ao carter das projees aqui exercitadas, cabe ressaltar que estas no podem ser entendidas de modo acrtico, no vinculando

    o futuro, apenas balizando-o tendo em vista os condicionantes a poca do estudo.

    Assim tratam-se aqui de trajetrias de futuros possveis. Fatores condicionantes e

    expectativas sobre o futuro assumem, freqentemente, comport