Matéria Prima - 19ª edição

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abril de 2011

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1Abril de 2011Foto: Frederico Mombach2Abril de 2011Abril - 2011 - Ano IV - 19a EdioCirculao: 5000 ExemplaresJornalista Responsvel: Roselaine Vinciprova (MTB 11043)Verso online: www.revistamateriaprima.com.brFontes: Fiergs, Fecomrcio, Federasul, Sebrae RS, Portal da Qualidade, Setcergs, ZeroHora, Receita Federal do Brasil, Valor Econmico, Jornal do Comrcio, O Estado deSo Paulo, Mundo do Marketing, Gazeta Mercantil, InfoMoney e Administradores.* Os artigos assinados no refletem, necessariamente, a opinio da revista MatriaPrima e so de inteira responsabilidade dos autores.Av. Flores da Cunha, 1050 / 604Centro - Cachoeirinha / RS51 3041.2333Uma equipe realmente lderIeda Di Avila, administradora da Lyder Recursos Humanos e DAvilaDistribuidora de Gs e gua, traz em sua personalidade os legtimos traosde empreendedorismo. Sempre frente na administrao, ela conta comoo mercado de trabalho vem se configurando e quais so os segredos paramanter uma empresa slida.8 e 9 ndiceBrabox lana servio de comprae entrega ................................... 10Os benefcios da implantao devidros duplos ............................. 11CIC forma 13 alunosno Projeto Pescar ..................... 14til Qumica aposta emrenovao e ganha prmio ...... 15Preveno baseada naGesto da Sade ...................... 23Mulheres na liderana.................................................... 24Est na hora de fazer apesquisa organizacional? ........ 26A licena ambiental comoexigncia para financiamentos . 29EXPEDIENTE: Contatos:Coordenao:- Roselaine Vinciprova - roselaine@trcomunicacao.com- Tadeu Battezini - tadeu@trcomunicacao.comGeral: 51 3041.2333 | redacao@revistamateriaprima.com.brComercial: Tadeu Battezini - tadeu@trcomunicacao.comLeonardo Azevedo - atendimento@trcomunicacao.comColaborao:Camila Schfer (MTB 15120) - camila@trcomunicacao.comKamyla Jardim - redacao@trcomunicacao.comFernando Junges - criacao@trcomunicacao.comMatria Prima uma publicao bimestral da TRCOM. Todos os direitos reservados.H 3 anos noticiando osnegcios da regio .................... 18O crescimento das micro.................................................... 30MAMAMAMAMATRIA DE CTRIA DE CTRIA DE CTRIA DE CTRIA DE CAPAPAPAPAPAAAAA3Abril de 2011Uma nova portaria do Ministrio doTrabalho, publicada no final de fevereiro,modificou as regras de assinalao da jorna-da diria de trabalho. Alm de alterar para 1de setembro de 2011 o incio do uso obri-gatrio do Sistema de Registro Eletrnicode Ponto (SREP), a Portaria n. 373/2011acrescentou a possibilidade de flexibilizao,por meio de Acordo Coletivo de Trabalhoou Conveno Coletiva de Trabalho, do usodo SREP.Os empregadores podero adotar siste-mas alternativos de controle da jornada detrabalho, desde que autorizados por Con-veno ou Acordo Coletivo de Trabalho.O objetivo do SREP minimizar osdesvios relativos jornada de trabalho, pra-ticados por meio de fraudes nos livros deregistro ou cartes-ponto. O que tem causa-do maior discusso a obrigatoriedade deque a cada registro efetuado pelo trabalha-dor seja emitido um comprovante. Essa me-dida, alm de no trazer ao trabalhador ne-nhuma garantia suplementar, est na con-tramo da preocupao com o meio ambi-ente, pois ser gerado um excessivo volumede comprovantes em papel.Uso obrigatriodo SREP adiadoDivulgaoO prazo final para a entrega da decla-rao do Simples Nacional foi prorroga-do para o dia 15 de abril. O prazo ante-rior era 31 de maro, porm, como sur-giram problemas no sistema, o prazoteve de ser adiado. O Simples Nacional um regime tributrio diferenciado feitopara as micro e pequenas empresas.Conforme o Comit Gestor do Sim-ples Nacional, das cerca de 3,6 milhesde empresas que precisam entregar a de-Entrega da declaraodo Simples adiadaclarao, 1,6 milho j prestaram contasao Fisco. A expectativa que at o dia 15de abril esse nmero chegue a trs mi-lhes.O documento deve ser enviado pelainternet, por meio do site da Receita Fede-ral do Brasil (www.receita.fazenda.gov.br),via portal do Simples Nacional. O prazopara a entrega de declarao de receita doEmpreendedor Individual no mudou,continua no dia 31 de maio.O governo federal est mexen-do no PSI, Programa de Sustenta-o do Investimento, anunciado halguns dias como um programa sus-penso por tempo indeterminado. Aoretomar o PSI e prorrogar sua vi-gncia para o dia 31 de dezem-31 de dezem-31 de dezem-31 de dezem-31 de dezem-brobrobrobrobro deste ano (o plano era que oPSI vigorasse at 31 de maro), ogoverno, por meio do BNDES, au-mentou os juros e colocou um mon-tante de R$ 75 bilhes disposiodos programas. Os juros do Proca-minhoneiro, por exemplo, saltarode 4,5% ao ano para 7% ao ano.Esta a terceira prorrogao do pro-jeto, lanado em 2009.A nova fase do PSI tambm visa-r o financiamento de nibus eltri-cos e hbridos taxa de 5% ao ano.A mesma taxa de juros ser aplica-da aquisio de partes, compo-nentes e servios tecnolgicos e aosbens de tecnologia da informao ecomunicao com tecnologia brasi-leira. Os juros para a aquisio denibus convencionais e caminhessubiro de 8% para 10%.A partir de abril o BNDES dimi-nuir sua participao, com teto de90% para micro e pequenas empre-sas e reduo do limite atual de80% para 70% para grandes em-presas.PSI prorrogadopara 31 de dezembro4Abril de 2011editorialEnvie sua sugesto ou mensagem para ns! redacao@revistamateriaprima.com.brEnvie sua sugesto ou mensagem para ns! redacao@revistamateriaprima.com.brEnvie sua sugesto ou mensagem para ns! redacao@revistamateriaprima.com.brEnvie sua sugesto ou mensagem para ns! redacao@revistamateriaprima.com.brEnvie sua sugesto ou mensagem para ns! redacao@revistamateriaprima.com.brA percepo do tempo pode ser rela-tiva para cada pessoa. Quando estamosfazendo algo que gostamos, parece queele literalmente "voa". J quando esta-mos aborrecidos ou enfrentando proble-mas, como se o tempo passasse muitolentamente. Esses 3 primeiros anos darevista Matria Prima com certeza passa-ram voando. Foram 18 edies, muitashistrias de vida, muitos comeos, reco-meos e at finais. Esse o ciclo da vida etambm o ciclo dos negcios.Hoje podemos ter a ousadia de afir-mar que fomos responsveis pela reali-zao de diversas parcerias. Empresas quemal conheciam seus vizinhos e que nosabiam que, logo ali, estava um fornece-dor em potencial. Nossa regio ainda temmuito a desenvolver, por isso hoje reno-vamos o compromisso com o leitor e oempresariado local de levar informaocom credibilidade e qualidade. Alm detudo isso, no podemos esquecer que cadapessoa estampada em nossas capas e emnossas pginas tambm um pedacinhoda histria de nossa regio e que ajuda,todos os dias, a escrever as pginas dodesenvolvimento de Cachoeirinha, Gra-vata e Canoas.Tambm devemos lembrar dos par-Trs anos que passaram voandoceiros que sempre apostaram na revistaMatria Prima, abrindo suas portas e uti-lizando o espao para divulgao de suasaes. Enfim, gente que sabe da impor-tncia de um meio de comunicao dife-renciado, especializado e voltado ao meioempresarial.Nas pginas dessa 19 edio, vocs po-dero conferir o que foi destaque nos 3 anosde vida da Matria Prima, alm de depoi-mentos de quem acredita, aposta e se identi-fica com nosso veculo de comunicao.Boa leitura e at junho!Equipe da revista Matria Prima5Abril de 2011O Comit Gestor do SimplesNacional prorrogou o prazo deentrega da declarao anual doEmpreendedor Individual parao dia 31 de maio. A deciso foitomada, em funo da reivindi-cao dos integrantes do Sebraee de entidades empresariais, quedurante uma reunio no Minis-trio da Previdncia avaliaram es-tratgias para ampliar o registrode empreendedores.Dos 809.844 empreendedo-res obrigados a prestar contas Receita Federal, 359.391 aindaEntrega da declaraodo EmpreendedorIndividual prorrogadano tinham enviado o documen-to at o final do primeiro prazo(28 de fevereiro). O governo ha-via recebido apenas o equivalen-te a 55,6% do total.Segundo o Comit Gestordo Simples Nacional, a decisode ampliar o prazo leva em con-ta o elevado nmero de profis-sionais que ainda no enviarama declarao. O Comit ainda afir-mou que este problema foi oca-sionado pela falta de informa-o e pouco tempo de adaptaos mudanas.Para atender as necessidades de associa-dos que trabalham em horrio diferenciado etm dificuldade de acessar o Sindilojas Gra-vata, a diretoria da entidade desenvolveu asubsede Morada do Vsubsede Morada do Vsubsede Morada do Vsubsede Morada do Vsubsede Morada do Vale.ale.ale.ale.ale. A nova instala-o fica na esquina da Avenida lvares Cabralcom a rua Alfeu Letti, no centro comercial daMorada do Vale I. A propriedade tem audit-rio com capacidade para 60 pessoas, ondesero ministrados cursos, palestras e treina-mentos para a melhor qualificao dos asso-ciados e seus colaboradores. A Subsede Mo-rada do Vale tambm tem consultrio mdicoe odontolgico, alm de Balco de Atendi-mento Sesc/Senac.Sindilojas Gravataatende tambm naMorada do Vale6Abril de 2011estadoO Frum Sul-Brasileiro de Investimen-tos est com inscries abertas at o dia 29de abril. Agendado para os dias 28 e 29 dejunho de 2011, em Curitiba (PR), o eventotem por objetivo aproximar empresas doRio Grande do Sul, Santa Catarina e Parane investidores.No total sero apresentadas 15 empresasnascentes (faturamento anual entre R$ 0 e R$FRUM SUL-BRASILEIRO DE INVESTIMENTOSO Programa Sinplast Jovens Em-presrios do Plstico, do Sindicato dasIndstrias de Material Plstico - Sin-plast, est disponibilizando camisetasproduzidas com tecido feito de 50%algodo e 50% fio de garrafa PET. Emdiversos tamanhos e modelos, as ca-misetas podem ser adquiridas pelo siteSINPLAST COMERCIALIZA CAMISETASFEITAS COM FIO DE GARRAFA PET5 milhes) e 15 empresas em crescimento (fa-turamento anual entre R$ 5 e R$ 35 milhes).Para realizar a inscrio necessrio preen-cher um sumrio executivo que ser analisa-do por uma banca. Para a organizao, o f-rum ser uma oportunidade para empresasde porte seed e venture exporem ideias e umplano de crescimento a um grupo seleto deinvestidores.do Comit, no www.comitedoplastico-rs.org.br. Com a mensagem "Recicle,Reuse, Descarte o Plstico Correta-mente", o projeto tem como objetivotrabalhar na valorizao dos artefatosplsticos, mostrando que se eles foremdescartados corretamente, podero serreutilizados.Uma pesquisa realizada pelo Se-brae/RS apontou que 75% das mi-75% das mi-75% das mi-75% das mi-75% das mi-cro e pequenas empresas do Riocro e pequenas empresas do Riocro e pequenas empresas do Riocro e pequenas empresas do Riocro e pequenas empresas do RioGrande do Sul Grande do Sul Grande do Sul Grande do Sul Grande do Sul ainda no identifi-caram ou no pensaram em oportuni-dades para serem exploradas durantea Copa de 2014 e as Olimpadas de2016. Alm disso, apenas 3% dos en-trevistados responderam que preten-dem investir na aquisio de novosprodutos em 2011.A entidade ir investir tambm emprojetos voltados ao varejo de mate-rial esportivo, incentivando lojistas ainvestirem na oportunidade trazidapelos jogos mundiais. Outro foco sero incentivo qualificao de trabalha-dores, uma das principais dificuldadesidentificadas pelos empresrios.Um dos fatores positivos revela-dos pela pesquisa o otimismo dasmicro e pequenas empresas gachas.Dos 400 empresrios entrevistadas,48% acreditam em um crescimentodos negcios neste ano.MPEs GACHAS NOSE PLANEJARAM PARACOPA E OLIMPADAS7Abril de 2011No dia 16 de maro, aCmara de Indstria, Co-mrcio e Servios de Cano-as lanou o livro "CICS -Histria e Ideais", que re-lata a trajetria da entidadeao longo de seus 70 anos.Segundo a entidade, umlivro que retrata tambmem muitos casos a histriado desenvolvimento doprprio municpio.A obra foi desenvolvi-da a partir de um convniocom historiadores da Uni-lasalle e produzida a partirde documentos, imagens,memrias e entrevistasjunto a pessoas que estive-ram ligadas com aconteci-mentos marcantes da CICS. O livro dividido em sete captulos, ondea histria retratada cronologicamente.O evento, que aconteceu no Salo Nobre da entidade, encerrou ascomemoraes das sete dcadas da Cmara de Indstria, Comrcio eServios de Canoas.Lanado livro sobrea trajetria da CICSDivulgao CICSO livro dividido em sete captulos, onde ahistria retratada cronologicamenteNo incio de abril entraram em vigor as novas regras para otrnsito de caminhes no Centro Histrico de Porto Alegre. Afiscalizao dos agentes da Empresa Pblica de Transporte eCirculao (EPTC) iniciar no dia 2 de junho 2 de junho 2 de junho 2 de junho 2 de junho, e dois mesesaps haver uma reunio com os transportadores para avaliaro funcionamento do novo sistema.Com a nova resoluo, fica proibido o trnsito de cami-nhes com peso entre 10 e 15 toneladas (peso bruto total) oucomprimento superior a 7m, de segunda a sexta-feira, das 7h s19h, e aos sbados, das 7h s 14h, na rea do Centro Histri-co. Caminhes com peso acima de 15 toneladas no poderocircular no Centro, exceto em vias e horrios especificados pelaEPTC. A sinalizao, estabelecendo as novas regras, ser colo-cada at o final do ms, com campanha de orientao aos trans-portadores.Situaes especiais, previstas no Cdigo de Trnsito Brasi-leiro (CTB), sero ajustadas com a EPTC. As novas regras foramdefinidas aps diversos encontros entre os tcnicos da entidadee os representantes dos transportadores de cargas, com circula-o na capital.Regras para trfegode caminhes em POA8Abril de 2011entrevista | Ieda Di AvilaLyder Recursos Humanos:uma equipe realmente lderIeda Di Avila,administradora da LyderRecursos Humanos eDAvila Distribuidora deGs e gua, traz em suapersonalidade os legtimostraos deempreendedorismo.Sempre frente naadministrao, ela contacomo o mercado detrabalho vem seconfigurando e quais soos segredos para manteruma empresa slidaComo voc iniciou na rea de Recur-sos Humanos e como surgiu a Lyder?Sempre fui uma pessoa que gosta decoisas novas e de desafios. Era gerentede uma consultoria de RH e apaixonadaFrederico Mombach/MPpor essa rea. Quando surgiu a Lyder Re-cursos Humanos, estava em busca daoportunidade de colocar em prtica meusconceitos de administrao aliados ao li-vre arbtrio para decidir quais caminhospercorrer, que fatia do mercado atingir.Comecei na rea comercial contatando al-gumas empresas que j conhecia. A ne-cessidade do mercado para um atendi-mento personalizado e pessoal fez comque no primeiro ano a Lyder j fosse re-ferncia em consultoria de RH. No mer-cado h nove anos, atendemos toda aRegio Metropolitana, alm do Vale doSinos e Paranhana. Somos uma empresaslida, idnea e bem estruturada. Nos-sos profissionais da rea de recrutamen-to so bem treinados e qualificados. Nos-sa sede bem localizada, com acesso acadeirantes e salas de treinamento.Quais os diferenciais da empresa e noqu ela est focada?Atualmente estamos focados na in-dstria, tanto que nossa atuao 90%voltada ao setor. So empresas do ramoplstico, metalrgicas, qumicas, indstri-as alimentcias e outras. Tambm aten-9Abril de 2011demos comrcio, nas reas administrati-va, financeira e fiscal, que esto por trstanto da indstria quanto do comrcio.Outro diferencial da Lyder so nossosPostos Avanados (PA). Atravs delesmantemos consultoras que selecionamcandidatos dentro da sede de nossos cli-entes. Esse um servio diferenciado, quepoucas empresas de Recursos Humanosoferecem.Como est o mercado de trabalhohoje, principalmente na regio?As oportunidades no mercado somuitas. H dois ou trs anos, colocva-mos um anncio no jornal e as pessoasformavam filas astronmicas na nossasede. Hoje isso no acontece. O cenriomudou. Por esse motivo as empresas es-to investindo mais em seus atuais cola-boradores. Ns tambm contratamosPessoas com Deficincia (PCD).Em maro comemoramos o Dia In-ternacional da Mulher. Em relao aelas, como est o mercado de traba-lho atualmente?A audcia feminina est colocandoas mulheres frente a muitas profissesantes masculinas. Soldadores, manuten-o de mquinas, construo civil e ou-tras passaram a ser objeto de investi-mento tcnico da mulher. As empresaspassaram a se adaptar para receber essasmulheres. A Lyder tambm foi pioneiraem implantar essa mo de obra femini-na em algumas empresas. Casamento ematernidade ficaram para um segundoplano, depois da estabilidade econmi-ca.Alm da qualificao, algumas empre-sas se queixam da falta de comprome-timento de alguns funcionrios. Vo-cs sentem isso?Isso no acontece com frequncia.Como o mercado est muito dinmico,as pessoas conseguem buscar mais opor-tunidades de trabalho. Por isso, as orga-nizaes esto investindo em seus cola-boradores para evitar que eles migrempara outras companhias. Com a Copa eas Olimpadas, a demanda por profissi-onais vai aumentar muito. Por essa razo que as empresas esto investindo maisem seu capital humano para conseguirret-lo. E esse investimento tanto emestrutura quanto em relacionamento in-terpessoal.Como a Lyder passou pela crise de2008/2009 e quais so os planos parao futuro?Na crise vimos uma oportunidade.Mesmo que muitas empresas estivessemdemitindo, uma hora elas teriam que con-tratar novamente. Por isso, para ns, cri-se sinal de trabalho. Tanto que 2008foi o ano que mais contratamos e expan-dimos os negcios com novos clientes,candidatos e estrutura. Para aqueles cli-entes que estavam temerosos com o fu-turo e o mercado oscilando, mas precisa-vam contratar, ns sugerimos os tempo-rrios. Suprimos, com a mo de obratemporria, o acrscimo de trabalho nasempresas que estavam operando com oquadro reduzido. O reflexo disso foi onosso crescimento. Entre o incio de 2009e o final de 2010 tivemos um aumentode 30%, tanto em empresas quanto emcolocao de profissionais. Para o futuro,estamos planejando uma sede prpriamaior.Como a sua relao com colabora-dores e clientes?Muitas pessoas dizem que sou em-preendedora, frente do mercado, masningum faz nada sozinho. Por trs sem-pre existe uma equipe. Eu me considerocolega de trabalho. Estou junto com mi-nha equipe, trabalhando com ela. EmFrederico Mombach/MPrelao aos clientes, no importa o tama-nho e a quantidade de colaboradores,para mim so todos iguais. Eles devemse sentir nicos na minha empresa. Porisso trabalhamos a qualidade ao atendi-mento, que para mim primordial. Nos-sos clientes so fiis e trabalham conosconuma parceria de longa data. Isso mos-tra a qualidade e credibilidade do nossotrabalho. Existem muitas empresas quevi crescer, assim como empresas que cres-ci junto.Voc afirmou que uma pessoa em-preendedora e que gosta de desafios.Como tal, em que outros projetos,alm da Lyder RH, voc est envolvi-da?Hoje somos mantenedores de doisProjetos Pescar. Apoiamos porque ad-miramos e incentivamos o crescimentocom aprendizado e acreditamos no futu-ro dos jovens.H um ano tambm investi em umadistribuidora de gs e gua, a D'vila co-mrcio de gs e gua. Ela uma distribui-dora autorizada Ultragaz em Cachoeirinha.Alm de fornecer gs e gua s residncias,tambm atendemos as indstrias, com gspara empilhadeiras e refeitrios. Buscamoscomo diferencial o atendimento. Para tan-to, nossos colaboradores so treinadospara entrega e instalao. Nosso cliente abresua porta e tem a garantia de um timoservio, segurana e discrio em relaoao seu patrimnio.10Abril de 2011Prof. Saul SastreDiretor de Transportes Rodovirios - DAER/RSwww.saulsastre.com.brsaulsastre@terra.com.brDESENVOLVIMENTOAt onde cresceuma empresa?regioAt onde pode crescer uma em-presa? Constantemente fao essapergunta para meus alunos e a res-posta fica sempre no limbo. Comoprever o crescimento de um neg-cio em um mercado turbulento? Noano passado ainda nos recuperva-mos da crise econmica mundialoriunda dos EUA, quando comeoua da Europa. A Grcia ainda noest recuperada e muita coisa estpara acontecer, enquanto isso o Ja-po, uma das maiores economiasdo mundo, sofre com um Tsunami epor consequncia um acidente nu-clear. Philip Kotler escreveu sobre aera da turbulncia, mas haja gestopara segurar tudo isso.Mesmo assim, as empresas con-tinuam. O mundo no para, para quevoc o conserte, e sobrevive quemtem maior adaptabilidade. a lei deDarwin no contexto dos negcios.As empresas so feitas de pes-soas e as pessoas crescem at ondese permitem, cada um dentro dassuas crenas limitadoras. No exis-te limite para o crescimento de umaempresa, mas existe o limite da ca-pacidade de seus gestores, quequanto mais desenvolvidos e pre-parados forem, mais longe levaroos negcios.Um dos princpios de Peter Dru-cker na APO (Administrao Por Ob-jetivos) escrita em 1954, que oCEO (Chief executive officer, Dire-tor Executivo) sempre o respons-vel por tudo o que ocorre em umaorganizao. Por analogia, pode-mos afirmar que uma empresa cres-ce at onde a viso de seu donoalcana.Sempre foi um tanto complicado paraos brasileiros, tanto residentes no Brasilcomo no exterior, enviar produtos novoscomprados nos Estados Unidos. As gran-des redes de lojas norte-americanas geral-mente no aceitam cartes de crdito cujoendereo de cobrana no coincide com oendereo da entrega para compras online oupor telefone. Dessa forma, o residente noBrasil fica impossibilitado de usar distn-cia seu carto de crdito brasileiro. Em rela-o ao turista, este fica sujeito s restries etaxas alfandegrias. J o residente nos Esta-dos Unidos corre o risco de perder presentesou produtos caros enviados aos seus fami-liares no Brasil. Isso pode acontecer porqueo produto no foi encaminhado de formaadequada, com fatura includa, por riscos dedanos e perdas ou ainda por extravio.Detectando uma oportunidade de neg-cio nesse segmento, a Bringer Corporationdesenvolveu o projeto Brabox, um serviode compra e envio de produtos novos para oBrasil, incluindo toda a logstica de trans-porte, pagamento das taxas alfandegrias le-gais, retirada no local do remetente e entregano endereo do destinatrio. Alm da grandeestrutura da Bringer, que possui voos prpri-os de transporte para o Brasil, a experinciacom o mercado brasileiro de tantos anos pro-porciona ao servio Brabox grande credibili-dade.O Brabox um servio de entrega por-ta-a-porta rpido e eficiente para o Brasil.H duas formas de se usar o servio: aprimeira para quem j est nos EstadosUnidos. Todo o processo acontece pelosite www.brabox.com, desde o pagamen-to at a entrega final das encomendas.A segunda modalidade para quem estno Brasil. O consumidor pode fazer a com-pra em qualquer loja nos Estados Unidos emandar entregar no endereo da Brabox paraenvio ao Brasil.Brabox lana servio de compra eentrega de produtos novos para o BrasilFundada em 1993 na cidade de Cachoeiri-nha, a Sulfer Comrcio de Ferros est com-pletando 18 anos no ms de abril. Com per-severana no objetivo de satisfazer a inds-tria metalmecnica, a empresa expandiu e aten-deu a todos os segmentos da rea industrial,tornando um conhecido distribuidor de pro-dutos das melhores marcas do Brasil e domundo.Aps anos de crescimento, conquista declientes e expanso de novos produtos, a Sul-fer inaugurou sua primeira filial em 2001, loca-lizada na Avenida Flores da Cunha, com ointuito de atender ao pblico do centro da ci-dade. A partir de ento, foram agregadas aslinhas de produtos voltados construo civil,estruturas metlicas e corte e dobra.Desde o incio de suas atividades, a Sulferinvestiu em suas instalaes, equipamentos ena capacitao de sua equipe de funcionriospara oferecer sempre o melhor servio comprodutos de qualidade. O ltimo investimen-to realizado pela empresa foi a instalao deum Centro de Logstica em Cachoeirinha, noincio deste ano. Uma rea de 1 mil m, localiza-da na Avenida Ca, Distrito Industrial, que contacom uma equipe de vendedores externos. De-vido demanda, a Sulfer percebeu a necessida-de da criao do centro para diminuir o fluxonas lojas e acelerar as entregas de grande porte,alm de melhorar as vendas para o interior doEstado.Atualmente a empresa conta com um qua-dro de colaboradores voltados excelncia noatendimento e equipe comercial interna e ex-terna para dar orientaes tcnicas, oferecendouma consultoria a seus clientes dos melhoresprodutos e processos industriais. Para conhe-cer mais sobre a empresa, acesse o site:www.sulferrs.com.br.Sulfer: h 18 anosdistribuindo com qualidade11Abril de 2011O vidro duplo est se tornando a princi-pal escolha das empresas em todo o mundo.Caracterizado por ser um isolante trmicoe acstico, o vidro duplo, tambm conheci-do como insulado, traz grandes benefciospara empresas localizadas em centros urba-nos e prximas de reas de intenso trfego deveculos.O sistema de envidraamento duplo aliaas vantagens tcnicas e estticas de pelo me-nos dois tipos de vidros. Entre eles, h umacamada interna de ar ou de gs desidratado -dupla selagem. A primeira selagem evita atroca gasosa, enquanto a segunda garante aestabilidade do conjunto. Este sistema in-supervel quando a inteno aproveitar aomximo a luz natural, com bloqueio do calorproveniente da radiao solar e obter grandeconforto acstico, com maior bloqueio dosom.Alm disso, o envidraamento duplopode ser composto por qualquer tipo de vi-dro, destacando as qualidades entre eles. Ovidro duplo tambm pode conter uma per-siana interna, entre os vi-dros, o qual rene todas asvantagens resultantes do vi-dro duplo, como o controlede luminosidade e privaci-dade. Sistema muito utili-zado em hospitais, clnicase laboratrios.Buscando atender aosclientes com extrema quali-dade, a Vidrobox, empresasituada em Cachoeirinha,aposta na utilizao do sis-tema de vidro duplo. Desde a sua fundao,em outubro de 1971, a empresa vem atuan-do fortemente na industrializao e comerci-alizao de vidros planos, alm de possuirum Sistema de Gesto da Qualidade certifica-do pela norma ISO 9001:2000, a fim de asse-gurar a qualidade de todo o processo produ-tivo.A implantao do vidro duplo no catlo-go de produtos da Vidrobox ocorreu emfuno de seus diversos benefcios e garantiade satisfao do cliente. "O interessante dovidro duplo que a espessura pode variardependendo da quantidade de som que aempresa deseja isolar, o que garante a satisfa-o do sistema", afirma o empresrio Gilber-to Ribeiro, da Vidrobox.O vidro duplo possui grande durabilida-de e pode ser aplicado para fechamento de vosfixos, janelas, portas, coberturas, visores dasportas de saunas secas e midas, alm do fe-chamento de salas e ambientes climatizados.Os benefcios da implantao de vidros duplosDivulgao/MPO vidro duplo traz benefcios para empresas localizadas em centrosurbanos12Abril de 2011Claiton ManfroSecretrio da Cultura de CachoeirinhaDiretor do Cisco Teatroclaiton.manfro@terra.com.brUNIVERSO CULTURAEu sempre fui melhor para perguntas do que respostas.Sempre acreditei que as perguntas tm a fora das utopias ecomo disse Eduardo Galeano acerca da utopia - "ela servepara nos fazer caminhar''.Penso que as perguntas devem desacomodar, instigar enos fazer ir adiante - atrs de respostas ou de novas perguntas.Um excelente exemplo do papel que as perguntas tm emnossa vida, foi o que os manifestantes escreveram nas paredesdurante a Guerra Civil que aconteceu no Chile. A frase era aseguinte: ''quando descobrimos as respostas, eles mudaramas perguntas''. Tanto os revolucionrios, quanto os situacionis-tas buscavam a mesma coisa, respostas, ou novas perguntas.O grande poeta Pablo Neruda escreveu um livro chamado "Olivro das perguntas'', com prolas como: quantos metros cbi-cos existem de uma laranja ao sol? Os helicpteros levamseus filhos para passear? A rosa est nua ou s tem estevestido? Quando o grande polvo negro cobriu a luz do dia?Nossa vida uma permanente sucesso de perguntas.Ser homem ou mulher? Devo me casar? No seria melhorme separar? Ser que ela(e) gosta de mim? Ser que eu gostodela(e)? Isso bom pra mim? Devo comprar isso? Ser queterei dinheiro?Se pensarmos um pouquinho mais, veremos que at mes-mo aquilo que chamamos de "gosto'' pode ser questionado,basta perguntarmos como ele formado. Duvido que vocnunca tenha dito: - no gosto disso (um doce, por exemplo),sem nem mesmo ter provado o que estavam lhe oferecendo.Ou: - eu no gosto deste tipo de msica (pera, por exemplo)sem nunca ter escutado um Verdi, um Paganini... Ou seja, seugosto pode ser falso, ou pior, pode ser apenas uma manifesta-o do senso comum, o que nos torna pessoas sem vontadeou personalidade prprias. Por isso a importncia da pergunta,da dvida. Como eu posso falar que no gosto disso ou daqui-lo se no conheo - devo ter a vontade, a curiosidade, devorealizar o questionamento e a busca. Assim posso fugir dofamoso senso comum ou consenso burro, elevar meus conhe-cimentos, aumentar meu saber e desenvolver, em ltima anli-se, uma personalidade nica.VVVVVamos fazer um teste?amos fazer um teste?amos fazer um teste?amos fazer um teste?amos fazer um teste?Abaixo listo algumas perguntas que j respondi, porm gosta-ria de comparar minhas respostas com as suas, pois assimpoderei construir outras perguntas. Mande as respostas parameu e-mail: claiton.manfro@terra.com.br. O que mais importante, a f ou a religio? Por qu? Oque prova uma prova (na escola ou faculdade)? Por queexiste vestibular? Por que existe o dio? O que o cime? Para qu serve um Vereador e uma Cmara de Vereadores? Para qu serve um Governo Estadual? Para qu serve umDeputado (estadual e federal), um Senador, um CongressoFederal? Qual o papel dos Conselhos Municipais? Ospartidos polticos so necessrios. Em que sentido?Perguntas vs. respostasA fim de aproveitar sua partici-pao na Feira Internacional de M-quinas, Matrias-Primas e Acess-rios para a Indstria Moveleira -FIMMA 2011, a Formplast, em-presa de Gravata, lanou seu novoproduto: o FormGaveta. Desen-volvido a partir de PET reciclado,o material traz para a indstria mo-veleira reduo de custos, eliminan-do o uso de madeira e cola e dimi-nuindo a mo de obra. Alm dis-so, o PET permite design inova-dor e mais moderno, mais leve,Formplast lana oFormGaveta na FIMMAregioUm grandediferencial doFormGaveta queutiliza polister, oque torna a gavetafcil de limparDesenvolvido a partir de PET reciclado, o materialtraz para a indstria moveleira reduo de custosDivulgaomais resistente, fcil de limpar, noprolifera mofo ou cupins, maisdurvel que as gavetas convencio-nais e ainda ecologicamente cor-reto.Um grande diferencial do For-mGaveta que utiliza polister, oque torna a gaveta extremamentefcil de limpar, durvel e resis-tente, suportando at 30Kg deforma esttica, o que equivale a 13pacotes de papel A4 de 500 folhascada. Maiores informaes pelosite www.formplast.com.br.13Abril de 2011Influncia da embalagem na formao domercado de consumo brasileiroRicardo SastreRicardo SastreRicardo SastreRicardo SastreRicardo SastreR3 EmbalagensEm se tratando de supermercados eembalagens, talvez seja impossvel definircom preciso quem mais influenciouquem.No primeiro momento, a clientela es-tranhou a ausncia de vendedores. As pes-soas intimidavam-se com as catracas en-to existentes nas entradas das lojas, te-mendo que lhe fossem cobrar algum in-gresso, ou no usavam carrinhos commedo de lhe cobrarem algum aluguel.Mas embalagens e supermercadoslogo entraram em sintonia para redese-nhar o modo de comprar e vender nessepouco mais de meio sculo em que co-existem.Desenvolveram-se materiais e solu-es para acondicionar tudo que as pesso-as sempre consumiram. Marcas tradicio-nais sentiram a necessidade de se adaptarao novo estilo, aos novos tempos. O com-putador e a tecnologia de ponta criarampadres e inovaram mtodos.Profissionais tiveram de se capacitar,mquinas e equipamentos se renovaram,diferentes normas e procedimentos pas-saram a balizar as aes de quem lidavacom os rtulos, as etiquetas, as tampas.Os cuidados com a preservao ambien-tal, a abertura da economia brasileira, opique cosmopolita de um mercado que seglobalizou, tudo isso de certo modo estimpresso nas embalagens.Nelas permanecem gravadas, igual-mente, a capacidade de improvisar e a finasensibilidade das pessoas que possuemtino para negcio. Essa gente capaz devislumbrar detalhes mnimos que podemfacilitar o cotidiano de uma nao inteira,at mesmo em um pas de populaogrande como o nosso, que est s vspe-ras de chegar a 200 milhes de habitantes.A entrada dos supermercados veiomudar o enfoque das embalagens, quecomearam a funcionar como elemento in-dutor da venda. Sem o balconista para ven-der o produto, a embalagem passou a de-sempenhar o papel de uma fora de venda.Outra novidade que as gndolas pas-saram a colocar o consumidor diante deprodutos semelhantes, concorrendo en-tre si. Os detergentes, os sabonetes, ama-ciantes e assim por diante. Em consequ-ncia, a embalagem adquiriu importnciamaior no contexto de formao de marcae no complexo de interao do consumi-dor com o produto. Outras mdias influ-em, com certeza, mas no resta dvida deque a embalagem se transformou em ele-mento fundamental na comunicao dasmercadorias.Os supermercados influenciaram tam-bm no design e na forma de expor asembalagens na gndola. Foram otimiza-dos os espaos para os produtos e emcontrapartida foram criadas variaes desabores e verses para recuperar os espa-os perdidos para a concorrncia, recupe-rando, assim, maior visibilidade a marca.A indstria, na verdade, teve de aprendera usar o supermercado.No incio da dcada de 60, existiam nomais do que 100 lojas de supermercadosem todo o Brasil. Hoje em dia se fala em 50mil lojas de auto-servio, nas quais os pro-dutos alimentcios, de higiene e limpezaconcentram mais de 80% das vendas.Como o consumidor comeou a fazercompras maiores, esses novos estabeleci-mentos conseguiam oferecer preos maisbaixos do que o pequeno armazm da es-quina. Era ento prefervel comprar no su-permercado, porque custava mais barato eali se encontrava de tudo no mesmo lu-gar. As indstrias de bebida, por exem-plo, aumentavam sua presena com o apa-recimento desse comrcio. Continuarampresentes em todos os pontos de venda,mas sem dvida ganharam uma visibili-dade maior nos supermercados fazendocom que as pessoas consumissem mais.O prprio consumidor passava porum aprendizado, sentia falta do atendi-mento pessoal, do bate-papo com o bal-conista, da ateno do prprio dono, ques vezes o ajudava a escolher, a compararpreos. No auto-servio, as pessoas preci-savam decidir sozinhas. Elas tinham depagar na hora. A frase anota a, pago nofinal do ms, simplesmente desapareceu.Algumas dcadas se passaram at que acaderneta do quitandeiro amigo viesse ater a substituio por outras formas decrdito, como o cheque pr-datado, porexemplo.14Abril de 2011No dia 16 de maro foi realizada a formatura de 13 alunos daUnidade Projeto Pescar do Centro das Indstrias de Cachoeiri-nha (CIC). Os estudantes concluram o curso de Iniciao Pro-fissional em Logstica. Durante dez meses, os jovens de 16 a19 anos tiveram aulas de logstica, informtica, gesto, compras,administrao de materiais e estoque, contabilidade, planejamen-to e controle de produo, marketing e transporte, visando suapreparao para o mercado de trabalho. Alm disso, um diferen-cial do Projeto o foco no desenvolvimento humano dos jo-vens, quando so ministradas aulas de ecologia, empreendedo-rismo, comunicao, sade e ambiente de trabalho aos alunos.As aulas acontecem em sala de aula montada no Centro dasIndstrias, com o apoio de diversas empresas como Industin-tas, Pierplast, Escola So Mateus, Metalrgica Mahler e Metalr-gica Fallgatter. Todos os jovens integram o Programa JovemAprendiz e so empregados por empresas como Jimo, Renova,Portonovo e Souza Cruz. Alm disso, o Projeto conta comempresas mantenedoras, que aportam recursos para cobrir osgastos da Unidade. Para o ano de 2011, esto confirmadas asempresas Aos Favorit, Inbracell, Caliendo, Sulgrfica, MundialRH, Bleistahl, Quimicamar, Tonon Tintas e Metalrgica Mahler.Durante a cerimnia, foram homenageados um dos parcei-ros da Unidade, Vitor Mahler, da Metalrgica Mahler, e o Dire-tor do CIC Marcio Nuez.No dia 21 de maro, outros 15 jovens ingressaram no proje-to do CIC. Interessados em colaborar podero entrar em conta-to pelo telefone (51) 3471.7431 ou atravs do e-mailcic.pescar@terra.com.br.Divulgao CIC Divulgao CICDivulgao CICHomenagem a um dos parceiros da Unidade, Vitor MahlerHomenagem da turma ao Diretor Marcio NuezFormandos comemoraram a conquistaCIC forma 13 alunosno Projeto Pescar15Abril de 2011A til Qumica est come-morando 20 anos e lanou emfevereiro uma renovao nasembalagens e rtulos em maisde 70% de seus produtos. Fo-ram aproximadamente doisanos de pesquisa para a escolhadas embalagens, desenvolvi-mento de novos rtulos e me-lhorias nas frmulas dos pro-dutos. Toda linha de amacian-tes de roupas das marcas Toquede Carinho e Aconchego, desin-fetantes Pinho til, ceras e lim-padores Permax Lar, detergenteem p Toque de Carinho, lavaroupa lquido Toque de Cari-nho, tira manchas em p Oxi-max e multiuso Cristal Sol, fo-ram relanados com novas em-balagens e frmulas mais efici-entes.A empresa tambm lanounovos produtos: alvejantes semcloro para roupas brancas e co-loridas, detergente em p mul-tiuso, desengordurante para co-zinhas e nova linha de desinfe-tantes com a marca Aconchego,aproveitando o excelente desem-penho de vendas do amaciantede roupas da marca.til Qumicaaposta em renovaoe ganha prmioApresentao dos novos produtos para os representantes da empresaPrmio Produto do Ano foi concedido ao Limpa CarpeteCamila Schfer/MPCamila Schfer/MPOutra boa notcia foi a conquista do prmio Produto doAno para o Limpa Carpete Cristal Sol, no incio de feverei-ro. O diretor da til Qumica, Admir Juchneski, esteve emSo Paulo para receber o trofu. O Produto do Ano premiaos novos produtos de consumo lanados no mercado emtermos de inovao. So os prprios consumidores queelegem os produtos mais inovadores atravs de um estudode mercado em todo territrio brasileiro realizado pela As-sociao de Consumidores e IBOPE. O PDA nasceu h 25anos na Frana e atualmente est presente em 38 pases eno Brasil h trs anos.Produto do AnoForam aproximadamente dois anos depesquisa para renovao dos produtos16Abril de 2011tecnologiaEm sua primeira edio no Brasil, afeira Bits (Business IT South Amrica) serrealizada do dia 10 a 12 de maio, emPorto Alegre, no Centro de Eventos daFiergs. Ser um encontro de alto nvelpara quem deseja resultados significati-vos nos setores de business TI e infraes-trutura de TI; comunicaes B2B; in-ternet 2.0; navegao, transportes e lo-gstica; setor pblico; distribuio e re-vendas; telecom e mobile; software e ser-vios.Em conjunto com a exposio, aprogramao paralela incluir finanas,governo, indstria, varejo e telecomuni-cao, alm do Encontro de NegciosAL-Invest, grande atrao esperada pelopblico. Direcionado para empresas bra-sileiras interessadas em identificar opor-tunidades de negcios e estabelecer par-cerias com empresas europeias e dos pa-ses do Mercosul, o Encontro uma ini-ciativa da CNI, com apoio da Fiergs, porFeira Bits acontece pela primeira vez no Brasilmeio do Centro Internacional de Ne-gcios (CIN-RS), no mbito do Pro-grama Al-Invenst IV. Interessadosdevem realizar pr- inscrio no sitewww.cinrs.org.br.A Bits um evento da Deutsche Mes-se, realizado por meio de sua subsidiriano Brasil. A Hannover Fairs Sulamerica ea Federao das Indstrias do Rio Gran-de do Sul, em cooperao com a Conver-ge Comunicaes, realizam a organizaoe promoo do evento. Outros parceirosso as associaes das indstrias de TI,Softex e Softsul. O pblico que deseja parti-cipar da feira pode realizar a inscrio direta-mente no site www.bitsouthamerica.com.br.Maiores informaes pelo telefone (41) 3027-6707.DivulgaoA Bits um evento da Deutsche Messe, realizado pormeio de sua subsidiria no BrasilGil Giardelli participar do @ICT Latin American Congress on ICT TrendsNo mbito da Bits Global Conferences,ocorrer o @ICT Latin American Congresson ICT Trends. Um congresso internacionalcomposto por trs trilhas tcnicas temticasorientadas a negcios e sesses de keynotesque abordaro temas estratgicos para em-presrios de TIC.No dia 12 de maio, na terceira trilha docongresso, Gil Giardelli estar em Porto Alegrepara participar do evento, com a palestra "Ino-vao, Redes Sociais e novas formas de traba-lhar na era digital". Giardelli falar sobre o im-pacto da era digital no mercado de trabalho enas relaes humanas, propondo a seguintepergunta: "O que faremos a respeito das trans-formaes do sculo XXI, no qual a inovao,as redes sociais e a era digital so os catalisado-res de uma mudana de paradigmas?"Segundo o palestrante, vivemos a subs-tituio da era da informao pela era da parti-cipao. A nova era digital uma revoluonas tendncias tecnolgicas, econmicas esociais, marcada pela coletividade, participa-o e compartilhamento, premissas da novaweb - a nova gerao da internet. No h maisfronteiras, as informaes chegam a qualquermomento, no h distncias fsicas.Gil Giardelli especialista noMundo.com, com 12 anos de experincia naera digital. Professor nos cursos de ps-gra-duao e MBA na ESPM e CEO da GaiaCreative, empresa em que programa inteli-gncia de mdias sociais, economia colabora-tiva e gesto do conhecimento para empresascomo BMW, Fundao Roberto Marinho,Grupo CCR, Sebrae, MINI, Grupo Cruzeirodo Sul, entre outras.Entre os objetivos da apresentao deGiardelli, destacam-se a oportunidade de dis-cutir sobre critrios e utilizao da inovao,redes sociais e tecnologia, mostrando a im-portncia destas ferramentas na construode novos negcios e de ressaltar os tpicosmais importantes ligados a novas formas detrabalhar na era digital, oferecendo informa-o de qualidade a profissionais que precisamde atualizao e reciclagem de conhecimentosconstantemente.17Abril de 2011A chanceler alem Angela Merkel de-cretou que em um prazo de trs mesestodas as usinas atmicas na Alemanhapassaro por um processo de moratria.Esta operao ser feita por uma comis-so de experts que devero refazer umaanlise dos riscos que podem trazer asusinas atmicas ativadas em seu territ-rio. "A segurana est em primeiro lugar eo exemplo do que aconteceu no Japodeve nos servir como lio. No ser acei-to nenhum tipo de prorrogao desta de-ciso", diz a chanceler. Os Estados da Ba-viera, Baden-Wrttemberg, Hessen, Nie-dersachen e Schleswig-Holstein so as se-des para passar pelo processo de anlisequmica, biolgica e tecnolgica pelos es-pecialistas.As consequncias polticas e econmi-cas so igualmente fortes para o mundo,independente do lugar onde acontea oacidente nuclear, como se pode compro-var com a maior catstrofe industrial dahistria do Japo. O Banco Central injetauma quantidade de dinheiro enorme nomercado, mas em curto prazo isso noser remediado. A energia eltrica do pasest comprometida, impossibilitando aretomada da vida cotidiana. Os tremoresde terra continuam, pois os movimentosssmicos foram de to grande profundi-dade que necessitam de tempo para que acrosta terrestre possa se ajustar. O nme-ro de mortos incontvel e a populaovive um inferno na Terra, mas o governoconsola dizendo que no deve haver qual-Rosani Erhart Schlabitz - jornalistaRosani Erhart Schlabitz - jornalistaRosani Erhart Schlabitz - jornalistaRosani Erhart Schlabitz - jornalistaRosani Erhart Schlabitz - jornalistaCorrespondente Revista Matria PrimaMunique - AlemanhaJapo, Alemanha e o mundoquer pnico ou desespero, pois o pas serreconstrudo. O Ministro das Finanas dizque o yen mudar seu curso pra outrasdivisas do mercado.O Japo foi um pas que j se levan-tou das cinzas aps a Segunda GuerraMundial apenas com sua fora e deter-minao. Hoje, a cidade de Tquio de-fende com unhas e dentes a necessida-de de usinas atmicas em seu territrioconsiderando que parte da enegia el-trica que o pas utiliza vem destas cen-trais.O curioso que a maioria dos aciden-tes naturais que o mundo assistiu tem as-sistido nos ltimos tempos aconteceu empases "pobres", deixando uma fresta deconsolo aberta aos mesmos de que nopossuam tecnologia para descobrirem atempo uma catstrofe. O Japo um pasrico e industrializado, com o que tem demais moderno e sua alta tecnologia queno conseguiu alertar a populao. A cida-de de Fukushima est exposta radioati-vidade altssima e as pessoas no podemficar ao ar livre mais de uma hora diria.As consequncias do excesso de exposi-o viro em duas ou trs semanas, comsistema pulmonar danificado. O mundoest em alerta e entre todas as crises que sepode citar, hoje e j era hora, vive umacrise de valores.DivulgaoUsina instalada na Alemanha18Abril de 2011ESPECIAL 3 ANOSCom o objetivo de informar e pro-mover negcios em mercados em crescen-te desenvolvimento como Cachoeirinha,Gravata e Canoas, que surgiu a revistaMatria Prima. Idealizada pela agncia decomunicao TRCOM., sua primeira edi-o se apresentava ao pblico em abril de2008. Desde a primeira pgina, o intuitofoi sempre o mesmo: aproximar empre-sas, entidades e profissionais liberais ofe-recendo qualidade editorial e distribuioH 3 anos noticiandoos negcios da regioA revista Matria Prima completa 3 anos de compromisso com a informao edivulgao dos acontecimentos de Cachoeirinha, Gravata e Canoas. Confira nesseespecial os principais destaques noticiados desde a primeira edio, de abril de 2008ampla e dirigida. Desde ento, noticiamosfatos importantes da regio como abertu-ra de empresas, investimentos, inovao,fuses e novas parcerias. Tambm contri-bumos para que empresrios daqui co-nhecessem melhor seus vizinhos, opor-tunizando negcios entre as empresas daregio.Nesses 3 anos muita coisa aconteceu:os Estados Unidos elegeram seu primei-ro presidente negro, o Brasil sua primeiramulher presidente, o mundo assistiu auma grande crise econmica onde os emer-gentes se destacaram (e ainda se destacam),o Chile trouxe um exemplo de superaocom o resgate dos mineiros e a polcia doRio de Janeiro venceu uma verdadeiraguerra urbana.Mas nossa regio tambm teve seusdestaques nesses 3 anos, que foram devi-damente noticiados na revista Matria Pri-ma, confira!Na 1 edio da Matria Primapudemos conferir uma entrevis-ta com a empresria MariaHelena Teichmann. Alm disso,o leitor conheceu a tecnologiainovadora de corte jatod'gua da Tecnistamp e a novasede do Sicredi em Cachoeiri-nha. Tambm comemoramos os50 anos da Mahler Inox.A 2 edio da Matria Primatrouxe como capa Pedro deBorba e os 20 anos daArauterm. Tambm foinoticiado o carro de nmero1 milho da General Motorsde Gravata. Alm disso,tambm divulgamos o inciodas obras do Parque Grficoda Souza Cruz.Na 3 edio da MatriaPrima comemoramos os33 anos da Sidersul, comuma entrevista com TulioJaconi, e tambm divulga-mos os novos espaos doRestaurante Mercato e os80 anos da AssociaoComercial, Industrial e deServios de Gravata -Acigra.A 4 edio da MatriaPrima trouxe o pioneiris-mo do Z das Molas e os37 anos de sua empresa,a Tecnomola. Tambmnoticiamos as novidadesda edio de 2008 daMercopar, a tecnologiapioneira da Renova e aformatura dos jovens doProjeto Pescar da Parks.19Abril de 2011ESPECIAL 3 ANOSNa 5 edio da Matria Prima, osprefeitos de Cachoeirinha e Canoasdivulgaram seus planos para as cidades.Tambm mostramos as empresas daregio presentes na Mercopar, asexpectativas para 2009 e a reativaodo Comit Regional da Qualidade deGravata.A 6 edio da Matria Prima foifocada nas empresas familiares eseus desafios. Tambm entrevistamosLeandro Gonalves da Silva, daBringer/Interfasul e noticiamos ainaugurao de uma clula detrabalho da Renova em um presdio.Na edio comemorativa de 1 anoda revista, a entrevistada foi NeivaBilhar, nova presidente do Centrodas Indstrias de Cachoeirinha(CIC). Tambm mostramos que acrise econmica no impediuinvestimentos de algumas empresas.A 10 edio darevista trouxe umaentrevista com EdgarBortolini, novopresidente da Parks, aimportncia doplanejamento estrat-gico para as empre-sas, alm de umareportagem especialsobre a Mercopar.A 8 edio da Matria Prima trouxeos investimentos em tecnologia,responsabilidade social e ambientalda Renova atravs de uma entrevistacom Joarez Veno. Tambm come-moramos os 21 anos da Arauterm ea inaugurao do parque grfico daSouza Cruz.Na 9 edio darevista MatriaPrima, a RodadaSulamericana esteveem destaque. Aindadivulgamos os 20anos da til Qumi-ca, atravs deentrevista com AdmirJuchneski e a entregado 14 Prmio daQualidade RS.Na 11 edio daMatria Primatrouxemos o lana-mento da marca BRQuim, com a entrevistade Marcelo Luiz dosSantos, a inauguraoda nova escola doSenai em Cachoeiri-nha e a entrega doprmio Carrinho Agaspara as empresas Rittere Oniz.20Abril de 2011ESPECIAL 3 ANOSA 12 edio da revista trouxeexemplos de empreendedorismo comMateus Rolim e Ftima Teixeira, quevenceram a etapa estadual do prmioMPE Brasil. Tambm comemoramosos 70 anos da Cmara de Indstria,Comrcio e Servios de Canoas(CICS) e divulgamos o balano doprimeiro ano da parceria entre aRenova e o Instituto Penal MiguelDario.Comemorando o segundo anoda revista Matria Prima, a 13edio trouxe a fuso entre MDMveis e Giroart, mostrou que oempresariado da regio estavaotimista com 2010 e o problemado lixo tecnolgico para o meioambiente.Na 14 edio daMatria Primacomemoramos os52 anos da MahlerInox com aentrevista de VitorHugo Mahler. Almdisso, noticiamos aampliao da CDSul e mostramoscomo lidar com ops-crise.A 15 edio trouxeum especial sobre oPrmio Qualidade RS.Comemoramos os 20anos da Renova com aentrevista dos direto-res da empresa epublicamos ainda umareportagem completasobre incubadoras deempresas.21Abril de 2011A 19 edio daMercopar foi destaquena 16 edio darevista Matria Prima.Tambm comemora-mos os 35 anos daSidersul e noticiamoso debate em torno dacriao de um polotecnolgico na regio.A importncia daqualidade do arinterior foi um dosdestaques da 17edio da MatriaPrima, que trouxeainda uma entrevistacom Dilamar Sabio,da CDS Construoe Engenharia.A 18 edio daMatria Primahomenageou a turmado projeto Pescar doCIC e os 25 anos daData Cempro, com aentrevista de EdsonSalles.Considero a Revista Matria Prima um excelente veculo de comunicao, sempre publi-cando reportagens de interesse do empresariado, bem como divulgando nossas empre-sas e produtos. Parabenizo toda a equipe por mais este aniversrio e desejo comemorarmuitos outros coroados de xito, pois o trabalho que vm realizando com certeza resul-tar no reconhecimento do pblico em geral.Mateus Rolim (capa da edio n 12)Mateus Rolim (capa da edio n 12)Mateus Rolim (capa da edio n 12)Mateus Rolim (capa da edio n 12)Mateus Rolim (capa da edio n 12)Metalrgica RolimMetalrgica RolimMetalrgica RolimMetalrgica RolimMetalrgica RolimO Brasil est aprendendo e colocando em prtica o desenvolvimento de suas regies emicro regies, no concentrando de forma totalitria os investimentos no centro dopas. A Revista Matria Prima apresenta e acompanha o crescimento e a transformaode nossa regio, levando informao e negcios a todos os leitores, sejam eles empre-srios, investidores ou especialistas.Guilherme MasseroniGuilherme MasseroniGuilherme MasseroniGuilherme MasseroniGuilherme MasseroniScio Gerente da Get Way TecnologiaScio Gerente da Get Way TecnologiaScio Gerente da Get Way TecnologiaScio Gerente da Get Way TecnologiaScio Gerente da Get Way TecnologiaA Revista Matria Prima veio para colocar as empresas de Cacho-eirinha e regio no mapa das possibilidades de negcios. A MPproporcionou uma interao entre as empresas, criando facili-dades para o desenvolvimento de negcios entre novos parcei-ros. Mostra ainda as importantes atividades desenvolvidas pe-las empresas nas reas social, ambiental e cultural da regio.Parabns pelos 3 anos de contnuo sucesso.Vitor Hugo Mahler (capa da edio n 14)Vitor Hugo Mahler (capa da edio n 14)Vitor Hugo Mahler (capa da edio n 14)Vitor Hugo Mahler (capa da edio n 14)Vitor Hugo Mahler (capa da edio n 14)Diretor Geral da Metalrgica MahlerDiretor Geral da Metalrgica MahlerDiretor Geral da Metalrgica MahlerDiretor Geral da Metalrgica MahlerDiretor Geral da Metalrgica MahlerA revista Matria Prima completa 3 anos de muita informao e resultados positivos.Acompanhamos as edies e a cada revista que recebemos temos a oportunidade deconhecer novas indstrias, empresrios do setor e oportunidades de negcios. Para-bns revista que trabalha abrindo espaos aos empresrios e leitores, impulsionan-do assim os contatos, os negcios e o crescimento da economia da regio.Admir Juchneski (capa da edio n 9)Admir Juchneski (capa da edio n 9)Admir Juchneski (capa da edio n 9)Admir Juchneski (capa da edio n 9)Admir Juchneski (capa da edio n 9)Diretor da til QumicaDiretor da til QumicaDiretor da til QumicaDiretor da til QumicaDiretor da til QumicaESPECIAL 3 ANOSParabns revista Matria Prima pelos 3 anos de dedicao em trazer ao conhecimento dapopulao de Cachoeirinha o crescimento das empresas da cidade, bem como de cidadesvizinhas, divulgando enfaticamente o trabalho de empresrios da regio. Vocs, como meiode comunicao, so grandes colaboradores para o crescimento deste municpio, pois sepreocupam em manter os cidados informados sobre os projetos de valorizao da cidade,a gerao de novas empresas, assim como cada passo evolutivo que Cachoeirinha d.Como empresrio, sinto-me seguro em saber que a revista trata com tanta seriedade e integri-dade o empreendedorismo de sua regio. Desejo muito sucesso equipe que compe arevista e continuem com esse trabalho de divulgao, que to importante, tanto para Ca-choeirinha como para os leitores, que ficam a par de todas as inovaes de sua cidade.Dilamar Sabio (capa da edio n 1Dilamar Sabio (capa da edio n 1Dilamar Sabio (capa da edio n 1Dilamar Sabio (capa da edio n 1Dilamar Sabio (capa da edio n 17)7)7)7)7)CDS Construo e EngenhariaCDS Construo e EngenhariaCDS Construo e EngenhariaCDS Construo e EngenhariaCDS Construo e EngenhariaA Data Cempro parabeniza o pessoal da Matria Prima por estes 3 anos de sucesso. A revistacada vez mais tem se tornado um veculo de comunicao local de muita qualidade deinformao e excelente apresentao, com contedo srio e responsvel, permitindo que oempresariado se torne mais conhecido junto comunidade da regio.Edson Salles (capa da edio n 18)Edson Salles (capa da edio n 18)Edson Salles (capa da edio n 18)Edson Salles (capa da edio n 18)Edson Salles (capa da edio n 18)Diretor da Data CemproDiretor da Data CemproDiretor da Data CemproDiretor da Data CemproDiretor da Data CemproQueremos parabenizar a Revista Matria Prima pelo seu terceiro aniversrio. Neste pequenotempo na nossa regio, j um agente de comunicao empresarial importante em Cacho-eirinha. Esta revista veio preencher um espao empresarial que estava faltando no nossomeio. Os produtos manufaturados e/ou vendidos aqui finalmente tm um veculo que ospromove; os lderes da regio tambm tm o incentivo da revista com entrevistas pessoais oude suas organizaes, divulgadas por este meio que j querido entre os empresrios ca-choeirinhenses. Por isso renovamos nossas congratulaes por estes 3 anos de existncia.Eliseu Gonalves da SilvaEliseu Gonalves da SilvaEliseu Gonalves da SilvaEliseu Gonalves da SilvaEliseu Gonalves da SilvaDiretor da Bringer do Brasil e InterfasulDiretor da Bringer do Brasil e InterfasulDiretor da Bringer do Brasil e InterfasulDiretor da Bringer do Brasil e InterfasulDiretor da Bringer do Brasil e Interfasul22Abril de 2011Atualmente comum vermos em-presas investindo na terceirizao da mode obra. O processo, tambm chamadode outsourcing, uma prtica que visa areduo de custo e o aumento da quali-dade e precisa estar em conformidadecom os objetivos estratgicos da orga-nizao, os quais iro revelar em quepontos ela poder alcanar resultados sa-tisfatrios.O outsourcing indicado especialmen-te para funes que no so a atividade-fim da empresa, como limpeza, portaria,ascensoria, zeladoria, jardinagem e outras.De acordo com a Guiper Servios, que temanos de experincia na rea, a terceirizao uma vantagem competitiva para a orga-Terceirizao j uma realidade nas empresasO outsourcing indicado especialmente para funes que no so a atividade-fimnizao, pois deixa sob a responsabilida-de de outra empresa o gerenciamentodos servios que no agregam valor aoproduto."Contamos ainda com uma equipe es-pecializada e treinada em suas funes paraatender a necessidade cada vez mais exi-gente no mercado globalizado, que neces-sita de pessoal altamente capacitado", afir-mam os diretores da empresa. Todos oscolaboradores passam por uma integra-o ao ingressar no quadro funcional, onderecebem orientaes de como atender eproceder no desempenho de suas ativida-des, alm de receber os cursos necessriosna aplicao de suas funes.A terceirizao originou-se nos Esta-dos Unidos, logo aps a ecloso da IIGuerra Mundial, pois as indstrias blicastinham que se concentrar no desenvolvi-mento da produo de armamentos e pas-saram a delegar algumas atividades a em-presas prestadoras de servios. Alguns se-guimentos no Brasil, como a indstria tx-til e grfica, se utilizaram da contratao deservios.Entre as especialidades que a Guiperoferece esto: Zeladoria e Portaria; Recep-o e Ascensorista; Sistemas de Limpeza(para condomnios, empresas, escritrio,shopping, hospitais); Sistemas de Manu-teno Predial e Ptio (automao em con-domnios, jardinagem); Sistemas de Se-gurana; Mltiplos Servios.23Abril de 2011Consolidada no mercado de medicina pre-ventiva, a Prime Sade decidiu expandir suaatuao no mercado, at ento focada no trata-mento de casos crnicos. Com o principalobjetivo de reduzir os custos assistenciais, elaidentificou na metodologia OnSapiens umagrande sinergia para ofertar um programa paragesto da sade corporativa que vm ao en-contro com as necessidades do momento -um olhar sistmico a respeito da segurana,sade e bem estar do trabalhador que tragaresultados consistentes para as organizaes,alm de atender as exigncias legais.Como resultado desta parceria, a soluobatizada de Prime HMS disponibiliza umaplataforma web customizada na qual so re-gistradas as informaes relacionadas sade do trabalhador e de seus dependen-tes. Dentre suas funcionalidades est a cons-truo de diversos formulrios que facilitamos processos de diagnstico integrado e a co-leta das informaes relacionadas com as ati-vidades da Segurana do Trabalho, MedicinaOcupacional, Sade Assistencial, MedicinasadePreventiva, Gesto de Pessoas e LegislaoTrabalhista.Sua estrutura foi modelada para agruparos riscos e sintomas da sade, bem como osrespectivos custos diretos - tratamento, pena-lidades por no conformidade, insalubrida-de e periculosidade; e indiretos - queda deprodutividade, afastamentos e acidentes. Esseagrupamento permite classificar a populaoem grupos conforme fatores de risco e doen-as, para que sejam oferecidos programas depromoo da sade e preveno de doenas,com base em protocolos de sade constante-mente atualizados pela equipe de atendimentomultiprofissional - mdico, enfermeiro, as-sistente social, tcnico de segurana, nutricio-nista, dentre outros.A plataforma disponibiliza uma srie derecursos facilitadores no processo de gesto emonitoramento das atividades propostas:Sistema Integrado de Contact Center; Rela-trios Operacionais, Legais e Gerenciais; eAmbiente de EAD.Neste contexto, o funcionrio envolvi-do no processo como pea fundamental, sen-do ele educado para as aes de sade e segu-rana, desde o controle dos riscos aos quaisest exposto, passando por rotinas de con-troles e chegando a ter a preocupao com aadequada utilizao dos servios e recursosde sade.O trabalho da consultoria, dentre outrastarefas, possibilita a padronizao dos pro-cessos associados sade criando indicado-res para avaliao e melhoria contnua e a con-sequente melhoria da qualidade de vida, sa-tisfao e comprometimento e reduo doscustos assistenciais, alm de preparar os cola-boradores para a mudana de comportamen-to, incentivando o pensamento favorvel.Todo esse trabalho baseado no concei-to de educao para a sade, que preconiza autilizao de recursos apropriados para a apli-cao de uma metodologia eficiente de gestode mudanas, uma vez que os resultados dapreveno somente sero alcanados com amudana de hbitos.Para obter mais informaes sobre comosua empresa pode se beneficiar da aplicaodo conceito de Gesto em Sade informe-sepelo email gross@onsapiens.com.br ou pelofone (51) 9387.5538.Preveno baseada na Gesto da SadeA Carlos Chagas, dando seguimento ao seuplanejamento estratgico, inaugurou no dia 24 demaro uma nova unidade no centro de Porto Ale-gre, destinada exclusivamente ao atendimentode Medicina Ocupacional. A unidade visa prio-rizar o fcil acesso ao local, agilidade no tempo deatendimento e a centralizao dos exames comple-mentares, permitindo ao examinado um retornomais rpido s suas atividades laborais.Os servios disponibilizados so de Mdicodo Trabalho, Eletroencefalografia, Exames de Ra-diologia Geral, Audiometria, Eletroencefalografiae Exames Laboratoriais. A nova unidade fica naavenida Alberto Bins e conta com modernas insta-laes e gil sistema informatizado de atendimen-to.Carlos Chagas inauguranova unidade em Porto AlegreDivulgao/MPDr. Gildo Coifman e Dr. Rogrio CoifmanEduardo GrossEduardo GrossEduardo GrossEduardo GrossEduardo GrossRede do Conhecimento OnSapiens24Abril de 2011O ano de 2011 comeou mostrandoque ser marcante para o sexo feminino.Alm de ser eleita a primeira mulher presi-dente do Brasil, Dilma Rousseff escolheuoutras nove mulheres para liderar minis-trios nos prximos quatro anos de go-verno.Entretanto, o Palcio do Planalto no o nico lugar com liderana feminina.Grandes empresas como a Amanco sodirigidas por mulheres. Alm de presidi-rem empresas e pases, elas tambm estonos clubes de futebol e nem mesmo essarea mais uma especialidade unicamentemasculina. Patrcia Amorin a primeiramulher a liderar um clube no Brasil, o Fla-mengo. Desde que ela assumiu a presi-dncia do clube, o parquinho foi reforma-do, trocaram o mobilirio da piscina, re-formaram vestirios, a sauna e os bares,alm do clube ter realizado timas negoci-aes e contrataes de jogadores.Segundo um estudo conduzido pelaONG Endeavor, a capacidade de atrair ereter talentos maior em empresas queMulheres na lideranaso lideradas por mulheres. Dados mos-traram que a rea de recursos humanos um problema para 60% dos empreende-dores, enquanto s 35% das mulheres en-frentam dificuldades nesse quesito.Ainda segundo o estudo, o gnerono determinante para o desempenhodo negcio. Na prtica, o desempenho dehomens e mulheres muito similar. Adiferena vista na forma. O homem estmais orientado para o alto crescimentocom agilidade. A mulher tambm ambi-ciosa, mas mais conservadora e preferecrescer de forma mais estruturada. Essecomportamento tambm explica o fato desociedades lideradas por mulheres teremmenos scios. S 26% das empresas lide-radas por elas possuem trs ou mais sci-os. A fatia mais que dobra (54%) nos casode negcios liderados por homens.Definitivamente, o mercado est maisfeminino. Dados do Global Entrepre-neurship Monitor (GEM), que avalia a ati-vidade empreendedora no mundo, apon-tam que no Brasil as mulheres de negci-os j superam os homens em nmero:elas so 53% do total de empreendedoresdo pas.Ao longo das anlises h uma constan-te oscilao entre homens e mulheres noempreendedorismo brasileiro, o que tam-bm no inviabiliza a afirmao de que amulher brasileira historicamente uma dasmais empreendedoras do mundo. Em2009, alm do Brasil, apenas outros doispases registraram taxas de empreendedo-rismo feminino mais elevadas que as taxasde empreendedorismo masculino (Guate-mala e Tonga).Aps dcadas de limitaes e submis-ses ao sexo masculino, as mulheres dedi-caram-se e adquiriram seu espao no mer-cado de trabalho, desenvolvendo qualida-des e ganhando respeito na sociedade.Hoje, para uma empresa ser completa e bemsucedida, o equilbrio fundamental. Am-bos os sexos devem estar presentes, traba-lhando de forma cooperativa, com as carac-tersticas determinantes de cada gnero erespeitando uns aos outros.ShutterstockNa prtica, o desempenho de homens e mulheres muito similarAps dcadas de limitaes e submisses, as mulheres adquiriram seu espao no mercado25Abril de 2011No dia 10 de maro ocorreu a cerimnia de premi-ao da Comenda Destaque Mulher Gravataiensedurante a Sesso Solene da Cmara Municipal de Vere-adores em homenagem ao dia internacional da mu-lher. O evento realizado para homenagear mulheresque se destacam em diferentes setores da sociedadecomo assistencial, esportiva, sindical, profissional, em-presarial, cultural, artstica, comunitria e destaque es-pecial.Ao total, nove mulheres foram premiadas no even-to. Cada uma com histrias peculiares de determinao,solidariedade, criatividade e realizao de sonhos.As homenageadas receberam um trofu em acrlico,com destaque para o perfil de uma silhueta feminina.Alm disso, as indicadas tambm foram presenteadascom flores e um DVD personalizado, exibido durante aSesso, com o depoimento das agraciadas."Hoje a mulher est frente de muitas coisas e fazum trabalho bastante diferenciado em todos os nichosda sociedade. Resumindo, essa Comenda , nada maisnada menos, que o reconhecimento e a valorizao des-tas mulheres pelo Legislativo. Elas mereceram o Desta-que", afirmou o Presidente da Cmara, Nadir Rocha.Cmara premia as mulheres destaque da cidadeHomenageadas de 2011:Homenageadas de 2011:Homenageadas de 2011:Homenageadas de 2011:Homenageadas de 2011: Zilda Fonseca Pacheco - rea Assistencial Eloema Rodrigues Marcelino - rea Esportiva Eliane Teresinha Nunes da Silva - rea Comunitria Iolanda Bohrer da Rosa - rea Sindical Darcila Osrio Ribeiro - rea Artstica Delurdes Giassi Gugliemi - rea Empresarial Dirce Lenir Krebs Andrade - rea Profissional Paulina Cunha - rea Cultural Ana Cristina Pastro Pereira - Destaque EspecialDivulgaoAo total, nove mulheres foram premiadas no evento26Abril de 2011recursos humanosAquele funcionrio era timo: faziamuito bem seu trabalho, parecia motiva-do, era pontual e comprometido, mas, deuma hora pra outra, decidiu deixar a em-presa. Para alguns colegas, ele parecia estardesmotivado, mas para o empregador tudoparecia normal. Esse cenrio muito co-mum na maioria das organizaes. A insa-tisfao, a falta de comunicao e de polticasalarial concreta so apenas alguns dosmotivos que levam as pessoas a trocaremde emprego, para a surpresa dos emprega-dores, que muitas vezes acham que o cola-borador est satisfeito com sua funo. Mascomo conhecer os anseios, aspiraes, crti-cas e sugestes de todos os funcionrios?Para resolver essa dvida que os departa-mentos de recursos humanos utilizam apesquisa de clima organizacional.Estudos mostram que colaboradoresdesmotivados utilizam somente 8% de suacapacidade de produo, enquanto que emcolaboradores motivados este mesmo ndicepode chegar a 60%. Tendo como objetivo aanlise do ambiente interno, a pesquisa declima organizacional apura os pontos fortes,deficincias, expectativas e aspiraes dos co-laboradores e fornece subsdios para o depar-tamento de RH traar planos de ao paratreinamentos ou processos de seleo espec-ficos. O clima organizacional busca retratar oestado de satisfao dos colaboradores emrelao a diversos itens como seu trabalho, aempresa, a ele mesmo, aos colegas, s condi-es de trabalho, sua chefia/gerncia, bemcomo visualizar e identificar o grau de alinha-mento entre a cultura definida pela organiza-o e as aes realizadas no dia-a-dia.Apesar de muito eficiente, a pesquisa declima organizacional ainda pouco utilizadapelas empresas. Isso porque muitas vezes oexecutivo no quer conhecer o clima organi-zacional, porque o RH no dispe de umaferramenta para essa medio ou porque odepartamento no conhece a metodologia depesquisa. Outras dificuldades geralmente fre-quentes so: garantir o empenho dos gesto-res para aplicao da pesquisa, a fim de obterum percentual significativo de respostas e cri-ar um ambiente favorvel pesquisa, que in-clui a garantia de anonimato dos responden-tes e a garantia de utilizao dos resultados.Pode parecer redundante, mas muitoimportante que, depois de apontados os as-pectos negativos, a empresa elabore um pla-no para corrigi-los. Algumas organizaes ela-boram a pesquisa, mas como desconhecemsistemas e modelos ou no avaliam certospontos, acabam se equivocando, e o estudono atinge o resultado esperado.O QUE AVALIAR:O QUE AVALIAR:O QUE AVALIAR:O QUE AVALIAR:O QUE AVALIAR:TTTTTrabalho:rabalho:rabalho:rabalho:rabalho: conhecer a percepo eatitude das pessoas em relao ao tra-balho, horrio, distribuio e sufici-ncia de pessoal;Integrao:Integrao:Integrao:Integrao:Integrao: avalia o grau de coo-perao e relacionamento existenteentre as pessoas e os diversos depar-tamentos da empresa;Salrio:Salrio:Salrio:Salrio:Salrio: analisa a existncia de even-tuais distores entre os salrios inter-nos e eventuais descontentamentos emrelao aos salrios pagos por outrasempresas;Gerncia:Gerncia:Gerncia:Gerncia:Gerncia: aponta o grau de satisfa-o das pessoas com a sua chefiaimediata, analisando a gesto em ter-mos de competncia, feedback, or-ganizao e relacionamento;Comunicao:Comunicao:Comunicao:Comunicao:Comunicao: buscar o conheci-mento que as pessoas tm sobre osfatos relevantes da empresa, seus ca-nais de comunicao e outros;Desenvolvimento profissional:Desenvolvimento profissional:Desenvolvimento profissional:Desenvolvimento profissional:Desenvolvimento profissional:avalia as oportunidades de treinamen-to e as possibilidades de promoes ecarreira que a empresa oferece;Imagem da empresa:Imagem da empresa:Imagem da empresa:Imagem da empresa:Imagem da empresa: procura co-nhecer o sentimento das pessoas emrelao empresa;Benefcios:Benefcios:Benefcios:Benefcios:Benefcios: apura o grau de satisfa-o com relao aos diferentes bene-fcios oferecidos pela empresa.Est na hora de fazer apesquisa organizacional?Shutterstock27Abril de 2011O 1 Seminrio da Construo Civil de Cachoeirinha acontecedia 14 de abril na Cmara Municipal de Vereadores. O credencia-mento inicia a partir das 17h30min.O objetivo do seminrio reunir os segmentos para debateros caminhos da construo civil no municpio. Alm disso, buscarapresentar as perspectivas das cadeias produtivas, a gesto do co-nhecimento como elemento de inovao e o papel da construocivil na insero social, como a construo de habitaes para apopulao de baixa renda.Programao do evento: 18h45min - Plano Diretor: Aprovao de Projetos e Rumos doDesenvolvimento. Palestrante: Tarso Jos da Rocha - Arquiteto eDiretor Tcnico da Secretaria de Planejamento da Prefeitura Muni-cipal. 19h30min - Aspectos Contbeis e Tributrios da ConstruoCivil, englobando SPE - Sociedade de Propsito Especfico- ePatrimnio de Afetao. Palestrante: Paulo Joni Teixeira - Conta-dor e consultor empresarial. 20h15min - Mercados Imobilirios: Perspectivas e Opes deFinanciamento. Palestrante: Adilson Christovam - Gerente Regi-onal do Segmento da Construo Civil da Caixa Econmica Fede-ral. 21h - Encerramento.1 SEMINRIO DACONSTRUO CIVIL DE CACHOEIRINHAO municpio de Gravata realizou a unificao dos serviosnos protocolos municipais. Com este processo, os trs protoco-los localizados nas secretarias da Fazenda (SMF), da Administra-o (SMAD) e no saguo do prdio do Centro AdministrativoLeste passam a receber as demandas de todos os cidados e funci-onrios. Anteriormente, o servidor se dirigia apenas ao protocoloda SMAD para encaminhar documentos. J os contribuintes quenecessitavam de alvars e aprovao de projetos, se dirigiam aoLeste, e para demandas de servios pblicos, precisavam ir Fa-zenda.O novo sistema informatizado de dados implementado nosprotocolos permite acessar informaes sobre processos em an-damento, em qualquer um dos trs locais.Dentre as funes realizadas nestes setores esto: carta de Ha-bitao, licena para execuo de obra, solicitao de certido deDiretriz Municipal (DM), iseno de IPTU, solicitao de aberturade vala, exonerao, aprovao de projetos, abertura de alvar parafins de comrcio, denncias e reclamaes, recurso de multa detrnsito, solicitao de poda de rvore, cpia de pronturio.Para as solicitaes, nos protocolos, o interessado deve apre-sentar cpia do RG e, caso no seja o prprio solicitante, o mesmodever ter procurao autenticada. O horrio de funcionamento das 12h s 18h30min, de segunda sexta-feira.Confira os endereos e telefones:Protocolo SMADRua: Coronel Fonseca, 1024 - Centro - Gravata | RSTelefone: 4001.3700Protocolo SMFRua: Antnio Donga, 53 - Centro - Gravata | RSTelefone: 4001.3588Protocolo LesteAv. Ely Corra, 675 - Parque dos Anjos - Gravata | RSTelefone: 4001.3521 / 4001.3221Gravataunifica servios28Abril de 2011Andr Spohr SengerAndr Spohr SengerAndr Spohr SengerAndr Spohr SengerAndr Spohr SengerAdministrador de Empresas | Reverse Gerenciamento de Resduos TecnolgicosTodos queremser verdesmeio ambienteAs prateleiras dos supermercados ofe-recem em quantidade cada vez maior pro-dutos que se vendem como "verdes", "sus-tentveis" e "eco". Estas denominaes sofrutos de uma tendncia na qual, alm doproduto, so expostos os valores da marcae sua preocupao com os bens comunsa todos, entre eles o meio ambiente.Atualmente, o consumidor possuimais ferramentas para decidir que produ-tos comprar, devido ao fcil acesso s in-formaes e interao com as marcas atra-vs da internet, principalmente. J foi otempo que as empresas tinham o controleabsoluto do uso das suas marcas. Hoje sesabe muito mais das empresas e suas ativi-dades e, por contrapartida, estas possuemnovas formas de contato com o consumi-dor final.De volta ao supermercado, a partir dessafacilidade de comunicao, o consumidortem condies de verificar as prticas ambi-entais do fabricante, ou seja, o que est portrs do rtulo "verde". Para ser "verde" deverdade, necessria a adoo de prticas sus-tentveis em todas as atividades da empre-sa, como: gerenciamento adequado de res-duos gerados no ciclo produtivo; reduoda extrao de recursos naturais para fabrica-o dos produtos; adequao s normasambientais, como a ISO 14001; reduo doconsumo de energia; reduo da emisso deCO; aquisio de matria-prima de origemcomprovada, entre muitas outras. Colocar"sustentvel" nas embalagens fcil, difcil demonstrar com transparncia as aes queas tornam sustentveis.Um exemplo claro de empresas "ver-des" no dia-a-dia da Reverse, quando le-mos notcias relacionadas ao descarte de lixoeletrnico por intermdio de "reciclagem".Com a facilidade de obter informaes pelainternet, conseguimos em poucos minu-tos identificar qual o destino final dos res-duos. Na grande maioria dos casos, o des-tino dado pelas empresas contratadas parao servio ambientalmente inadequado.O "verde" muitas vezes est nos rtu-los para persuadir, no para conscientizar!A nosso ver, ser sustentvel nada mais que tratar o meio ambiente de maneirasria, como sempre deveria ser feito.O Sindilojas Gravata promoveaes em prol do meio ambiente atra-vs do projeto Amigos do PlanetaAmigos do PlanetaAmigos do PlanetaAmigos do PlanetaAmigos do Planeta,desenvolvido pela entidade desde abrilde 2007. Atravs do programa, o sin-dicato estimula a substituio dos co-pos plsticos por canecas de porcela-na, o apoio aos estabelecimentos paraimplantao das sacolas ecolgicas,a coleta de pilhas, celulares e leo decozinha usado. Alm disso, por meiode parcerias, o sindicato deu incio auma atitude inovadora, o recolhimen-to e encaminhamento de computado-res e perifricos para reciclagem.A entidade de Gravata tambm setornou um dos primeiros sindicatos a ado-tar o uso do papel base de bagao decana. Segundo a empresa fabricante dopapel, este tipo de material possui fibramista e tem menor teor de alvejante. Ain-da assim, o produto resultante do pro-cesso o mais branco do segmento efica na mesma faixa de preo do sulfiteconvencional. O processo de produodo papel est diretamente ligado preo-cupao com o meio ambiente, no spor se aproveitar um resduo industrial,mas tambm por produzir papel demaneira que o ciclo de produo sejatotalmente fechado. Dessa forma, adescarga de resduos nocivos natu-reza evitada.O projeto Amigos do Planeta j reconhecido em algumas cidadesdo Rio Grande do Sul, como PortoAlegre, Caxias do Sul, Lajeado,Novo Hamburgo entre outras. Ospontos de coleta podem ser consul-tados pelo telefone (51) 3488.4586ou pelo blog do projeto:sindiamigosdoplaneta.blogspot.com.Sindilojas Gravata adotapapel base de bagao de canaColocar "sustentvel" nasembalagens fcil, difcil demonstrar comtransparncia as aes queas tornam sustentveis.29Abril de 2011Maurcio Fernandes da SilvaMaurcio Fernandes da SilvaMaurcio Fernandes da SilvaMaurcio Fernandes da SilvaMaurcio Fernandes da SilvaAdvogado OAB/RS 53419 | Consultoria AmbientalA licena ambiental como exigncia paraobteno de financiamentossustentabilidadePrevista na legislao desde 1983, a li-cena ambiental ainda algo desconhecidopara algumas pessoas. Empresas que exer-cem suas atividades adequadamente, masnunca procuraram os rgos ambientaispara se regularizarem, mais comum doque se imagina. Da mesma forma, tam-bm no sofrem aes fiscalizatrias, jus-tamente por no polurem.Chama a ateno aquele que mais de-grada a natureza, e como os rgos ambi-entais no possuem condies de atuaremem todos os locais, mantm-se por anostais situaes.Entretanto, esse quadro j exceo. Osistema ambiental estruturou-se em nvelestadual e federal. Mais, os municpios pas-saram, finalmente, a exercer suas atribui-es na rea ambiental, dentre as quais olicenciamento de atividades efetivamenteou potencialmente poluidoras. Se, no RioGrande do Sul, tnhamos apenas um r-go pblico para licenciar as empresas, hojeso 277 municpios atuando. Ou seja, ine-gvel a ampliao da capacidade de li-cenciamento e de fiscalizao sobre ainiciativa privada.No bastasse isso, para operar no mer-cado financeiro as empresas precisam - porordem do Banco Central - apresentar umaautorizao ambiental para funcionamen-to, consubstanciada na Licena de Opera-o, expedida pelo rgo ambiental com-petente. Desta forma, o acesso ao crdito feito apenas quelas atividades em dia como meio ambiente. Tal exigncia decorre dalegislao ambiental, que considera, paraefeitos de punio, poluidor no apenas aempresa, mas quem colaborou para o ilci-to ambiental, inclusive aquele que viabili-zou financeiramente a atividade, no poroutro motivo tal exigncia.Com efeito, resta adequar-se, sabendoque se trata de algo concreto que comparti-lhar o cotidiano do mercado.30Abril de 2011O crescimento dasMICROCom o desenvolvimento doCom o desenvolvimento doCom o desenvolvimento doCom o desenvolvimento doCom o desenvolvimento dopas e o surgimento dapas e o surgimento dapas e o surgimento dapas e o surgimento dapas e o surgimento danova classe mdia, novosnova classe mdia, novosnova classe mdia, novosnova classe mdia, novosnova classe mdia, novosnegcios esto surgindo,negcios esto surgindo,negcios esto surgindo,negcios esto surgindo,negcios esto surgindo,como as microfranquias.como as microfranquias.como as microfranquias.como as microfranquias.como as microfranquias.Ao mesmo tempo, as microAo mesmo tempo, as microAo mesmo tempo, as microAo mesmo tempo, as microAo mesmo tempo, as microe pequenas empresase pequenas empresase pequenas empresase pequenas empresase pequenas empresastambm esto ganhandotambm esto ganhandotambm esto ganhandotambm esto ganhandotambm esto ganhandomais espao no mercadomais espao no mercadomais espao no mercadomais espao no mercadomais espao no mercadoA economia vem passando por diver-sas mudanas, em funo do surgimentoda nova classe mdia brasileira. Ao total,27 milhes de pessoas saram da classe Dpara a C, tornando-se maioria da popula-o. Essa classe emergente, que quer con-sumir e produzir, so os novos empre-endedores que esto impulsionando osetor das microfranquias.As franquias de baixo investimento,como so definidas pelo Sebrae, deman-dam investimentos de at R$ 50 mil. AAssociao Brasileira de Franchising(ABF) estima que j exista no pas cercade 2.500 franqueados de um total de maisde 50 marcas de microfranquias. Duranteo ano de 2010 houve um crescimento de19% no faturamento do setor. Para 2011,a previso que o faturamento seja acimade 20%.Segundo a ABF, as franquias abaixode R$ 50 mil crescem muito por serem31Abril de 2011uma oportunidade de negcio para aclasse C, que est em ascenso, e umaboa forma de iniciao no meio empre-sarial. Alm de muitos dos negciospoderem ser administrados em casa eno envolverem estoques, colees, ma-nipulao de produtos ou softwares com-plexos.Projeto FranqueadorEm funo das franquias estarem setornando papel importante na expansode empresas brasileiras de pequeno por-te, o Sebrae criou o Projeto Franqueador,com o objetivo de apoiar empresrios queescolheram crescer sem precisar investirgrande quantia do prprio caixa.Desenvolvido de forma piloto emquatro Estados - Rio de Janeiro, Gois,Minas Gerais e Paran - o projeto serexpandido a todo o Brasil at junho. composto pela publicao "Como Tor-nar sua Empresa uma Franquia" e pelosoftware Anlise de Franqueabilidade,disponveis no Portal Sebrae. Alm des-se material, consultores estaro dispo-nveis nos Estados para ajudarem as em-presas a formatarem a franquia.Esse tipo de negcio j tradicional-mente comum como alternativa de cres-cimento de mdias e grandes companhi-as. Porm, atualmente at microempre-sas que faturam no mximo R$ 240 milpor ano j adotam o sistema. Segundoo Sebrae, o momento oportuno paracrescer de modo sustentvel. O Brasilapresenta perspectivas promissoras de-vido ao aumento da renda, do nvel deemprego, dos novos consumidores vin-dos das classes C e D e das possibilida-des de negcios geradas pelos grandeseventos nos prximos anos.Entretanto, segundo o Sebrae, mon-Com o objetivo de auxiliar as microe pequenas empresas a prospectarem no-vos negcios, o Sebrae/RS disponibili-za um edital pelo qual pessoas jurdicaspromotoras de feiras de negcios po-dem se credenciar para dar suporte aospequenos negcios na aquisio e mon-tagem de estandes.As empresas interessadas em inves-tir em um evento de mbito regional jpodem se preparar, porque o Sebrae ad-quiriu estandes em importantes feirasdo Estado para o primeiro semestre de2011, e est disponibilizando-os comdesconto para as MPEs. Os estandes se-guem o modelo padro de cada feira(rea de 9m), com montagem bsica,ficando sob responsabilidade do empre-srio a organizao do espao e a contra-tao de itens complementares, alm dopagamento de 50% do valor do estan-de.As vagas so limitadas e o atendi-mento dos pedidos de apoio segue ocritrio de ordem de cadastramento, combase na data e hora registradas no siste-ma. O apoio ser concedido somentepara micro e pequenas empresas que te-nham CNPJ ou cdigo de produtor ru-ral (para as feiras de agronegcios). ParaSebrae/RS disponibiliza espaoem feiras regionais para MPEsreceber o apoio do Sebrae e participar defeiras regionais, os interessados devemacessar o site www.sebrae-rs.com.br epreencher o formulrio especfico de ca-dastramento. Aps o preenchimento docadastro, o Sebrae entrar em contatopara confirmar a disponibilidade devaga, interesse na participao e obter da-dos cadastrais complementares.Feiras do Estado credenci-Feiras do Estado credenci-Feiras do Estado credenci-Feiras do Estado credenci-Feiras do Estado credenci-adas no edital do Sebrae/adas no edital do Sebrae/adas no edital do Sebrae/adas no edital do Sebrae/adas no edital do Sebrae/RS :RS :RS :RS :RS : Fenegcios - De 14 a 17 deabril, em Alegrete 7 ExpoSeva - De 8 a 10 deabril, em Severiano de Almeida Feira do Agronegcio - de 30de abril a 8 de maio, em Trs deMaio Festa de Maio - de 23 a 29de maio, em Teutnia X MIP - de 26 a 29 de maio,em Palmeiras das Misses SuinoFest 2011 - de 10 a 12e de 17 a 19 de junho, em En-cantado ExpoFestas - de 17 a 19 dejunho, em Santa Mariatar um sistema de franquia um grandedesafio para um empreendimento de pe-queno porte. O processo de realizaoda franquia requer avaliao da prpriaempresa, do seu modelo de negcio, dopotencial de mercado, alm da adoode uma srie de procedimentos que pre-servam a marca e que vo garantir a suaexpanso a um custo menor e uma ren-tabilidade maior. preciso que a em-presa esteja bem estruturada, com o ne-gcio e a marca consolidados.32Abril de 2011AssdioMoral:um ato deviolncia nasempresasO assdio moral deixou de ser consi-derado "normal" dentro do ambiente detrabalho. At poucos anos atrs, muitas cir-cunstncias caracterizadoras de assdiomoral, como por exemplo, gozaes, ofen-sas e abuso de poder durante "broncas" desuperiores, eram aceitas at mesmo poraqueles que as consideravam menosprezoe humilhao. Aps uma srie de pesqui-sas sobre o assunto, realizadas na rea depsicologia e psiquiatria na dcada de 80, oassdio moral comeou a ser definidocomo uma forma de violncia.De maneira bem simples, o assdiomoral identificado por aqueles compor-tamentos abusivos e humilhantes, ex-pressos por gestos, palavras e atitudes quepossam prejudicar a integridade fsica oupsquica de uma pessoa, desde que ocor-ram repetitivamente, os quais, tambm aca-bam contribuindo para a deteriorao doambiente interno de trabalho. Casos isola-dos no caracterizam assdios morais. Paraser assim chamada, a situao deve ser fre-quente e abusiva. Entretanto, um inciden-te isolado tambm considerado um tipode violncia no trabalho, sujeito inclusive reparao por dano moral.A competitividade vivida no mercadode trabalho atual incentivada em todosos nveis e contextos dentro das organiza-es e, automaticamente, isso contribui paraaes, atitudes e comportamentos - especi-almente por parte dos superiores hierr-quicos - que agridem e degradam as rela-es humanas. O assdio moral um atode violncia ao ser humano e deve ser coi-bido, pois muitas vezes finge-se no v-loou toleram-se determinados comporta-mentos que o encorajam, por isso as em-presas devem estar atentas ao problema epreparadas para tomar as devidas atitudes.Como identificar o assdio moral naempresa? relaes humanas deterioradas; desrespeito aos princpios bsicos da boaconvivncia; queda na qualidade e na produtividade; maior probabilidade de perda de confian-a no comando da organizao; falta de comprometimento; aumento do absentesmo, doenas e aci-dentes do trabalho; maior rotatividade da mo de obra; aumento do nmero de reclamaes tra-balhistas; baixos nveis de motivao, criatividade einiciativa; trabalhadores com baixa "auto-estima"; predominncia de atitudes individualis-tas (falta de esprito de equipe); maior tenso, irritabilidade e agressivida-de dos trabalhadores.Como prevenir o assdio moral dentroda empresa? conscientizar seus colaboradores sobre oque o assdio moral; criar programas de preveno; desenvolver formas mais estruturadas deorganizao do trabalho e rever seus mto-dos de gesto das pessoas; dispor de canais de comunicao maisabertos, incentivando polticas de qualida-de de vida; treinar e preparar pessoal de comandodentro de prticas de gesto que incenti-vem a educao, confiana, cooperao e res-peito humano, de forma que sejam exem-plos para todos os colaboradores; no admitir, em hiptese alguma, atitu-des e comportamentos de desrespeito aoser humano.Assdio MoralAssdio MoralAssdio MoralAssdio MoralAssdio Moral Caracterizao definida por tesemdica Conduta abusiva, frequente eprolongada Prejuzo precisa ser provado (ex:doena) No necessrio levar ao conheci-mento de terceiros como prova Causa de dor e sofrimento compro-vadosDano MoralDano MoralDano MoralDano MoralDano Moral Caracterizao definida por tesejurdica Pode ocorrer em decorrncia deum fato. Caso isolado Prejuzo pode ser baseado napresuno Para provar, necessrio levarao conhecimento de terceiros Pode no causar dor ou sofri-mentoDIFERENAS ENTRE ASSDIO MORAL E DANO MORALDIFERENAS ENTRE ASSDIO MORAL E DANO MORALDIFERENAS ENTRE ASSDIO MORAL E DANO MORALDIFERENAS ENTRE ASSDIO MORAL E DANO MORALDIFERENAS ENTRE ASSDIO MORAL E DANO MORALDivulgao33Abril de 2011O ndice de Confiana do Empres-rio Industrial (ICEI-RS), divulgado pelaFederao das Indstrias do Rio Grandedo Sul (Fiergs), atingiu 58,7 pontos, con-tra os 60 de fevereiro. O ambiente atualtambm foi considerado menos favor-vel em comparao com o mesmo msdo ano passado, quando o indicador che-gou a 68 pontos. Os nmeros variamde zero a 100 pontos e acima de 50 signi-fica uma avaliao positiva.As indstrias de pequeno porte (60,1pontos) e de grande porte (57,3 pontos)foram as que tiveram as maiores quedasna confiana, com reduo de 3,6 pon-tos e 3,3 pontos, respectivamente, emrelao a fevereiro. Para a entidade, o au-mento da incerteza com o cenrio eco-nmico e, sobretudo, a evoluo da de-manda externa, a valorizao da taxa decmbio e os altos juros afetam negativa-mente o nvel de atividade e a confianados industriais.O indicador que mede a percepoquanto s condies atuais da economiabrasileira obteve 48,3 pontos em maro,trs a menos ante fevereiro. Foi o menorresultado mensal desde outubro de2009. Para 13,8% dos entrevistados hou-ve uma piora, 74,6% disseram que noperceberam nenhuma alterao e 11,3%uma melhora. O cenrio econmico ga-cho tambm desacelerou dois pontose atingiu 49,6 pontos.No que se refere ao futuro, os em-presrios esto confiantes com a eco-nomia brasileira e gacha para osprximos seis meses. O indicador deexpectativas registrou 61,8 pontos emmaro. Os pessimistas so apenas 6,2%tanto para o cenrio nacional quanto re-gional.EMPRESRIOS MENOSOTIMISTAS EM MARODados de uma pesquisa realizadapela empresa Regus mostraram quenove entre dez empresas no Brasil ofe-recem algum tipo de condio de flexi-bilidade no trabalho. Segundo o rela-trio, 89% das empresas localizadas nopas proporcionam benefcios, comohorrio ou ambiente de trabalho flex-vel. No mundo, a mdia de 81%.A pesquisa, que ouviu 479 empre-sas no Brasil, mostrou que 63% dosexecutivos brasileiros acreditam que otrabalho flexvel acarreta menos custosdo que em escritrios com endereofixo. No geral, a mdia foi de 60%.Metade das empresas que oferecemcondies flexveis de trabalho no mun-do relatou que suas equipes tm umequilbrio mais saudvel entre a vidaparticular e o trabalho, o que as deixamais motivadas. Essas empresas tam-bm acreditam que as condies fle-condies fle-condies fle-condies fle-condies fle-xveis aumentam a produtividadexveis aumentam a produtividadexveis aumentam a produtividadexveis aumentam a produtividadexveis aumentam a produtividadedas equipesdas equipesdas equipesdas equipesdas equipes e aproximadamente umquinto delas acredita que isso colaborapara que os funcionrios se adaptemrapidamente ao crescimento aceleradodos negcios.Um quinto das empresas com con-dies flexveis de trabalho acredita aindaque a poltica adotada pela organiza-o colabora para ter acesso a um gru-po mais abrangente de talentos, resul-tando em um maior nmero de contra-taes em locais remotos.Em relao confiana, a pesquisarelatou que confiar nos trabalhadoresnesse contexto de condies flexveis detrabalho ainda um desafio para mui-tas das empresas: 61% das empresasbrasileiras oferecem esse privilgio so-mente ao profissional snior.Quase 90% das companhias brasileirasproporcionam horrios flexveisO Programa Gacho da Qualidade e Pro-dutividade (PGQP) alcanou, no ms de maro,a marca de 80 comits, entre regionais e setoriais,em todo o Estado. Atualmente, os Comitsaparecem em todas as regies do RS, abrangen-do 273 municpios.Juntos, os Comits colaboraram de formavoluntria para a difuso da Gesto da Qualida-de, participando diretamente na adeso de mui-tas das 9 mil organizaes no PGQP e na capta-o de boa parte das 1,3 milho de pessoas en-volvidas com a excelncia. por meio dessa redede integrao entre empreendedores de todo oEstado que so debatidas as principais questesdo ramo na atualidade, como liderana, inova-o, melhoria dos processos, transformaes es-truturais, administrao de riscos, gesto pblica,tecnologia, produtividade e modelos de neg-cio.A rede de Comits comeou em 1994 como objetivo de disseminar as aes do PGQP. Nes-ses 17 anos, possibilitou grandes avanos na pro-moo da competitividade no Rio Grande doSul, a partir da conexo de empresas e pessoas,seminrios, cursos e eventos, assinaturas de con-vnios e adeses que possibilitaram diversas tro-cas de experincias ao longo do perodo.Como reconhecimento ao trabalho desen-volvido pelas entidades, o PGQP homenageia,no Prmio Qualidade RS, os dez comits (entreregionais e setoriais) com melhor desempenhono ano.PGQP chega aos 80 comits34Abril de 2011No dia 22 de maro, o Sesi-RS re-alizou a cerimnia da 14 edio doPrmio Sesi Qualidade no Trabalho(PSQT), na Fiergs. A PPPPPelzer Sisteelzer Sisteelzer Sisteelzer Sisteelzer Siste-----mas do Brasil, empresa de Gra-mas do Brasil, empresa de Gra-mas do Brasil, empresa de Gra-mas do Brasil, empresa de Gra-mas do Brasil, empresa de Gra-vata,vata,vata,vata,vata, foi a vencedora do prmio Am-biente de trabalho seguro e saudvel,na categoria grandes empresas.14 edio do Prmio Sesi Qualidade no TrabalhoA Prefeitura de Gravata, atravs da Secre-taria Municipal de Desenvolvimento Econ-mica e Turismo (Smdet), firmou adeso aoMutiro do Sebrae/RS juntamente com ou-tros 13 municpios. O objetivo da parceria estimular, promover e divulgar o projetoAgentes Locais de Inovao (ALI). Esta par-ceria ir beneficiar cerca de 480 empresasdo ramo metalmecnico existentes na ci-dade com assistncia tcnica e administrativa,visando a melhoria de seus produtos.O projeto ALI atende micro e pequenasempresas gachas dos setores metalmecni-co, couro e calados e tecnologia da informa-o e comunicao, que ainda no fazem partedos grupos de atendimento coletivo do Se-brae/RS. Este projeto busca o aprimoramen-to contnuo de seus produtos e processos,estimulando atitudes inovadoras.A empresa que adere ao projeto recebe avisita do ALI para um diagnstico completodo grau de inovao e das oportunidades demelhorias a serem exploradas para ampliar asua competitividade. As empresas receberoo apoio de um profissional capacitado paraimplementar pelo menos duas inovaes emseus produtos e processos.GRAVATA FECHAPARCERIA COM SEBRAENesta edio, o PSQT inovou aopremiar as melhores prticas empresa-riais relacionadas s reas de culturaorganizacional, gesto de pessoas,educao e desenvolvimento, ambien-te de trabalho seguro e saudvel, ino-vao e desenvolvimento socioambien-tal.Das 17 empresas gachas quese destacaram na premiao doSesi-RS, oito disputaro o PSQT na-cional, em abril. A distino umreconhecimento pblico s empre-sas industriais brasileiras por suasprticas diferenciadas de gesto evalorizao de seus colaboradores.Hoje em dia, a sade do trabalha-dor vem sendo amplamente aborda-da e discutida entre profissionais dasade. Devido a isto, algumas empre-sas j incluram na rotina de seus fun-cionrios, ginstica laboral, orientaesposturais, bem como intervenes er-gonmicas, como adaptaes de cadei-ra, mesas, alturas de bancadas.Porm, para alguns trabalhadores,os sintomas surgem ou persistem, di-minuindo o rendimento. Como isto possvel? As articulaes em nossocorpo possuem um alinhamento cor-reto, permitindo o movimento am-plo e harmnico. Quando executa-mos movimentos assumindo umapostura errada, estas articulaes po-dem sofrer um pequeno desalinha-mento. Esta situao ocorre geralmen-te na coluna vertebral, e sintomascomo dor na regio lombar (lombal-gia), pescoo, ndegas, ombros, entreLilian S. SantosLilian S. SantosLilian S. SantosLilian S. SantosLilian S. SantosQuiropraxista | ABQ 0476Quiropraxia e a sade do trabalhadoroutros, surgem mais cedo ou maistarde.O que fazer ento? Certamente de-vemos mudar nosso hbito de atuarsomente quando surge o problema enos habituarmos a eliminar a causa evi-tando que o problema se instale.De que maneira? A quiropraxia seutiliza de tcnicas manuais prprias,realinhando as articulaes onde o or-ganismo no conseguiu realinhar, in-tervm de maneira segura e eficaz napromoo do reequilbrio articular.Este reequilbrio articular trar nova-mente o movimento corporal equili-brado, permitindo a realizao dotrabalho sem dor ou desconforto,como tambm proporcionando umamelhor resposta s atividades fsicas,alongamentos, cuidados posturais.O quiropraxista est capacitado aidentificar desalinhamentos articula-res mesmo sem a presena de dor oudesconforto na regio, prevenindo fu-turos problemas articulares.35Abril de 201136Abril de 20111-910-1718-2526-36