Liderança O Líder é aquele que oferece possibilidades, não aquele que impõe obstáculos.

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  • Liderana O Lder aquele que oferece possibilidades, no aquele que impe obstculos.
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  • by prof. Edson dAvila2 Em benefcio de uma causa comum A idia da liderana vinculada aos atributos pessoais do lder predominou at o incio do sculo XX. Modernamente, entende-se liderana como uma funo organizacional, subordinada dinmica de grupo. Liderana o processo de estmulo pelo qual, mediante aes recprocas bem-sucedidas, as diferenas individuais so controladas e a sinergia se encaminha em benefcio de uma causa comum.
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  • by prof. Edson dAvila3 O Lder e os Objetivos Ante a complexidade dos grupos de interesses sociais, a autoridade subdividiu-se, de forma a suprir as necessidades situacionais e atingir os objetivos especficos de cada grupo. O lder moderno deve cumprir objetivos sociais e polticos, com base no merecimento e no conhecimento especializado. Essa conceituao moderna difere essencialmente da tradicional, em que poderosos e rgidos sistemas autocrticos e de classes fechadas atribuam aos lderes valores especiais de dominao.
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  • by prof. Edson dAvila4 Kurt Lewin e Kurt Koffka A liderana como um processo de estmulo um conceito, decorrente das contribuies do movimento gestaltista, contraria idia de lder nato. lder nato Liderana se vincula estritamente aos atributos pessoais do lder.
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  • by prof. Edson dAvila5 Gestalt Configurao, forma ou estrutura Escola psicolgica que defende o estudo de fatos e comportamentos como totalidades organizadas, e no como elementos isolados. Formulada na Alemanha na primeira metade do sculo XX. Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicaes Ltda.
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  • by prof. Edson dAvila6 Gestalt e a Atomstica-anlise O princpio mais importante da abordagem gestltica o de propor que uma anlise das partes nunca pode proporcionar um compreenso do todo, uma vez que o todo definido pela interaes e interdependncias das partes. As partes de uma gestalt no mantm sua identidade quando esto separadas de sua funo e lugar no todo.
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  • by prof. Edson dAvila7 Teoria da Gestalt O organismo se adapta para alcanar sua organizao e equilbrio timos. Um aspecto dessa adaptao envolve a forma pela qual um organismo, num dado campo, torna suas percepes significativas, a maneira pela qual distingue a figura e fundo.
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  • by prof. Edson dAvila8 Figura e Fundo A Imagem ao lado um exemplo da forma atravs da qual dado estmulo pode ser interpretado como representando coisas diferentes, dependendo do que percebido como figura e como fundo.
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  • by prof. Edson dAvila9 Dificuldades ou Oportunidades?
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  • by prof. Edson dAvila10 Selecionamos o que interessa A escola gestltica estendeu o fenmeno representado pela imagem - figura e fundo - para a maneira pela qual um organismo seleciona o que de seu interesse num dado momento. A percepo adapta-se, capacitando-o, assim a satisfazer suas necessidades.
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  • by prof. Edson dAvila11 Liderana subordinada dinmica de grupo O estudo da liderana deve envolver: A pessoa do lder; Os integrantes do grupo; Relaes que se estabelecem entre elas; O meio; Fatores histricos e culturais que sobre o grupo atuam.
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  • by prof. Edson dAvila12 A Liderana conduz o grupo ao objetivo A liderana se produz na interao dos membros do grupo como expresso de ativa participao e demonstrao de capacidade para conduzir cooperativamente realizao de metas.
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  • by prof. Edson dAvila13 Atingindo os Objetivos Planejamento Direo Avaliao
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  • by prof. Edson dAvila14 Planejamento Requer do Lder: Domnio seguro do contedo da rea de atuao. Capacidade de desmembrar o contedo em tpicos ou unidades didticas. Conhecimento das caractersticas sociais, culturais e individuais dos colaboradores, bem como o nvel de preparo escolar em que se encontram.
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  • by prof. Edson dAvila15 Competncia Conceito Complexo Competente aquele que julga, avalia e pondera, acha a soluo e decide, depois de examinar e discutir determinada situao. a faculdade de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos como saberes, habilidades e informaes para solucionar com pertinncia e eficcia uma srie de situaes. (Philippe Perrenoud)
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  • by prof. Edson dAvila16 Direo Requer do Lder: Habilidade de expressar idias com clareza, falar de modo acessvel compreenso dos colaboradores partindo de sua linguagem corrente. Saber formular perguntas com o objetivo de desenvolver nos colaboradores pensamento e concluses prprias. Estimular o interesse pelo estudo e pela participao democrtica. Tornar os objetivos e as tarefas significativas.
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  • by prof. Edson dAvila17 Direo Requer do Lder: Adoo de uma linha de conduta no relacionamento com os colaboradores que expresse confiabilidade, coerncia, segurana, traos que devem aliar-se firmeza de atitudes dentro dos limites da prudncia e respeito; manifestar interesse sincero pelos colaboradores no seus progressos e na superao de dificuldades.
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  • by prof. Edson dAvila18 Avaliao Requer do Lder: Verificao contnua se os objetivos esto sendo atingidos, o rendimento das atividades. Domnio de meios e instrumentos de avaliao diagnstica, isto , colher dados relevantes. Verificar as dificuldades, para tomar decises sobre o andamento das tarefas, reformulando-o quando os resultados no so satisfatrios.
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  • by prof. Edson dAvila19 Avaliao A avaliao uma tarefa necessria e permanente, que deve acompanhar passo a passo o processo. Processo Avaliao Planejamento Objetivos Resultados Imediatos
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  • by prof. Edson dAvila20 Formas de liderana Distinguem-se vrias formas de liderana, combinando diferentes critrios de classificao, fundados na origem dessa capacidade, em sua extenso ou na tcnica de exercit-los.
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  • by prof. Edson dAvila21 Liderana Carismtica Assim denominada por Max Weber, a liderana carismtica, supostamente de origem sobrenatural, aceita pelo grupo em perodos de pesadas frustraes e depresses coletivas. Carisma: do grego chrisma = 'dom', Fora divina conferida a uma pessoa, mas em vista da necessidade ou utilidade da comunidade religiosa
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  • by prof. Edson dAvila22 Liderana Executiva e Democrtica Supostamente presente nas grandes organizaes, a liderana executiva se caracteriza principalmente pela habilidade organizadora e capacidade de orientao das foras coletivas. A liderana democrtica se caracteriza pela preocupao de, tanto quanto possvel, incorporar os liderados nas tarefas de direo.
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  • by prof. Edson dAvila23 Liderana Coercitiva Tambm chamada autoritria, caracteriza-se pela total absoro do poder de deciso e peculiar distncia social que separa a personalidade que a exerce da coletividade sobre a qual atua. Define-se pela competncia exclusiva do lder na determinao dos objetivos do grupo, em cuja discusso e fixao os liderados so totalmente excludos.
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  • by prof. Edson dAvila24 Liderana Estatutria e Espontnea O poder de influncia e as funes de direo do lder por delegao estatutria decorrem de imposies legais. A rigor, tais lderes no se revestem de autenticidade e em pouco tempo se deixam anular pela maior habilidade de organizao e iniciativa dos lderes espontneos, ou passam a exercer formas autoritrias de ao.
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  • by prof. Edson dAvila25 Funes Primrias desempenhadas pelos lderes Quando se mostram essenciais ao desempenho da liderana: Diretor ou coordenador das atividades do grupo, que pode ser distribuda e delegada; Planejador dos meios capazes de possibilitar a total realizao dos objetivos visados pelo grupo; Especialista e centro de informaes; Representante externo do grupo; Arbitro e mediador, com a decorrncia natural de punir e distribuir recompensas.
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  • by prof. Edson dAvila26 Funes Secundrias desempenhadas pelos lderes Decorrem da prpria posio assumida pelo lder: Apresentar-se como smbolo do grupo; Figura paternal; A de bode expiatrio ou vtima propiciatria, em condies de crise ou conseqente estado de depresso.
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  • by prof. Edson dAvila27 Expectativas em torno da conduta dos lderes O lder deve agir de maneira a ser percebido pelos integrantes do grupo como um de seus membros; Os valores e as normas consagradas pela coletividade devem ter sido incorporados no lder; O grupo deve poder beneficiar-se da investidura do lder, destacado dos demais por suas qualificaes; Ao lder cabe a tarefa de corresponder s expectativas do grupo
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  • by prof. Edson dAvila28 Aquele que faz parte de um grupo sem integrar-se a ele, no s um desintegrado, mas tambm desintegra o grupo. Todo assessor deve agir conforme deciso do Lder, se age conforme sua prpria deciso, j Lder. O problema se na poltrona cabem dois. Conhece-te a ti mesmo Scrates (470-399 a.C.)...e o teu prximo tambm
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  • by prof. Edson dAvila29 Inteligncia Tradicionalmente, a inteligncia estava limitada aptido para matrias e competncias escolares. Aqueles de ns que desejam estabelecer uma concepo mais ampla de inteligncia - que falam de inteligncias pessoais, inteligncia emocional, inteligncia moral, sabedoria esto todos declarando que no basta saber ler e escrever, e ter certa facilidade para resolver um determinado gnero de problema.
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  • by prof. Edson dAvila30 Um feixe de Capacidades Howard Gardner (1945) As demais faculdades tambm so produto de processos mentais. No h motivos para diferenci-las do que geralmente se considera inteligncia. Professor Titular de Cognio e Pedagogia, professor adjunto de Psicologia em Harvard e Neurologia da escola de Medicina da Boston University.
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  • by prof. Edson dAvila31 Inteligncia (continuao) Desejamos indivduos que possam no s analisar mas fazer a coisa certa, indivduos que sejam admirveis no s como pensadores ou criadores mas tambm seres humanos. Endossamos o aforismo de Emerson: O carter est acima do intelecto Aforismo: Sentena moral breve e conceituosa GARDNER, Howard. O verdadeiro, o Belo e o Bom. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999
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  • by prof. Edson dAvila32 Motivao Se um indivduo est motivado a aprender, o mais provvel que trabalhe com empenho, seja persistente, mais estimulado do que desencorajado por obstculos, e continue a aprender, mesmo quando no pressionado para faz-lo, apenas pelo puro prazer de saciar a curiosidade ou dilatar suas faculdades em direes pouco conhecidas.
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  • by prof. Edson dAvila33 Por que alguns so motivados e outros no? Num franco desafio aos behavioristas, que vincularam diretamente a motivao recepo de recompensas tangveis, os pesquisadores acreditam agora que os estudantes so muito mais bem servidos quando suas motivaes so intrnsecas; quando se dedicam ao estudo porque algo divertido ou gratificante por si mesmo, e no porque algum prometeu algum tipo de benefcio material.
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  • by prof. Edson dAvila34 Motivar? Os indivduos podem ser sumamente motivados para aprender e para participar quando se entregam a atividades para as quais possuem algum talento. Compete ao Lder identificar aquelas atividades que rapidamente tornem recompensadoras para um certo grupo de colaboradores predispostos. uma importante misso criar um ambiente em que floresam as emoes de prazer, estimulao e desafio.
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  • by prof. Edson dAvila35 Mente e Crebro Tudo na mente produto de um crebro situado num corpo humano e desenvolve-se num ambiente humano (cultural) em permanente mudana. A cultura em que o indivduo est vivendo torna-se uma importante determinante na estrutura e organizao do crebro. A atribuio de um sentido, de um significado, um fenmeno inerentemente cultural.
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  • by prof. Edson dAvila36 O que o Lder deve saber 1.A tremenda importncia da educao educao, no sentido amplo, favorecer a educao continuada. 2.Usar ou perder Estimular e usar o crebro, caso contrrio acabar atrofiado. 3.A plasticidade do sistema nervoso primitivo o envelhecimento torna o crebro menos flexvel. 4.A importncia de ao e atividade Estar ativamente envolvido na explorao de lugares e materiais fsicos e na formulao de perguntas.
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  • by prof. Edson dAvila37 5.O papel crucial desempenhado pela codificao emocional O papel formativo das emoes na aprendizagem est cada vez mais sendo reconhecido. Aquelas experincias que tm conseqncias emocionais (e so registradas como tal) so suscetveis de ser retidas e utilizadas mais tarde. 6.A especificidade de aptides e talentos humanos Uma pessoa pode se excelente numa capacidade, ao passo que no se sai bem em outras. O que o Lder deve saber (cont)
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  • by prof. Edson dAvila38 Obstculos ao Entendimento As crianas no requerem educao formal para desenvolver representaes ou teorias sobre objetos inanimados, objetos animados, suas prprias mentes ou as mentes dos outros. Essas teorias desenvolvem-se de um modo muito natural e aparentemente automtico, dado o fluxo de experincias na maioria dos ambientes.
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  • by prof. Edson dAvila39 Concepes Inalteradas Algumas das teorias so concepes errneas que provam ser muito robustas. A escolaridade formal termina, os fatos dissipam-se gradualmente e as mesmas concepes errneas as mesmas gravaes defeituosas permanecem inalteradas. presentismo Todas as pocas so exatamente como a nossa. Atemporalidade Incapacidade de diferenciar acontecimentos de uma gerao atrs daqueles de um milnio anterior.
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  • by prof. Edson dAvila40 Lderes Cmplices Inadvertidamente, os lderes so cmplices na sobrevivncia de antigas e inadequadas representaes e concepes errneas. Cobertura lderes concordam tacitamente no pressionar demais os liderados, desde que retribuam o favor concordando em no pressionar demais.
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  • by prof. Edson dAvila41 Tipos de Inteligncia Lgico-Matemtica Lingstica Musical Espacial Corporal-Cinestsica Interpessoal Intrapessoal
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  • by prof. Edson dAvila42 Lgico-Matemtica a Inteligncia que determina a habilidade para o raciocnio dedutivo, para a compreenso de cadeias de raciocnios, alm da capacidade para solucionar problemas envolvendo nmeros e demais elementos matemticos. a competncia mais diretamente associada ao pensamento cientfico e, portanto, idia tradicional de inteligncia.
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  • by prof. Edson dAvila43 Lingstica Manifesta-se na habilidade para lidar criativamente com as palavras nos diferentes nveis da linguagem (semntica...

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