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Matriz de Referencia para a Avaliacao - SARESP | Ciencias da Natureza

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    Ensino Fundamental e Mdio

    mAtrizes de refernciApArA A AvAliAosAresp

  • 2SO PAULO - 2009

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    Ensino Fundamental e Mdio

    MATRIZES DE REFERNCIAPARA A AVALIAOSARESP

  • SO PAULO - 2009

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    Ensino Fundamental e Mdio

    MATRIZES DE REFERNCIAPARA A AVALIAOSARESP

  • 4

  • 5Prezados professores e gestores,

    Ao consolidarmos a estruturao do currculo oficial da educao bsica de So Paulo, agora com ampla participao dos professores que aplicaram as propostas curriculares conforme orientaes dos Cadernos do Professor e avaliaram essa experincia oferecendo valiosos subsdios para os ajustes necessrios proposta original, cabe Secretaria de Estado da Educao de So Paulo tornar mais clara a vinculao do Sistema de Avaliao de Rendimento Escolar do Estado de So Paulo (Saresp) ao currculo.

    Vamos faz-lo apresentando a todos vocs documentos como o presente que lhes permitiro melhor compreender a vinculao entre currculo e avaliao e, principalmente, compreender a reformulao feita na fundamentao conceitual e na metodologia do Saresp para que ele pudesse estar de fato a servio de mais e melhor aprendizagens para nossas crianas e jovens e mais condies de trabalho para toda equipe escolar.

    Como observaro, este trabalho j contou com ampla participao dos professores-coordenadores das oficinas pedaggicas, o que contribuiu para aumentar o envolvimento de professores nesse processo.

    A partir dessa ao, esperamos iniciar uma capacitao na rea de avaliao que resultar em melhoria das prticas avaliativas em sala de aula e na melhor utilizao dos resultados das avaliaes nas aes de planejamento e suporte ao ensino e, consequentemente, em melhoria da aprendizagem.

    Paulo Renato SouzaSecretrio de Estado da Educao

  • 6

  • 7sumrio

    Apresentao 7

    1. Saresp: Matrizes de Referncia para a Avaliao 10

    1.1. As Referncias da Avaliao 10

    1.2. Habilidades 13

    1.3. Contedos 14

    1.4. Competncias Cognitivas 14

    2. Matrizes de Referncia para Avaliao em Cincias Ensino Fundamental e Biologia, Fsica e Qumica Ensino Mdio 21

    2.1. Matriz de Referncia para Avaliao do Saresp Cincias 6 srie do Ensino Fundamental 23

    2.1.1. Matriz de Referncia para Avaliao do Saresp Cincias 6 srie do Ensino Fundamental (em formato de lista) 26

    2.2. Matriz de Referncia para Avaliao do Saresp Cincias 8 srie do Ensino Fundamental 29

    2.2.1. Matriz de Referncia para Avaliao do Saresp Cincias 8 srie do Ensino Fundamental (em formato de lista) 32

    2.3. Matriz de Referncia para Avaliao do Saresp Biologia 3 srie do Ensino Mdio 35

    2.3.1. Matriz de Referncia para Avaliao do Saresp Biologia 3 srie do Ensino Mdio (em formato de lista) 39

    2.4. Matriz de Referncia para Avaliao do Saresp Qumica 3 srie do Ensino Mdio 43

    2.4.1. Matriz de Referncia para Avaliao do Saresp Qumica 3 srie do Ensino Mdio (em formato de lista) 48

    2.5. Matriz de Referncia para Avaliao do Saresp Fsica 3 srie do Ensino Mdio 53

    2.5.1. Matriz de Referncia para Avaliao do Saresp Fsica 3 srie do Ensino Mdio (em formato de lista) 56

    3. Exemplos de Itens Comentados por Habilidade Cincias 6 srie do Ensino Fundamental 61

    4. Exemplos de Itens Comentados por Habilidade Cincias 8 srie do Ensino Fundamental 95

    5. Exemplos de Itens Comentados por Habilidade Biologia 3 srie do Ensino Mdio 127

    6. Exemplos de Itens Comentados por Habilidade Qumica 3 srie do Ensino Mdio 167

    7. Exemplos de Itens Comentados por Habilidade Fsica 3 srie do Ensino Mdio 225

  • 8

  • 9ApresentAo

    A avaliao da Educao Bsica do estado de So Paulo, denominada Saresp Sistema de Avaliao de Rendimento Escolar do Estado de So Paulo, utiliza procedimentos metodolgicos formais e cientficos cada vez mais aprimorados para coletar e sistematizar dados e produzir informaes sobre o desempenho dos alu-nos ao trmino das segundas, quartas, sextas e oitavas sries ou, no caso do ensino de nove anos, terceiras, quintas, stimas e nonas sries do Ensino Fundamental, bem como da terceira srie do Ensino Mdio.

    Em 2007, muitas mudanas foram introduzidas ao Saresp, de maneira a torn-lo cada vez mais adequa-do tecnicamente s caractersticas de um sistema de avaliao em larga escala, que permita acompanhar a evoluo da qualidade do sistema estadual de ensino ao longo dos anos.

    Citamos algumas dessas mudanas. Os itens das provas foram pr-testados, o que resultou em instru-mentos dotados de mais qualidade mtrica. Houve tambm a adequao das habilidades avaliadas no Saresp s do Sistema de Avaliao da Educao Bsica Saeb/Prova Brasil, para a quarta e oitava sries e terceira srie do Ensino Mdio. Finalmente, os resultados do Saresp foram colocados na escala do Saeb.

    Desde 1995, o desempenho dos alunos da educao bsica do Brasil tem sido medido por meio da m-trica do Saeb. A escala de proficincia j bastante conhecida e seu uso permite a comparao dos resultados dos alunos no Saresp com aqueles obtidos no Saeb e na Prova Brasil.

    A escolha dos nmeros que definem os pontos da escala de proficincia arbitrria e construda a partir dos resultados da aplicao do mtodo estatstico de anlise dos resultados denominado TRI (Teoria de Resposta ao Item).

    No entanto, a opo da Secretaria de Estado da Educao de So Paulo (SEE-SP) de usar a mesma rgua do Saeb no significa que ela no possa interpretar cada ponto da escala a partir dos resultados da aplicao de seus prprios instrumentos e agrupar os diferentes pontos da escala em nveis qualificados de desempenho.

    Porm, somente a partir de 2008 que todas as mudanas foram implantadas. Cumpre destacar que a avaliao se dar em todas as reas curriculares, alternando ano a ano a periodicidade delas. Anualmente sero avaliadas as disciplinas Lngua Portuguesa e Matemtica e, anual e alternadamente, as reas Cincias da Natureza (Cincias, Fsica, Qumica e Biologia) e Cincias Humanas (Histria, Geografia). Em 2008, foram avaliadas as disciplinas Lngua Portuguesa, Matemtica, Cincias, Fsica, Qumica e Biologia.

    necessrio tambm mencionar que na avaliao em Matemtica foram introduzidos itens com res-postas construdas pelos alunos, por meio das quais podero ser verificadas as diferentes estruturas de seu pensamento lgico-matemtico. Esses processos no poderiam ser observados apenas com a utilizao de itens de mltipla escolha, nos quais se obtm apenas o resultado final das contas e das operaes lgicas, mas no se detectam os procedimentos utilizados pelos alunos no cumprimento das tarefas.

    Vale ainda destacar que o Saresp passa a contar, a partir de 2008, com uma base curricular comum a

  • 10

    todos os alunos da educao bsica de seu sistema de ensino como apoio s referncias da avaliao, uma vez que na organizao de um sistema de avaliao o principal problema explicitar uma res-posta seguinte pergunta: O que avaliar? Pergunta para a qual a res-posta mais significativa s pode ser: Aquilo que o aluno deveria ter aprendido.

    A rede pblica de ensino do estado de So Paulo, em 2007, no tinha um currculo claramente definido para a educao bsica. Se as reformas educacionais havidas no Brasil na dcada de 1990 propuseram, para esse nvel da educao, parmetros e diretrizes gerais devidamente consolidados pela LDB Lei de Diretrizes e Ba-ses da Educao Nacional, de 1996, tambm delegaram que esses parmetros e diretrizes fossem desenvolvidos na forma de currculo pelos sistemas de ensino e em projetos pedaggicos nas escolas de todo o Brasil. Entretanto, nem todos os sistemas de ensino fizeram a necessria mediao, em razo do que, em diversos sistemas, cada escola passou a desenvolver sua proposta pedag-gica a partir de um currculo presumido, muitas vezes inspirado nos livros didticos.

    Em So Paulo no foi diferente e, em que pesem boas experincias desenvolvidas em algumas escolas, no havia parmetros de equidade sistmica entre elas, desde que, na prtica, cada qual praticava seu prprio currculo.

    Houve ento a necessidade de se diagnosticar criticamente a existncia dos muitos currculos, impl-citos ou no, praticados nas escolas da rede estadual, e de se tomar uma firme deciso em favor do estabe-lecimento de um currculo mnimo e comum a todas as escolas, de forma explcita, para todo o sistema, em cujo contorno e definio deveriam estar configuradas e indicadas as bases dos conhecimentos e das com-petncias e habilidades a serem efetivamente desenvolvidas pelos alunos na escola e, com elas, a indicao das expectativas de aprendizagem para cada srie/ano e ciclo, possveis de serem avaliadas ao fim de cada um deles, com transparncia e eficcia.

    Uma clara definio das expectativas de aprendizagem a serem obtidas fundamental para a operacio-nalizao do currculo e da avaliao. De um lado, ela orienta a organizao dos projetos pedaggicos em cada escola e d clareza sociedade sobre o compromisso para com o desenvolvimento das crianas e dos jovens. De outro, permite que os professores compreendam a vinculao entre as expectativas de aprendizagem do currculo e as habilidades expressas na matriz de referncia da avaliao.

    Para os primeiros anos da Educao Bsica j estava estruturado na Secretaria de Estado da Educao de So Paulo, desde o princpio de 2007, um projeto denominado Ler e Escrever, voltado para o primeiro segmento da escolaridade bsica (1 a 4 sries). Esse projeto elege a identificao das expectativas de aprendizagem para cada srie e disciplina desse ciclo e, a partir delas, a formao continuada dos professores na prpria esco