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LAUDO DE INSALUBRIDADE Pgina 1 de 22 O documento original assinado est disponvel no DivGP Elaborao :Aprovao: Fernando Souza Fernandes Engenheiro de Segurana do Trabalho CREA 105019-D/MG Matrcula SIAPE 2158577 Juscileide Barbosa Morgan Chefe de Diviso de Gesto de Pessoas Matrcula SIAPE 417151 Este documento quando impresso s vlido com assinatura. QUADRO DE CONTROLE DE REVISES DataRevisoDescrioMotivo 19/12/2014-*-Emisso1 Motivo: 1- Atendimento Legislao / 2- Incorporao de nova atividade / 3- Alterao de metodologia / 4- Melhoria do processo VIGNCIA: INDETERMINADO LAUDO DE INSALUBRIDADE Pgina 2 de 22 SUMRIO 1.IDENTIFICAO DA EMPRESA ............................................................................................ 3 2.INTRODUO ........................................................................................................................ 3 3.DIRETRIZES ........................................................................................................................... 3 4.OBJETIVOS ............................................................................................................................ 3 5.FUNDAMENTAO LEGAL - COMPLEMENTAO................................................................4 6.CONSIDERAES GERAIS.......................................................................................................4 7.METODOLOGIA APLICADA NA AVALIAO PERICIAL DO AMBIENTE ............................. 4 8.DEFINIES...............................................................................................................................5 9.SUSPENSO DO PAGAMENTO DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE .............................. 6 10. CARACTERIZAO DAS EDIFICAES DO HOSPITAL ..................................................... 6 11. MAPEAMENTO DOS SETORESINSALUBRES .................................................................... 7 12. RECOMENDAES ............................................................................................................... 8 13. CONCLUSES ....................................................................................................................... 9 14. ANEXOS ............................................................................................................................... 10 14.1. DESCRIO DOS SETORES (TABELA01)....................................................................................10 14.2. DESCRIO DOS CARGOS (TABELA 02)......................................................................................14 14.3. LISTA DE ABREVIAES (TABELA 03 )..........................................................................................21 LAUDO DE INSALUBRIDADE Pgina 3 de 22 1.Identificao da Empresa oRazo Social: EBSERH Empresa Brasileira de Servios Hospitalares Ltda. oUNIDADE: Hospital Universitrio de Julio Muller HUJM oCNAE (verso 2.0): 86.60-7 oRamo de Atividade: Atividade de Atendimento Hospitalar oGrau de Risco: 03 oCNPJ: 15.126.437/0012-04 oEndereo: Rua Luis Philippe Pereira Leite Alvorada CEP 78.048-902 Cuiab - MToTelefone: (65) 3615-7230 oStio Eletrnico: www.ebserh.mec.gov.br oContato:Juscileide Barbosa Morgan Chefe de Diviso de Gesto de Pessoas Telefone: (65) 3615-7230 Correio Eletrnico: juscileide.morgan@ebserh.gov.br 2.Introduo O presente laudo tem por funo reconhecer legalmente a percepo do adicional de insalubridade por quem dedireito(empregados)quelaboramnaEmpresaBrasileiradeServiosHospitalaresEBSERH,com lotao no Hospital Universitrio Julio Muller. 3.Diretrizes Esta percia ter como diretriz bsica o atendimento as legislaes vigentes no pas, que regulamentam e se aplicam ao tema: insalubridade. 4.Objetivos O referido laudo trata de avaliao pericial conclusiva sobre as condies de exposio agentes insalubres, comafinalidadededefiniroenquadramentoda(s)atividade(s)nostermosdalegislaovigente, especificamente a Lei 6.514 de 22 de dezembro de 1977 e Portaria 3.214 de 08 de junho de 1978, NR 15, por intermdiodoLaudoTcnicodeAvaliaodaExposioOcupacionalInsalubridade,aquepossamestar expostososempregadosdaEmpresaBrasileiradeServiosHospitalares,conformeprescritonalegislao em vigor. LAUDO DE INSALUBRIDADE Pgina 4 de 22 5.Fundamentao Legal Complementao Seo XIII Captulo V do Ttulo II da Consolidao das Leis do Trabalho; Artigo194daSeoXIII,TtuloII,CaptuloVdaCLTquedispe:Odireitodoempregadoao adicionaldeinsalubridade ou de periculosidade cessar com a eliminao do risco a sua sade ouintegridadefsicanostermosdestaSeoedasnormasexpedidaspeloMinistriodo Trabalho; Artigo191daSeoXIII,TTULOII,CaptuloVdaCLTquedispe:Aeliminaooua neutralizao da insalubridade ocorre: I Com a adoo de medidas que conservem o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerncia; II Com a utilizao de equipamentos de proteo individual ao trabalhador, que diminuam a intensidade do agente agressivo a limites de tolerncia. 6.Consideraes Gerais Noperodocompreendidoentre17/10/2014a10/12/2014,foirealizadavistorianasinstalaesdoHUJM visandoidentificaodapossvelexistnciadeinsalubridade,causadapeloefetivoexercciodeatividades laborais nos ambientes analisados. O presente trabalho foi legitimado por um Inqurito Preliminar de Riscos junto aos funcionrios da empresa. As percias realizadas com vistas determinao de insalubridade implicam em peculiaridades que precisam sertratadas pelos profissionaisindicados para realiz-las, de modoque os mesmos no excedam oslimites de sua competncia por convices subjetivas ou estribadas em critrios estritamente tcnicos. Essasperciasdevempartirdoseguintepr-requisito:Osuniversosdeaplicaodosconceitosde insalubridadeparafinsdepercepodosrespectivosadicionaissoaquelesdefinidosnosdiplomaslegais pertinentes. Cabe,portanto,emprimeirolugar,verificarseosfundamentoslegaisexistentesemseusaspectostcnicos sobre o assunto contemplam as atividades ou condies, objeto da percia. Como fundamento legal a limitar o alcance as condies estritamente tcnicas entendem-se as Leis Especiais pertinentesmatria,osDecretosqueasregulam,easPortariasdoMinistriodoTrabalhoeEmprego, sobretudo a Portaria 3.214/78 que dispe sobre as Normas Regulamentadoras.

7.Metodologia Aplicada na Avaliao Pericial do Ambiente PorsetratardeambientehospitalaresteLaudode Avaliao Ambientalbaseou-se,emgeral,naavaliao qualitativadosriscospresentesnosdiversosdepartamentosquecompemestaunidade,comexceode algunssetores,emespecfico,quenoseenquadremnosriscosqualitativos,casosejanecessrio,sero avaliadososriscosquantitativos.TodosconformefundamentadonosanexosdaNR-15(atividadese operaes insalubres). O procedimento pericial obedeceu seguinte sequncia de atividades: InspeopreliminarnasdependnciasdoHospitalvisandooconhecimentodosprocedimentosde trabalho adotados pelos empregados da empresa; Inspeo detalhada nos locais em que os empregados desenvolvem suas atividades; LAUDO DE INSALUBRIDADE Pgina 5 de 22 Levantamentodeinformaesatinentesao(s)cargo(s)/funo(es)ocupado(s)pelosempregados da EBSERH no HUJM; Levantamento de informaes, atravs da realizao de entrevistas, junto aos gestores das unidades (chefias)epessoasquedetmconhecimentosobreasatividadeseoperaesqueosempregados da EBSERH desenvolvem no ambiente Hospitalar; Coletadedocumentaonecessriaparasubsidiarapercia(plantasdesituao,descritivodas atividadesdecadaumdoscargos/funeseatribuies,organogramadaempresanohospital, normas e procedimentos internos); Realizao das avaliaes de agentes de riscos ambientais onde as mesmas se fazem necessrias; Anlise dos dados e dos riscos envolvidos; Anlisequantoaoenquadramentolegal(verificaodoatendimentoounodascaractersticas ambientaisoulaborativasdesenvolvidaspelosempregadosdaEBSERHnoHUJMdiantedos requisitos constantes na legislao aplicvel); Recomendaes; Concluses; Elaborao do Laudo Tcnico Pericial. 8.Definies OArt.189daCLTdefine:Seroconsideradasatividadesouoperaesinsalubresaquelasque,porsua natureza, condies ou mtodo de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos sade, acima dos limites de tolerncias fixados em razo da natureza, da intensidade do agente e do tempo de exposio aos seus efeitos; RiscosAmbientaisconsideram-seriscosambientaisosagentesfsicos,qumicosebiolgicos existentes nos ambientes de trabalho que, em funo da suanatureza, concentrao ou intensidade e tempo de exposio, so capazes de causar danos sade do trabalhador (item 9.1.5 da Norma Regulamentadora - NR-9). AgentesFsicosconsideram-seagentesfsicosasdiversasformasdeenergiaaquepossamestar expostos os trabalhadores, tais como: rudo, vibraes, presses anormais, temperaturas extremas, radiaes ionizantes, bem como o infra-som e o ultra-som (item 9.1.5.1 da NR-9). AgentesQumicosconsideram-seagentesqumicosassubstncias,oscompostosouprodutosque possampenetrarnoorganismopelaviarespiratria,nasformasdepoeiras,fumos,nvoas,neblinas,gases ouvapores,ouque,pelanaturezadaatividadedeexposiopossamtercontatoouserabsorvidopelo organismo atravs da pele ou por ingesto (item 9.1.5.2 da NR-9). AgentesBiolgicos-consideram-seagentesbiolgicosasbactrias,fungos,bacilos,parasitas, protozorios, vrus entre outros (item 9.1.5.3 da NR-9). Tempo de Exposio a NR-15 no seu anexo 14 define tempo de exposio como contato permanente. Assim,considera-secomocontatopermanenteaobrigatoriedadediriaderealizarfunesderiscocom exposioaosagentesinsalubres,cujaexecuodastarefasnessascondiespossaser inquestionavelmente caracterizada nas atividades cotidianas e no conjunto de atividades do profissional. Essadefiniofoinormatizadano Art.65doDecreto3.048de06demaiode1999Regulamentoda Previdncia Social com a seguinte redao: LAUDO DE INSALUBRIDADE Pgina 6 de 22 Art. 65.Considera-se tempo de trabalho permanente aquele que exercido de forma no ocasional nem intermitente,noqualaexposiodoempregado,dotrabalhadoravulsooudocooperadoaoagentenocivo seja indissocivel da produo do bem ou da prestao do servio. (Redao dada pelo Decreto n 8.123, de 2013). Pargrafo nico.Aplica-seodispostonocaputaosperodosdedescansodeterminadospelalegislao trabalhista,inclusivefrias,aosdeafasta