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SECRETARIA DO ESTADO DE ESPORTES E JUVENTUDE SEEJDIRETORIA DE CONTABILIDADE E FINANAS - DCF

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

SUPERINTENDNCIA DE PLANEJAMENTO, GESTO E FINANAS SPGF

MANUAL DE CONVNIOS PARTE II EXECUO E PRESTAO DE CONTAS MUNICPIOS

Secretrio: Alberto Rodrigues Lima Secretrio Adjunto: Rogrio Aoki Romero Diretora da SPGF: Ilma Las Mendes Monteiro Diretor da DCF: Edna Mrcia Pereira

Rua Santa Catarina, 1354, 9 andar Lourdes - Belo Horizonte MG - CEP 30170-081 Verso 08/07

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SUPERINTENDNCIA DE PLANEJAMENTO, GESTO E FINANAS SPGF

1 - INTRODUO...............................................................................................................3 2- TRANSFERNCIAS AOS MUNICPIOS ATRAVS DE CONVNIOS................4 3 - EXECUO DO CONVNIO......................................................................................5 3.1 - ETAPAS PRELIMINARES EXECUO DO CONVNIO................................5 3.1.1 - ABERTURA DE CONTA BANCRIA..............................................................5 3.1.2 - RECEBIMENTO DOS RECURSOS...................................................................6 3.1.3 - CONTABILIZAO DOS RECURSOS.............................................................6 3.1.4 - MOVIMENTAO DOS RECURSOS..............................................................6 3.1.5 - APLICAO FINANCEIRA DOS RECURSOS................................................8 3.2 - UTILIZAO DOS RECURSOS..............................................................................8 3.2.1 - LICITAO.........................................................................................................8 3.2.2 - PROCESSOS DE PAGAMENTOS...................................................................10 a) Documentos comprobatrios das despesas realizadas............................................10 b) Carimbos que devero constar nos documentos comprobatrios das despesas realizadas.....................................................................................................................11 c) Campos dos documentos fiscais que devero ser conferidos: ................................13 3.2.3 - SALDOS APS O ENCERRAMENTO DO CONVNIO...............................14 3.2.4 - CONTRAPARTIDA FINANCEIRA DA INSTITUIO.................................15 4 - PROJETOS ESPECFICOS........................................................................................15 4.1 - AQUISIO DE MATERIAL PERMANENTE/MOBILIRIO............................15 4.2 - OBRAS DE REFORMA, AMPLIAO E CONSTRUO.................................16 4.2.1 - FORMAS DE EXECUO...............................................................................17 4.2.2 - MATERIAL DE CONSUMO / OUTRAS DESPESAS.....................................19 5 - CONSIDERAES FINAIS.......................................................................................19 6 - DOCUMENTOS QUE DEVERO COMPOR A PRESTAO DE CONTAS....20 7 - PRINCIPAIS IRREGULARIDADES NOS PROCESSOS DE PRESTAO DE CONTAS.............................................................................................................................21

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SUPERINTENDNCIA DE PLANEJAMENTO, GESTO E FINANAS SPGF 1 INTRODUO. Este manual tem a finalidade de orientar as Prefeituras Municipais quanto ao gerenciamento e utilizao de recursos repassados pela Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude, por intermdio de convnios, bem como quanto elaborao e encaminhamento do devido processo de prestao de contas. O uso de recursos pblicos regulamentado por complexa e diversificada legislao qual se subordinam tanto o rgo Financiador, no caso a Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude, quanto as Prefeituras Municipais beneficiadas, sendo de extrema importncia observar cuidadosamente todas as orientaes e instrues contidas neste documento. Agindo assim, o convenente evitar possveis irregularidades ou pendncias que possam inviabilizar futuras liberaes por parte do Governo do Estado de Minas Gerais. As orientaes contidas neste manual refletem a interpretao da legislao vigente, atendendo aos seguintes dispositivos: Constituio da Repblica Federativa do Brasil; Constituio do Estado de Minas Gerais; Lei 4.320/64 e alteraes; Lei 8.666/93 e alteraes; Decreto 43.635 de 20/10/2003 e suas alteraes; Instrues Normativas da Secretaria do Tesouro Nacional/STN: IN n 01/1997 com alteraes, IN n 01/1999, IN n 01/2000, IN n 06/2001, IN n 01/2002 e IN n 02/2002; Instrues Normativas do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, IN n 07/2003, IN n 08/2003, IN n 02/2004, IN n 03/2004, IN n 04/2004, IN n 06/2004, IN n 01/2005 e IN n 04/204.

2- TRANSFERNCIAS AOS MUNICPIOS ATRAVS DE CONVNIOS.

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SUPERINTENDNCIA DE PLANEJAMENTO, GESTO E FINANAS SPGF A SEEJ, de acordo com as aes previstas na Lei Oramentria Anual e com a capacidade financeira do Estado, define critrios para atendimento aos pleitos dos diversos municpios mineiros, estabelecendo parmetros para anlise dos projetos apresentados de acordo com normatizao especfica, geralmente estabelecida em resolues que levam em considerao, entre outros fatores, a fonte de recurso que financiar as aes previstas no projeto. Os projetos aprovados acarretam a elaborao e assinatura de instrumentos jurdicos especficos denominados convnios, que contm, entre outras, clusulas que estabelecem: A identificao dos entes conveniados e de seus respectivos responsveis; O objeto contemplado; As obrigaes de cada um dos partcipes, sobretudo a contrapartida, se for o caso. (observar LDO Lei Estadual n 15.699/2005); Dotao oramentria; A vigncia compatvel com o prazo de execuo do projeto; O valor a ser transferido; O cronograma de desembolso; A obrigatoriedade de apresentao do processo de prestao de contas por parte do beneficirio. Alm da aprovao do projeto, para elaborao do convnio, o Municpio dever comprovar: Adimplncia da prefeitura municipal em prestaes de contas relativas a repasses anteriores junto ao Estado de Minas Gerais; Cumprimento das exigncias contidas na Lei Complementar n 101/2001 LRF (art. 25) e na Lei de Diretrizes Oramentrias do Estado de Minas Gerais; Registro cadastral no CAGEC.

Os recursos repassados em decorrncia da assinatura de convnios so destinados a projetos que visam : Execuo de obras de reforma/ampliao/construo; Aquisio de mobilirio, equipamentos e material permanente;Verso 08/07 4

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SUPERINTENDNCIA DE PLANEJAMENTO, GESTO E FINANAS SPGF Aquisio de materiais diversos (custeio); Realizao de eventos;

3 EXECUO DO CONVNIO. Aps a assinatura e a publicao do convnio firmado, a prefeitura municipal poder dar incio a execuo do objeto pactuado. As condies estabelecidas no instrumento assinado devero ser acatadas criteriosamente, no podendo ocorrer qualquer alterao no que estiver pactuado sem a anuncia expressa da SEEJ, o que ocorrer atravs da assinatura de termo aditivo ao convnio original. 3.1 ETAPAS PRELIMINARES EXECUO DO CONVNIO 3.1.1 - ABERTURA DE CONTA BANCRIA A prefeitura dever providenciar a abertura de uma conta bancria especfica para a movimentao dos recursos a serem repassados em decorrncia da assinatura de convnio. (Para cada convnio ser aberta uma conta bancria especfica). Preferencialmente, os recursos sero movimentados em banco oficial (Banco do Brasil, Caixa Econmica Federal ou outros bancos oficiais). No havendo banco oficial no municpio, tal movimentao poder ser feita em banco particular, sendo que os nmeros do banco, da agncia e da conta corrente da prefeitura municipal devero ser informados, atravs de documentao, quando solicitado pela SEEJ, para que ocorra o crdito correto dos recursos, ficando o municpio responsvel pelos dados bancrios fornecidos. 3.1.2 - RECEBIMENTO DOS RECURSOS To logo o convnio seja assinado e publicado, a SEEJ responsabilizar-se- pela transferncia dos recursos do convnio conta indicada pelo municpio, para o que, ser necessria a exatido de todos os dados relativos referida conta, tais como denominao e CNPJ da prefeitura.Rua Santa Catarina, 1354, 9 andar Lourdes - Belo Horizonte MG - CEP 30170-081 Verso 08/07 5

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3.1.3 - CONTABILIZAO DOS RECURSOS Os recursos recebidos conta do convnio assinado devero ser contabilizados como receita de convnios e incorporados ao oramento municipal, na respectiva institucional programtica compatvel com a ao ou aes a serem executadas e no podero ser classificados ou utilizados como receitas ou despesas extra-oramentrias. 3.1.4 - MOVIMENTAO DOS RECURSOS Ao ser creditado o recurso, o municpio dever observar atentamente o instrumento de repasse, atentando para: Objeto do convnio e/ou aditivo; Valor; Dotao oramentria, inclusive natureza da despesa prevista (corrente/capital); Prazo de vigncia e de prestao de contas; Demais obrigaes estipuladas e aceitas pelos partcipes.

Os recursos devero ser movimentados na conta

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