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ANTE MARE - TURISMO, AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTVEL NO SUDOESTE

manual para o investidor em

turismo de natureza

2005

manual para o investidor em

turismo de natureza

2005

Ficha tcnica edio: VICenTIna - associao para o Desenvolvimento do Sudoeste rua Direita, n 13 8600-069 Bensafrim Tel.: 282680120 . Fax: 282680129 e-mail: vicentina@vicentina.org / info@antemare.org Homepage: www.vicentina.org / www.antemare.org coordenao: aura Fraga (Coordenadora do projecto ante mare) textos: Carla Santos (associao Vicentina) e marta Cabral (associao Casas Brancas) Fotografias: associao Vicentina, Casas Brancas, pnSaCV (ICn) design e Produo: Ideias em Ba - Comunicao marketing, lda. impresso: SIG - Sociedade Industrial Grfica depsito Legal: 236860/05 n exemplares: 1000 data: Dezembro 2005 documento/Produto validado com elevado grau de Inovao, adequabilidade, utilidade, universalidade e autonomia por: rede Temtica 3 - Desenvolvimento local e empreendedorismo pares - Vicentina, ICn, Casas Brancas autores - peritos externos - CCDralgarve, regio de Turismo do algarve, Globalgarve coLaborao e agradecimentos ICn - Instituto de Conservao da natureza Direco regional de economia do alentejo Direco Geral de Turismo Federao de Campismo e montanhismo de portugal Federao portuguesa de orientao Federao portuguesa de Ciclismo Federao equestre portuguesa Federao portuguesa de espeleologia Federao portuguesa de Voo livre Federao portuguesa de Vela Federao portuguesa de Surf Federao portuguesa de Canoagem Federao portuguesa de remo Instituto de Desportos de portugal Instituto nacional de aviao Civil Instituto nacional de avaliao Comercial 1000 lguas

MANUAL PARA O INVESTIDOR EM TURISMO DE NATUREZA deZembro 2005

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2. O PROGRAMA NACIONAL DE TURISMO DE NATUREZA o que o programa nacional de Turismo de natureza, pnTn? em que consiste o Turismo de natureza? Qual o enquadramento legal do Turismo de natureza?

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Quais os contributos dos servios de hospedagem para o desenvolvimento das reas rurais? Quais os factores associados ao crescimento da sua procura? Quais so as caractersticas determinantes para o seu sucesso? Quais as modalidades de Servios de Hospedagem de excelncia das reas protegidas? 3.1. tUrismo em esPao rUraL o que o Turismo em espao rural? Que legislao regula a actividade de Ter? necessrio alvar para actividades de animao Turstica realizadas por um Ter? Qual a relao entre o "Turismo em espao rural" e o "Turismo de natureza"? Que modalidades esto abrangidas pelo Ter? Como se processa o licenciamento dos empreendimentos de Ter? 3.1.1. LIcENcIAMENTO DAS MODALIDADES DO GRUPO A TH, TR, AGT, cc, TA Quais os requisitos especficos das vrias modalidades enquadradas no grupo a? e no h excepes quanto ao cumprimento na ntegra dos vrios requisitos? Quais as entidades a consultar? Que aspectos so analisados pelas vrias entidades? Como instruir o pedido de Informao prvia? Como instruir o pedido de licenciamento para obras? Como instruir o pedido de licenciamento de utilizao turstica? Como instruir o pedido de classificao final? Quando que o empreendimento pode comear a funcionar? 3.1.2. LIcENcIAMENTO DAS MODALIDADES DO GRUPO B - HR Quais os requisitos especficos para os Hotis rurais? e no h excepes quanto ao cumprimento na ntegra dos vrios requisitos? Quais as entidades a consultar? Que aspectos so analisados pelas vrias entidades?

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Como instruir o pedido de Informao prvia? Como instruir o pedido de licenciamento para obras? Como instruir o pedido de licenciamento de utilizao turstica? Como se processa a classificao final? Quando que o empreendimento pode comear a funcionar? 3.1.3. LIcENcIAMENTO DAS MODALIDADES DO GRUPO c - PcR Quais os requisitos dos parques de Campismo rural? e no h excepes quanto ao cumprimento na ntegra dos vrios requisitos? Quais as entidades a consultar? Que aspectos so analisados pelas vrias entidades? Como instruir o pedido de Informao prvia? Como instruir o pedido de licenciamento para obras? Como instruir o pedido de licenciamento de utilizao turstica? Como instruir o pedido de classificao final? Quando que o empreendimento pode comear a funcionar? 3.2. casas de natUreZa o que so as Casas de natureza? Que modalidades esto abrangidas pelas Casas de natureza? Que legislao regula a actividade de Casas de natureza? Como se processa o licenciamento das Casas de natureza? necessrio alvar para actividades de animao Turstica realizadas por uma Casa de natureza? Quais os requisitos exigidos para efeitos de classificao? e no h excepes quanto ao cumprimento na ntegra dos vrios requisitos? Quais as entidades a consultar? Que aspectos so analisados pelas vrias entidades? Como instruir o pedido de Informao prvia? Como instruir o pedido de licenciamento para obras? Como instruir o pedido de licenciamento de utilizao turstica? Como instruir o pedido de classificao final? Quando que o empreendimento pode comear a funcionar?

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o que a animao ambiental e o que a distingue da animao Turstica? Qual o enquadramento legal da animao ambiental? Que entidades podem pedir o licenciamento para actividades, iniciativas ou projectos de animao ambiental? Como se processa o licenciamento das actividades, iniciativas e projectos de animao ambiental? Que requisitos deve possuir uma actividade, iniciativa ou projecto para que seja licenciada como animao ambiental? Como se classificam as actividades, iniciativas ou projectos de animao ambiental?

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4.1. animao o que caracteriza a animao? em que se pode concretizar a animao? 4.2. interPretao ambientaL o que caracteriza a Interpretao ambiental? em que se pode concretizar a Interpretao ambiental? 4.3. desPortos de natUreZa o que caracteriza os Desportos de natureza? em que se podem concretizar os Desportos de natureza? o que so e para que servem as Cartas de Desporto de natureza? Que legislao regula a organizao e prtica de actividades de Desportos de natureza?

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a animao ambientaL nas reas Protegidas - desPortos de natUreZa PEDESTRIANISMO MONTANHISMO ESCALADA RAPEL BTT HIPISMO ESPELEOLOGIA DESPORTOS DO AR BALONISMO VOO LIVRE DESPORTOS NUTICOS MERGULHO VELA WINDSURF SURF CANOAGEM REMO RAFTING HIDROSPEED OUTROS DESPORTOS DE CARCTER NO NOCIVO PARA A NATUREZA 5. WEBSITES DE CONSULTA RECOMENDADA10 107 110 115 117 121 124 10 1 14 17 142 152 159 162 164 167 171 17 175 177

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o manual para o Investidor em Turismo de natureza surgiu no mbito do projecto ante-mare - Turismo e Desenvolvimento Sustentvel no Sudoeste, apoiado pelo pIC eQual e desenvolvido por uma parceria nacional formada pelo ICn/parque natural do Sudoeste alentejano e Costa Vicentina, Vicentina - associao para o Desenvolvimento do Sudoeste e Casas Brancas - associao de Turismo de Qualidade do litoral alentejano e Costa Vicentina. preocuparam-se estas trs entidades em definir um conjunto de aces que contribussem para transformar um modelo terico para uma actividade - o Turismo de natureza - num efectivo motor de desenvolvimento de uma regio que, semelhana de outras no nosso pas, ainda rural, envelhecida e abandonada aos poucos, muito ameaada, mas tambm detentora de um patrimnio natural, cultural, histrico e paisagstico rico e diversificado. para a Associao Vicentina este Manual o resultado de um longo trabalho em torno do turismo de natureza que tem vindo a desenvolver desde 1998, ano da publicao da resoluo de Conselho de ministros onde se define o conceito e actividades associadas ao turismo de natureza. logo no ano seguinte a Vicentina inicia o processo de concepo de um novo perfil profissional animadores de Turismo de natureza e curso de formao profissional para aquisio de competncias no domnio do referido perfil. So concebidos e testados o referencial de formao, desenvolvidos os contedos de formao e concebidos materiais pedaggicos de suporte aco de formao. o curso replicado, mas rapidamente nos apercebemos do erro do excesso de voluntarismo. fundamental trabalhar a montante, isto , fundamental dinamizar a actividade econmica que suporte a insero profissional dos animadores de Turismo de natureza. assim sendo preciso escalar ainda mais a montante. antes de dinamizar a actividade econmica fundamental desenvolver competncias no territrio necessrias iniciativa empresarial e ao domnio tcnico alargado do conceito e actividades de turismo de natureza. Sem essa condio prvia dificilmente haver em portugal, to cedo, turismo de natureza de qualidade e com significado para diversificar a oferta turstica e ter expresso econmica ao nvel do desenvolvimento sustentvel dos territrios integrados na rede natura 2000 e outras zonas de interesse ambiental e paisagstico. o presente manual o corolrio destas experincias e pretende ser um contributo material para o desenvolvimento de competncias em turismo de natureza e compila, organiza, rene e sintetiza toda a informao legal pertinente, at data totalmente dispersa, facilitadora da iniciativa em turismo de natureza, quer no mbito do alojamento quer no mbito

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da animao. Temos a maior expectativa que ajude a empreender... e se constitua como instrumento de trabalho e suporte para tcnicos, formadores, agentes de desenvolvimento e empresrios e outros interessados na temtica. para o IcN - PNSAcV