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  • publicao mensal . n 729 . ano lXXXijulho/agosto 2012 . pVp 1,50

    www.acp.pt

    alteraoao cdigo da estradacarta de conduocom novas regras

    friascomece a descansarna viagem

    acp jniorvamos dar o nome a uma zebra

    marqus de pombal e avenida da liberdade

    prev-se o caos em setembro

  • C M Y CM MY CY CMY K

  • A proposta da Cmara Municipal de Lisboa (CML)

    para a circulao na Avenida da Liberdade, uma via de hierarquia

    superior, e na rotunda do Marqus de Pombal tem como nico objectivo satisfazer a obsesso da autarquia contra os automveis. Porque sim.O argumento de peso para baralhar, mexer e destruir o que existe actualmente, o de que a Avenida tem excesso de poluio e devido a regras comunitrias isso no pode acontecer. Aqui est o primeiro erro, pois ao desviar o trnsito desta via cuja circulao mdia j desceu bruscamente nos ltimos meses vai congestionar a zona do Prncipe Real e da Almirante Reis, vias sem capacidade para abarcar este trnsito e sufoc-las com emisses poluentes. Alis, isto mesmo foi referido pela Universidade de Aveiro, autora do estudo que serviu de base ao projecto da CML.Ao mesmo tempo, a Cmara quer mudar os sentidos nas laterais da Avenida e pr os automobilistas a fazer gincanas em busca de um lugar de estacionamento os actuais 450 lugares so ceifados para 150 com uma promessa futura de que iro ser construdos parques. E at l? Como fica a mobilidade dos automobilistas e a vida dos lojistas? E neste tempo de tanta crise h verba para pagar estas promessas?O ACP fez mais uma vez o seu trabalho de casa e apresentou uma contra proposta, estudada ao pormenor, que entendemos ser melhor para a mobilidade, para as pessoas e para o ambiente. Uma semaforizao inteligente e eficiente resolve o problema na Avenida. No Marqus, s com uma terceira faixa exterior possvel ter mobilidade, caso contrrio teremos o caos.Diz a CML que apenas vai proceder a pequenos arranjos na rotunda do Marqus e na Avenida da Liberdade. Ora esses pequenos arranjos, de acordo com a Cmara, rondam o meio milho de euros. E acrescenta que tudo isto uma experincia de 3 meses. Entende a Cmara que estamos em tempo de fazer experincias e pag-las bem caras?

    CARLOs BARBOsA

    N 729 julho/agosto 2012

    Conselho editorial Carlos Barbosa (Presidente), Margarida Pinto Correia e Miguel Horta e Costa direCtor Carlos Barbosa redaCo Ricardo Lopes (editor) Mrio Vasconcellos; Antnio Xavier; edio grfiCa Filipa Laires fotografia: Paulo Maria/Interslide; Istockphoto; direCtor geral Tomaz Alpoim (tomaz.alpoim@acp.pt) Tel.: 213 180 184 PubliCidade Francisco Cortez Pinto (francisco.pinto@acp.pt) Tel.: 213 180 212 Elizabete Caboz Tel.: 213 180 167 R. Rosa Arajo, 24, 1250-195 LIsBOA | Tel.: 213 180 100 | revista@acp.pt | paginacao@acp.pt Pr-impresso Pr & Press impresso Lisgrfica, sA expedio Porenvel tiragem deste nmero: 180.000 exemplares. O ACP alheio ao contedo da publicidade externa. A sua exactido e/ou veracidade da responsabilidade exclusiva dos anunciantes e empresas publicitrias.

    Este smbolo d-lhe descontos!

    Bruxelas quer regras mais rigorosas para controlo tcnico de automveis A Comisso Europeia apresentou um conjunto de propostas com o objectivo de tornar os controlos tcnicos de automveis mais rigorosos e desse modo reduzir os acidentes e as vtimas mortais nas estradas.

    EXPERIMENTALIsMOs

    UtEntEs do nortE pEdEm "EstUdo srio" sobrE fim dAs sCUt As comisses de utentes das ex-sCUt do norte apelaram este ms ao Governo para utilizar os trs meses de prorrogao dos descontos e isenes na elaborao de um "estudo srio" s consequncias da introduo de portagens naquelas vias."A prorrogao das isenes uma medida positiva, mas sabe a pouco. o que o Governo devia fazer era aproveitar esses trs meses para realizar um estudo s consequncias para a economia e para as famlias da introduo de portagens", explicou Agncia Lusa rui ferreira.segundo o porta-voz das comisses de utentes das sCUt norte Litoral, Grande porto e Costa de prata, se esse estudo avanasse o Governo "poderia concluir" que "afinal o que ganha com as portagens muito menos do que as consequncias que a cobrana representa para a economia"."de uma vez por todas precisamos de um estudo srio e no como os anteriores, que sugeriam que a Estrada nacional 13 era uma alternativa A28. algo que no lembra ao diabo", apontou ainda.Esta posio surge depois de o Governo ter anunciado a prorrogao por mais trs meses das isenes e descontos mensais para utentes e empresas dos concelhos servidos pelas antigas sCUt, modelo que deveria terminar no final do ms de Junho.

    desfiBrilhadores vo ser oBrigatrios em transportes de acordo com um diploma aprovado recentemente em Conselho de ministros, a obrigatoriedade da instalao de equipamentos de desfibrilhao Automtica Externa em locais de acesso pblico uma medida que aprofunda o programa nacional de desfibrilhadores Automticos Externos (pndAE). os desfibrilhadores vo passar a ser obrigatrios nos estabelecimentos comerciais "de dimenso relevante", nos aeroportos, portos comerciais, algumas estaes ferrovirias e de camionagem, e em recintos desportivos, de lazer e de recreio, com lotao superior a 5.000 pessoas. A instalao dos dAE, que tem de ser acompanhada e monitorizada pelo instituto nacional de Emergncia mdica (inEm), deve ser concretizada no prazo mximo de dois anos.

  • 4

    [Fisco mais rpidodesde o inicio do ms que as Finanas esto a acelerar a penhora de automveis aos contribuintes que tenham dvidas Fiscais ou pagamento de portagens em atraso

    [ menos co2 igual a menos consumo At 2020, a Comisso Europeia (CE) quer uma reduo das emisses de dixido de carbono (CO2) para os 95 gramas nos automveis e 130 gramas nos veculos comerciais ligeiros. Actualmente as emisses mdias de CO2 dos novos automveis de 135,7 g/Km, que tero de baixar em 2015 para os 130 g/Km. Quanto aos veculos comerciais ligeiros, hoje emitem uma mdia de 181,4 g/Km pretendendo a CE que reduzam para os 175 g/Km em 2017. A adopo desta medida permitir uma reduo de 27% no consumo de combustvel nos ligeiros de passageiros e de 16% nos comerciais ligeiros.

    MEnOs 150 MilhEs no so s as marcas de automveis que sofrem com a queda acentuada da venda de veculos novos em Portugal. Desde o incio do ano a receita fiscal do Estado regista uma quebra recorde de 47,7% para 164,5 milhes de euros nos primeiros cinco meses do ano, por comparao com igual perodo de 2011, segundo o boletim de execuo oramental da Direo-Geral do Oramento (DGO). A crise no sector automvel baralhou as contas ao Ministro das Finanas, Victor Gaspar, isto porque o Governo previa no Oramento de Estado arrecadar, proveniente da receita fiscal do isV cerca de 743,7 milhes de euros, um aumento de 7,7% fase ao ano de 2011. Como os nmeros reais esto muito abaixo do previsto, em finais de Maro o executivo foi obrigado a rever em baixa aquela previso.Os novos nmeros agora conhecidos representam um corte de 21,2% em relao ao previsto no OE 2012 e uma quebra de 15% face ao cobrado em 2011. Pelas contas do Governo a receita de isV este ano no dever ir alm dos 585,7 milhes de euros.

    Ex-sCut MAis trs MEsEs DE DisCriMinAO POsitiVA O Governo decidiu prolongar, por um perodo adicional de trs meses, a aplicao do regime de discriminao positiva, tal como vigora actualmente, s auto-estradas ex-sCut que deveria terminar a 30 de Junho de 2012", refere um comunicado divulgado pelo Ministrio da Economia e do Emprego.A nota adianta que, "aps este perodo, ser aprovado e aplicado um regime de descontos e/ou taxas nestas vias que obedea a critrios de aplicao e montantes que estejam em conformidade com o disposto na legislao europeia e que garanta e salvaguarde que, da aplicao do regime de cobrana de taxas de portagens, no resulte a discriminao dos utilizadores destas auto-estradas

    BrisA OBriGADA A COrriGir trAADO DO n DE GuAs sAntAs nA A3/A4 O instituto de infra-Estruturas rodovirias, iP (inir) afirma ter determinado que "a Brisa, concessionria actualmente responsvel pela explorao e operao da via em questo, proceda realizao do estudo e consequentes trabalhos correctivos no ramo B do n de guas santas (A3/A4)".O inir acrescenta que esta obra visa "garantir a segurana rodoviria dos utentes". "A realizao de tais trabalhos est prevista para tomar lugar ainda durante o corrente ano", conclui.O condicionamento de circulao naquele n em dias de chuva arrasta-se h anos, nomeadamente desde que a reformulao do n foi efectuada pela Ascendi, na sequncia do prolongamento da A4 at Matosinhos, no mbito da concesso da sCut do Grande Porto.Milhares de veculos provenientes do Porto entram diariamente na A4 atravs do n de guas santas, num fluxo de trnsito que gera frequentes congestionamentos. O problema agudiza-se em dias de chuva quando uma das duas vias do acesso A4 fechada ao trfego. A sinalizao precedente atribui o afunilamento a obras que os automobilistas nunca vem.Em Agosto do ano passado, nem a Brisa nem a Ascendi assumiram corrigir o traado, cabendo ao inir encontrar a soluo.A Brisa considerou que, tendo a reformulao do n sido feita pela Ascendi, no lhe competia corrigir aquele traado. Por seu lado, a Ascendi apenas se limitou a assumir que reconstruiu aquele n, garantindo que o fez cumprindo o que estava estabelecido, ou seja, a "construo foi efectuada estritamente de acordo com as normas do traado aplicvel".

    63 vezesDesde o incio do ano houve 63 subidas e 20 descidas

    nos preos da gasolina enquanto o preo do gasleo aumentou 32 vezes e desceu apenas 15.

  • 7 lugares Ar condicionado automtico tri-zona Jantes em liga leve de 17 6 airbags Faris de nevoeiro Rdio com ecr tctil de 8.4 com leitor de CD/MP3 e sistema de navegao Comandos rdio no volante Computador de bordo Cruise Control Sensor de pressode pneus (TPMS) Sistema sem chave Entry/Go Assentos elevatrios para crianas(integrados na 2

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