lowell c cooper cÓdigo de conduta do lÍder o papel da conduta moral ou ética na liderança

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  • Lowell C Cooper CDIGO DE CONDUTA DO LDER O papel da conduta moral ou tica na liderana
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  • A liderana ocorre na interao de dois fatores bsicos: informao e influncia. Informao = os fatos da situao. Influncia = o impacto de carter moral.
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  • Fico satisfeito de que nos convena menos o que ouvimos do que o que vemos.(Herodoto).
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  • O cdigo de conduta de um lder uma resposta pessoal pergunta: Que tipo de pessoa Deus me chamou para ser?
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  • 7 PRTICAS EM MEU CDIGO DE CONDUTA Humildade Integridade Confiana Respeito Responsabilidade Colaborao Excelncia
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  • HULMILDADE
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  • HUMILDADE s vezes considerada como debilidade ou insegurana. a manuteno da autoconfiana sem necessidade de fingimento nem arrogncia. No mede o xito por ser o primeiro ou o melhor. A ateno e o respeito mostrados liderana dificultam a introspeco e inadmissvel debilidade.
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  • Cristo Jesus mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. (Filipenses 2:7, NVI).
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  • Eu demonstro humildade ao ver que a ateno se centralize em Deus, no em mim; basear minha liderana no exemplo de Jesus; dar aos demais o crdito que lhes corresponde; pr as necessidades dos demais acima das minhas; pedir conselho e opinio aos outros; ser sincero comigo mesmo diante de Deus; tomar conscincia de minha dependncia de Deus. Pois quem maior: o que est mesa, ou o que serve? Mas eu estou entre vocs como quem serve (Lucas 22:27, NVI). HULMILDADE
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  • INTEGRIDADE
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  • O alinhamento da conduta observvel com os propsitos dos controles internos. Um pau torcido projeta uma sombra torcida. Quando algum observa sua vida secreta com Deus, sua vida pblica cuida de si mesma.
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  • No so as capacidades que agora possumos ou havemos de possuir, que nos daro xito. o que o Senhor pode fazer por ns. [...]anela dar-nos sabedoria, tanto nos assuntos temporais como nos espirituais. Pode aguar o intelecto. Pode dar tato e habilidade. Empreguemos nossos talentos na obra, peamos a Deus sabedoria, e ser-nos- dada (Ellen G. de White, Servio Cristo, p. 200).
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  • Eu demonstro integridade ao viver vida exemplar na conduta moral e tica; atuar sempre em benefcio da igreja; ser honrado e veraz em todas as minhas relaes; fornecer relatrios exatos e no prazo; ser transparente nos processos da tomada de decises; revelar e atenuar os conflitos de interesses; dar-me conta de minhas prprias debilidades e limitaes. S ENHOR, quem habitar no teu santurio?... Aquele que ntegro em sua conduta e pratica o que justo, que de corao fala a verdade. (Salmo 15:1, 2, NVI). INTEGRIDADE
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  • CONFIANA
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  • Possivelmente, o trao mais importante na liderana das organizaes voluntrias. Fundamentada em duas percepes: carter e capacidade. A forma mais rpida de diminuir a confiana: violar um comportamento de carter. A forma mais rpida de aumentar a confiana: demonstrar um comportamento capaz.
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  • O Deus confivel no pode ser conhecido por meio de um representante no confivel.
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  • O recurso humano mais importante para a igreja A CONFIANA.
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  • CONFIANA (continuao) Dois tipos de confiana: A confiana pessoal: - Eu sou uma pessoa confivel?.
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  • ]renunciamos aos procedimentos secretos e vergonhosos; no usamos de engano, nem torcemos a palavra de Deus. Ao contrrio, mediante a clara exposio da verdade, recomendamo- nos conscincia de todos, diante de Deus. (2 Corntios 4:1-2, NVI).
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  • CONFIANA ( continuao) Dois tipos de confiana: A confiana pessoal: Eu sou uma pessoa confivel?. A da organizao: A organizao a que eu perteno persegue um propsito nobre; suas operaes so congruentes com suas normas e trata as pessoas e todos os assuntos com justia. A desconfiana decorrente de um incidente especfico pode transformar-se em desconfiana geral em toda a organizao.
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  • Eu crio confiana ao fazer o que certo porque certo; no explorar as debilidades alheias; admitir erros e debilidades; nos momentos de crise, tomar decises baseadas em princpios; estabelecer objetivos e metas razoveis; cumprir as normas da organizao; confiar nos outros; saber quando e como manter a confidncia. Ao contrrio, como servos de Deus, recomendamo- nos de todas as formas. ( 2 Corntios 6:4, NVI). CONFIANA
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  • RESPEITO
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  • Pois o S ENHOR, o seu Deus, o Deus dos deuses e o Soberano dos soberanos, o grande Deus, poderoso e temvel, que no age com parcialidade nem aceita suborno. Ele defende a causa do rfo e da viva e ama o estrangeiro, dando-lhe alimento e roupa. Amem os estrangeiros, pois vocs mesmos foram estrangeiros no Egito (Deuteronmio 10:17-19, NVI).
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  • RESPEITO Tratar as pessoas com dignidade, sinceridade, imparcialidade e boa vontade. Sem assdio sexual nem represlias. Estabelecer, no local de trabalho, uma cultura caracterizada pelo sentido de propsito, sentido de propriedade, sentido de contribuio, sentido de comunidade, sentido de camaradagem.
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  • No pervertam a justia nem mostrem parcialidade. No aceitem suborno, pois o suborno cega at os sbios e prejudica a causa dos justos. Sigam nica e exclusivamente a justia, para que tenham vida e tomem posse da terra que o S ENHOR, o seu Deus, lhes d (Deuteronmio 16:19, 20, NVI).
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  • Eu demonstro respeito ao ver a todos os demais como filhos de Deus; falar e agir com cortesia e boa vontade; abster-me de assdio sexual e de represlias; valorizar as opinies e contribuies dos outros; afirmar a dignidade, a diversidade, a individualidade e os dons de cada pessoa.; ouvir atentamente quando os outros falam; agir com equidade, justia e misericrdia; respeitar os papis legtimos de meus colegas. Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmos, temam a Deus e honrem o rei (1 Pedro 2:17, NVI). RESPEITO
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  • RESPONSABILIDADE
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  • A obrigao do indivduo de uma organizao quanto a prestar contas de suas atividades a algum, revelar os resultados de forma transparente, aceitar a responsabilidade pelos mesmos. www.businessdictionary.com
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  • RESPONSABILIDADE: QUEM? QUANDO? PELO QUE? Nas grandes organizaes so muitos os indivduos que contribuem para as decises e normas adotadas. Por isso, ainda que em princpio, se torna difcil identificar quem deveriam ser os responsveis pelos resultados.
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  • injusto e imoral tentar fugir s conseqncias dos prprios atos (Mahatma Gandhi).
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  • Eu demonstro responsabilidade ao assumir a responsabilidade pela minha conduta, incluindo meus erros; dar exemplo positivo por palavras e aes; fazer e manter promessas e compromissos realistas; cumprir as normas da organizao, respeitando seus propsitos; reconhecer o bom rendimento e ao abordar a falta dele de forma justa e aberta; apresentar relatrios exatos e oportunos; expor meus pontos de vista, posies e convices claramente. Fazer o que justo e certo mais aceitvel ao S ENHOR do que oferecer sacrifcios. (Provrbios 21:3, NVI). RESPONSABILIDADE
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  • COLABORAO
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  • Conscincia de equipe. No a mentalidade de celebridade.
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  • Ningum imagine que s os seus dons sejam suficientes para a obra de Deus, e que ele, somente, possa realizar uma srie de conferncias, fazendo o trabalho com perfeio. Seus mtodos podem ser bons, mas, no obstante, os diferentes talentos so essenciais. A opinio de um s homem no deve formular e estabelecer a obra de acordo com suas idias particulares. [...] A cooperao e a unidade so essenciais na formao de um todo harmonioso, cada obreiro fazendo o trabalho que Deus designou, ocupando seu devido lugar e suprindo a deficincia de outro. (Ellen G. de White, Evangelismo, p. 104).
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  • COLABORAO Conscincia de equipe; no a mentalidade de celebridade. Era da informao: possvel aos lderes em todos os nveis da organizao. Criar a conscincia de equipe: Toda funo necessria. Toda funo uma funo especializada. Todos conhecem as regras e os mtodos. Todos se comunicam. Todos rendem mais e melhor com apoio mtuo e cooperao.
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  • Demonstro colaborao ao permitir outros e afirmar suas respectivas capacidades; compartilhar informao oportuna e precisa; valorizar as capacidades, a a motivao e a criatividade dos demais; manter uma atmosfera agradvel no ambiente de trabalho; promover o trabalho em equipe: todos so necessrios, pois todos contribuem e ajudam para o cumprimento da misso; Trabalhar com outros na organizao da Igreja mundial, somando esforos, no os menosprezando. Nada faam por ambio egosta ou por vaidade [] considerem os outros [] (Filipenses 2:3, NVI). COLABORAO
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  • EXCELNCIA
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  • Ela buscada no por rivalidade ou competncia, mas porque a obra de Deus merece excelncia. Baseia-se na inter-relao de capacidade, conduta e qualidade de rendimento constante. Requer disciplina para melho