manejo de pastagem

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manejo de pastagem

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  • Manejo de

    Pastagem

    Jlia Carolina

  • Trabalho do Bimestre

    Projeto Completo:

    Mapeamento da propriedade

    Planejamento de Forragem

    Planejamento da Seca

    Evoluo de Rebanho

    Diviso de Pastagem

    Adubao de Pastagem

  • Luminosidade Temperatura Umidade

  • Janeiro

    Fevereiro

    Maro

    Abril

    Maio

    Junho

    Julho

    Agosto

    Setembro

    Outubro

    Novembro

    Dezembro

  • Irrigao de Pastagem

  • Pastagem

  • Manejo de Pastagem Atender as exigncias

    nutricionais dos animais e as exigncias fisiolgicas das

    plantas, para que a produo no seja afetada. Isso quer dizer que os animais precisam consumir forragem

    de alta qualidade para atingir os nveis de produo desejados e as plantas

    dependem dessas folhas para manter sua eficincia

    fotossinttica, j que as folhas novas so mais nutritivas e

    mais ativas fotossinteticamente.

  • Com o envelhecimento das plantas ocorre

    espessamento e lignificao das paredes celulares,

    principalmente na regio dos feixes vasculares. Este

    fenmeno foi relacionado com a reduo das reas

    de digesto dos tecidos. A epiderme constitui-se em

    barreira para a aderncia e penetrao dos

    microrganismos ruminais no processo de digesto

    dos tecido vegetais, da a importncia da

    mastigao e da ruminao no processo de

    fragilizao da epiderme.

  • Manejo de Pastagem Em estudos onde o desempenho produtivo de

    animais foi avaliado em funo da dieta de

    forragem fornecida, de forma geral, o desempenho

    individual foi menos dependente do valor nutritivo

    da forragem (10 a 40% das vezes) e mais afetado

    pelo consumo (90 a 60% das vezes).

  • Produo Animal

    Manuteno da Forragem

  • Plantas mais jovens apresentam maior proporo de folhas e menor proporo de colmos em sua composio, o que favorece a ingesto de forragem, por ser mais fcil realizar o bocado, e porque a digesto das folhas mais fcil e rpida, permitindo que o animal coma mais.

    Folhas so mais nutritivas que colmos,

    Folhas verdes so mais nutritivas que folhas mortas,

    Colmos novos so mais nutritivos que colmos velhos.

    A queda no valor nutritivo com o tempo decorre do acmulo de compostos estruturais como celulose e lignina, que no s diluem a concentrao dos demais compostos na forragem, mas que tambm tem por funo dar rigidez estrutural planta (algo que ela precisa para se manter em p e interceptar luz solar), e com isso so de digesto mais difcil

  • Tipos de Pastejo Contnuo Esse tipo de sistema o mais comumente usado, devido ao seu menor custo com instalaes (cercas, cochos e guadas).

    Algumas caractersticas:

    - Os animais permanecem o ano todo na pastagem; - Distribuir inteligentemente guadas, cochos e sombreamento;

    As principais desvantagens so: H uma maior seleo dos animais (preferem alimentar das folhas do que

    os colmos);

    As excrees dos animais so distribudas aleatoriamente (h uma degradao desproporcional da rea);

    Se houver uma falta de controle da lotao, pode haver aumento das espcies invasoras.

  • Reprodutores

    Bezerros

  • rea = 20 hectares

    Lotao = 100 animais

    Peso mdio dos Animais =600 KG

    UA = Unidade Animal = 450 Kg

  • rea = 20 hectares

    Capacidade = 5 U.A/ha

    Novilhas 230 Kg

    Vacas 580 Kg

    Bezerras 120 Kg

  • Aumentar a Presso de

    Pastejo

  • Diminuir a Presso de Pastejo

  • Presso de pastejo: a presso de

    pastejo definida pela intensidade de

    utilizao da forrageira, ou seja, a

    quantidade de peso vivo (unidade

    animal) presente sobre a pastagem. A

    presso de pasteio determinante

    para a quantidade e qualidade da

    forragem disponvel.

  • Porque utilizado?

    Conceito de intensificao

    Sistemas de pastejo

    Implantao

  • Manejo Intensivo de Pastagens

    Porque utilizamos?

  • 1. Tecnologia acessvel

    2. Aumento da produtividade (terra)

    3. Aumento da escala de produo

    4. Melhoria da qualidade do volumoso

  • Se to bom e barato porque poucos

    produtores utilizam?

  • 1. Falta de transferncia de tecnologia compartilhamento de como

    utilizar a

    tecnologia

    2. nfase na difuso

    faltou o como fazer Adubaes desequilibradas

    Erros no ajuste de lotao

    Erros no controle de resduo

    Falta de ateno no controle do rebanho

  • Carlos Martins Sta Helena de Gois

  • Carlos Martins Sta Helena de Gois

  • Cesar Minuzzo Planalto, PR

  • Ronnie Fbio Mtes Claros de Gois

  • Jos Divino Morrinhos, GO

  • ber Gomes So Joo da Parana, GO

  • Altair Piske Planalto, PR

  • Cesar Minuzzo Planalto, PR

  • Necessidades bsicas para

    sua implantao

    Planejamento racional

    Acompanhamento de um tcnico

    treinado

    Constante presena do proprietrio

  • Conceito de intensificao

  • Sistema 1

    Tifton 85

    Sistema 3

    Tifton 85

    Sis

    tem

    a 4

    Mo

    mb

    a

    a

    Centro

    de

    Manejo

    Produtor: Csar Minuzzo

    Stio Santa Maria

    Municpio: Planalto PR rea Leite: 6,0 ha

    Total de Vacas: 25

    Produo: 400 litros/dia

  • Vantagens da intensificao e sistemas de pastejo

    Separao dos animais em lotes

    Maior eficincia de pastejo

    Fertilidade do solo mais homognia

    Flexibilidade nas adubaes e irrigaes

    MAIOR EXPLORAO DO POTENCIAL

    DAS GRAMNEAS TROPICAIS E

    DOS ANIMAIS

  • Fundamentos para diviso de pastagens

  • ASPECTOS A SEREM

    CONSIDERADOS

    Tipo de espcie forrageira

    Proporo do piquete

    Localizao e largura dos corredores

    Localizao da sombra

    Localizao do mdulo

    CONFORTO ANIMAL

  • TIPO DE ESPCIE FORRAGEIRA

    Brachiaria decumbens 24 a 26 dias

    15 cm

    Mombaa 24 a 26 dias

    35 cm

    Brachiaria brizantha 28 a 30 dias

    20 cm

    Capim elefante 34 a 38 dias

    40 cm

    Tanznia 25 a 28 dias

    35 cm

    Coast-cross, Tifton, Estrela, Jiggs 18 a 20 dias

    05 cm

    Espcie Perodo de descanso

    Resduo ps-pastejo

  • LARGURA DO CORREDOR

  • LARGURA DO CORREDOR

  • LOCALIZAO DO

    CORREDOR

  • CORREDOR ABAULADO E COMPACTADO

    TERRA+CALCRIO+GUA

  • LOCALIZAO DO

    MDULO

  • SOMBRA

  • olho

    Papel

    Computador (AUTO CAD ou programas similares

    MTODOS UTILIZADOS NA DIVISO DE

    PASTAGENS

  • Aproveitamento total da rea

    Exato

    Rpido

    VANTAGENS DO COMPUTADOR

  • EXEMP

    LO

    38,6

    43,5

    45,2

    45,1

    43,3

    35,9

    32,9

    34,7

    34,3

    27,2

    22,1

    15

    20,9

    32,4

    23,6

    25

    ,2

    19

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    17

    10

    ,77

    ,3

    38

    ,1

    16

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    4,6

    12,7

    17,7

    20,2

    18,5

    20,3

    20,3

    27,3

    36,7

    14,8

    45

    16

    ,5

    13

    ,5

    12,3

    18,8

    22,6

    26,2

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    49,4

    26,8

    20

    ,2

    35,4

    35,5

    35,9

    29,7

    17,2

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    17

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    20

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    31,2

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    30,8

    25,7

    26,4 26,2

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    15

    28,5

    14,9

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    22,6

    20,4

    19,7

    18,2

    6,2

    9,8

    13

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    26

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    7,1

    8,4

    52,6

    31

    ,1

    51,3

    43,9

    4,3

    14,414,8 15,6

    4,9

    2,8

    5

    2,7

  • 28 piquetes de 340 m cada

    Corredores com 4 m de largura

    SEDILSON IVAN ORDONHOChacara So Miguel

    curral

    BA

    MB

    EXEMP

    LO

  • Corredores centrais com 3 m de largura

    Stio Nossa Senhora Aparecida

    Corredor lateral com 4 m de largura

    Jos Aparecido Donato28 piquetes de 185 m

    MODELO 2

    EXEMP

    LO

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