lógica de programação - ?· fluxo de caixa •a ferramenta adequada para um bom controle...

Download Lógica de Programação - ?· Fluxo de Caixa •A ferramenta adequada para um bom controle financeiro…

Post on 03-Dec-2018

212 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • PROJETO DE EMPREENDEDORISMO

    Professor: Charles Leite

    Plano Financeiro

  • Introduo

    A incluso de um plano financeiro dentro de um plano denegcios procura demonstrar um conjunto de projeesabrangentes que possam refletir o desempenho futuro daempresa em termos financeiros.

    Dentro de um plano de negcios, a elaborao de um planofinanceiro deve compreender: balano patrimonial,

    plano de investimentos,

    fluxo de caixa,

    planilha de custos,

    plano de vendas.

  • Balano Patrimonial Funciona como uma fotografia da situao da empresa em umdeterminado instante.

    O balano dividido em 3 partes distintas:1 Ativo: corresponde a todos os bens e direitos da empresa

    2 Passivo: so obrigaes e dvidas da empresa

    3 Patrimnio lquido: so os recursos dos proprietrios investidos naempresa

    O balano demonstra o equilbrio entre os bens e direitos daempresa e a soma das obrigaes, dvidas e recursos que osproprietrios investiram nela.

  • Balano Patrimonial O balano organizado em 2 colunas, sendo uma para o ativo eoutra para o passivo e o patrimnio lquido. (veremos na figuraa seguir).

    As contas do balano so organizadas, em primeiro lugar, pelaliquidez e depois pelo prazo de pagamento.

    Por outro lado, o balano tambm permite analisar anecessidade de capital de giro ou capital circulante lquido (CCL)da empresa.

    O capital de giro calculado pela diferena entre o ativocirculante e o passivo circulante.

  • Fluxo de Caixa A ferramenta adequada para um bom controle financeiro decurto prazo denomina-se fluxo de caixa, ou seja, umacompanhamento das entradas e sadas de recursos financeirosno caixa da empresa.

    Em linhas gerais, um fluxo de caixa representa a soma de todasas entradas financeiras, das quais so subtradas todas as sadasfinanceiras, restando a apresentao dos saldos.

    Dependendo do grau de acurcia com o qual a empresa desejaanalisar seus resultados, o fluxo de caixa pode ser realizadodiariamente, semanalmente, mensalmente etc.

  • Fluxo de Caixa

    Os principais itens que compem um fluxo de caixa so:

    1 Investimento inicial: trata-se de um valor que a empresa necessitagastar para iniciar suas atividades.

    2 Saldo de caixa inicial: o valor que a empresa tem no caixa, noprimeiro dia de operao do perodo em que est sendo projetado ofluxo de caixa.

    3 Total de entradas: a quantidade total de dinheiro que efetivamenteentrou no caixa da empresa, com exceo das promessas de pagamento.

    4 Total de sadas: o registro de todos os pagamentos realizados,divididos por contas de custos ou contbeis.

  • Fluxo de Caixa Os principais itens que compem um fluxo de caixa so:

    5 Saldo no perodo: o valor total, subtraindo-se o total de entradasdo total de sadas, indicando o resultado positivo ou negativo.

    6 Reserva de capital: o valor que a empresa pode poupar, casonecessrio, para outros investimentos.

    7 Depreciao: o valor correspondente ao desgaste das mquinas eequipamentos que no pode ser desembolsado, porm, a empresaprecisa compreender que necessitar repor o ativo.

    8 Fluxo lquido de caixa: a diferena entre o total de entradas e ototal de sadas, incluindo tambm a subtrao do valor das reservas e aadio do valor da depreciao. O resultado deve ser transportado para osaldo inicial de caixa de perodo seguinte.

  • Demonstrativo de Custos e Despesas

    No plano operacional, a questo do sistema de custeio abordada sob o ponto de vista da tomada de deciso e, noplano financeiro, a questo dos custos e despesas deve serabordada sob o ponto de vista dos recursos econmicos.

  • Demonstrativo de Custos e Despesas Se divide nas seguintes etapas:

    Mo de obra direta: representada pelo total de salrios pagos aosempregados que atuam diretamente na produo, acrescido dosrespectivos encargos sociais.

    Mo de obra indireta: representada pelo total de salrios pagos aosempregados que atuam em funes de apoio rea produtiva ou emfunes administrativas acrescido dos respectivos encargos sociais.

    Custos variveis: so todos os custos que dependem ou variam emrelao s quantidades produzidas ou vendidas.

    Custos fixos: so todos os custos que no dependem ou no variam emrelao s quantidades produzidas ou vendidas.

    Impostos e contribuies: representados pelos valores recolhidos aosgovernos federal, estadual ou municipal, incidentes sobre as vendas.

  • Plano de Investimentos

    Qualquer empresa deve sempre ter um plano deinvestimentos, pois isso reflete uma preocupao com ofuturo.

    Um plano de investimentos deve ser dividido em 4 partes: investimentos pr-operacionais,

    investimentos fixos,

    capital de giro,

    capacitao do pessoal.

  • Plano de Investimentos(Investimentos pr-operacionais)

    So os gastos que o empreendedor efetuaantes de sua empresa comear a funcionar, ouseja, antes de entrar em operao.

  • Plano de Investimentos(Investimentos fixos)

    So os gastos com a aquisio e instalao demquinas e equipamentos, obras e reformas,mveis e utenslios, veculos, centrais telefnicas,aparelhos eletrnicos e de informtica, imveis,salas, casas, lotes e galpes.

  • Plano de Investimentos(Capital de giro)

    So os gastos operacionais necessrios para iniciaras atividades da empresa e coloc-la emfuncionamento. Referem-se ao aluguel do imvel,aos salrios e encargos, aos gastos com telefone,gua e luz, aos honorrios do contador, aosmateriais de limpeza etc.

  • Plano de Investimentos(Capacitao do pessoal)

    So os gastos com treinamento e desenvolvimentode habilidades e capacitao dos empregados, paraque a empresa adquira conhecimentos e possaatender s exigncias do mercado, tanto nosrequisitos de desempenho e qualidade dosprodutos existentes quanto no lanamento deprodutos.

  • DVIDAS ...

  • Referncias

    BIAGIO, Luiz Arnaldo; BATOCCHIO, Antonio. Plano deNegcios Estratgia para Micro e PequenasEmpresas. Captulo 9, pginas 201-229. 2 edio.Barueri, SP: Manole, 2012.