manual de instruções cras

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  • 1. 0 MINISTRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTNCIA SOCIAL DEPARTAMENTO DE GESTO DO SISTEMA NICO DE ASSISTNCIA SOCIAL COORDENAO GERAL DE VIGILNCIA SOCIAL CRAS MANUAL DE INSTRUES PARA O REGISTRO DAS INFORMAES ESPECIFICADAS NA RESOLUO N04/2011 DA COMISSO INTERGESTORES TRIPARTITE - CIT (Verso Preliminar) Dvidas ou contribuies de aprimoramento deste documento podem ser encaminhadas para o e-mail vigilanciasocial@mds.gov.br Braslia, novembro de 2011

2. 1 Sumrio Apresentao ............................................................................................................................ 2 Formulrio 1 - Relatrio Mensal Consolidado CRAS (dados da Resoluo CIT 04/2011) ............. 3 Instrues detalhadas para preenchimento do Formulrio 1 ................................................... 5 Formulrio 2 - Relatrio mensal de identificao das famlias inseridas no PAIF ................... 13 Texto na ntegra da Resoluo CIT 04/2011 ............................................................................ 16 3. 2 Apresentao Este Manual de Instrues tem como objetivo auxiliar os tcnicos e gestores do Sistema nico de Assistncia Social SUAS no processo de registro e armazenamento dos dados relativos aos servios ofertados nos Centros de Referncia da Assistncia Social CRAS, conforme especificados na Resoluo 04/2011 da Comisso Intergestores Tripartite CIT. Para facilitar o registro das informaes especificadas na referida Resoluo, o Ministrio do Desenvolvimento Social e Combate Fome MDS desenvolveu um modelo de Formulrio, por meio do qual os CRAS devero consolidar mensalmente seus dados de atendimento. Esse formulrio, que constitui uma espcie de relatrio sntese do trabalho desenvolvido pela equipe no decorrer de cada ms, deve ser enviado, sempre no ms subseqente, gesto municipal, preferencialmente, para as reas de Vigilncia Socioassistencial, onde essas j estiverem constitudas. Compete a cada municpio regular de forma mais detalhada os fluxos e processos entre seus respectivos CRAS e o nvel central da gesto, de forma a assegurar a implementao da Resoluo CIT 04/2011. Sugere-se que o lanamento dos dados no sistema eletrnico seja realizado pela gesto, em particular pela rea de Vigilncia Socioassistencial. Ao concentrar os formulrios enviados pelos CRAS, a equipe da gesto deve, no apenas, introduzir os dados no sistema eletrnico, mas, sobretudo, interpret-los luz das necessidades de atendimento da populao. Desta maneira, os dados registrados e armazenados devem produzir informaes que auxiliem o planejamento e aprimoramento da oferta dos servios no municpio. O sistema eletrnico estar disponvel a partir de meados de dezembro, entretanto, ser possvel introduzir os dados mensais que j vem sendo coletados pelas unidades desde agosto de 2011. Para acessar o sistema, os tcnicos municipais e estaduais devem utilizar os novos logins e senhas vinculados ao CPF do indivduo, conforme estabelecido pela nova poltica de senhas do MDS. Por fim, cabe salientar que, juntamente com o Formulrio e com o sistema eletrnico para registro das informaes consolidadas, especificadas na Resoluo 04/2011, o MDS tambm est disponibilizando um segundo modelo de formulrio (Formulrio 2), por meio do qual os CRAS podero armazenar e repassar gesto, a lista das famlias/indivduos (identificadas pelo NIS) que ingressaram no acompanhamento do PAIF no decorrer de cada ms. O sistema eletrnico tambm permitir o lanamento destas informaes. O registro do NIS das famlias que ingressam no acompanhamento do PAIF (assim como daquelas que ingressam no acompanhamento do PAEFI, a ser realizado pelos CREAS) um passo importante para que os tcnicos do SUAS disponham de uma ferramenta capaz de armazenar e compartilhar informaes mnimas sobre o histrico de acompanhamento das famlias, tormando possvel aos tcnicos saber se uma famlia, esta sendo, ou j foi, acompanhada por outra unidade (CRAS ou CREAS) do SUAS. 4. 3 Formulrio 1 Relatrio Mensal Consolidado CRAS (dados da Resoluo CIT 04/2011) 5. 4 FORMULRIO 1 - RELATRIO MENSAL DE ATENDIMENTOS DO CRAS MS: _____________/20___ Nome da Unidade: _______________________________ N da Unidade: |__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__|__| Endereo: _______________________________________________________________________________________ Municpio ________________________________________________________________________ UF ____________ Bloco I - Famlias em acompanhamentos pelo PAIF A. Volume de famlias em acompanhamento pelo PAIF Total A.1. Total de famlias em acompanhamento pelo PAIF A.2. Novas famlias inseridas no acompanhamento do PAIF durante o ms de referncia B. Perfil de famlias inseridas em acompanhamento no PAIF, no ms Total B.1. Famlias em situao de extrema pobreza B.2. Famlias beneficirias do Programa Bolsa Famlia B.3. Famlias beneficirias do Programa Bolsa Famlia, em descumprimento de condicionalidades B.4. Famlias com membros beneficirios do BPC B.5. Famlias com crianas/adolescentes no PETI B.6. Famlias com adolescentes no Projovem adolescente Bloco 2 - Atendimentos individualizados realizados no CRAS C. Volume de atendimentos individualizados realizados no CRAS Quantidade C.1. Total de atendimentos individualizados realizados, no ms C.2. Famlias encaminhadas para incluso no Cadastro nico C.3. Famlias encaminhadas para atualizao cadastral no Cadastro nico C.4. Indivduos encaminhados para acesso ao BPC C.5. Famlias encaminhadas para o CREAS * Nos campos C1 a C5 devem ser contabilizadas todas as famlias/indivduos, independente de estarem, ou no, em acompanhamento sistemtico do PAIF Bloco 3 - Atendimentos coletivos realizados no CRAS D. Volume dos Servios de Convivncia e Fortalecimentos de Vnculos Quantidade D.1. Famlias participando regularmente de grupos no mbito do PAIF D.2. Crianas em Servios de Convivncia e Fortalecimentos de Vnculos Servios para crianas at 6 anos D.3. Crianas/ adolescentes em Serv. de Conv.e Fort. de Vnculos para crianas/adolescentes de 6 a 15 anos D.4. Jovens em Servios de Convivncia e Fortalecimentos de Vnculos Servios para jovens de 15 a 17 anos D.5. Idosos em Servios de Convivncia e Fortalecimentos de Vnculos Servios para idosos D.6. Pessoas que participaram de palestras, oficinas e outras atividades coletivas de carter no continuado D.7. Pessoas com deficincia participando dos Servios de Convivncia ou dos grupos do PAIF Nome do Coordenador do CRAS: __________________________________________________________________ Assinatura: ________________________________________________ CPF: ______________________________ 6. 5 Instrues detalhadas para preenchimento do Formulrio 1 7. 6 Bloco I Famlias em acompanhamento pelo PAIF Para efeito dos registros de informao de que trata a Resoluo CIT 04/2011, entende-se por acompanhamento familiar do PAIF, as atividades desempenhadas por meio de atendimentos sistemticos, e planejadas com objetivos estabelecidos, que possibilitem s famlias/indivduos o acesso a um espao onde possam refletir sobre sua realidade, construir novos projetos de vida e transformar suas relaes, sejam elas familiares ou comunitrias. Trata-se, portanto, de um processo de carter continuado e planejado, por perodo de tempo determinado, no qual, a partir da compreenso das vulnerabilidades, demandas e potencialidades apresentadas pela famlia, so definidas estratgias de ao e objetivos a serem alcanados. O acompanhamento familiar pode materializar-se a partir do atendimento sistemtico e planejado de um ou mais membros do grupo familiar. Geralmente, o acompanhamento realiza-se por meio da participao sistemtica da famlia em atividades coletivas desenvolvidas no mbito do PAIF, mas em circunstncias especficas, o acompanhamento pode realizar-se de forma particularizada com uma famlia, sem que a mesma esteja participando das atividades coletivas do PAIF. Portanto, o que caracteriza o acompanhamento , fundamentalmente, o contato sistemtico e planejado com a famlia, orientado ao alcance de objetivos estabelecidos. A. VOLUME DE FAMLIAS EM ACOMPANHAMENTO PELO PAIF A.1. Total de famlias em acompanhamento pelo PAIF a soma das famlias que j vm sendo acompanhadas (compreendendo acompanhamento conforme definido acima), mais aquelas que ingressaram no decorrer do ms de referncia. Exemplo 1: No dia 01 de setembro de 2011, o CRAS possua 282 famlias em acompanhamento pelo PAIF e entre os dias 01 e 30 de setembro, 26 novas famlias foram inseridas no acompanhamento. Logo, o Total de famlias em acompanhamento pelo PAIF no ms de setembro de 308 famlias (282 + 26). As famlias cujo acompanhamento foi encerrado no decorrer do ms de setembro (ou que desistiram do acompanhamento) ainda sero contabilizadas no total do ms, devendo ser retiradas no clculo do ms subseqente. Ou seja, se durante o ms de setembro, 12 famlias tiveram o acompanhamento encerrado com base em avaliao da equipe tcnica e detectou-se que outras 18 famlias desistiram do acompanhamento (por razes diversas), o ms de outubro iniciar com 278 famlias em acompanhamento (308 famlias, menos 12 famlias , menos 18 famlias = 278 famlias), s quais devem ser acrescidas as novas famlias que vierem a ser inseridas no acompanhamento durante o ms de outubro. A.2. Novas famlias inseridas no acompanhamento do PAIF durante o ms de referncia Do nmero total de famlias acompanhadas pelo PAIF e que foram registradas na questo anterior (A.1), informe a quantidade de famlias que iniciaram o acompanhamento pelo PAIF neste ms. Ou seja, corresponde s 26 novas famlias mencionadas no exemplo acima (Exemplo 1). 8. 7 B. PERFIL DE FAMLIAS INSERIDAS EM ACOMPANHAMENTO NO PAIF, NO MS Ateno! As famlias a serem computadas nos itens B.1 a B.6, so um subconjunto das famlias computadas no item A.2. Ou seja, referem-se exclusivamente s caractersticas das novas famlias inseridas no PAIF no ms de referncia. Neste sentido, utilizando mais uma vez o Exemplo 1, deve-se informar quantas famlias, dentre as 26 novas famlias inseridas no ms

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