linha azul 01/07/2016

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Jornal O Estado (Ceará)

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  • 4C M Y K

    Capa de O Estado de

    4 de julho de 1944

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    JORNALO ESTADO

    Fortaleza, Cear, sexta-feira, 1o de julho de 2016

  • C M Y K

    VariedadesIan Gomes

    ian.gomes2008@gmail.com

    cabeas de coluns no LINHA AZUL _ IAN GOMES.indd 1 11/2/2015 09:35:32

    Toque SocialMatusahila Santiago

    matushilasantiago@hotmail.com

    colunAs no LINHA AZUL _ MATU.indd 1 11/2/2015 09:37:36

    Toque SocialMatusahila Santiago

    matushilasantiago@hotmail.com

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    Toque SocialMatusahila Santiago

    matushilasantiago@hotmail.com

    colunAs no LINHA AZUL _ MATU.indd 1 11/2/2015 09:37:36

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    matushilasantiago@hotmail.com

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  • C M Y K

    3 Fortaleza, Cear, sexta-feira,

    1o de julho de 2016 3

    Que o amor e a fidelidade jamais o abandonem; prenda-os ao redor do seu pescoo, escreva-os na tbua do seu corao. (Provrbios 3:3)

    Solange PalhanoNOTAS solangepalhano@oestadoce.com.br

    Viajar pelos nossos vizinhos

    Viajar sempre maravilhoso desde que seja com boas companhias. Conhecer um lugar novo, com culturas diferentes nos faz muito feliz e nos en-riquece. Bogot nos surpreendeu mesmo sendo 37 no ranking do PIB mundial e o Brasil estando no 9. Um pas bem mais pobre que o nosso, um dos principais produ-tores de cocana do mundo comprova que no por causa da economia, e nem por causa da droga que a violncia domina o Pas. As ruas so tranquilas. Ficamos hospedadas no bairro Rosa, onde esto os melhores shoppings, restaurantes e hotis. A qualquer hora do dia e da noite podamos andar pelas ruas sem nenhum perigo. Mendigos ou pedintes quase no vimos. O povo simptico e hospitaleiro. Os bares e restaurantes, na maioria, tem decoraes bem originais, como o caso do caf Andras Carne, cinco andares com peas de antiqurios , semelhante ao Rio Cenrio, no Rio de Janeiro. Ir a Catedral do Sal tambm bastante interessante e linda. Ela era uma mina que foi transfor-mada em um santurio catlico, que em suas passagens subter-rneas existem representaes do Via Crucis de Jesus Cristo.

    O que nos chamou ateno que no existem pessoas gordas e poucas farmcias tambm. Mas sex shopping tem inmeros, acho que o boliviano pratica sexo com muita ima-

    ginao e sem rotina, pode ser este o motivo da magreza e da felicidade. Segundo um amigo meu, as mulheres so bastante quentes, no s fama, como as brasileiras.

    Fomos tambm a Cartagena, um pouco de decepo, porque haviam nos informado que era belssima, e a fui esperando muito mais. bonita, mas no como as ruas das pequenas cidades europeias. Ficamos na cidade Amuralhada, fundada em 1533 pelos espanhis, hoje tombada como patri-mnio da humanidade pela Unesco. Na parte amuralhada onde tudo acontece, fora dela no tem a mnima graa. Gostei muito da alegria das pessoas, da receptividade e dos bares e restaurantes. Come-se muito bem, por um preo baixo, lagosta, camaro e todo tipo de marisco, prato tpico da cida-de. O coco est em tudo, no arroz, na bebida alcoolica e em sucos misturados com outras frutas. A msica contagiante, sempre h um grupo cantando nas ruelas altas horas da noite, e bailar vendo a lua maravilhoso. O clima bastante quente e tem hotis para todos os gostos, antigas casas que foram transformadas. super seguro, pouqussimos carros trafegam por l, na maioria taxi, todos andam a p. As belas esculturas de Botero tem em vrias praas.

    Vale a pena ir a Bogot e Cartagena.

    Danilo na relatoria O deputado Danilo Forte (PSB-CE) foi desig-

    nado, nesta ltima quarta-feira, pelo presidente da Comisso de Constituio e Justia, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), relator da Proposta de Emenda Constituio (PEC), que pretende instituir um novo regime fiscal. A proposta foi apresentada pelo governo do presidente Michel Temer, no ltimo dia 15. A PEC altera os artigos 101 a 105 das dis-posies transitrias da Constituio. Danilo Forte analisar a admissibilidade da iniciativa.

    Vila do SambaVila do Samba est comemorando trs anos de

    existncia com uma grande novidade. A partir deste sbado (02), a diverso ter incio s 15h, com uma nova atrao: Salve Simpatia! A banda, com quatro vozes de diferentes estilos musicais, foi inspirada na frase imortalizada de Jorge Ben Jor e criada, especialmente, para o Vila do Samba. Davi, Joel, Fabinho e Pedro traro ao pblico uma animao nica para seus sbados a tarde e um repertrio que ser uma caixinha de surpresas, podendo ir de Beto Barbosa ao Rappa, passando por samba e funk. A noite ser encerrada com a Banda So 2, j queridinha do pblico. O Vila do Samba fica na rua Delmito Gouveia 420, Varjota.

    Dilma e o FGTSEm conversa com o ministro Ubiratan Aguiar,

    que j esteve a frente da presidncia do Tribunal de Contas da Unio, ele comentou que o governo de Dilma fez um absurdo que poucos sabem: utili-zava o FGTS do trabalhador. A investigao sobre o tema j est na Procuradoria.

    Lanamento Os consultores e palestrantes Dlio Pinheiro, Eduardo Gomes de Matos e Rosier Alexandre (que recentemente chegou

    ao topo do Everest), lanaram durante caf da manh no Hotel Gran Marquise, o programa Expedio Lder, direcionado a executivos e profissionais desafiados pela responsabilidade de seus papis como lderes.

    Patricia Moreira e Cida Parente

    Guilherme Pequeno e Ticiano Rego

    Eduardo Gomes de Matos, Rosier Alexandre e Delio Pinheiro

    Melina Menezes e Mauro Costa

    Milene Pereira, Rosier Alexandre e Kelly Mota

    Flavio Castro, Catherine Mastroianni e Livia Assuncao

    Madalena Matos e Jose do Egito

    Renata Albuquerque, Marjorie Alves e Michele Cipriano

    Rosier Alexandre, Adolfo Bichucher, Eduardo de Matos e Delio Pinheiro

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    Joo Soares Neto escreve www.joaosoaresneto.com.br

    colunAs no LINHA AZUL _ joao soares neto.indd 1 11/2/2015 10:14:21

    Fortaleza, Cear, sexta-feira, 1o de julho de 20164

    A morte, independente da crena, do agnosticismo ou do atesmo das pessoas ainda, para no fugir ao lugar comum, mistrio. Pensadores, no os mais recentes, debruaram-se sobre o fim da vida. Cito dois para mostrar o im-pacto quando algum est prximo do fim ou quando se disserta sobre a morte.

    Sneca, sempre citado, foi coevo de Cristo. Ele, em Cartas a Luclio, afir-ma: Nisto erramos: em ver a morte nossa frente, como um acontecimento futuro, enquanto parte dela j ficou para trs. Cada hora do nosso passa-do pertence morte.

    Em contraponto, o es-critor francs L-F. Cline, morto em 1961, destoa: A maior parte das pessoas morre apenas no ltimo momento. Mas faz ressalvas, logo em seguida: Outras comeam a morrer e a se ocupar da morte vinte anos antes, e s vezes at mais. So os infelizes da terra.

    Recentemente, no curto espao de uma semana, perdemos duas pessoas que viveram at o ltimo momento. Yolanda Vidal Queiroz e Francisco Ivens S Dias Branco foram combatentes ao longo de suas vidas.

    D. Yolanda, em 1982, perdeu o marido, o empre-

    srio Edson Queiroz, de forma abrupta. Abati-da, mas no desistente, apegou-se f que possua e, em pouco tempo, com a parceria da famlia e o seu primognito Airton Jos Vidal Queiroz, a lhe dar fora e o ombro, tomou jeito e gosto para a sua nova, longa, rdua e vitoriosa caminhada.

    D. Yolanda comandava o Grupo Edson Queiroz--GEQ que tem como joia da coroa a Universidade de Fortaleza. Afora a Unifor, a partir do escritrio do seu pranteado marido, transformado em relic-rio, D. Yolanda dirigia um complexo empresarial que se d ao luxo de ser fechado. Sem espao para IPO ou abertura de capital. Ela sabia o que acontecia, em mbito nacional, nas suas reas tentaculares de comunicao, distribuio de gs, fbrica de eletrodo-msticos e forte presena agropecuria.

    O GEQ representa hoje a doura e a tenacidade de D. Yolanda aliada meticulosa alma profissio-nal e sensibilidade do filho Airton compor o mundo pelas verses multiformes do paisagismo e da arte espraiada na Unifor. A par disso, emergem a energia e as possibilidades da tercei-ra gesto.

    Na missa de 7. Dia de D. Yolanda, a neta Joana falou: Minha av sempre foi o centro de nossa famlia e ainda vamos ter que apren-der a viver sem sua refern-cia fisicamente conosco.

    Ivens, desde cedo, foi companheiro de seu pai, o panificador portugus Manuel Dias Branco, vito-rioso no interior do Cear e de l para Fortaleza. J industrial de sucesso, Ma-nuel, com saudade da terra me, transfere ao jovem Ivens, em 1953, o coman-do de uma emergente indstria.

    A partir da, a de-senvoltura foi a prxis da M. Dias Branco e da Idibra que, ano aps ano, cresciam e mereciam o reconhecimento da socie-dade do Cear e do Brasil. A citao de Ivens entre os bilionrios brasileiros na lista anual da revis-ta Forbes no uma contraprestao de favor, mas reconhecimento que se consolidara em pouco mais de 60 anos de sua gesto, sempre espartana.

    Para os que no sabem, Ivens era viajor e leitor qualificado, curioso, com olhar de insider em-presarial ao identificar, implantar e equilibrar em sua balana empresarial atividades distintas, como empreendimentos imobi-

    lirios, fbrica de cimento e moinho de trigo, ao seu core business de lder nacional na rea de massas e biscoitos.

    Sempre ligado famlia, j na terceira gerao, lutou como fazem os fortes surpreendidos por doenas graves. A discrio, o ar-rojo e a organizao eram as suas caractersticas basilares, aliadas ao bem fazer aos seus colaborado-res acomet