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Manual de Revistas

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  • Prezados irmos(s), um privilgio oferecermos aos pastores, supe-

    rintendentes, professores e alunos da Escola Dominical, o novo currculo CPAD. Um material didtico-pedaggico de excelentssima qualidade, pois investir em Educao Crist prioridade para os dias atuais. A Educao Crist contribui para que a Igreja de Cristo cresa de modo sau-dvel e possa assim cumprir sua misso evangelizadora e educadora no mundo (Mt 28.19,20).

    Nosso currculo o resultado de um trabalho de pesquisa que envolveu os setores de Educao Crist, Arte e Marketing. Contamos com a colaborao de experientes profi ssionais, pois afi nal so para vocs que ns trabalhamos e produzimos o que h de melhor na rea de Educao Crist e Teolgica.

    Estamos vivendo tempos trabalhosos (2 Tm 3.1) e para que possamos combater de forma efi caz as heresias, os modismos e as foras do mal que se levantam sorrateiramente contra o Evangelho de Jesus Cristo, necessitamos estudar a Palavra de Deus com um currculo bblico e teolgico.

    Que o Pai Celeste o abenoe e que voc possa apreciar o mais recente nmero de Revistas & Currculos.

    Ronaldo Rodrigues de Souza D E CPAD

    NOVO CURRICULONOVO CURRCULO

  • Novo Curr culo 3

    A CPAD tem uma trajetria marcante na Escola Domi-nical das igrejas brasileiras. As primeiras revistas come-aram a ser publicadas em forma de suplemento do primeiro peridico das Assembleias de Deus jornal Boa Semente, que circulou em Belm, Par, no incio da dcada de 20.O suplemento era denominado Estudos Dominicais, escritos pelo missionrio Samuel Nystrom, pastor sueco de vasta cultura bblica e secular, e com lies da Escola Dominical em forma de esboos, para trs meses.Em 1930, na primeira conveno geral das Assembleias de Deus realizada em Natal (RN) deu-se a fuso do jornal Boa Semente com um outro similar que era publicado pela igreja do Rio de Janeiro, O Som Alegre, originando o MENSAGEIRO DA PAZ.Nessa ocasio (1930) foi lanada no Rio de Janeiro a revista Lies Bblicas para as Escolas Dominicais. Seu primeiro comentador e editor foi o missionrio Samuel Nystrom, e depois o missionrio Nils Kastberg.Nos seus primeiros tempos a revista Lies Bblicas era trimestral e depois passou a ser semestral. As razes disso no eram apenas os parcos recursos fi nanceiros, mas principalmente a morosidade e a escassez de trans-porte de cargas, que naquele tempo era todo martimo. A revista levava muito tempo para alcanar os pontos distantes do pas. Com a melhora dos transportes a revista passou a ser trimestral.Na dcada de 50 o avan-o da CPAD foi conside-rvel. A revista Lies B-blicas passou a ter como comentadores, homens de Deus como Eurico Bergstn, N. Lawrence Olson, Joo de Olivei-

    ra, Jos Menezes e Orlando Boyer. Seus ensinos seguros e conservadores, extrados da Bblia, forjaram toda uma gerao de novos crentes. Disso resultou tambm uma grande colheita de obreiros para a seara do Mestre.As primeiras revistas para as crianas s vie-ram a surgir na dcada de 40, na gesto do jorna-lista e escritor Emlio Conde, como editor e redator da CPAD de ento. A revista, escrita pelas pro-fessoras Nair Soares e Cacilda de Brito, era o primeiro esforo da CPAD para melhor alcanar o pblico infantil das nossas igrejas. Tempos depois, o grande entusiasta e promotor da Escola Dominical, saudoso pastor Jos Pimentel de Carvalho, criou e lanou pela CPAD uma nova revista infantil, a Minha Revistinha, que por falta de apoio, de recursos, de pessoal, e de mquinas apropriadas, teve vida efmera.Usava-se o texto bblico e o comentrio das Lies

    Bblicas para todas as idades. Muitos pastores, profes-sores e alunos da E s co la D omini -cal reclamavam das dif iculdades insuperveis de ensinar assuntos sumamente dif-ceis, imprprios e at inconvenien-tes para os peque-ninos.

    Uma CaminhadaUMA CAMINHADA DE UM SCULO

  • 4 Novo Curr culo

    Na dcada de 70 acentuava-se mais e mais a necessidade de novas revistas para a Escola Dominical, graduadas conforme as diversas faixas de idade de seus alunos. Isto acontecia, principalmente, medida que o CAPED (Curso de Aperfeioamento de Professores da Escola Do-minical), lanado pela CPAD em 1974, percorria o Brasil.Foi assim que, tambm em 1974, com a criao do Departamento de Escola Dominical (atual Setor de Educao Crist), comea-se a planejar e elaborar os diversos currculos bblicos para todas as faixas et-rias, bem como suas respectivas revistas para aluno e professor, e tambm os recursos visuais.O plano delineado em 1974 e lanado na gesto do pastor Antnio Gilberto, no Departamento de Escola

    Dominical, foi reformulado e relanado em 1994 na gesto do irmo Ronaldo Rodrigues, Diretor Executivo da CPAD, de fato, s foi consumado em 1994, depois que todo o currculo sofreu redirecionamento tendo sido criadas novas revistas como as da faixa dos 15 a 17 anos e as do Discipulado para novos convertidos, desenhados novos visuais, aumentado a quantidade de pginas das revistas de alunos e mestres e criado novo padro grfi co-visual de capas e embalagem dos visuais.Aps quatro edies das Revistas e Currculos (1994 a 1996 e 1997 a 1999,) a CPAD apresentou em 2000, uma nova edio com grandes novidades nas reas pedaggicas, grfi cas e visuais. Em 2015, mais uma vez a CPAD sai na frente com a publicao do novo currculo.

    4 Novo Curr culo

  • 5Novo Curr culo

    O trabalho na Escola Dominical feito por volun-trios e muitos no tm uma formao na rea de educao, por isso, gostaramos que voc conheces-se melhor o que um currculo e como ele funciona.

    O que currculo? O termo currculo vem da palavra latina scurre. E segundo Solange Aparecida Zotti refere-se a curso, carreira, percurso a ser cumprido. Todavia, quere-mos ressaltar que no fcil defi nir esse termo, pois para alguns especialistas e tericos da rea da educa-o, o conceito de currculo bastante elstico. No entanto o pastor e professor Csar Moiss Carvalho, defi ne currculo como sendo uma composio de matrias constantes de um curso cujo objetivo fi nal consiste em formar determinado tipo de pessoa.

    Qual a necessidade de se ter um currculo?Os contedos e as prticas educativas devem ser organizadas a partir de um currculo. Sem o apoio de um currculo previamente organizado, tendemos a perda de tempo, de propsito e a inefi ccia. Ficamos merc da improvisao.Um currculo rene diversas disciplinas que devem ser agrupadas de modo a contribuir para formao inte-gral do aluno. Um determinado livro-texto ou revista de Escola Dominical no constituem um currculo.

    Qual o tempo de durao de um currculo? Um currculo no tem um prazo de validade es-tipulado. O currculo CPAD est dividido em trs segmentos: infanto-juvenil (do berrio aos juvenis), jovens e adultos. O currculo do primeiro segmento foi desenvolvido em dois ciclos fechados com a durao de dois anos (ano I e ano II; sendo que no caso da faixa etria dos Juvenis so trs anos). Isso signifi ca que quando o currculo

    terminar seu ciclo e retornar, ele no est sendo sim-plesmente repetido, e sim que seu ciclo de estudos foi concludo. Como acontece nas escolas seculares, o aluno que passa pelo currculo. O currculo de jovens e adultos no foi elaborado em ciclos. Isto se deve a sua abrangncia, pois vrias faixas etrias so contempladas em uma nica revista.

    Como deve ser a transferncia de classe de modo que o aluno veja todo o currculo?Para que o aluno no repita nenhum tema, a transferncia de classe dever ser feita de maneira correta. Por exemplo, se um aluno da classe dos adolescentes (13 e 14 anos) completou a idade para ingressar na classe dos juvenis (15 a 17 anos) em um dos trs meses do trimestre (janeiro, feve-reiro e maro), s deve ingressar na classe seguinte (juvenis) no primeiro ms do prximo trimestre.

    O QUE CURRCULOO QUE CURRCULO

  • 6 Novo Curr culo

    1. Ensino bblico ortodoxo Fundamentado pela Palavra de Deus, o currculo CPAD prima pela excelncia e ortodoxia doutrinria de seus contedos. Comprometido com a formao crist integral da Igreja de Cristo, jamais se afasta da viso teolgica genuinamente pentecostal.

    2. Ensino pentecostalCompromisso com as doutrinas pentecostais.

    3. Ensino apropriado para cada faixa etria Nosso currculo contempla todas as faixas etrias, do berrio a terceira idade.

    4. Contedos didticos atualizados. O currculo CPAD possui contedo didtico atualizado e propostas educacionais fundamentadas nas mais modernas tendncias pedaggicas.

    5. Orientao pedaggica e didtica. O currculo CPAD em vrias partes de seus contedos (revistas de cada faixa etria), sugere, indica e ensina a confeco de vrios recursos didticos, tais como: grfi cos, esquemas, fi guras, moldes, modelos, cartazes, fantoches, bonecos, partituras de corinhos, etc. Orienta a formulao de exerccios e diversas atividades de grupo.

    6. Projeto gr coFoi elaborado respeitando as caractersticas de cada faixa etria. Ilustraes e fotos coloridas e signifi -cativas. Diagramao moderna com uma tipologia exclusiva e coerente com as faixas etrias. Observe as principais mudanas: Na revista de Berrio utilizamos muitas fotos e

    ilustraes. Seu manual lembra um lbum de beb. O Maternal ganhou mais fotos e cores, trazendo

    mais vida e mostrando em todas as pginas a bela criao de Deus.

    A revista de Jardim ganhou um layout mais din-mico, colorido e que mostra o que Deus criou para enfeitar os mares e rios.

    Os Primrios ganharam mais cores e mascotes es-peciais que vo incentivar os alunos a praticarem esportes e terem uma vida mais saudvel.

    Os Juniores so competitivos e gostam de jogar, pensando nisso, a revista lembra um vdeo-game. Ela fi cou mais interativa e divertida.

    As revistas de Adolescentes a Adultos receberam um tratamento especial e apresentam fotos com melhor qualidade e maiores, tornando o designer mais clean.

    CARACTERSTICASCARACTERSTICASALGUMAS CARACTERSTICAS DO CURRCULO CPAD

    1. Ensi