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hIo

)Edtora ,.Ix

- Luis Carlos Alcoforado

Manoel Messias Peixinho Marcellus Polastri Lima Marcelo Ribeiro Ucha

Marco Aurlio Bezerra de Melo Ricardo Lodi Ribeiro

Roberto C. Vale Ferreira Srgio Andr Rocha

Victor Gameiro Drummond Sidney Guerra

FIaItWIpaIis -sc TIl. (48) 9981-9353

Eduardo Fortunato Bim

LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Editora Lumen Juris Rio de Janeiro

2014

STJ00099558

Cop)'Tight 2014 by Eduardo Fortunato Bim

Categoria: Direito Ambiental

PRODUO EDITORIAL

Livraria e Editora Lumen Juris Ltda.

Diagramao: Jos Roberto dos Santos Lima

A LIVRARIA E EDITORA LUMEN JURIS LTDA. no se responsabiliza pelas opinies emitidas nesta obra por seu Autor.

proibida a reproduo total ou parcial, por qualquer meio ou processo, inclusive quanto s caractersticas

grficas e/ou editoriais. A violao de direitos autorais constitui crime (Cdigo Penal, art. 184 e , e Lei n2 6.895,

de 17/12/1980), sujeitando-se a busca e apreenso e indenizaes diversas (Lei n 9.610/98).

Todos os direitos desta edio reservados Livraria e Editora Lumen Juris Ltda.

Impresso no Brasil Printed in Brazil

CIP-BRASIL. CATALOGAO-NA-FONTE

B611L Bim, Eduardo Fortunato. Licenciamento ambiental/Eduardo Fortunato Bim. - Rio de Janeiro :

Lumen Juris, 2014. xiv, 443 p. i 23 cm.

Bibliografia: p. 399-425.

ISBN 978-85-8440-112-3

1. Licenas ambientais - Brasil. 2. Direito ambiental - Brasil. L Ttulo.

CDD - 344.81046

STJ00099558

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iAO-NA-FONTE

ato Bim

lo Fonunato Bim. - Rio de Janeiro :

Direito ambiental - Brasil. I. Ttulo.

CDD - 344.81046

SUMRIO

PREFCIO............................... .... .. .......................... ............ .. .. ...... .. ............ ..... .... 1

INTRODUO ...................... ......... ........... ... ... ...... ................... .... ..... .. .. ..... ........ 5

CAPTULO I

CARACTERSTICAS 00 PROCESSO DECISRIO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL .. .. .. .................. ............ 7

1. O processo decisrio ambiental: papel estatal de balancear va'lores complexos e a m compreenso do menor impacto ambiental possvel. ................................... .. ........ .... .. ...... .... ..... ....................... 7

2. O mito do licenciamento ambiental onisciente e exauriente: limites de cognoscibilidade dos estudos ambientais e os engenheiros de obra pronta (captain hindsight) ........................................ 21

2.1. Os estudos ou licenas ambientais no tm o condo de garantir nada ................... ... ... .... ... .. ... .. ....... ... ... ........... ...... .. ................................... 26

2.2 . Do desvio dos estudos ambientais por danos constatados a posteriori ..... ... ............ .. .. .. ........... ............................................................ 26

2.3. Dos custos envolvidos sobre as especulaes dos estudos ambientais ...... ... ....... .... .. ...... .... ........... ... .... .... .... ....................................... 26

3. A incompletude e a incerteza cientfica, a cincia como poltica e a ausncia de neutralidade cientfica .......... .... .. ...................................... 27

4. A ascenso do risco, a mediao do princpio da precauo entre o direito e a cincia e a judicializao da cincia ... ................................... 34

5. O confronto entre a cincia e o direito: inviabilidade de uma abordagem maniquesta...... .. ........ .... ... ... .. .. ....... ..... ........ ............................. 37

6. A impossibilidade de se seguir os modismos cientficos pela constante mutao do estado da tcnica .. .. ..... .. .... .... .... ... .... .. .... ... ... ....... ... 41

7. O licenciamento ambiental como redentor ou guardio das polticas pblicas a cargos de outros rgos e entidades pblicas ... .. ... .. . 43

STJ00099558

CAPTULO 11

LICENCIAMENTO AMBIENTAL E FISCALIZAO: CENRIO PS LC 140/11 ............................................................................... 45

1. A presuno de licitude da licena ou autorizao ambientais e a vedao ao uso da autoexecutoriedade administrativa ............................ .48

2. Prevalncia da competncia fiscalizatria do ente competente para licenciar ou autorizar (fiscalizao primria) ........ .... ....................... 51

2.1. A concorrncia entre autuaes do mesmo ente federativo: lhama v. lCMBio....................................................................................... 58

3. Competncia administrativa de outro ente da federao ......................... 60

4. A autuao pelos rgos gestores das unidades de conservao e a LC 140/11 ....... .. ................ ........ ............................... ........................ ....... 61

CAPTULO 111

COMPETNCIA NO LICENCIAMENTO AMBIENTAL .......................... 67

1. Licenciamento nico, sobreposto/mltiplo e o integrado/complexo ........ 69

2. A mudana do critrio pela LC 140/11: abandono do critrio de abrangncia do impacto para delimitar a competncia da Unio(Lei 6.938/81, art. 10, 4 e Resoluo Conama 237/97, art. 4,caput) ............................................. .... 75

3. A influncia direta para a mensurao dos impactos ambientais ........... 78

4. A interpretao restritiva para a aferio de competncia em rol taxativo (Unio e dos Municpios) ............. .......... ............... ..... ......... ......... 81

5. Inexistncia de licenciamento por decurso de prazo (silncio administrativo) ............................................................................................. 83

CAPTULO IV

INTERVENO DE OUTROS RGOS E INSTITUIES NO LICENCIAMENTO AMBIENTAL .... .. ..................... 85

1. A atuao de rgos externos no licenciamento ambiental: regra da no vinculatividade (LC 140/11, art. 13, 1 ) ........................... 85

STJ00099558

11

~ZAO: ........ 45 ~..........................................

lUlOrlzao ambientais e a administrativa ............................. 48

ia do ente competente primria) ................................... 51

SInO ente federativo: ... .. ........................................ 58

me da federao ......................... 60

Ilidades de conservao .................................................... 61

I AMBIENTAL. ......................... 67

~o e o integrado/complexo ........ 69

abandono do delimitar a .10, 42 e :) ................................................. 75

los impactos ambientais ........... 78

)de competncia em rol

.................................. 81

so de prazo (silncio ...................................... 83

~MBIENTAL ........................... 85

lmento ambiental: , art. 13, 12) ........................... 85

2. As autorizaes para licenciamento ambiental da Lei do SNUC ............ 87

2.1. Casos de autorizao para o licenciamento ambiental: impacto ambiental significativo .............................................................................. 87

2.1.1. Apenas para licenciamento ambiental, no para autorizaes diversas (autorizao para supresso de vegetao - ASV) ................ 90

2.2. Momento das autorizaes para o licenciamento ambientaL.................. 91 2.3. Vinculantes ou opinativas? ....................................................................... 94 2.4. Omisso no cumprimento do prazo para manifestao ............................ 98 2.5. Condies tcnicas que devero ser incorporadas nas licenas:

condicionantes e mitigantes .................................................................... 100 2.5.1. A alterao das condicionantes e mitigantes pelo

rgo gestor da UC e a revogao da autorizao para licenciamento ambiental ........................................................... 101

3. O exame tcnico estadual (ETE) e municipal (ETM) ........................... 102

4. A certido de uso e ocupao do solo ...................................................... 103

CAPTULO V

AS ALTERNATIVAS TCNICAS E LOCACIONAIS NOS ESTUDOS AMBIENTAIS ...................................... 107

1. As espcies de alternativas tecnolgicas e locacionais e a sua previso no processo decisrio ambiental brasileiro ............................... 108

1.1. As alternativas tecnolgicas e locacionais no ElA (Resoluo Conama 1/86, art. 5, I) e a alternativa zero (ou de no ao) ............... 109

1.2. A alternativa tcnica para interveno em APP ..................................... 111 1.3. Supresso de vegetao no bioma Mata Atlntica .................................. 113 1.4. As alternativas para a implantao dos

empreendimentos previstos no art. 10, 2, da Lei 6.803/80 .................. 114

2. A necessria razoabilidade nas alternativas tecnolgicas e locacionais do ElA: todas as alternativas razoveis ................................. 114

2.1. O conceito de alternativa ....................................................................... 115 2.2. Somente as alternativas razoveis, praticveis e consistentes com

as diretrizes polticas bsicas .................................................................... 118 2.3. A vedao de interferir nas escolhas polticas ou administrativas

mediante alter