Manejo de elasmo na cultura do milho

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  • Sete Lagoas, MGDezembro, 2009

    118

    ISSN 1518-4269

    Autores

    Paulo Afonso Viana Entomologista

    - Manejo Integrado de Pragas. Embrapa Milho e Sorgo. Caixa Postal 151,

    35701-970 Sete Lagoas, MG

    pviana@cnpms.embrapa.br

    Manejo de elasmo na cultura do milho

    A importncia da praga

    A lagarta elasmo, Elasmopalpus lignosellus, ocorre nas regies temperadas e tropicais do continente americano. uma praga polfaga que ataca mais de 60 espcies de plantas, causando srios danos a vrias culturas de importn-cia econmica, como milho, cana-de-acar, trigo, soja, arroz, feijo, sorgo, amendoim e algodo. Perdas atribudas ao ataque de elasmo no milho variam de 20 % at a destruio total da lavoura em condio de alta infestao (VIA-NA, 2004).

    A lavoura somente atacada pela lagarta at atingir uma altura mdia de 35cm. Normalmente, o agricultor percebe o ataque da praga atravs das inmeras falhas na lavoura. O dano causado pela lagarta na regio do colo, penetrando em seguida no colmo e fazendo galerias no seu interior, provo-cando o perfilhamento e/ou a morte da planta (Figura 1). O ataque pode ser visualizado pelo murchamento e pela seca das folhas centrais, que se desta-cam com facilidade ao serem puxadas. As perdas ocasionadas esto relacio-nadas com a reduo no estande, resultando no baixo rendimento da cultura. O ataque da lagarta causa a destruio da regio de crescimento, quando este se encontra abaixo do nvel do solo ou destri total ou parcialmente os tecidos meristemticos responsveis pela conduo de gua e nutrientes (VIANA et al., 2000; VIANA, 2004).

    Figura 1. Ataque de elasmo no milho

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    Bioecologia

    Os adultos so ativos noite e as condies ideais para o acasalamento e a oviposio ocorrem com baixa velocidade do vento, baixa umidade relativa do ar, temperatura ao redor de 27 C e completa escurido. O acasala-mento se d no final da noite e a oviposio no incio.

    As fmeas ovipositam no segundo dia aps a emergncia dos adultos. O pico de postura ocorre durante o quarto e o quinto dias de vida das fmeas. Ao redor de 48 % do total de ovos so depositados at o quarto dia do acasala-mento. As fmeas depositam em mdia de 100 a 120 ovos durante o perodo de vida, podendo chegar a 420 ovos. A longevidade dos adultos varia de 7-9 dias at 38-42 dias, dependendo do sexo e se o acasalamento houver ocorrido. Machos e fmeas virgens vivem mais tempo do que machos e fmeas acasaladas.

    Os adultos medem cerca de 17 a 22 mm de envergadura (Figura 2). Os palpos labiais so eretos e mais longos nos machos do que nas fmeas. As asas anteriores so escuras nas fmeas, enquanto nos machos so claras na parte central, possuindo as margens escuras.

    Os ovos so ovais, medindo 0,67 mm de compri-mento e 0,46 mm de dimetro. Ao ser depositado, possui colorao branca-leitosa, variando para vermelho-escura antes da ecloso das lagartas. Cerca de 99 % dos ovos so colocados no solo, concentrando-se nos 30 cm ao redor da planta. Em temperatura de 28 C, as lagartas eclodem em mdia no terceiro dia aps a oviposio.

    Figura 2. Adultos: fmea e macho Figura 3. Lagarta

    As lagartas recm-eclodidas so amarelo-palha com listras vermelhas. medida que se desen-volvem, a colorao torna-se esverdeada, com anis e listras vermelho-escuros. A lagarta com-pletamente desenvolvida mede cerca de 16 mm de comprimento por 2 mm de largura, passando por seis nstares (Figura 3). O perodo larval altamente influenciado pela temperatura e varia de 17 a 42 dias.

    A fase de crislida ocorre no solo e dura de 8 a 10 dias. A crislida marrom-escura, cilndrica, medindo 16 mm de comprimento por 6 mm de largura. No solo, ela fica dentro de uma cmara construda de teia e partculas de solo.

    Dinmica populacional

    Desde o incio do sculo passado, tem sido observado um ataque mais severo da lagarta-elasmo em plantas cultivadas em solos arenosos e secos (LUGINBILL; AINSLE, 1917). Nessas condies, foram verificados elevados danos no milho (FEHN; MOTA, 1958; ESTRADA, 1960; SARMIENTO et al., 1973; VIANA, 1981; VIANA; COSTA, 1995). A umidade do solo afeta direta-mente o comportamento dos adultos na seleo do local para oviposio, a ecloso de lagartas e a mortalidade de lagartas recm-eclodidas (VIA-

    NA, 1981). Estudos mais recentes demonstraram o efeito diferenciado de seis lminas de gua (Tabela 1) sobre o dano causado pela lagarta-elasmo com idade de 4, 10 e 15 dias. Verificou-se que o controle da lagarta com at dez dias de idade pode ser realizado atravs do manejo da umidade do solo; em lagartas mais desenvolvi-das (15 dias), pequeno o efeito da umidade do solo, o que resulta num maior nmero de plantas atacadas (VIANA; COSTA, 1995).

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    Tabela 1. Efeito da umidade do solo sobre o nmero mdio de plantas atacadas por Elasmopalpus lignosellus em milho

    A queima da palhada antes do plantio ou da co-lheita uma prtica que afeta a dinmica popu-lacional dessa praga. Na cultura da cana-de-a-car, em que em algumas regies ainda se queima a palhada, o ataque da lagarta tem sido intenso quando comparado com reas no queimadas (PLANK, 1928; BENNETT, 1962; METCALFE, 1969; SCHAAF, 1975). Segundo esses autores, havia a hiptese de que, atravs de um estimulo olfativo, os adultos seriam atrados pela fumaa existente em reas queimadas, a qual tambm estimula a oviposio. Esse comportamento foi confirmado em testes realizados em olfatmetro, no qual os adultos foram fortemente atrados pela fumaa (VIANA, 1981). Alm da atratividade sobre os adultos do inseto, a fumaa estimula a oviposio, proporcionando o dobro do nmero de ovos quando comparado com a ausncia da fumaa (MAGRI, 1998). Outro papel importante da fumaa tem sido identificado sobre o compor-tamento da mariposa. A fumaa est relacionada localizao de alimento, agindo como pista para o inseto identificar novas plantas hospedei-ras emergidas aps a queima (MAGRI, 1998). Para o desenvolvimento de pesquisas em labo-ratrio com essa praga, a tcnica de queima de restos culturais tem sido empregada para atrair e, posteriormente, capturar os adultos no campo com rede entomolgica.Diferentes sistemas de cultivos so fatores que tambm afetam a dinmica populacional desse inseto. A infestao grandemente reduzida em plantio direto, quando comparada com a que ocorre no sistema de plantio convencional (ALL et al., 1982). Associado aos sistemas de cultivos,

    tem sido demonstrado que a larva alimenta-se, alternativamente, de resduos vegetais em decomposio oriundos do preparo do solo (CHESHIRE JR. et al., 1977; CHESHIRE JR.; ALL, 1979). No caso de lavouras implantadas logo aps o preparo do solo, essas podero sofrer danos significativos causados pela popu-lao da praga residente no material em decom-posio, a qual ir migrar para se alimentar em plantas recm-germinadas (VIANA, 2007).

    Manejo e controle

    Amostragem e monitoramento

    Constituem o principal problema para o manejo dessa praga. Para o monitoramento de insetos de uma maneira geral, podem ser empregadas diferentes tcnicas de amostragens. Cada tcni-ca tem as suas vantagens e suas desvantagens para a espcie a ser estudada e mais do que uma tcnica pode ser apropriada ao desenvol-vimento de um programa de monitoramento. O desenvolvimento de um programa eficiente de manejo integrado de pragas est alicerado no conhecimento de informaes biolgicas e sobre os procedimentos para obter essa informao.

    Um dos mtodos de grande potencial para o monitoramento o uso de feromnio sexual, o qual composto por substncias produzidas pela fmea virgem e que atraem o macho para o aca-salamento. Esse feromnio j foi sintetizado em laboratrio e avaliado no campo, porm mostrou-se ineficiente para atrair machos da espcie na regio de Sete Lagoas, MG (PIRES et al., 1992).

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    Tem-se como opo, para realizar o monitora-mento, a utilizao de mariposas criadas em laboratrio, presas em pequena gaiola cilndrica no interior de armadilha especfica para coletar insetos.

    Entre todas as tcnicas, a mais utilizada para determinar a populao da praga avaliar o nmero de plantas atacadas pela lagarta. Porm, essa tcnica frequentemente falha em indicar a tempo infestaes da praga para que se possam empregar medidas de controle que evitem perda econmica na lavoura. A deteco de infestaes em hospedeiros alternativos como o feijo e a ervilha, semeados antes da cultura, pode ser uti-lizada como um indicador da ocorrncia da praga na rea cultivada (ALL et al., 1982).

    Estratgias de controle

    a) Controle biolgico

    Embora os inimigos naturais sejam um impor-tante componente regulatrio de populao de insetos, o seu impacto sobre a lagarta-elasmo considerado baixo. Isso se explica devido ao hbitat protegido da lagarta quando se alimenta no interior do colmo ou quando se encontra no abrigo de teia e terra construdo pelo inseto e lo-calizado no solo. Entretanto, vrios parasitides, vrus de poliedrose nuclear e os fungos Asper-gillus flavus e Beauveria bassiana so relaciona-dos como inimigos naturais de elasmo.

    b) Controle cultural

    O uso do controle cultural tem sido uma das tcnicas mais antigas empregadas para o con-trole de elasmo. No incio do sculo passado, recomendava-se remover os resduos culturais no campo como uma prtica para prevenir infes-tao com essa praga (LUGINBILL; AINSLIE, 1917). Associada a essa prtica, utilizava-se maior quantidade de fertilizantes em reas areno-sas para estimular o crescimento das plantas.

    A prtica de queimada na rea antes de ser cultivada e em reas adjacentes aumenta signi-ficativamente a ocorrncia do inseto. Os adultos respondem por um estimulo olfativo, sendo atra-dos pela fumaa (VIANA, 1981; MAGRI, 1998), favorecendo a oviposio nesses locais. Isso re-

    sulta em alta infestao do inseto e, consequen-temente, em elevados danos para a lavoura.

    A alta umidade do solo o principal fator abiti-co que pode ser utilizado no manejo de elasmo. Age negativamente em qualquer estgio do ciclo biolgico da praga. Porm, a sua importncia maior no incio da fase larval, causando alta mor-talidade. medida que a lagarta desenvolve, a mortalidade decresce (VIANA; COSTA, 1992a). A umidade elevada do solo tambm afeta negativa-mente o comportamento dos adultos na seleo do local para oviposio e na ecloso das lagar-tas. As mariposas preferem depositar os ovos em solos mais secos. A oviposio maior em solos secos do que em solos mais midos (VIANA; COSTA, 1992b). Para que a umidade do solo por si s mantenha os danos causados pela praga em nveis abaixo de perda considerada econmi-ca, necessrio que a lavoura esteja no perodo de suscetibilidade, com a umidade ao redor da capacidade de campo.

    O mtodo de cultivo tambm afeta a ocorrn-cia dessa praga. A infestao chega a ser duas vezes maior em cultivo convencional em relao ao plantio direto (ALL et al., 1979; SILVA et al., 1994). De acordo com o mtodo de cultivo em-pregado, uma srie de fatores contribuem para a flutuao populacional do inseto. Esses fatores esto relacionados ao prprio comportamento, presena de inimigos naturais, aos danos me-cnicos de implementos agrcolas causados praga no seu hbitat no solo e s mudanas na umidade do solo.

    c) Controle qumico

    O mtodo de controle de elasmo mais comu-mente utilizado tem sido o qumico. Iniciou-se na dcada de 40, com a utilizao de polvilhamen-to de uma mistura de inseticidas clorados. Nas dcadas seguintes, com o surgimento de novos grupos de inseticidas, foram utilizadas vrias for-mulaes de fosforados, carbamato, piretrides e, mais recentemente, do grupo das nitroguanidi-nas.

    Entre os mtodos de aplicao de inseticidas para o controle dessa praga, o tratamento de sementes, pela sua praticidade, custo e eficin-

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    cia, o mais empregado. Entretanto, em reas onde no foi utilizado o tratamento de sementes, tem-se como opo de controle a aplicao de inseticida com jato dirigido para o colo da plan-ta, desde que o ataque seja identificado logo no incio. Nessa condio, o controle da lagarta evita que a mesma emigre de plantas atacadas para plantas sadias, aumentando o dano inicial.

    No Brasil, existem vrios inseticidas registrados no Ministrio da Agricultura, Pecuria e Abaste-cimento para o controle de elasmo na cultura do milho (Tabela 2).

    d) Resistncia de plantas

    Embora a utilizao de inseticidas seja eficiente no controle dessa praga, o alto custo desses pro-dutos e dos equipamentos utilizados e os riscos de aplicao limitam a utilizao desse mtodo de controle, principalmente para pequenos agri-cultores. Consequentemente, o desenvolvimento de plantas resistentes praga altamente dese-jvel, beneficiando pequenos, mdios e grandes agricultores, indistintamente. Pouco tem sido explorado nesse aspecto; entretanto, algumas fontes de resistncia natural foram identificadas para o milho e vm sendo experimentalmente melhoradas para essa caracterstica (VIANA; GUIMARES, 1997).

    Fonte: Agrofit (Novembro/2009)

    Tabela 2. Inseticidas registrados (Ministrio da Agricultura, Pecuria e Abastecimento) para o controle de Elasmopalpus lignosellus no milho

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    Recentemente, algumas espcies de plantas tm sido geneticamente modificadas para produzir protinas txicas para os insetos. Alguns traba-lhos tm mostrado que essa tecnologia poder ser empregada para o controle de elasmo. Para o milho, hbridos com Bt (Cry9C, Cry1F e Cry1Ab) no diferiram no controle de elasmo e foram su-periores aos hbridos no transgnicos (VILELLA et al., 2002). De maneira geral, resultados experi-mentais sugerem que a expresso desses genes poder, nos prximos anos, proporcionar adequa-dos nveis de resistncia ao ataque de elasmo.

    f) Manejo integrado

    Entre as recomendaes bsicas para o manejo de elasmo na cultura de milho (VIANA, 2004), destacam-se:

    a) em cultivo convencional, preparar a rea duas a trs semanas antes do plantio visando a assegurar a adequada decom-posio dos resduos de plantas nos quais a lagarta sobrevive. Em sistema rotacional com mais de uma cultura por ano, onde um hospedeiro plantado logo aps o outro, recomendado utilizar o plantio direto ou utilizar inseticida no plantio para evitar danos oriundos de infestaes com lagartas residentes (se estas estiverem presentes);

    b) identificar condies de alto risco para o ataque da lagarta-elasmo, como a ocor-rncia de baixa umidade do solo nas primeiras duas semanas aps o plantio. Se disponvel, a irrigao poder reduzir a infestao. Se nenhum inseticida foi utilizado no plantio e dependendo do nvel de infestao, a aplicao de inseticida em ps-plantio dever ser considerada;

    c) monitorar a lavoura a cada 2-3 dias duran-te o perodo de suscetibilidade. Examinar dez plantas consecutivas em cinco locais para cada cinco hectares. Medidas de controle so sugeridas quando 5-10 % de plantas estiverem infestadas.

    consenso que a estratgia a ser utilizada para o manejo integrado de elasmo dever ser composta de vrias tcnicas, incluindo prticas culturais de maneira a evitar populaes cau-sando danos. Se disponveis, cultivares menos suscetveis ao ataque do inseto devero ser preferidas. Tambm devem-se observar a presen-a de inimigos naturais e a ocorrncia de para-sitismo. Adicionalmente, condies favorveis praga devero ser identificadas e a aplicao de inseticidas na poca do plantio recomendada se houver infestao. A lavoura, em sua fase de suscetibilidade ao ataque, dever ser observada frequentemente e, se for encontrada infestao causando danos, o controle dever ser realizado prontamente.

    Referncias

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    Exemplares desta edio podem ser adquiridos na:Embrapa Milho e SorgoEndereo: Rod. MG 424 km 45 - Caixa Postal 151Fone: (31) 3027-1100Fax: (31) 3027-1188E-mail: sac@cnpms.embrapa.br

    1a edio1a impresso (2009): 200 exemplares

    Presidente: Antnio lvaro Corsetti PurcinoSecretrio-Executivo: Flvia Cristina dos SantosMembros: Elena Charlotte Landau, Flvio Dessaune Tardin, Eliane Aparecida Gomes, Paulo Afonso Viana e Clenio Araujo

    Reviso de texto: Clenio AraujoNormalizao Bibliogrfica: Rosngela L. de CastroEditorao eletrnica: Tnia Mara Assuno Barbosa

    Comit de publicaes

    Expediente

    Circular Tcnica, 118

    Mnistrio da Agricultura,Pecuria e Abastecimento

    VIANA, P. A.; GUIMARES, P. E. O. Maize resistance to the lesser cornstalk borer and fall armyworm in Brazil. In: MIHN, J. A. Insect re-sistant maize: recent advances and utilization. Mexico: CIMMYT, 1997. p. 112-116.

    VIANA, P. A.; CRUZ, I.; WAQUIL, J. M. Danos da lagarta-elasmo cultura do milho e medidas para o seu controle. Sete Lagoas: Embrapa Milho e Sorgo, 2000. 3 p. (Embrapa Milho e Sorgo. Comunicado Tcnico, 20).

    VILELLA, F. M. F.; WAQUIL, J. M.; VILELLA, E. F.; VIANA, P. A.; LYNCH, R. E.; FOSTER, J. E. Resistance of Bt transgenic maize to lesser cornstalk borer (Lepidoptera: yralidae). Florida Entomologist, Gainesville , v. 85, p. 652-653, 2002.

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