laudo tÉcnico de insalubridade e periculosidade

Download LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE

Post on 01-Dec-2015

704 views

Category:

Documents

69 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • 1

    LAUDO TCNICO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE

    UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZNIA

  • 2

    LAUDO TCNICO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE

    SOLICITANTE: UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZNIA

    OBJETIVO:

    O presente Laudo Tcnico trata de avaliao pericial conclusiva sobre as condies de exposio do servidor da Universidade Federal Rural da Amaznia UFRA, aos agentes insalubres e perigosos, com a finalidade enquadrar a(s) atividade(s) analisada(s), nos termos das Normas Regulamentadoras (NRs) ns 15 e 16 e seus respectivos Anexos regulamentados pela Portaria n 3214/78, e nos termos da Lei n 7.369 de 20 de Setembro de 1985, regulamentada pelo Decreto Federal n 93.412. MISSO DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZNIA:

    A Universidade Federal Rural da Amaznia UFRA, entidade com personalidade jurdica de direito pblico, instituda pela Lei n 10.611 de 23/12/2002, cujo marco inicial foi a Escola de Agronomia da Amaznia EAA, 1951, transformada em 1972 pelo Decreto N 70.268 em Faculdade de Cincias Agrrias do Par FCAP, vinculada ao Ministrio da Educao, tem como misso formar profissionais de nvel superior, desenvolver e compartilhar cultura tcnico-cientfica atravs de pesquisa e extenso, oferecer servios comunidade e contribuir para o desenvolvimento econmico, social e ambiental da Amaznia, dotada de autonomia didtico-cientfica, administrativa e de gesto financeira e patrimonial, de acordo com a legislao vigente.

  • 3

    SUMRIO

    Assuntos e Setores Avaliados Pginas

    CARACTERIZAO DA UNIVERSIDADE 4

    INTRODUO 5

    FORMADE AVALIAO 6

    AVALIAO DOS SETORES 7 a 67

    Reitoria 7

    Vice Reitoria 8

    Diviso de Vigilncia 9

    Pro Reitoria de Ensino - PROEN 10

    Refeitrio da Universidade - PROEN 11 a 13

    Superintendncia de Documentao e Informao - Biblioteca - PROEN 14

    Diviso Editorao e Grfica - PROEN 15

    Pr-Reitoria de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnolgico - PROPED 16

    Pr-Reitoria de Extenso - PROEX 17 a 19

    Pr-Reitoria de Planejamento e Gesto - PROPLAGE 20

    Diviso Qualidade de Vida, Sade e Segurana/ PROPLAGE 21 a 22

    Servios Mdico e Odontolgico/PROPLAGE 23

    Diviso de Almoxarifado/PROPLAGE 24 a 25

    Prefeitura/PROPLAGE 26

    Carpintaria/Prefeitura/PROPLAGE 27 a 28

    Eltrica/Prefeitura/PROPLAGE 29 a 34

    Hidrulica/Prefeitura/PROPLAGE 35 a 36

    Pintura/Prefeitura/PROPLAGE 37

    Transportes/Prefeitura/PROPLAGE 38

    Manuteno de Aparelhos pticos/Prefeitura/PROPLAGE 39

    Instituto de Cincias Agrrias - ICA 40 a 46

    Instituto Ambiental e Recursos Hdricos - ISARH 47 a 52

    Instituto de Sade e Produo Animal - ISPA 53 a 60

    Instituto Ciberespacial - ICIBE 61

    Campus de Parauapebas 62 a 64

    Campus de Paragominas 65 a 66

    Campus de Capito Poo 67

    EQUIPAMENTOS DE AVALIAO QUANTITATIVA 68

    TABELA RESUMO DOS CASOS DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE DA UFRA 69

    DEFINIES LEGAIS 70

    QUALIFICAO E ASSINATURA DO RESPONSVEL TCNICO 71

  • 4

    CARACTERIZAO DA UNIVERSIDADE

    Razo Social UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZNIA

    Endereo Av. Tancredo Neves, 2501

    Bairro Montese

    Municpio Belm

    Estado Par

    CEP 66.077-530

    C.N.P.J 05.200.001/0001-01

    Cdigo CNAE 84.11-6-00

    Ramo de Atividade Administrao Pblica

    Grau de Risco 1

    Grupo C-33

    Horrio de Funcionamento 07h30 s 17h30

    Reitor Professor Dr. Sueo Numazawa

  • 5

    INTRODUO

    1 - Definio de insalubridade.

    Como o prprio nome diz, insalubre algo no salubre, doentio, que pode causar doenas ao trabalhador por conta de sua atividade laboral.

    A insalubridade definida em funo do tempo de exposio ao agente nocivo, levando em conta ainda o tipo de atividade desenvolvida pelo empregado no curso de sua jornada de trabalho, observados os limites de tolerncia, as taxas de metabolismo e respectivos tempos de exposio.

    Assim, so consideradas insalubres as atividades ou operaes que por sua natureza, condies ou mtodos de trabalho, expem o empregado a agentes nocivos sade, acima dos limites de tolerncia fixados em razo da natureza, da intensidade do agente e o tempo de exposio aos seus efeitos.

    1.2 - Diferena entre risco e insalubridade. Risco pode ser definido como a possibilidade dos efeitos de uma ocorrncia, em termos de sua probabilidade e da magnitude de suas conseqncias, causarem dano a algum. A constatao do risco no ambiente de trabalho, no se baseia na simples presena de um objeto no ambiente de trabalho, relacionado a um determinado agente. Por insalubridade, entende-se a propriedade de um agente, conforme o seu processo, que cause dano. Ou seja, insalubridade a materializao do risco. O Reconhecimento da insalubridade um processo com base cientfica, que consiste na identificao e caracterizao dos perigos, pela a avaliao ambiental da exposio, pelas atividades e pelos efeitos dos riscos. 1.3 - Diferena de risco ambiental dos riscos de acidentes e ergonmicos. Apesar dos riscos ergonmicos e riscos de acidentes trazerem danos sade e a integidade fsica do trabalhador, eles no so classificados pela NR 15 para gerarem adicionais de insalubridade, diferentemente dos riscos fsicos, qumicos e biolgicos que so conhecidos como RISCOS AMBIENTAIS, mas ainda assim, esses riscos ambientais, precisam estar na relao e na forma da NR 15. Exemplo de riscos de acidente ou ergonmico, mas que no esto na NR 15: Mordidas de animais, acidente de carro, afogamento, tiro de revlver, quedas, queimaduras, carregamento de peso, armazenamento de materiais qumicos, exceto combustveis em grandes quantidades, entre outros. Exemplo de riscos ambientais, mas que no esto na NR 15: microorganismos das poeiras de livros, microorganismos de vegetais, de animais saudveis, de ar condicionado, agrotxicos dos princpios ativos no relacionados na NR 15, limpeza de banheiros, poeiras vegetais, exceto bagao da cana em grande escala, microorganismos de pragas, contato eventual com microorganismos de terrenos e dejetos, entre outros. Os casos acima ficaro como abordagem para o Programa de Preveno de Riscos Ambientais PPRA, previsto na NR 09 pelo MTE, pois, apesar de no gerarem adicional de insalubridade, devem ser avaliados para a preveno contra os riscos ocupacionais.

    2 - Para gerar adicional, no basta ser insalubre, a insalubridade tem que ser conforme legislao.

    Como a legislao estabelece quais os agentes considerados nocivos sade, no o que consideramos insalubre, que far o empregado ter direito ao respectivo adicional. preciso que a atividade apontada pelo laudo pericial como insalubre esteja prevista na relao oficial elaborada pelo Ministrio do Trabalho. A discriminao dos agentes considerados nocivos sade bem como os limites de tolerncia mencionados esto previstos nos anexos da Norma Regulamentadora NR-15, aprovada pela Portaria 3.214/78, com alteraes posteriores.

  • 6

    2.1 - Base legal para caracterizao da atividade. Uma vez caracterizada a atividade como insalubre, conforme sua natureza e condies, as fontes dos agentes tm que estar arroladas na NR 15 para fundamentar

Recommended

View more >