manual ações integrais

Download Manual Ações Integrais

Post on 08-Dec-2015

215 views

Category:

Documents

2 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Manual do Mdulo de Aes Integrais em Sade do semestre 2014.1 - Faculdades INTA

TRANSCRIPT

  • 1 Aes Integraisem Sade - 2014

  • 2 Aes Integraisem Sade - 2014

    MEDICINA NOINTA

  • 3 Aes Integraisem Sade - 2014

    Aes Integraisem Sade

  • 4 Aes Integraisem Sade - 2014

    INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADACorpo Dirigente

    DIRETOR GERAL

    OSCAR RODRIGUES JUNIOR

    PR-DIRETOR ADMINISTRATIVO MOSES HAENDEL MELO RODRIGUES

    PR-DIRETOR DE ENSINO E GRADUAO RMULO CARLOS DE AGUIAR

    PR-DIRETOR DE NOVAS TECNOLOGIAS EM EDUCAO E EAD

    JOO JOS SARAIVA DA FONSECA

    COORDENADOR DO CURSO DE MEDICINA JOS KLAUBER ROGER CARNEIRO

    NCLEO DE ASSESSORIA PEDAGGICA DO CURSO DE MEDICINA

    GEISON VASCONCELOS LIRA

    OLIVAN SILVA QUEIROZ

    ELABORAO DO MANUAL

    Pedro Gomes Cavalcante Neto Antnia Eliana Arajo Arago

    Olivan Silva Queiroz

  • 5 Aes Integraisem Sade - 2014

    JURAMENTO DE HIPCRATES

    Juro por Apolo Mdico, por Asclpio, por Hgia e Panacia, e tomo por testemu-

    nhas todos os deuses e deusas, que, conforme minha capacidade e discernimento

    cumprirei este juramento e compromisso escrito:

    Estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida

    comum, e, se necessrio for, com ele compartilhar meus bens; ter seus filhos por meus prprios irmos; e aos do sexo masculino ensinar esta arte, se desejarem

    aprend-la, sem remunerao nem compromisso escrito; fazer participar dos pre-

    ceitos, das lies e de todo o resto do ensino, meus filhos, os filhos do meu mestre, e os discpulos que assumiram compromisso escrito e prestaram juramento con-

    forme a lei mdica, e a ningum mais. Aplicarei os regimes para o bem do doente,

    conforme minha capacidade e discernimento, nunca para causar dano ou mal a

    algum. A ningum darei por comprazer, nem remdio mortal nem conselho que

    induza perda; do mesmo modo, no darei a mulher alguma substncia abortiva.

    Conservarei imaculada minha vida e minha arte. No praticarei a talha, mesmo

    sobre um calculoso confirmado; deixarei essa operao aos prticos que disso cui-dam. Em toda casa, a entrarei para o bem dos doentes, mantendo-me longe de

    todo dano voluntrio e de toda seduo, sobretudo longe dos prazeres do amor,

    com as mulheres e com os homens, livres ou escravizados. Aquilo que, no exer-

    ccio ou fora do exerccio da profisso e no comrcio dos homens, eu tiver visto ou ouvido, e que no seja preciso divulgar, eu conservarei inteiramente secreto:

    minha boca calar os segredos que me forem confiados. Se eu cumprir este jura-mento com fidelidade, que me seja dado desfrutar com felicidade da minha vida e da minha arte, honrado para sempre junto a todos os homens; mas se eu o trans-

    gredir e no o cumprir, que me suceda o contrrio.

    Hipcrates, 430-370 a.C

  • 6 Aes Integraisem Sade - 2014

    JURAMENTO MODERNO

    Eu, solenemente, juro consagrar minha vida a servio da Humanidade. Darei como reco-

    nhecimento a meus mestres, meu respeito e minha gratido. Praticarei a minha profisso

    com conscincia e dignidade. A sade dos meus pacientes ser a minha primeira preo-

    cupao. Respeitarei os segredos a mim confiados. Manterei, a todo custo, no mximo

    possvel, a honra e a tradio da profisso mdica. Meus colegas sero meus irmos. No

    permitirei que concepes religiosas, nacionais, raciais, partidrias ou sociais interve-

    nham entre meu dever e meus pacientes. Manterei o mais alto respeito pela vida huma-

    na, desde sua concepo. Mesmo sob ameaa, no usarei meu conhecimento mdico em

    princpios contrrios s leis da natureza. Fao estas promessas, solene e livremente, pela

    minha prpria honra.

    Associao Mdica Mundial, 1948

  • 7 Aes Integraisem Sade - 2014

    NDICE

    1. Apresentao

    2. Objetivos Gerais do Mdulo

    3. Instrumentos Didticos

    4. Sistemtica de Avaliao

    5. Frequncia

    6. Roteiro de Estudo

    7. Bibliografia

    8. Anexos

  • 8 Aes Integraisem Sade - 2014

    Aes Integrais em Sade: Sistema

    Palavras-Chave do Mdulo

  • 9 Aes Integraisem Sade - 2014

    Faculdade de Medicina

    1. APRESENTAO

    Caro estudante, com a responsabilidade de quem ganha um novo conhecimento,

    fundamental no exerccio da cidadania, apresentamos o primeiro mdulo das Aes In-

    tegrais em Sade (as Integrais), que trata do Sistema de Sade do Brasil e do Mundo.

    Como profissional mdico, voc dever orientar e cuidar de pessoas, na grande

    maioria das vezes com algum sofrimento. Alm de seus corpos enfermos, elas encon-

    tram-se inseridas num contexto de desenvolvimento pessoal, histria de vida, familiar,

    comunitrio e social. Junto com sua queixa, trazem suas crenas e medos, seus mitos,

    suas dificuldades e facilidades de acesso a um profissional de sade, a uma terapia.

    Enfim, nesse contexto que estaremos inseridos a partir desse mdulo, onde uti-

    lizaremos instrumentos cientficos e sistemticos que iro nos auxiliar a compreender e

    colaborar com o bem estar das pessoas.

    Esse Manual do Mdulo deve auxili-lo durante o semestre, no calendrio, nos

    temas, mtodos de ensino, objetivos de aprendizagem e avaliao da aquisio desses

    objetivos.

    No deixe de consult-lo periodicamente.

    Seja bem-vindo e bons estudos!

  • 10 Aes Integraisem Sade - 2014

    2. OBJETIVOS GERAIS DO MDULO

    Ao final desse mdulo, espera-se que o estudante sejam capazes de:

    OG1. Identificar os principais modelos de proteo social e associ-los a

    sistemas de sade;

    OG2. Descrever etapas da evoluo do sistema de sade brasileiro (SUS);

    OG3. Descrever os fundamentos, princpios e diretrizes do SUS, bem como

    internalizar sua importncia;

    OG4. Demonstrar noes do financiamento pblico da sade e o modelo de

    sade suplementar;

    OG5. Posicionar-se diante de questes atuais do sistema de sade brasileiro;

    OG6. Descrever aspectos histricos e organizacionais da Ateno Primria

    Sade (APS) no Brasil e no mundo;

    OG7. Descrever as principais caractersticas da APS;

    OG8. Descrever e estrutura fsica e organizao de um servio da APS;

    OG9. Descrever as funes gerais e especficas de componentes de uma equipe

    da APS, principalmente do mdico generalista;

    OG10. Avaliar o perfil epidemiolgico de uma populao, utilizando

    indicadores de sade para a preveno, controle e/ou erradicao de

    doenas e agravos;

    OG11. Reconhecer os objetivos e aplicaes da epidemiologia no planejamento,

    execuo e avaliao de aes de sade individuais e coletivas;

    OG12. Reconhecer a importncia da aplicao dos conhecimentos

    epidemiolgicos, visando preveno e promoo da sade e melhoria

    contnua dos servios de sade.

  • 11 Aes Integraisem Sade - 2014

    3. ROTEIROS DIDTICOS

    So apresentados a seguir os Roteiros Didticos a serem utilizados pelos estu-

    dantes no mdulo, para que sejam atingidos os objetivos de aprendizagem propostas:

    Discusso em Pequenos grupos: divididos em grupos de 5 ou 6 estudantes, so estimu-

    ladas discusses guiadas, brainstorm (chuva de ideias), elaborao de produtos que em

    um segundo momento ser apresentados ao grupo maior.

    Exposio dialogada: so conferncias ministradas pelo professor ou convidado, que

    expem conceitos bsicos sobre algum tema, bem como experincias do conferencis-

    ta. Nesses momentos deve ser permitida a formulao de perguntas e intervenes por

    parte da audincia, com pronto retorno do professor.

    Discussodetrechosdefilmes: alguns filmes mostram de forma didtica exemplos e

    modelos discutidos durante as aulas. Esses filmes so apresentados (na ntegra ou em

    trechos) com posterior discusso em sala.

    Elaborao da linha do tempo: quando se trata de assuntos histricos, deve-se tentar

    visualizar a evoluo dos principais fatos e sua localizao na linha do tempo.

    Tribunal de jri simulado: para discusso de temas dinmicos, atuais e de algumas ma-

    neira sem consenso na academia, organizam-se tribunais com equipes que defendam ou

    acusem temas previamente estabelecidos e estudados.

    Visita de campo: o primeiro contato direto com o sistema de sade se dar atravs de

    visita semi-estruturada, com objetivos claros de aprendizagem e definio de atividade.

    As observaes so anotadas em um dirio de campo.

    Apresentao de seminrio: aps visita de campo e explorao terica do tema, os es-

    tudantes apresentam de forma interativa seus dados e experincias aos professores e

    colegas.

  • 12 Aes Integraisem Sade - 2014

    4. SISTEMTICA DE AVALIAO

    Para checar a aquisio dos objetivos do mdulo e a efetividade dos mtodos de

    ensino, utilizaremos as seguintes estratgias de avaliao:

    AP1 Avaliao Escrita I (Polticas de Sade): os testes escritos so os principais ins-

    trumentos de avaliao de conhecimento. Esse ser o primeiro teste do mdulo, e deve

    acontecer no dia 24 de Abril, com 20 questes e durao mxima de 2 horas. Essa uma

    avaliao individual e no possvel consulta. Corresponde a 20% da nota final.

    AP2 Argumentos do Tribunal: os argumentos utilizados pelas equipes sero entre-

    gues por escrito aos professores no dia do tribunal. Alm de avaliar a qualidade dos ar-

    gumentos, essa atividade guiar o desempenho da equipe no tribunal. Essa uma avalia-

    o coletiva e corresponde a 20% da nota final.

    AP3 Desempenho no Tribunal: durante a apresentao dos argumentos no tribu-

    nal, as equipes sero avaliadas no seu desempenho, postura, segurana, art