Livro dos Espíritos questão 222

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Reunio Publica GECD - Dubai

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<ul><li> 1. Estudo de O Livro dos Espritos e do Evangelho Segundo o EspiritismoL.E. Questo 222Dubai, 26/01/2014</li></ul> <p> 2. Participe!Horrios de Reunies do GECD Domingo 20:30 Publica com palestras (Livro dos Espritos e Evangelho; Passe e preparao de gua Fluidificada) Local Springs 2, Street 13 villa 2Tera 9:30 s 10:30 Estudo das Obras de Andr Luiz (Livro Os Mensageiros; Preparo dos Lanches para Doao s 9am antes da reunio) Umm SuqueimSexta 10:30 s 11:30 Escola de Evangelho (para todas as idades) Funcionamos quinzenalmente, prximo encontro 31 de janeiro JLT Cluster U - Al Seef 3 Mais Informaes pfarias_2004@hotmail.com ou contato.gecd@gmail.com GECD - Grupo Esprita Cristo Despertar2 3. Parte II - Cap. V Consideraes sobre a Pluralidade das Existncias. Q. 222 - No novo, dizem alguns, o dogma da reencarnao; ressuscitaram-no da doutrina de Pitgoras. Nunca dissemos ser de inveno moderna a Doutrina Esprita. Constituindo uma lei da Natureza, o Espiritismo h de ter existido desde a origem dos tempos e sempre nos esforamos por demonstrar que dele se descobrem sinais na antigidade mais remota. Pitgoras, como se sabe, no foi o autor do sistema da metempsicose; ele o colheu dos filsofos indianos e dos egpcios, que o tinham desde tempos imemoriais. De que modo a adquiriram? Por uma revelao, ou por intuio? Ignoramo-lo Seja, porm, como for, o que no padece dvida que uma idia no atravessa sculos e sculos, nem consegue impor-se a inteligncias de escol, se no contiver algo de srio. Contudo, entre a metempsicose dos antigos e a moderna doutrina da reencarnao, h, como tambm se sabe, profunda diferena, assinalada pelo fato de os Espritos rejeitarem, de maneira absoluta, a transmigrao da alma do homem para os animais e reciprocamente. GECD - Grupo Esprita Cristo Despertar3 4. Parte II - Cap. V Consideraes sobre a Pluralidade das Existncias. Portanto, ensinando o dogma da pluralidade das existncias corporais, os Espritos renovam uma doutrina que teve origem nas primeiras idades do mundo e que se conservou no ntimo de muitas pessoas, at aos nossos dias. Simplesmente, eles a apresentam de um ponto de vista mais racional, mais acorde com as leis progressivas da Natureza e mais de conformidade com a sabedoria do Criador, despindo-a de todos os acessrios da superstio. (...) Muitos repelem a idia da reencarnao pelo s motivo de ela no lhes convir. Dizem que uma existncia j lhes chega de sobra e que, portanto, no desejariam recomear outra semelhante. De alguns sabemos que saltam em fria s com o pensarem que tenham de voltar Terra. Perguntar-lhes-emos apenas se imaginam que Deus lhes pediu o parecer, ou consultou os gostos, para regular o Universo. Uma de duas: ou a reencarnao existe, ou no existe; se existe, nada importa que os contrarie; tero que a sofrer, sem que para isso lhes pea Deus permisso. GECD - Grupo Esprita Cristo Despertar4 5. Parte II - Cap. V Consideraes sobre a Pluralidade das Existncias. Diremos, todavia, aos que as formulam que se tranqilizem, que a Doutrina Esprita, no tocante reencarnao, no to terrvel como a julgam; que, se a houvessem estudado a fundo, no se mostrariam to aterrorizados; saberiam que deles dependem as condies da nova existncia, que ser feliz ou desgraada, conforme ao que tiverem feito neste mundo; que desde agora podero elevar-se to alto que a recada no lodaal no lhes seja mais de temer. Suponhamos dirigir-nos a pessoas que acreditam num futuro depois da morte... Ora, pois: se credes num futuro qualquer, certo no admitis que ele seja idntico para todos, porquanto de outro modo, qual a utilidade do bem? Por que haveria o homem de constranger-se? Por que deixaria de satisfazer a todas as suas paixes, a todos os seus desejos, embora a custa de outrem, uma vez que por isso no ficaria sendo melhor, nem pior?GECD - Grupo Esprita Cristo Despertar5 6. Parte II - Cap. V Consideraes sobre a Pluralidade das Existncias. Temos visto algumas pessoas raciocinarem deste modo: No possvel que Deus, soberanamente bom como , imponha ao homem a obrigao de recomear uma srie de misrias e tribulaes. Acharo, porventura, essas pessoas que h mais bondade em condenar Deus o homem a sofrer perpetuamente, por motivo de alguns momentos de erro, do que em lhe facultar meios de reparar suas faltas?Ser preciso perguntemos qual dos industriais foi mais humano? Dar-se- que Deus, que a clemncia mesma, seja mais inexorvel do que um homem? GECD - Grupo Esprita Cristo Despertar6 7. Parte II - Cap. V Consideraes sobre a Pluralidade das Existncias. Alguma coisa de pungente h na idia de que a nossa sorte fique para sempre decidida, por efeito de alguns anos de provaes, ainda quando de ns no tenha dependido o atingirmos a perfeio, ao passo que eminentemente consoladora a idia oposta, que nos permite a esperana. Assim, sem nos pronunciarmos pr ou contra a pluralidade das existncias, sem preferirmos uma hiptese a outra, declaramos que, se aos homens fosse dado escolher, ningum quereria o julgamento sem apelao.Disse um filsofo que, se Deus no existisse, fora mister invent-lo, para felicidade do gnero humano.GECD - Grupo Esprita Cristo Despertar7 8. Parte II - Cap. V Consideraes sobre a Pluralidade das Existncias. (...) Se no h reencarnao, s h, evidentemente, uma existncia corporal. Se a nossa atual existncia corprea nica, a alma de cada homem foi criada por ocasio do seu nascimento, a menos que se admita a anterioridade da alma,(...) Admitindo, de acordo com a crena vulgar, que a alma nasce com o corpo, ou, o que vem a ser o mesmo, que, antes de encarnar, s dispe de faculdades negativas, perguntamos: 1 Por que mostra a alma aptides to diversas e independentes das idias que a educao lhe fez adquirir?2. Donde vem a aptido extranormal que muitas crianas em tenra idade revelam, para esta ou aquela arte, para esta ou aquela cincia, enquanto outras se conservam inferiores ou medocres durante a vida toda?GECD - Grupo Esprita Cristo Despertar8 9. Parte II - Cap. V Consideraes sobre a Pluralidade das Existncias. 3 Donde, em uns, as idias inatas ou intuitivas, que noutros no existem? 4 Donde, em certas crianas, o instituto precoce que revelam para os vcios ou para as virtudes, os sentimentos inatos de dignidade ou de baixeza, contrastando com o meio em que elas nasceram? 5 Por que, abstraindo-se da educao, uns homens so mais adiantados do que outros?Qual a filosofia ou a teosofia capaz de resolver estes problemas?6 Por que h selvagens e homens civilizados? Se tomardes de um menino hotentote recm-nascido e o educardes nos nossos melhores liceus, fareis dele algum dia um Laplace ou um Newton? http://www.youtube.com/watch?v=HJDugSV5r5sGECD - Grupo Esprita Cristo Despertar9</p>