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  • Lus Chambel

    Lus Caetano

    SUMRIO

  • 2

    Este trabalho foi realizado pela Snese Consultoria, Ld.

    durante o ano de 2010.

    A Snese est hoje ativa em duas reas de negcio:

    GEOLOGIA ECONMICA E GEO-SISTEMAS.

    ANLISE E SISTEMAS INTELIGENTES.

    A Snese tem como viso ser um centro multidisciplinar de

    referncia internacional nos domnios da engenharia,

    modelao e design.

    A Geologia Econmica e Geo-sistemas uma das principais

    reas de atividade atual da Snese. Os projetos em que

    estamos ou estivemos envolvidos so muito diversos:

    petrleo, diamantes, gua subterrnea, rochas e minerais

    industriais e ornamentais, em frica, na Amrica do Sul e na

    Europa.

    A Anlise e Sistemas Inteligentes uma das reas de negcio

    nucleares da Snese. No mbito desta rea esto includos

    projetos como:

    Estudos quantitativos de mercado (data mining,

    machine learning, estatstica multivariada):

    Estudos de segmentao e posicionamento.

    Modelao e previso de preos.

    Introduo de novos produtos.

    Valor de marcas.

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  • 3

    A equipa da Snese

    A equipa da Snese que coordenou este projeto constituda pelo Prof. Lus Chambel e pelo Eng.

    Lus Caetano.

    Lus Chambel

    Figura 1 Em trabalho no interior da Bahia Brasil.

    O Prof. Lus Chambel scio e gerente da Snese. A sua atividade profissional dividiu-se durante

    quase vinte e cinco anos entre a Universidade e a atividade no domnio da Geologia Econmica. O

    trabalho desenvolvido inclui projetos de prospeco e cartografia e de avaliao e explorao de

    recursos minerais e hdricos. Licenciado em Eng. de Minas no Instituto Superior Tcnico - UTL,

    obteve os graus de Mestre em Geologia de Engenharia na Faculdade de Cincia e Tecnologia UNL,

    de Mestre em Administrao de Empresas MBA na Faculdade de Economia UNL e de Doutor em

    Cincias de Engenharia no Instituto Superior Tcnico UTL. Realizou um projeto de ps-

    doutoramento na Universidade Federal de Minas Gerais.

    Lus Caetano

    O Eng. Lus Caetano o Diretor de Operaes da Snese. Aps um breve perodo de ligao

    Universidade, como docente, a sua atividade profissional desenvolveu-se nos domnios da Geologia

    Econmica e da Gesto da Produo (explorao e transformao de rochas ornamentais) ao longo

    de quase vinte e cinco anos. Licenciado em Eng. de Minas no Instituto Superior Tcnico UTL, o

    Eng. Lus Caetano frequentou ainda o Mestrado em Poltica, Economia e Planeamento de Energia no

    ISEG UTL. Desde que ingressou na Snese, o Eng. Lus Caetano tem estado envolvido em diversos

    projetos de prospeco, avaliao e explorao de jazigos minerais.

  • 4

    Figura 2 Em trabalho na British Columbia Canad.

  • 5

    ndice

    NDICE .......................................................................................................................................... 2

    1 INTRODUO E OBJECTIVOS ................................................................................................... 6

    2 PRINCIPAIS RESULTADOS ........................................................................................................ 7

    2.1 METODOLOGIA E EQUIPA DE TRABALHO............................................................................................. 7

    2.2 ENQUADRAMENTO ........................................................................................................................ 8

    2.2.1 Pedra natural em Portugal ................................................................................................. 8 2.2.1.1 Tradio milenar, indstria de ponta............................................................................................................... 8

    2.2.1.1.1 Extrao .................................................................................................................................................. 11 2.2.1.1.2 Exportao .............................................................................................................................................. 15 2.2.1.1.3 Preos ...................................................................................................................................................... 19 2.2.1.1.4 Importaes ............................................................................................................................................ 20 2.2.1.1.5 Anlise ..................................................................................................................................................... 22

    2.2.2 Tendncias internacionais ................................................................................................ 25 2.2.2.1 Globalizao e mutao dos padres do comrcio mundial ........................................................................ 29 2.2.2.2 Regulamentao ambiental; sustentabilidade e (falta de) bom senso ........................................................ 30 2.2.2.3 Concorrncia de outros produtos .................................................................................................................. 30 2.2.2.4 Evoluo dos padres do comrcio internacional de pedra natural ............................................................ 33 2.2.2.5 Portugal, Espanha, Itlia ................................................................................................................................. 35

    2.2.2.5.1 Itlia, a queda de Roma .......................................................................................................................... 35 2.2.2.5.2 Espanha, os eternos inimigos................................................................................................................. 35 2.2.2.5.3 Portugal, outbound ................................................................................................................................. 36

    2.2.2.6 Turquia, China e ndia ..................................................................................................................................... 37 2.2.2.6.1 Turquia, a grande porta ......................................................................................................................... 37 2.2.2.6.2 ndia, o gigante discreto ......................................................................................................................... 37 2.2.2.6.3 China, the new kid in town .................................................................................................................... 38

    2.2.2.7 Estados Unidos, Mxico e Canad; Brasil ...................................................................................................... 38 2.2.2.7.1 Estados Unidos, nmero um .................................................................................................................. 38 2.2.2.7.2 Mxico, trade wars ................................................................................................................................. 39 2.2.2.7.3 Canad, the far north ............................................................................................................................. 39 2.2.2.7.4 Brasil, em movimento ............................................................................................................................ 40

    2.2.2.8 Comrcio internacional, um resumo ............................................................................................................. 41 2.3 CONCLUSES E RECOMENDAES .................................................................................................. 43

    2.3.1 Foras e fraquezas ............................................................................................................ 43 2.3.1.1 Foras da pedra natural portuguesa .............................................................................................................. 44 2.3.1.2 Fraquezas da pedra natural portuguesa ........................................................................................................ 44 2.3.1.3 Oportunidades, ameaas e estratgia ........................................................................................................... 46

    2.3.1.3.1 Globais .................................................................................................................................................... 48 2.3.1.3.2 Estados Unidos e Canad ....................................................................................................................... 55 2.3.1.3.3 Brasil ........................................................................................................................................................ 58

  • 6

    1 Introduo e objectivos Este relatrio descreve o estudo de mercado das Amricas para as rochas ornamentais portuguesas

    realizado pela Snese durante parte do ano de 2010. Este trabalho foi desenvolvido a pedido e

    financiado pela ASSIMAGRA Associao Portuguesa dos Industriais de Mrmores, Granitos e Ramos

    Afins.

    Este relatrio tem como principal objectivo avaliar o potencial e identificar oportunidades de

    desenvolvimento de negcios para as empresas nacionais das indstrias das rochas ornamentais nos

    mercados do con