lição 12 hebreus

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Série de estudos sobre o livro de Hebreus, capítulo a capítulo, ministradas na Escola Bíblica em Igreja Evangélica Sem Fronteiras.

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  • 1. ESCOLA BBLICA IGREJA EVANGLICA SEM FRONTEIRA O LIVRO DE

2. LIO ELEMENTOS ESSENCIAIS DA F 3. ELEMENTOS ESSENCIAIS DA F TEXTO UREO Ora, a f o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se no veem (Hb 11.1). 4. ELEMENTOS ESSENCIAIS DA F VERDADE PRTICA A f d ao crente a certeza daquilo que ele espera, segundo a Palavra de Deus, fazendo-o ver o invisvel, contrariar a lgica, e superar os limites das fraquezas humanas. 5. LEITURA DIRIA Rm 8.25 - Esperando o que no v Hc 2.4 - O justo viver da f Mt 6.30 - Pequena f Mt 9.22 - F que salva Mt 15.28 - Grande f Mt 21.21 - F que remove montanhas ELEMENTOS ESSENCIAIS DA F 6. LEITURA BBLICA EM CLASSE HEBREUS 11.1-6 ELEMENTOS ESSENCIAIS DA F 7. PONTO DE CONTATO Na lio passada, vimos o perigo da apostasia e suas consequncias. Nesta lio, estudaremos a base da vida crist: a f. Querendo apresentar uma parte da histria antiga para demonstrar a eficincia da f, o escritor aos hebreus principia seu relato dizendo que a prpria criao do universo uma ilustrao da f. Pela f entendemos que os mundos, pela palavra de Deus, foram criados (v.3). A f se baseia na Palavra de Deus. Esta palavra consiste num poder invisvel que produziu do invisvel o universo, de maneira que o visvel veio a existir das coisas que no aparecem. ELEMENTOS ESSENCIAIS DA F 8. OBJETIVOS Aps esta lio, estaremos aptos a: Nomear os elementos que definem a f. Listar quatro heris da f mencionados nesta lio. Estimar uma vida de f ante as dificuldades da carreira crist. ELEMENTOS ESSENCIAIS DA F 9. A F. Esta palavra to pequena encerra em si grande contedo para os que de Deus se aproximam. Sem ela no existiria a Igreja, no haveria salvos, esperana de vida futura, no poderamos esperar um mundo melhor nem creramos na Segunda Vinda de Cristo. por meio da f que recebemos as bnos de Deus. Esta preciosa e santssima f vem-nos atravs de Cristo, para que ningum tenha de que se gloriar (Hb 12.2). INTRODUO 10. A f, conforme a Palavra de Deus, a condio bsica para ser salvo e receber de Deus auxlio em todos os aspectos. a base firme fundamento , a esperana das coisas que se esperam e a convico prova das coisas que no se veem. O escritor, recorrendo histria judaica, mostra diversas personagens que, pela f, e no por seus prprios mritos, puderam obter da parte de Deus vitrias marcantes. Tais personagens viram de longe as promessas de Deus, e morreram crendo no cumprimento delas. Deus considera esses heris como pessoas dos quais o mundo no era digno, exemplos de f a serem seguidos por todos ns. INTRODUO 11. O escritor no pretendeu simplesmente definir a f, mas sim descrev-la como elemento fundamental da vida crist. 1. O firme fundamento. Fundamento aqui significa muito mais que a mera certeza humana, fruto da lgica, ou do exerccio da futurologia. Na viso crist, tem o sentido de certeza inabalvel, ou seja, temos convico de que servimos a um Deus onipotente, onisciente e onipresente, que vela por sua Palavra para a cumprir (Jr 1.12; Is 43.13). Significa tambm certeza absoluta a respeito da nossa salvao. Ver 1 Jo 3.2. Assim, a certeza o I. CONCEITO DE F 12. 2. Das coisas que se esperam. A f o firme fundamento das coisas que se esperam.... O segundo elemento essencial da f a esperana. Esta consubstanciada na forte convico de que aquilo que se espera da parte de Deus h de acontecer sempre, independente das circunstncias. Abrao creu que teria um filho segundo a promessa divina, fruto de sua unio com Sara, mesmo I. CONCEITO DE F 13. 3. A prova das coisas que no se veem. A prova tem o significado de convico, que o terceiro elemento da f. Aqui temos um ponto muito importante a considerar. Pessoas h que manipulam este texto para justificar a prtica mstica do que eles chamam de visualizao mental para obteno do que se deseja. Nesse meio esto certas ramificaes da Confisso Positiva. Tal I. CONCEITO DE F 14. No contexto do captulo 11 de Hebreus, as coisas que no se veem so as coisas de Deus, os bens futuros (Hb 9.11), as melhores promessas (Hb 8.6). Isso porque tais coisas foram prometidas por Deus em sua Palavra, e esta no pode falhar em nenhuma hiptese. H crentes que, iludidos pelo seu prprio corao, asseveram que podem aplicar esse texto (v.1) a qualquer coisa. Por exemplo: eu creio que Deus vai me dar um carro novo, e uma bela casa. Ora, isso um desejo, mas no uma promessa de Deus. I. CONCEITO DE F 15. 1. Abel. Foi exemplo de f sacrificial. A Bblia no diz em Gnesis 4 por que Deus aceitou seu sacrifcio e no o de seu irmo, o homicida Caim. Mas em Hebreus 11.4 podemos constatar o final da histria: enquanto a oferta de Abel foi movida pela f em Deus (ver Jd v.11), Caim trilhou seu caminho sem f. A ideia de que a oferta de Abel foi aceita por tratar-se de oferta com sangue (apontava para o sacrifcio de Cristo) apesar de correta, parcial, uma vez que a oblao de Caim, mesmo sendo de vegetais, tambm seria aceita por ser produto do seu trabalho como lavrador (Gn 4.3; ver v.7). Caim tinha m ndole; era iracundo e suas obras eram ms (1 Jo 3.12), por essas razes suas II. EXEMPLOS MARCANTES DE F 16. 2. Enoque. Exemplo de f agradvel. O pouco que a Bblia fala sobre esse homem de Deus encerra a grandeza de seu carter e de sua f: E andou Enoque com Deus; e no se viu mais, porquanto Deus para si o tomou (Gn 5.24). Se ele andou com Deus, ou seja, viveu em ntima comunho com o Eterno e no centro da sua vontade, diante da extrema incredulidade de seu tempo, foi porque tinha uma f viva, que via o mundo melhor. Por isso, ainda na terra, antes da sua trasladao, alcanou testemunho de que II. EXEMPLOS MARCANTES DE F 17. 3. No. Exemplo de f obediente e justa. Nunca ouvira falar de dilvio, todavia, divinamente avisado das coisas que no se viam, temeu e obedeceu, preparando uma arca para salvao da sua famlia e animais. No foi o primeiro homem na Bblia a ser chamado justo. Isso nos traz uma lio de extremo valor: o homem de f precisa ser justo diante de Deus e dos II. EXEMPLOS MARCANTES DE F 18. 4. Abrao. considerado o pai da f provada. Quando foi chamado por Deus, sequer imaginava para onde iria (v.8). Passou anos habitando em tendas, peregrinando como em terra alheia (v.9) e recebeu a promessa de que seria uma grande nao (Gn 12.2). O Todo- Poderoso mandou que ele olhasse para os cus e contasse as estrelas, se pudesse, dizendo que assim seria sua semente: e creu ele no Senhor e foi-lhe imputado isto por justia. Mais tarde Deus pediu-lhe em sacrifcio seu nico filho, Isaque. Sem relutar, o grande patriarca obedeceu piamente voz do Altssimo, crendo que Deus era poderoso para at dos mortos o ressuscitar (vv.17,18). O Deus de Abrao o nosso Deus. Ele fiel em cumprir sua palavra (cf. Jr 1.12). II. EXEMPLOS MARCANTES DE F 19. 1. Todos estes morreram na f. Aps destacar os quatro primeiros heris da f, o escritor declara que eles morreram na f, sem terem recebido as promessas, mas, vendo-as de longe.... Como Paulo, combateram o bom combate, acabaram a carreira e guardaram a f (2 Tm 4.7). 2. Viram as promessas de longe. Era a f fazendo-os olhar para o horizonte ao longe, sem chegar l, porm contemplando o cumprimento das promessas. Certamente eles usufruam a salvao em Cristo porque criam na vida eterna, na entrada nos cus, na vitria sobre o mal e, sobretudo, no reinado eterno de Deus. III. VIRAM AS PROMESSAS DE LONGE 20. 3. Crendo nas promessas, abraando-as e confessando-as (v.13). A f daqueles homens era to forte e poderosa que, mesmo sem verem o cumprimento das promessas de Deus, nelas creram e as abraaram (cf. v.1). Eles consideravam-se estrangeiros e peregrinos na terra, porque esperavam uma ptria melhor, definitiva, no futuro, sendo aclamados por Deus, porque j lhes preparou uma cidade (vv.13-16). III. VIRAM AS PROMESSAS DE LONGE 21. Na ltima parte do texto em estudo, a Palavra de Deus fala de forma comovente sobre dois tipos de heris da f. So eles: 1. Os lutadores. As Escrituras apresentam vrios exemplos de lutadores. Eles venceram reinos, praticaram a justia, alcanaram promessas, fecharam as bocas dos lees, neutralizaram a fora do fogo, escaparam do fio da espada, tudo isso pela f no Todo- Poderoso. 2. Os martirizados. Foram os que, na luta pela f, foram aoitados, apedrejados, presos, aflitos, torturados e mortos: no aceitando o seu livramento, para alcanarem uma melhor ressurreio (vv.35-37). A IV. HOMENS DOS QUAIS O MUNDO NO ERA DIGNO 22. 3. Foram homens dos quais o mundo no era digno. O mundo que no digno dos homens de Deus aquele que se ope ao bem, e que dificulta a inquirio espiritual. Foi para esse mundo que Jesus apontou ao falar sobre a inevitabilidade das perseguies: Se o mundo vos aborrece, sabei que, primeiro do que a vs, me aborreceu a mim (Jo 15.18). Os homens dos quais o mundo no era digno viram de longe as promessas, mas no as alcanaram, provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles, sem ns, no fossem IV. HOMENS DOS QUAIS O MUNDO NO ERA DIGNO 23. Hoje para muitos, principalmente crianas e adolescentes que no conhecem a Deus, os heris so os dolos humanos ou virtuais da TV e do cinema. Esses no passam de falsos dolos e heris que desencaminham seus admiradores para o mal. Contudo, a Bblia nos inspira f e perseverana, necessrias para que confiemos nas promessas de Deus. Ela nos mostra em suas pginas a vida de homens e mulheres, crianas e adolescentes, jovens e adultos, que nos legaram exemplos CONCLUSO