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Jouberto Ucha de Mendona Reitor Amlia Maria Cerqueira Ucha Vice-Reitora Jouberto Ucha de Mendona Junior Superintendente Geral Ihanmarck Damasceno dos Santos Superintendente Acadmico Eduardo Peixoto Rocha

Equipe de Produo de Contedos Miditicos: Assessor Rodrigo Sangiovanni Lima Corretores ortogrficos Ancjo Santana Resende Fabiana dos Santos

Diagramadores Andira Maltas dos Santos Claudivan da Silva Santana Edilberto Marcelino da Gama Neto Edivan Santos Guimares Ilustradores Geov da Silva Borges Junior Matheus Oliveira dos Santos Shirley Jacy Santos Gomes

Diretor de Graduao Jane Luci Ornelas Freire Maynara Maia Muller

Gerente de Educao a Distncia

Webdesigners Fbio de Rezende Cardoso Jos Airton de Oliveira Rocha Jnior Marina Santana Menezes Pedro Antonio Dantas P. Nou Equipe de Elaborao de Contedos Miditicos: Supervisor Alexandre Meneses Chagas Assessoras Pedaggicas Kalyne Andrade Ribeiro Lvia Lima Lessa Projeto Grfico Andira Maltas dos Santos Edivan Santos Guimares

Assessora Pedaggica de Projetos Online Lucas Cerqueira do Vale

Coordenador de Tecnologias Educacionais

P659l

Fotos: Luiz Dinarte Gonalves da Silva Participao em foto: Maringela Dias Santos Pinto, Daniel Neves Lngua brasileiras de sinais / Daniel Neves Pinto. Aracaju:UNIT, 2012. Srie bibliogrfica. 192 p. : il. 22 cm. ISBN: 978-85-7833-130-6 Inclui bibliografia. 1.Lngua brasileira de sinais. 2. Educao de surdos. I. Universidade Tiradentes. II. Educao Distncia. III. Ttulo. CDU: 81221.24(81)

Redao: Ncleo de Educao a Distncia - Nead Av. Murilo Dantas, 300 - Farolndia Prdio da Reitoria - Sala 40 CEP: 49.032-490 - Aracaju / SE Tel.: (79) 3218-2186 E-mail: infonead@unit.br Site: www.ead.unit.br

Impresso: Grfica Santa Marta Rua Hortncio Ribeiro de Luna, 3333 Distrito Industrial - Joo Pessoa - PB Telefone: (83) 2106-2200 Site: www.graficasantamarta.com.br Banco de Imagens: Shutterstock

Palavra do AutorPrezado(a) leitor, Para que uma incluso acontea de verdade, preciso que todos se envolvam com este processo e incluir os surdos em nossa vida social inegavelmente necessrio. A Lei n 10.436, de 2002 reconhece a Lngua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicao e expresso, onde os sistemas educacionais devem garantir a incluso nos cursos de formao em seus nveis mdio e superior, do ensino de Libras, como parte integrante dos Parmetros Curriculares Nacionais PCNs, porm, somente em 2005 se tornou obrigatria. A comunicao uma necessidade de todos e esta interao vai alm da busca por compreenso. Facilitar o processo de comunicao fazer com que o silncio dos surdos no sejam manifestados por injrias culturais e excluso social, mas, reconhecer as possibilidades semelhantes. A Libras tornou-se um diferencial curricular, acadmica e social das pessoas com e sem surdez, assim como na realidade de convvio, pois trata-se de um meio necessrio aos seus usurios diretos, como tambm, aos lugares em que este grupo de pessoas frequenta. Se nos basearmos no princpio Igualdade e Oportunidade e Educao para todos, certamente enfrentaremos um grande desafio, no como obrigao, mas, tomando a incluso como desgnio, responsabilidade e dignidade. O aprendizado da Libras a qual estars pronto a conhecer, tem sido reconhecida como caminho necessrio para uma efetiva mudana nas condies de acessibilidade e incluso, assim como, elemento essencial para a interao e fortalecimento de uma identidade. O conhecimento aqui posteriormente adquirido, orientar para a perspectiva da diversidade, com estratgias diferenciadas, cuja capacitao depender de sua responsabilidade no conjunto dos recursos disponveis de aprendizado. Se est disposto(a) a concretizar todo este objetivo em ocasio, seja bem vindo(a) a esta cultura que proporcionar boas colheitas. Bom trabalho! Daniel Neves Pinto

SumrioParte 1Histria, Cultura e Lingustica da LIBRAS

1 Aspectos Histricos, Conceituais e Sociais __________121.1 Nomenclaturas e conceitos sobre lngua e linguagem . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 1.2 Fundamentos histricos e culturais da Lngua Brasileira de Sinais . . . . . 23 1.3 Aspectos biolgicos e suas de inies . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 1.4 Iniciao lngua. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 Resumo do Tema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56 Exerccio de Aprendizagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57

2 Estudos Lingusticos _______________________________632.1 Lxico, vocabulrios icnicos, arbitrrios e soletrados . . . . . . . . . . . . . . . . 64 2.2 Estruturas sublexicais e suas expresses no manuais . . . . . . . . . . . . . . . . 71 2.3 Morfologia e seus estudos internos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85 2.4 Diferenas Bsicas em Libras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94 Resumo do Tema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .102 Exerccio de Aprendizagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .103

Lngua Brasileira de Sinais LIBRAS

Parte 2

Surdez: interaes e implicaes

3 Surdez e Interao _______________________________ 1093.1 Aspectos comunicativos corporais e classi icadores . . . . . . . . . . . . . . . . . .111 3.2 Interao argumentativa com estrutura da surdez e famlia . . . . . . . . . .117 3.3 Interaes atravs da Lngua de Sinais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .124 3.4 Surdez, sociedade em seu processo de incluso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .132 Resumo do Tema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .139 Exerccio de Aprendizagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .140

4 Lngua de Sinais: saberes e fazeres _____________ 1474.1 Aspectos pedaggicos em suas possibilidades no contexto de ensino-aprendizagem. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .149 4.2 Possibilidades de trabalho. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .158 4.3 Conduta e legislao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .164 4.4 Frases em expresses da Libras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .175 Resumo do Tema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .184 Exerccio de Aprendizagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .185

Referncias Bibliogr icas ___________________________ 189

Concepo da DisciplinaEmentaBrasileira de Sinais. Legislao e conceitos sobre lngua e linguagem. Entendimentos dos conhecimentos necessrios para a incluso dos surdos quanto aos aspectos biolgicos, pedaggicos e psicossociais. Fundamentos histricos, socioculturais e definies referentes Lngua

Justificativadas pessoas com surdez s escolas e sociedade globalizada. A partir deste moA Libras passou a ser uma disciplina universal, a qual facilitou o acesso

mento, a lei tambm proporcionou a cidadania de inmeras pessoas que convivem como lngua oficial no Brasil.

com o silncio e aos demais que vivem em sua volta, pois, a Libras foi reconhecida A Lngua de Sinais precisa ser disseminada por todos os profissionais,

proporcionando em todos locais de atendimento ao pblico e por da nossa sociepessoas que apresentam a surdez.

dade com vistas a garantir o respeito diferena e singularidade lingustica das

Objetivos compreender os fundamentos histricos, culturais e psicossociais da cesso das aes inclusivas; Lngua de Sinais, nomenclaturas e seus conceitos, auxiliando no pro-

conhecer noes legislativas, utilizando-as de forma coesa; conhecer os aspectos patolgicos da surdez, possibilitando uma reflexo sobre o preconceito vivido no contexto dos surdos;

Lngua Brasileira de Sinais LIBRAS

desenvolver noes prticas de verbalizao e sinalizao da Lngua e pragmtica, colocando em prtica a Lngua Brasileira de Sinais;

de Sinais junto a sua estrutura lexical, morfolgica, sintaxe, semntica

estimular embasamento cnico, terico, prtico, tcnico e pedaggico, acrescentando tais embasamentos em suas prticas interpretativas;

despertar no aluno, o interesse em trabalhar com os surdos; compreender os conhecimentos bsicos e domnios necessrios para a comunicao simples e direta s pessoas com surdez, facilitando a incluso social e possibilidades em relao interpessoal atravs do uso da Libras;

utilizar Libras com coeso e coerncia para que haja entendimento.

AvaliaoA avaliao da disciplina ser realizada a partir da: Medida de Eficincia (ME): que dever ser feita ao longo das Unidades no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) no total de duas ME por Unidade. O prazo para realizar a ME de at 48h antes da data da avaliao (por Unidade). Para cada ME voc ter duas tentativas de resposta.

Avaliao Presencial: realizada presencialmente atravs de prova es-

crita, sendo uma por Unidade, com o valor de 0,0 a 8,0 pontos. A avaliao individual e sem consulta, com questes objetivas e subjetivas contextualizadas.

Organizao da DisciplinaBibliografia BsicaCAPOVILLA, Fernando Cesar; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionrio enciclopdico ilustrado trilngue: lngua brasileira de sinais portugus/ingls/libras. 3. ed. So Paulo: EDUSP, 2006.

QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Lngua brasileira de Sinais: estudos lingusticos. Porto Alegre: Ar